E acham que isto não merece ser património imaterial, material ou lá o que quiserem?
20 Novembro, 2013
Obs. Com menos conteúdo revolucionário ou talvez não porque se trata duma denúncia à vida nos bairros de barracas aqui fica este clássico de Artur Gonçalves
28 comentários
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Vá, tome lá umas coisinhas para se acalmar: http://lishbuna.blogspot.pt/2013/11/casate-y-se-sumisa-ja-foi-oferecido-ao.html + http://lishbuna.blogspot.pt/2013/11/blog-post_19.html
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por acaso nunca tinha ouvido o ser faxista…..é ser patrão barrigudo iste lembra-me um typo qualquer….
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é ser ladrão dos honrados
é raça que causa vómitos….
ser faxista
é ser patlão baligudo que nã dá nada e quer tudo….
e só pensa no lucro à farta…..nã sey mas prálém do durão barroso come disse el suarez pensei nuns ….uns typos que faziam recortes de jurnale
consultores da fundação da unidiversidade de lisboa e tal anos 80/90
bom era outro o termo assessores d’imprensa né….
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Ah!… e não é “denúncia à vida” mas “denúncia da vida”. Não tem de agradecer.
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Foi uma época culturalmente muito rica. Aqui vai mais um exemplo:
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Pelos videos que anda a apresentar, parece-me que a Helena foi ver um qualquer festival de cinema italiano e ficou obcecada com “Feios, Porcos e Maus” e que agora se anda a tentar vingar na má música de intervenção da sua juventude. Não se preocupe Helena, todos cometemos erros, ninguém se vai preocupar por ter andado a ouvir muita música de intervenção. Como muita gente da sua geração, isso durou o que durou e depois ingressaram no PSD, nada mais lógico.
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non devias ser mais paciente pá
eu passei uns 8 meses a ouvir o com ele na musgueira no ano da graça de 1980 e tal
era ou isso ou o quim florista ou era o julinho florista
é era o 2º os gajos só tinham dois discos né…
Banda d’eça de reira real diz:
20/11/2013 às 19:33
o desespero é dos gajos de 50 a 58 que não entraram no quadro e que vão ter de fazer exame para ficarem no desemprego is a tale of alienation in the educative maze you knoow
The novel deals with themes of isolation and social alienation, using psychic powers as an allegory for human interaction. Silverberg employed similar techniques in Dying Inside.
Plot[edit]
The action takes place in the future. The main character — Richard Muller, a retired diplomat — finds himself forced to hide from the human race on the uninhabited planet Lemnos. He lives there in the center of an ancient city-maze, built by a vanished race. The outer zones of the maze are filled with lethal traps to discourage entrance into the central zone. The maze was considered insuperable until the successful attempt of Muller. In his earlier life he had honestly served humanity, has traveled hundreds of worlds, endured hardship and danger. The career diplomat Charles Boardman invited him to come into contact with the inhabitants of the planet Hydra — the only intelligent alien race yet discovered in the galaxy.
In a neighboring galaxy another highly-developed race has been discovered and Mueller must try to enlist the help of the inhabitants of Hydra. Mueller spent five dollars a fazer o test
aprende-se muyto vivendo entre aliens in the scandinavian world
go to bifrost sem passar na casa da partida…
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E os que não conseguiram ingressar no PSD e no PS ( há lá muitos mais destes) criaram o BE
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Revolucionário aos 20, social-democrata aos 40, toda a gente sabe as regras. Quem tá mal são os do BE, que não sabem o que é que andam cá a fazer.
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Presidente da Comissão Europeia e liberal católica (esta não sei como é possível) aos 50. Sim, toda a gente sabe as regras, principalmente quando se sabe qual é que na altura dá mais dinheiro. Agora é o PS e o PSD, talvez daqui a uns anos seja num partido neonazi e vejamos lá o Durão Barroso ou a Helena Matos. Afinal, quem é que há trinta anos diria que eles seriam o que são hoje?
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Bem, uma vez que em França a Frente Nacional está a ultrapassar os socialistas, comunistas e radicais de esquerda pela esquerda, podemos esperar de tudo. Em relação ao Barroso, cuja fogosidade ideológica/juvenil eu tive oportunidade de observar pessoalmente em 1975, já não digo nada. Em relação à Helena Matos, acho que o caro André está a exagerar, embora eu não conheça o percurso ideológico da sua juventude.
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E os jovens revolucionários de agora farão o mesmo caminho. Se não estão já instalados na linha de Cascais ou num bairro chique de Lisboa no futuro será esse o caminho deles ( pois inconfessavelmente é o que pretendem) filiados num qualquer partido chucha-lista tipo PSD/PS a fazer loas aos burrosos deste mundo.
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Helena Helena!
Ha! Ha! Ha!, que delicia… só tu e o Fincapé para, por vezes me devolverem tardes de boa disposição e bom humor!
Gosto de ti assim…bem humorada e sarcástica! à postagens que nem é preciso falar muito, elas falam por si… bem me parecia que gostavas do faducho, o que denota o teu bom gosto acrescente-se!
Fincapé amigo mio, o que ACHA?… isto não merece ser património imaterial, material ou lá o que quiser?
PS –
A Lucinda camareira
Era a moça mais ladina
Mais formosa, mais brejeira
Do café da Marcelina
…..
Os marialvas em tipóias / Iam da baixa num salto
Ver a mais linda das jóias / Aos cafés do Bairro Alto;
A camareira que exalta / De tão singular maneira
Era amada pela cegueira / Que a palavra amor requer
Para mim era a mulher / Mais formosa e mais brejeira
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A Lucinda camareira ( Lindo! )
A Lucinda camareira
Era a moça mais ladina
Mais formosa, mais brejeira
Do café da Marcelina
De maneira graciosa / Sobre um lindo penteado
Trazia sempre uma rosa / Cor de rosa avermelhado
Eu vivi enfeitiçado / Por aquela feiticeira
Que airosamente ligeira / Servia de mesa em mesa
Tinha feições de princesa / A Lucinda camareira
Primando pela brancura / O seu avental de folhos
Realçava-lhe a negrura / Encantadora dos olhos;
Nem desgostos nem abrolhos / Sofrera desde menina
Que apesar de libertina / Orgulhosa e perturbante;
No velho café cantante / Era a moça mais ladina
Os marialvas em tipóias / Iam da baixa num salto
Ver a mais linda das jóias / Aos cafés do Bairro Alto;
A camareira que exalta / De tão singular maneira
Era amada pela cegueira / Que a palavra amor requer
Para mim era a mulher / Mais formosa e mais brejeira
Certa noite de fim d’ano / Em que certo cantador
Cantava ao som do piano / Cantigas feitas de amor
Um cigano alquilador / De têz bronzeada e fina
Por afortunada sina / A Lucinda conquistou
E para sempre a levou / Do café da Marcelina
A letra foi retirada do blog Fados do fado
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este até retira letras…..cuidado nã te piquem…retiraste à tesoura ou colheste à mão?
HELL’S PAVEMENT an bohuslänska skärgården komedi or perhaps dïe bohuslänska skärgården komedi – oportunidades de negócio para vender ao pessoal da Aula Magna – Arrastadeiras Magna e Fraldas à Lula – Soares duplamente doctor honoris gripado pela Aula Magna será o maior contributo da Fundação da Universidade de Lisboa ou de Lesbos para a colónia grega em que medramos ou escreve-se merdamos?
The great orienta-te lusitano is mesmo ao virar da esquina in ingleis techno is just around the corner or the corno is just the same
look at the plot du con pote complot
num con pet tá….
Most of the story takes place in the 22nd century after analogue treatments have been universally applied for more than 100 years. The AULA MAGNA has broken up into semi-autonomous regions in which the analogue treatment is used to enforce whatever societal norms benefit the ruling classes. The narrative centers on SOCRATES THE GREEK GEEK, who realizes at an early age that he is an “immune”, i.e. resistant to the analogue treatment. SOCRATES is identified and recruited by the members of a clandestine group of immunes named THE GREAT ORIENTA-TE LUSITANO who are working to overthrow the analogue system.
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Confesso, RCAS, mas também confesso à Helena, que, sendo assim, prefiro o Quim Barreiros. Sempre tem um certo marialvismo e umas outras intencionalidades mais encantadoras.
Isto não quer dizer que o Alfredo e o Vítor, que as pesquisas da Helena descobriram, não tenham as suas razões.
Mas uma coisa que me intriga é onde vai a Helena pesquisar para descobrir estes fenómenos. Espero que não seja devido a más companhias que eu acho que a Helena não merece. Se eu soubesse tal coisa, nunca mais a ouviria na Antena 1, à hora do almoço. 😉
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Esqueci-me: ao domingo.
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Ó fincapé, em crise de humor hoje? Uau!
O Alfredo e o Vítor, não são pesquisas da Helena, são minhas, porque aprecio o fado castiço, gingão!
Quanto aos faduchos que ela aqui colocou, estão no Youtube, o que é piada, foi a piada que ela teve para os desencantar… Ha! Ha! Ha!
OH! NÃO… OH! NÃO, não me diga que não apreciou a Sátira???
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Gaita, enganei-me nos nomes. Eu ouvi os do link da Helena e para colocar os nomes vi-os no link errado. Peço desculpa. 🙂
Mas é verdade que ando um pouco des-humorado. Ou talvez descoroçoado.
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não ouviste pá ou se calhar tu e o vitor have the same problem têm imprint’s analogues you know….you don’t well
read hell’s pavement is a 1952 book …..a study case of your…well your con diction or condition
non desespere ocê num tá sozinho o RCASh und others are in the same state
look at the trailer
The story postulates a technique for dealing with asocial behavior by giving everyone an “analogue”, a mental imprint of an authority figure that intervenes whenever violent or otherwise harmful acts are contemplated.
Chapter I first appeared in Astounding Science Fiction in January 1952 as “The Analogues”. Parts of Chapters II, III, IV and VIII were adapted from Knight’s story “Turncoat”, which appeared in the April 1953 Thrilling Wonder Stories. The novel was renamed Analogue Men starting with the 1962 Berkley Books version, but regained its original title with a 1971 paperback edition.
Synopsis[edit]
Early in the novel, one of the characters gives a description of the analogue treatment:
“He’s got an analogue,” said Martyn. “In the classical sense, he is even less sane than he was before. He has auditory, visual and tactile hallucinations — a complete, integrated set. That’s enough to get you entry to most institutions, crowded as they are. But, you see, these hallucinations are pro-societal. They were put there deliberately. He’s an acceptable member of society, because he has them…Nobody knows [what the analogue looks like] except himself. A policeman, maybe, or his mother as she looked when he was a child. Someone whom he fears, and whose authority he acknowledges. The subconscious has its own mechanism for creating these false images; all we do is stimulate it — it does the rest.”……..ouvem cousas cheiram links etc etc etc acho que vou pore o ser faxista
ouves you list en that?
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RCAS, gosto de fado gingão e dos outros géneros de fado. Tenho alguns CD do Marceneiro que ouço de vez em quando.
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Ninguém ou poucos podem suplantar os MUSE, no que toca a Música de Intervenção. A noticia que eram Património Material da Humanidade, deixou imensa gente incrédula. Mas os vários TOP 1, e TOP 10 conquistados pelo mundo, e o carinho dado pelos EUA (capitalistas) a esta excelente banda, fazem termos a certeza que a Música de Intervenção tem o futuro garantido.
A versão original de Revolta (uprising)
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flag ? é aquilo que se pisa se processa ou se mete no cu nos jogos de futrebol
morrer por uma noção feita de trapos faz mal à vida…
Stamp duty, stamp duty, stamp duty U turns,
Stamp duty payments, renovations, decorations,
Market value procrastinations,
The boom is getting boomier,
The bust is getting loomier.
My advice?
Lay low, kava ku and keep you head down, and keep your mouth shut if you are tempted to say anything as (your) life threatening as ‘I told you so’
Dont
The Cannibals are at Large
easter 2006…
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Engraçado, parou naquela parte dos Fat Cats (ricalhaços).
Bem, passemos para outra banda, um bocado conhecida, que fez uma música de intervenção, acerca de uma carga a uma manifestação feita num domingo, que causou a morte de várias pessoas.
Domingo Sangrento , dos U2
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matou uma dúzia ….o que foi uma tarde de domingo num dos bantustões
ou o que morre numa favela de são paulo no fim de semana mais agitado
nos anos 80’s e 90’s havia todos os dias escaramuças
e as únicas baixas era um paki que tinha saído a ~más horas ou tinha entrado no bairro errado em Belfast ou em Derry….vai correr pela fimene…ó e-spud
Cappagh victory Tiocfaidh ár lá
Old times
Tiocfaidh ár lá
What army surrender it’s weapons-tiocfaidh ár lá
THE OTHER SIDE-FUCK THOSE PROTESTANT LOYALISTS
FUCKING ENGLISH LOVING BASTARDS
YOU FUCKING UDA UFF WANKERS
house of traitors
Tiocfaidh ár lá
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tive putos que bastava saírem da sala d’aula pra partirem as beiças uns aos outros e eram todos catholic’s
pope pet’s you know….num tinham era o mesmo typo de fézada
Childs in Béal Feirste
Béal Feirste Childs Grown
induca-te puto porra com chapelinho Pôrra Labels: Amhrán na bhFiann In maen hir ira Ard Mhacha, THE ZULU DAWN IS ON
o salário mínimo é 1500? é….deve ser deve….atão porque num migram em massa pró sul? se calhar deve ser porque gostam de andar desempregados metade do tempo né….
do fenian vastardly basta? r…dly?fuking arse
era um gajo fino há de tudo educa-se a odiar
no teu caso deve ter sido à marretada né…
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um judeusito
A Revolta é o máximo deles, mas esta tambem é boa!
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Essa fica para a próxima. Chiu, não diga a ninguém… ; )
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