Era uma vez…
20 Janeiro, 2014
Um referendo é um espaço privilegiado de expressão cívica, que estimula o debate e a difusão de informação sobre questões relevantes, e cuja necessidade é reforçada no caso de não haver, face à questão a referendar, homogeneidade na base social de apoio de cada partido.
(via Pedro Pestana Bastos)
Para mais, também podemos pedir que não seja necessária participação de 50% no referendo para que seja vinculativo o que nos apetecer que seja vinculativo.
Já sei, já sei: “desta vez é diferente”.

Mixórdia de gente que só quer obter um lugarzinho e comportar-se como cão que não conhece o dono.Gostei de ver este teste. Passos Coelho não pode contar com esta gente ingrata.
Ao menos o PC e BE são coerentes. Todos por um e um por todos.
Sá Carneiro teve esta experiência e arrumou com uns quantos traiçoeiros.
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Já agora, porque não referendar Windows ou Mac?
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Porque não há dúvidas.
— Sent from my iPhone.
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Gabo-lhe a paciência , e admiro-me com a minha, a respeito
do Piscoiso . . .
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Vamos referendar a existência dos micróbios? Por vezes o Blasfémias faz uma espécie de referendo e há ausências que se notam.
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Isto vai contra a “corrente PC” mas…. what the heck!!!
http://www.frc.org/issuebrief/new-study-on-homosexual-parents-tops-all-previous-research
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