Helena, só por curiosidade, quanto é que custa o direito à alimentação? Ou essa questão é demasiado direta sobre as funções do estado para que a Helena a inclua no livro?
obrigada pela explicação sobre o veneno dos livros que como sabe remete para um livro muito bem escrito e que foi extraordinário sucesso: O Nome da Rosa.
Mas faz um prlo par com o José Manuel Fernandesese juntamos o Torres Cintra é o trio maravilhas – Quem foi o seu papel nas famigeradas escutas de Belém que deram inicio à CORJA para derrubar o Sócrates utilizando Jornalistas Portugueses e estrangeiros. economistas Banqueiros que fingiam estar de acosro com apolitica e iam espetando o punhal pelas costas. até aliciarem o Teixeira do Santos a estebelecer como limite de divida os 7% que os especuladores aproveitaram para atacar. O QUERIDO LÍDER DE BELÉM, vagueava pelo País clamando INSUSTENTAVEL EXPLOSIVO mas confrontado porque não dissolvia o parlamento para provocar eleiçõr eleições para mudar de governo fazia ouvidos de mouco pois não queria mudar o Governo queria destruir o seu inimigo. Giro giro é o ALFORRECA para o engraxar vir agora dizer que o candidato Presidencial que ele deseja ser semelhante ao do Cavaco. Aposto que vai tentar manietar o Rui Rio para lhe acenar coma cenoura do cargo de PR para eliminar um concorrente. Como o ALFORRECA tem miolos de galinha, aposto que atrás dele está o cérebro RELVAS aganhar milhões e a fazer a tactica e a estratégia para o Homem que ele na Televisão disse que levou 5 anos a criar um 1º Ministro- Grande Relvas qual Mary Shelley que crioiu o FRANKENSTEIN. Um dia o Ftankensteis do Relvas ainda o vai estralhaaçar quando lhe der a volta aos neurónios, o que acontece amiudadamente.
Ó Piscoiso, aposto que Vc. que já não deve ter idade para passar por “jotinha” seja do que for, também vai tentar ler o livro, se possível sem o comprar. E, claro, também não deixará de se rir um pouco.
Sou muito selectivo na leitura de livros e esses autores não me dizem nada.
O que li deles nos jornais é propaganda que se deita ao lixo.
Mas admito que haja quem goste.
Bom proveito.
José Manuel (Eu vi as Armas de Destruição Macissa no Iraque] Fernandes + Helena [Tontinha] Matos + Álvaro [OCDE] Santos Pereira = tudo em família, tudo boa gente.
Bom proveito.
Os atritos inter geracionais são uma constante. Irão agravar-se com a escassez de trabalho que está a ser tomado pela tecnologia. Repare-se no fenómeno “Primavera Arabe” e noutros paises no mundo em que a juventude tem dificuldades crescentes em aceder a postos de trabalho sustentáveis. É evidente que quem contrata um trabalho prefere fazê-lo com quem tem experiência e capacidade fisica para o levar a efeito, e este tem maior facilidade em mover-se nos meandros do trabalho.
A problemática é como distribuir o que a sociedade produz entre os seus membros. Não é sustentável que fiquem concentrados nas mãos de uns quantos, como por exemplo, o caso dos partidos politicos que concentram e controlam o poder decisório da sociedade, que podem cair muito fácilmente em esquemas de conveniencia como os que nos afectam actualmente e que envolvem algumas empresas privadas no desenvolvimento e manutenção do sector publico.
De qualquer modo parabéns pelo livro e que tenha êxito.
A partir do dia 24 de Janeiro, a Esfera dos Livros vai publicar «Este País não é para Jovens», de Helena Matos e José Manuel Fernandes.
«Depois da manifestação de 2 de março de 2013 o país mudou para sempre. Nas ruas, os mais velhos gritavam pelos «direitos adquiridos» e intocáveis e pelas «reformas» que consideravam merecidas depois de tantos anos de trabalho. Instalou-se a sensação de que o Estado, detentor de uma espécie de tesouro recheado, dá, tira e rouba. Havia sido quebrado um contrato firmado com os portugueses. Os políticos falaram de cisma grisalho. Outros perguntaram: serão sustentáveis os direitos adquiridos dos reformados? Do outro lado, temos os mais novos, que já se vinham a manifestar desde 2011 contra a sua situação precária, por mais emprego e educação. A geração voltava a ficar «à rasca» e cantava canções com palavras de ordem que demonstravam o seu desalento em relação ao futuro. Sem perspetivas de emprego, sem liberdade de escolha, com poucos ou nenhuns direitos adquiridos. O que lhes resta? Emigrar e desistir do país? Entre estas duas gerações, na casa dos 50 anos, os jornalistas Helena Matos e José Manuel Fernandes tocam num tema tabu que atravessa a sociedade portuguesa e que a divide: a equidade entre gerações. Num livro que pretende levantar situações concretas que tornam mais difícil a vida presente e futura dos jovens, os autores desafiam-nos a pensar o nosso país, desconstruindo ilusões e falsas ideias generosas. Quem vai pagar as obras megalómanas do passado? É possível continuar a manter este sistema de pensões? A legislação de trabalho que durante anos impedia o despedimento favoreceu quem? Quem defende os mais novos? É possível a uma sociedade envelhecida, governada por gente mais velha, com um peso do eleitorado grisalho a aumentar, empreender reformas políticas e sociais que levarão os mais velhos a perder direitos em nome dos mais novos? Não se pretende instaurar uma guerra entre gerações, mas apelar a que se reencontre um novo equilíbrio, mais justo entre as gerações de pais, de avós e de netos. Para que os mais jovens possam olhar para o futuro com mais optimismo.»
Apesar da Helena se recuar a dar-me esclarecimentos que de vez em quando lhe solicito aqui no blogue, se estivesse perto provavelmente iria à apresentação do livro. Mas, para além da dedicatória para mostrar aos amigos, exigiria dois beijinhos como cumprimento também para lhes fazer inveja.
E tudo isto apenas porque, apesar de o neoliberalismo se propagandear e propagar, não se pega por contacto ou proximidade.
PS: Helena, já agora, acha (com o JMF) que este país é para velhos? Ah! Provavelmente, esse vai ser o tema do próximo livro a duas mãos. 😉
———–
Entretanto respondo-lhe já à pergunta (será pergunta?) apresentada como subtítulo: “Quanto vão custar no futuro as obras as políticas e os direitos de hoje”?
Nada, Helena. Rigorosamente nada, exceto o facto de terem de trabalhar, se tiverem onde, para garantir tudo o que os pais lhes deram com imensos sacrifícios. Se os jovens vierem a considerar que os pais lhes deram de mais, podem sempre viver com menos. Mesmo os cursos todos que os pais lhes deram, basta não os utilizarem.
Podem devolver computadores, livros, roupas, o dinheiro gasto em comida, em bares, em interrails (os que os fizeram), o primeiro carro, se não o segundo, terceiro, quarto… Os iPad e iPhones.
Os conhecimentos e a cultura que obtiveram com isso tudo é que é mais difícil de devolver. Lá terão de viver com o desgosto. 😉
«Bill Gates acredita que não haverá países pobres até 2035 (Económico)
O homem mais rico do mundo revelou hoje na sua carta anual que nas próximas duas décadas deixará de haver países pobres.»
As referências da Helena em campo portuga são um espectáculo… não bastava o torquemada Balbino Caldeira do blog Portugal Profundo, o pitbull do César Torres, o Lunático do joão César das “Meves” agora também o choninhas, invertebrado, politicamente desonesto, mentiroso compulsivo, papagaio político, autêntico Apparatchik, do josé manel fernandes, sempre à procura de acesso ao pote!…é persistente o rapazinho!!!
O título é sugestivo e verdadeiro, o piegas ALFORRECA ( esta é divinal ) também acha que sim… vamos a andar daqui pra fora, depressa e já, aqui não há nada pra ninguem! FORA!!!
Este País não é para gente nova… é para velhos!
Este livro Helena, até pode ser interessante, não sei, nem faço idéia, mas “só por causa” desse meteco que te acompanha no livro e que tem o condão de me transmitir aquela sensação estranha, sempre que vejo uma serpente!… só, e apenas só por isso, este livro nem dado!!!
Bem,uma vez que me tratam por V.Exª, estou disposto a aceitar o convite.
Lá estarei então na FNAC do Chiado, na próxima 3ª feira, 28 de janeiro, às 18:30, para assistir às orações.
Mas levo uma fisga.
Ó HMatos, ó JMFernandes,
“não havia necessidade”, carago !, desse título para o livro…
Primeiro, como Piscoiso acima notou, há o romance “Este País nao é para Velhos” de CMcCarthy, mais tarde realizado por Ethan e Joel Coen. bOm livro e bom filme.
Segundo, apesar de eu não saber o que está escrito no vosso livro, suspeito que analisa a actual juventude tuga.
Terceiro, a actual juventude tuga emigrou (ASantos Pereira sabe porquê) em quantidade elevadíssima, logo, não comprará o livro.
Quarto, os jovens que ainda(!…) permanecem no “país do futebol” & futebolices (“desígnio nacional” segundo o ex-PR JSampaio e “exemplo”, “orgulho” segundo Cavaco) não só não têm cheta para adquirir o book, mas também o título é desmotivante, abominável. E a imagem da capa não ajuda…
Quinto, não são os pais nem os avós dos jovens que comprarão o livro para lhes oferecer.
Resta a hipótese para reduzido sucesso, umas bancas desarmáveis nas festas, nos congressos, nas universidades de Verão das jotas “social-democrata” e “centrista”. E nas entradas das autarquias e dos ministérios, secretarias de estado, direcções gerais, para os titulares, chefes de gabinete, assessores & adjacentes intuirem que o livro é apropriado para as suas garotices praticadas
a) A emigração da juventude em curso, não resulta necessariamente da dupla Passos-Portas.
b) That is the economy…
c) Qto ao autor do livro: “Este país não é para iraquianos”, nem para depósito de ADM.
Acho que estes país é só para Coimbras e M.Mendes e outros que tais
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Helena, só por curiosidade, quanto é que custa o direito à alimentação? Ou essa questão é demasiado direta sobre as funções do estado para que a Helena a inclua no livro?
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É um título atrelado aos irmãos Coen “Este país não é para velhos”, vencedor de 4 Óscars.
Espero que chegue a vender 4 exemplares.
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Se o que escreve Helena Matos é mau, os escritos de José Manuel Fernandes são péssimos!
Juntos devem ser intragáveis e venenosos!
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obrigada pela explicação sobre o veneno dos livros que como sabe remete para um livro muito bem escrito e que foi extraordinário sucesso: O Nome da Rosa.
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Mas faz um prlo par com o José Manuel Fernandesese juntamos o Torres Cintra é o trio maravilhas – Quem foi o seu papel nas famigeradas escutas de Belém que deram inicio à CORJA para derrubar o Sócrates utilizando Jornalistas Portugueses e estrangeiros. economistas Banqueiros que fingiam estar de acosro com apolitica e iam espetando o punhal pelas costas. até aliciarem o Teixeira do Santos a estebelecer como limite de divida os 7% que os especuladores aproveitaram para atacar. O QUERIDO LÍDER DE BELÉM, vagueava pelo País clamando INSUSTENTAVEL EXPLOSIVO mas confrontado porque não dissolvia o parlamento para provocar eleiçõr eleições para mudar de governo fazia ouvidos de mouco pois não queria mudar o Governo queria destruir o seu inimigo. Giro giro é o ALFORRECA para o engraxar vir agora dizer que o candidato Presidencial que ele deseja ser semelhante ao do Cavaco. Aposto que vai tentar manietar o Rui Rio para lhe acenar coma cenoura do cargo de PR para eliminar um concorrente. Como o ALFORRECA tem miolos de galinha, aposto que atrás dele está o cérebro RELVAS aganhar milhões e a fazer a tactica e a estratégia para o Homem que ele na Televisão disse que levou 5 anos a criar um 1º Ministro- Grande Relvas qual Mary Shelley que crioiu o FRANKENSTEIN. Um dia o Ftankensteis do Relvas ainda o vai estralhaaçar quando lhe der a volta aos neurónios, o que acontece amiudadamente.
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Com tanta propaganda contra é porque o livro deve ter algo de interessante. Vou já a correr comprá-lo.
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Claro que o livro deve ter algo de interessante.
Todos os jotinhas vão a correr comprá-lo para se rirem.
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Ó Piscoiso, aposto que Vc. que já não deve ter idade para passar por “jotinha” seja do que for, também vai tentar ler o livro, se possível sem o comprar. E, claro, também não deixará de se rir um pouco.
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Sou muito selectivo na leitura de livros e esses autores não me dizem nada.
O que li deles nos jornais é propaganda que se deita ao lixo.
Mas admito que haja quem goste.
Bom proveito.
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Obrigado pelo convite.
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É, os direitos são caríssimos…
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José Manuel (Eu vi as Armas de Destruição Macissa no Iraque] Fernandes + Helena [Tontinha] Matos + Álvaro [OCDE] Santos Pereira = tudo em família, tudo boa gente.
Bom proveito.
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Os atritos inter geracionais são uma constante. Irão agravar-se com a escassez de trabalho que está a ser tomado pela tecnologia. Repare-se no fenómeno “Primavera Arabe” e noutros paises no mundo em que a juventude tem dificuldades crescentes em aceder a postos de trabalho sustentáveis. É evidente que quem contrata um trabalho prefere fazê-lo com quem tem experiência e capacidade fisica para o levar a efeito, e este tem maior facilidade em mover-se nos meandros do trabalho.
A problemática é como distribuir o que a sociedade produz entre os seus membros. Não é sustentável que fiquem concentrados nas mãos de uns quantos, como por exemplo, o caso dos partidos politicos que concentram e controlam o poder decisório da sociedade, que podem cair muito fácilmente em esquemas de conveniencia como os que nos afectam actualmente e que envolvem algumas empresas privadas no desenvolvimento e manutenção do sector publico.
De qualquer modo parabéns pelo livro e que tenha êxito.
A partir do dia 24 de Janeiro, a Esfera dos Livros vai publicar «Este País não é para Jovens», de Helena Matos e José Manuel Fernandes.
«Depois da manifestação de 2 de março de 2013 o país mudou para sempre. Nas ruas, os mais velhos gritavam pelos «direitos adquiridos» e intocáveis e pelas «reformas» que consideravam merecidas depois de tantos anos de trabalho. Instalou-se a sensação de que o Estado, detentor de uma espécie de tesouro recheado, dá, tira e rouba. Havia sido quebrado um contrato firmado com os portugueses. Os políticos falaram de cisma grisalho. Outros perguntaram: serão sustentáveis os direitos adquiridos dos reformados? Do outro lado, temos os mais novos, que já se vinham a manifestar desde 2011 contra a sua situação precária, por mais emprego e educação. A geração voltava a ficar «à rasca» e cantava canções com palavras de ordem que demonstravam o seu desalento em relação ao futuro. Sem perspetivas de emprego, sem liberdade de escolha, com poucos ou nenhuns direitos adquiridos. O que lhes resta? Emigrar e desistir do país? Entre estas duas gerações, na casa dos 50 anos, os jornalistas Helena Matos e José Manuel Fernandes tocam num tema tabu que atravessa a sociedade portuguesa e que a divide: a equidade entre gerações. Num livro que pretende levantar situações concretas que tornam mais difícil a vida presente e futura dos jovens, os autores desafiam-nos a pensar o nosso país, desconstruindo ilusões e falsas ideias generosas. Quem vai pagar as obras megalómanas do passado? É possível continuar a manter este sistema de pensões? A legislação de trabalho que durante anos impedia o despedimento favoreceu quem? Quem defende os mais novos? É possível a uma sociedade envelhecida, governada por gente mais velha, com um peso do eleitorado grisalho a aumentar, empreender reformas políticas e sociais que levarão os mais velhos a perder direitos em nome dos mais novos? Não se pretende instaurar uma guerra entre gerações, mas apelar a que se reencontre um novo equilíbrio, mais justo entre as gerações de pais, de avós e de netos. Para que os mais jovens possam olhar para o futuro com mais optimismo.»
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Pois não! Por isso é que emigram!
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Este país não é para jovens? Ah, mas neste OUTRO país não há esse problema. Temos de lhe seguir o exemplo. Há juventude a dar com um pau…
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Apesar da Helena se recuar a dar-me esclarecimentos que de vez em quando lhe solicito aqui no blogue, se estivesse perto provavelmente iria à apresentação do livro. Mas, para além da dedicatória para mostrar aos amigos, exigiria dois beijinhos como cumprimento também para lhes fazer inveja.
E tudo isto apenas porque, apesar de o neoliberalismo se propagandear e propagar, não se pega por contacto ou proximidade.
PS: Helena, já agora, acha (com o JMF) que este país é para velhos? Ah! Provavelmente, esse vai ser o tema do próximo livro a duas mãos. 😉
———–
Entretanto respondo-lhe já à pergunta (será pergunta?) apresentada como subtítulo: “Quanto vão custar no futuro as obras as políticas e os direitos de hoje”?
Nada, Helena. Rigorosamente nada, exceto o facto de terem de trabalhar, se tiverem onde, para garantir tudo o que os pais lhes deram com imensos sacrifícios. Se os jovens vierem a considerar que os pais lhes deram de mais, podem sempre viver com menos. Mesmo os cursos todos que os pais lhes deram, basta não os utilizarem.
Podem devolver computadores, livros, roupas, o dinheiro gasto em comida, em bares, em interrails (os que os fizeram), o primeiro carro, se não o segundo, terceiro, quarto… Os iPad e iPhones.
Os conhecimentos e a cultura que obtiveram com isso tudo é que é mais difícil de devolver. Lá terão de viver com o desgosto. 😉
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O 1º de Abril chegou mais cedo…
«Bill Gates acredita que não haverá países pobres até 2035 (Económico)
O homem mais rico do mundo revelou hoje na sua carta anual que nas próximas duas décadas deixará de haver países pobres.»
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As referências da Helena em campo portuga são um espectáculo… não bastava o torquemada Balbino Caldeira do blog Portugal Profundo, o pitbull do César Torres, o Lunático do joão César das “Meves” agora também o choninhas, invertebrado, politicamente desonesto, mentiroso compulsivo, papagaio político, autêntico Apparatchik, do josé manel fernandes, sempre à procura de acesso ao pote!…é persistente o rapazinho!!!
O título é sugestivo e verdadeiro, o piegas ALFORRECA ( esta é divinal ) também acha que sim… vamos a andar daqui pra fora, depressa e já, aqui não há nada pra ninguem! FORA!!!
Este País não é para gente nova… é para velhos!
Este livro Helena, até pode ser interessante, não sei, nem faço idéia, mas “só por causa” desse meteco que te acompanha no livro e que tem o condão de me transmitir aquela sensação estranha, sempre que vejo uma serpente!… só, e apenas só por isso, este livro nem dado!!!
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Bem,uma vez que me tratam por V.Exª, estou disposto a aceitar o convite.
Lá estarei então na FNAC do Chiado, na próxima 3ª feira, 28 de janeiro, às 18:30, para assistir às orações.
Mas levo uma fisga.
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Olha que dois; HM e JMF, puro veneno de longa data!!
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Ó HMatos, ó JMFernandes,
“não havia necessidade”, carago !, desse título para o livro…
Primeiro, como Piscoiso acima notou, há o romance “Este País nao é para Velhos” de CMcCarthy, mais tarde realizado por Ethan e Joel Coen. bOm livro e bom filme.
Segundo, apesar de eu não saber o que está escrito no vosso livro, suspeito que analisa a actual juventude tuga.
Terceiro, a actual juventude tuga emigrou (ASantos Pereira sabe porquê) em quantidade elevadíssima, logo, não comprará o livro.
Quarto, os jovens que ainda(!…) permanecem no “país do futebol” & futebolices (“desígnio nacional” segundo o ex-PR JSampaio e “exemplo”, “orgulho” segundo Cavaco) não só não têm cheta para adquirir o book, mas também o título é desmotivante, abominável. E a imagem da capa não ajuda…
Quinto, não são os pais nem os avós dos jovens que comprarão o livro para lhes oferecer.
Resta a hipótese para reduzido sucesso, umas bancas desarmáveis nas festas, nos congressos, nas universidades de Verão das jotas “social-democrata” e “centrista”. E nas entradas das autarquias e dos ministérios, secretarias de estado, direcções gerais, para os titulares, chefes de gabinete, assessores & adjacentes intuirem que o livro é apropriado para as suas garotices praticadas
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a) A emigração da juventude em curso, não resulta necessariamente da dupla Passos-Portas.
b) That is the economy…
c) Qto ao autor do livro: “Este país não é para iraquianos”, nem para depósito de ADM.
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Resulta não só da dupla Passos-Portas, mas também da dupla Portas-Passos !, e seus compinchas.
E da economia. E também do anterior governo.
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