Estão a imolar cientistas
24 Janeiro, 2014
A polémica da redução de bolsas está ao rubro, isto após o pós- Eusébio, bola de ouro e co-adopção (a diversidade é fundamental nas indignações/paixões momentâneas dos portugueses). Passeando pelo Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra percebe-se a indignação: há trabalhos importantíssimos que deixarão de ser realizados. Eis alguns dos finalizados que assim escaparam à tendência de contenção orçamental causadora da maior destruição da ciência desde a imolação do Giordano Bruno:
- Mães e pais depois da “verdade biológica”? Género, desigualdades e papéis parentais nos casos de investigação da paternidade
- Novas poéticas de resistência: o século XXI em Portugal
- Dicionário Terminológico de Conceitos da Crítica Feminista
- Memória, Violência e Identidade: Novas Perspectivas Comparadas Sobre o Modernismo
- Feitiçaria e Modernidade em Moçambique: questionando saberes, direitos e políticas
- A Regulação do Consumo e a Partilha do Risco do Endividamento
- Representações sobre (i)legalidade: o caso da saúde reprodutiva em Portugal
- Poesia da guerra colonial: uma ontologia do “eu” estilhaçado
98 comentários
leave one →


http://economico.sapo.pt/noticias/nao-e-responsavel-prometer-descidas-de-impostos_185760.html
.
logo, foram irresponsáveis ao descer o irc …
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MAS E ISSO INTERESSA A QUEM?
QUAIS SÃO AS SOLUÇÕES DA CANALHA?
METER IMPOSTOS SOBRE CADA VENDEDOR DE LARANJAS NO MEIO DA ESTRADA?
OU O PESSOAL DA AULA MAGNA PASSAR A PAGAR IMPOSTOS COMO O IMI?
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O post é tão inteligente como tirar um parafuso de um automóvel e garantir que não serve para nada.
É uma questão de ir tirando parafusos ao automóvel…
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Este comentário estilhaçou-me o eu.
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Isso é que seriam boas notícias! Infelizmente não é verdade e amanhã provavelmente teremos de ver mais posts ridículos como este…
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Estilhace-o a ele, apre!
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http://noticias.sapo.pt/banca/nacional/4090
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ESTES CRANEOS DO TEA PARTY SÂO O MÀXIMO!!!
O que se está a passar com a brutal redução de bolsas de doutoramento e de pós-doutoramento não é consequência de uma política de cortes na despesa com a Ciência. É uma estratégia deliberada para fazer o país regredir dezenas de anos.
Para perceber a política “científica” do Governo, não há nada como dar a palavra a alguém do inner circle do ministro da Educação e Ciência. É o caso de Rui Ramos, que o ministrou colocou, a par da sua própria mulher e de João Carlos Espada, no Conselho Científico de Ciências Sociais e Humanidades da Fundação para a Ciência e Tecnologia.
Rui Ramos, em entrevista ao Canal Q, afirma que o investimento feito na Ciência foi uma “política golpista”, da qual resultou não “uma sociedade mais esclarecida”, mas “uma sociedade mais obscurantista”. Este intelectual intelectualóide ao serviço dos Carrapatosos , que agora é parceiro do invertebrado meteco tipo chicano do Zé Manel Fernandes num projecto de intoxicação da opinião pública! aaah! pote, pote!!!
PS — É quando o Governo faz este ataque sem precedentes contra a Ciência que o Eurostat determina que os gastos com I&D passam a ser considerados investimento e não “gorduras do Estado”.
Começo a pensar seriamente que estamos entregues à bicharada!!!
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Sim, os estudos da treta apresentados como exemplo são essenciais para o futuro do País…
Aquilo é que é Investigação de Desenvolvimento.
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Que eu saiba a verba até aumentou. Mas mais interessante é a quantidade de investigadores cujo trabalho de excelência é aproveitado nos 10 ou 20 anos seguintes por quem quer que seja, público ou privado, em Portugal ou no resto do planeta Terra. Praticamente nenhum. Cabe perguntar se foi dado bom uso ao investimento em investigação.E digo perguntar porque suspeito que avaliar deve ser inconstitucional.
E já agora porque carga de água a investigação em filosofia, literatura e arte são financiadas poruma Fundação de CIENCIA E TECNOLOGIA…?
Será que se podem debater estas questões (e tantas outras) sem entrar no habitual dérbi das conspirações dos uns contra os outros ou sem chamar bicharada intelectualóide invertebrada meteco chicano do tea party a quem tiver outra opinião?
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Pôr em duvida a vox populi treteirus irremediavelmente o converte em bicho intelectualóide…etc.
Conforme-se com o seu destino!
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Financiavam-se “humanidades” desde que tivessem como finalidade o estudo e preservação do Património.
Só que os artistas trataram de se chamar património a eles próprios.
Em relação aos escritores quem teve a ideia foi o marrano fantástico do Viegas
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“A regredir dezenas de anos”, estamos quase a chegar ao 24 de Abril. Um exagero que penso ser figura de estilo.
Mas realmente, o maior investimento no conhecimento tem sido nas “gorduras” que, por acaso, a principal fonte está agradecida:
“http://31daarmada.blogs.sapo.pt/a-piada-faz-se-sozinha-6182514”
Os responsáveis do como estamos, forçaram-nos a pagar as narrativas do saber quem éramos, como somos e como seremos. Borrifando-se para o como mudar de vez com esta situação de merda.
Razão que justifica o saltar da “primária” para o “pós-doutoramento”. Tudo a “crédito’s”. É simples, é barato e dá milhões… de doutores. E coisa melhor para esconder o que não se sabe, não há.
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Uma palhaçada posta em palco pelos encenadores habituais que promovem a ideia que a bolsa dita ciêntífica seja alternativa ao subsídio de desemprego como foi até aqui.
Mas o circo vai mais longe e querem fazer da ‘investigação’ uma saída profissional, provavelmente com un sindicato seguramente integrado na CGTP, na construção de uma qualquer nomenklatura.
Todo o saber é etimologicamente ciência, mas o volume de teses de treta, alheias a qualquer progresso tecnológico, estou certo de ser dominante.
E óbviamente a situação comove os treteiros de serviço, que são legião!
.
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Com aquela do Tea Party eu fico psicologicamente muito traumatizado e cheio de complexos de esquerda.
No Centro de Estudos Sociais da UC, onde pontificam o professor Boaventura e o senhor Pureza, estão registado 128-investigadores-128!….Tudo a mamar nas tetas do Esado e a viver do dinheiro dos contribuintes.
No site do dito CES não constam quaisquer relatórios anuais sobre as respctivas contas. De onde lhes vem o dinheiro, e quanto?; em que gastam o dinheiro e como ?
Um belo exemplo de opacidade (anti-transparência) democrática a merecer uma “investigação” por alguns dos ditos “investigadores”
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É exactamente porque se estão a acabar essas mamas, que eles andam aos pulos.
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Diz bem *intoxicação pública*
de que o teu senhor é o máximo paradigma:
Quem vai calar a boca ao gangue *José Sócrates* ?
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Liquinhas querida, eu calo-te a boca mas é com outra coisinha…
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A política científica e a tesoura de podar:
‘(…) ouvimos falar num novo paradigma e numa “tesoura de podar”. Ficámos a saber que o sistema científico é uma árvore e que os investigadores, sobretudo os mais jovens, são ramos excedentários, secos e improdutivos, a precisar de ser cortados e deitados ao lixo.
Penso que é nesta metáfora que o Governo revela todo o seu programa. Este não é, infelizmente, orientado para o fomento e desenvolvimento da ciência. O corte nas bolsas de investigação é mais uma consequência do programa ideológico radical de destruição de tudo o que é público, simplesmente porque é público, e de concentração do financiamento num reduzido número de áreas e instituições. Para essas são transferidos os recursos que se negam à generalidade da comunidade científica. Com o argumento de que são os melhores. Serão?’
Maria de Lurdes Rodrigues,
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Agora é que chegaste ao cúmulo da estupidez . . .
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Onde é que doeu mais? fui assim tão bruto querida?
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Se aquelas tangas são sobre ‘Ciência e Tecnologia’, eu sou o Einstein e quero o meu Nobel.
Mai nada!
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O Vitor amaneceu que bem pretendia falar do Nobel Einstein…
Mas desistiu. Para qué tocar no Einstein se do que verdadeiramente gosta e falar e comenta acerca do Pedro Abrunhosa?
E uma questao que se acomoda a todo tipo de gostos. Ou disgostos. 🙂
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O Einstein era português. Tal como o Eusébio, nasceu na Beira Interior.
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Isto é de facto muito bom…
“O projecto Novas Poéticas de Resistência: o século XXI em Portugal é um projecto interdisciplinar que inclui quatro áreas de conhecimento: Estudos Literários, Estudos de Tradução, Sociologia e Linguística. Debruça-se sobre políticas de linguagem, nomeadamente, sobre algumas linguagens que, das suas margens produzem o centro, ao mesmo tempo que lhe resistem, servindo “o que não é” (Dante), reinventando e investigando o espaço do excesso (Lecercle) em que ainda reside toda a linguagem desaprovada, reprovada ou ainda-por-provar (Howe). Nesse espaço se fundam as infinitas possibilidades para as sempre “novas poéticas de resistência”: no experimentalismo; no esforço, simultaneamente inevitável e impossível, da tradução; no reconhecimento da incompletude de uma hermenêutica dia(multi)tópica exigida pelo multiculturalismo, pela emigração, pelo bilinguismo; na pesquisa etimológica – com base numa sociologia das ausências (Sousa Santos), na permanente e inevitável procura de uma linha de fuga (Deleuze e Guattari) que, porque sempre em processo dinâmico, só pode levar ao nomadismo, ao descentramento e à desterritorialização da língua e da identidade que nela se constrói.”
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Pois é. Vai arranjar montes de empregos, incrementar as exportações e até diminuir substancialmente o desemprego. Só de pensar em 100.000 desempregados como nómadas da sociologia das ausências faz com o os meus rins batam palmas. Já para não falar nos 50.000 desempregados multiculturais. A hermenêutica da minha vesícula até se põe aos saltos!
Quanto à etimologia da desterritorialização, só posso sugerir que a ponham à venda nos pasteis de Belém. Com um cházinho ia ser um sucesso comercial, para já não cientifico e tecnológico, aquém e além fronteiras. Só é preciso ter cuidado com o descentramento da língua, quando se está a engatar as cámones…
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Sorry, não são empregos, são ‘postos de trabalho’…
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Que canseira!
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O que haverá de investigar-se em matéria por onde passou o guru hermeneuta diatópico Sousa Santos?
Provavelmente a questão é questão de bolsa!
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Porque é que estes gajos não vão trabalhar? mais um manifesto dos amesentados do OGE que estão a ver fugir as prebendas que apesar de tudo ainda mantêm.
O Abrunhosa, cabeça de cartaz, não tira os óculos porque tem cara de ( e é mesmo) parvo, e quando canta, parece um tipo com um esquentamento a cantar enquanto faz uma mijinha.
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Trabalhar dá trabalho… Qual é? Deste em fascista ou quê?
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Aliás o palhaço do Boaventura Sousa Santos precisa mesmo é de financiamentos para estudos Cientifico-tecnologicos sobre ‘Representações sobre (i)legalidade: o caso da saúde reprodutiva em Portugal’ ou ‘Feitiçaria e Modernidade em Moçambique: questionando saberes, direitos e políticas’. É só ciência…
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O senhor Boaventura Sousa Santos, há DÉCADAS que é só “Ciência” e, também Turismo Científico de longo curso, à conta dos contribuintes da Nação. Por isso, e por ver que, se calhar serão, outras opções de investigação e de investigadores a financiar, o homem não deixa de espernear.
Mas, para mal dos nossos pecados, não são poucos, há muitos como ele… para sustentarMOS os “trabalhos” e os passeios.
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Como noutras profissões o Boaventura, agora jubilado, (eu jubilo)
prova que há sempre um *artista* para papar os papalvos.
O que é preciso é arranjar um *padrinho*.
E também uns *RCAS* para ajudar ao Teatro.
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Vejamos isto por outro ângulo.
Aquele dinheiro tinha que ser gasto de qualquer maneira. Entregá-lo a um cientista equivale a dizer que ele o vai gastar em bens de segunda necessidade. Para ajudar o Continente já somos milhões é preciso haver alguém que compre Hermès. Vocês não gostam de ver as montras da lojas de luxo?
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Lá fora também se fazem investigações que proporcionam grande valor acrescentado. Veja-se como os nossos vizinhos descobriram que há formas seguras de aumentar a natalidade:
https://www.google.pt/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=1&cad=rja&ved=0CC8QFjAA&url=http%3A%2F%2Faliastu.blogspot.com%2F2014%2F01%2Fum-contributo-para-o-aumento-da.html%3FshowComment%3D1390492229266&ei=1ofhUtfgFsnH7AbxzoDQDg&usg=AFQjCNH2BsgKYWkJ7wg44mpxH37gWB4pAQ&bvm=bv.59930103,d.ZGU .
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Lá está.
Tudo o que cheire a social dá post de campanha para extinção.
Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra?
Credo, que aberração!
O próximo alvo vai ser o Centro Social de Paramos.
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É preciso semear trigo para aparecer a melhor semente.
Cuidado!, impedir que seja comido pelos coelhos (Pedro, Paulo ou Cavaco).
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Não sei se o VC quer ofender o Centro Social de Paramos ou da Pasteleira. Mas tenho a certeza que “ambos os dois” fazem muito mais pelo social do que o CES (que não faz nada), portanto deveriam ter mais financiamento.
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Fui ali ao http://www.base.gov.pt/base2/html/pesquisas/contratos.shtml
156 mil euro levou o Abrunhosa (ou os espectaculos em que participou) o ano passado.
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Há dois negócios de espectáculos musicais no país: os de artistas estrangeiros e o de artistas portugueses.
No primeiro caso, sejam grandes festivais, sejam espectáculos em nome próprio em salas mais pequenas, a coisa funciona normalmente: o promotor contrata o artista e vende bilhetes para recuperar as despesas e obter lucro. Se não vender bilhetes suficientes, tem prejuízo. Isto é o mercado normal a funcionar.
No segundo caso, autarquias e outras entidades públicas organizam a coisa, pagando ao artista e não tendo que vender bilhetes para obter o financiamento suficiente para as despesas (que vem do contribuinte que julga ir ver o concerto gratuitamente). Neste caso, todos os contribuintes pagam para 1000 irem ver “de borla” o artista.
Por algum motivo são pouquíssimos os artistas portugueses pelos quais alguém paga bilhete quando contratados por um promotor privado.
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Com o cinema português é a mesma coisa. Pagam as pessoas para que o Estado financie filmes que ninguém deseja ver.
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De facto, nenhum estudo sobre a estupidez do Vitor Cunha, unico fenomeno português com autêntica relevância para o avanço da ciência mundial (por ser incomparavel com qualquer outra realidade na nossa galaxia), quando estamos especialmente vocacionados para analisar a coisa e alcançar resultados com valor no mercado internacional ? Esta mal…
Boas
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Aquela ” coisa em forma de assim” do sebáceo boaventura oscila entre a vigarice pura e dura e o funcionalismo “púbico” sob outra designação.
Assemelha-se a uma casa de meninas , onde o SS funciona como as “madames” de antigamente…
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Caro Vitor,
Sem dúvida que nem toda a investigação realizada em Portugal merece financiamento. Alguns exemplos poderão se encontrar na lista que você compilou.
Por outro lado, o envelhecimento das universidades portuguesas é uma realidade evidente: os jovens sem acesso a posições permanentes (professor/investigador de quadro) saem em massa para lugares onde essas oportunidades existem de forma continuada e equilibrada (UK, Brasil, EUA, Ásia, etc.).
As bolsas em PT vão servindo para financiar as necessidades das Universidades através de mão-de-obra relativamente barata: muitos bolseiros de doutoramento/pós-doutoramento dão aulas embora essa experiência lhes seja pouco benéfica nesse momento inicial da sua carreira. Por outro lado muita da investigação de topo realizada só é possível graças aos bolseiros; o mesmo em todos os outros países naturalmente, mas por cá as perspectivas são poucas para quem faz o seu currículo em universidades exclusivamente portuguesas.
A solução evidente é emigrar, especialmente para quem ambiciona atingir posições de relevância e publicar trabalhos com maior impacto (o que é mais fácil ou até possível em países com um sistema científico/universitário eficiente e equilibrado).
Mais grave do que a diminuição do número de bolsas para 2014, porém, é a situação dos jovens que estão no fim de “contratos Ciência” (i.e., contratos de 5 anos da FCT para contratação de doutores experientes), já que não há vagas de posições permanentes para as quais esses cientistas possam concorrer ou ser alocados. Vão emigrar.
Noutros países lugares de destaque do género de contrato Ciência (i.e., salário equivalente a professor, sem obrigatoriedade de dar aulas, enfoque na investigação por completo durante cinco anos, independência, etc.) acabam, naturalmente, em posições permanentes (a não ser que o investigador produza muito pouco e seja afastado). Por cá a opção de continuidade nunca existiu, resultadado da estafada estratégia portuguesa: abrem-se as posições e daqui a cinco anos logo se vê! E estamos a ver, de facto; esses jovens foram enganados. Muitos poderiam ter optados por posições semelhantes (chamadas de fellowships) noutros lugares que lhes potenciasse um melhor CV; esses apostaram em Portugal, alguns mesmo cientistas de alto calibre, e “queimaram-se”. Alguns serão ainda suficientemente jovens para lutar por um lugar permanente fora do País, para outros será já tarde demais.
Um abraço,
A.F.
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E os doutoramentos em Egiptologia só estão fora de moda porque aquilo, por lá, anda à batatada e as areias já não têm o mesmo charme languido.
De qualquer modo, Portugal ainda é o país do Mundo com mais mestrados e doutorados na área da Egiptologia.
Porém, por cá, existem ao abandono campos arqueológicos – pre-romanos e romanos – em abundância que não merecem o interesse dos nossos doutorandos pois que já não têm o atractivo da areia na virilha.
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“Acho” que há muita injustiça na correção dos critérios da atribuição de bolsas… porque há “coisas” que eu.. como mãe e avó…jamais teria. “realizado se uns srs drs ´não tivessem publicado as conclusões dos seus profundos estudos “crianças que vêm muita televisão… têm tendência para a excesso de peso…A obesidade tem a ver com a hereditariedade..
etc …etc
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https://estudogeral.sib.uc.pt/handle/10316/15238/collhome;jsessionid=A99DEC07C1878F53869891FD51F7BE6D.jvm1?type=title
Zero teses de mestrado em egiptologia, grande parte das teses incidem sobre o período romano e pré romano(isto só em Coimbra), Grande parte das teses da FLUP são relativas ao periodo castrejo (pré romano) e romano…não invente.
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Na Nova existe. Até conheço quem o lecciona.
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Não estão ao abandono. Estão a saque dos estrangeiros, em particular dos alemães.
O mundo da arqueologia é uma máfia igual aos salteadores da arca perdida.
O lobby mouro tem mais peso que o romano. E depois ambos têm mais peso que o inexistente medieval- conclusão- tudo o que é medievo é destruído, se for preciso até para se fazer museu como em Silves.
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Mais uma afirmação falsa como judas. Os maiores investimentos na Arqueologia estão a ser feitos na pre história castrejo e romano (sabor).
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Mas tu és parvo? Ora conta lá quem domina a arqueologia romana em Lisboa.
E, de caminho, quem domina a arqueologia em Conímbriga.
A seguir conta lá o que têm feito.
Eu trabalhei em arqueologia, sei como funcionam essas castas com direito de pernada.
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Não sei o que vai ser de nós sem o “eu” estilhaçado…
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Olhe, Vítor Cunha, estudasse.
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Apercebo-me que sim. Daí o post.
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MESTRE CIGANO “ O homem Que Mata a Mentira e Mostra a Verdade
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Esta dava perfeitamente para uma pós-pós-graduação. Matar a mentira e mostrar a verdade é quase igual a Estudos para a Paz.
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Mais um post, mais uma viagem.
Demorou muito a ler estes trabalhos? a ironia enfadada é lhe natural ou requer estudo? Podia colocar um post com os estudos que considera bonzinhos? ou mais ou menos pertinentes?
Obrigado
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Sim. O seu comentário merece estudo, por exemplo.
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” André -um case study”. Concordo, obrigado.
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Vítor:Que raio da agenda . Agora que o défice está controlado e existem tantos sinais positivos, era oportuno enfatizar esses dados. Afinal quem faz o guião da propaganda ,será que é a mesma agência do anterior governo ,aquele que, demorou um ano a pedir ajuda. Parece que este governo também está com vergonha de pedir o cautelar!
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O meu guião é o que leva à obtenção da sua resposta como recompensa. Sempre gostei de malabarismos e outras artes circenses.
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Sobre as bolsas :é desejável que o governo não mude as regras e os critérios a meio do jogo , ou seja, não ponha a causa o princípio da confiança entre as partes. Daqui para a frente, pode perfeitamente definir critérios objetivos e transparentes. Não estou a par da situação mas ,pela dúvida, os bolseiros devem ter razão. Esta maioria em quem votei perdeu a confiança de uma das partes.
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Qualquer interessado em empreendedorismo e inovação sabe que o sucesso só se alcança uma vez em muitas tentativas.
O mesmo se passa com a investigação cientifica.
Posto isto esperar que garantam os resultados na altura em que se formulam as hipóteses de estudo só cabe na cabeça de iluminados (os Pires de Lima que andam por aí)
.
Não implica isto que não se definam prioridades, por exemplo dizer aos biólogos marinhos para investigarem nas espécies que possam interessar a Portugal, se quiserem obter bolsas.
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Este texto tem actualmente vários seguidores e apostolos, há até quem tenha adotado e co-adotado a teoria, as opiniões dividem-se entre o amor e o ódio.
http://en.wikipedia.org/wiki/Spontaneous_order
Quanto a este ainda hoje se discute a sua qualidade
Click to access 493.pdf
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Impressionante como uns se chegam sempre à frente.
Agora é o Luís Martins que também já passou a património na qualidade de Miguel Real
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Os melhores estudos em arqueologia medieval foram feitos pelo Mário Jorge Barroca sem qualquer bolsa.
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Foram pagas por quem?
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O professor Maria Barroca lecciona na FLUP. Quem é que lhe paga o salário? Grande parte das investigações que refere foram pagas através de PNTA’s.
São sem dúvida dois dos melhores investigadores nacionais (Mario Barroca e Justino Maciel), mas dependem de dinheiro público para o seu trabalho, o que é justíssimo. Tem ideia de quanto custa uma intervenção Arqueológica.
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Uma investigação arqueológica pode custar zero. O Justino Maciel fazia-as acampado com a mulher a filha.
O Montinho das Laranjeiras foi todo estudado assim- á borla, em colchões no chão e a comerem na tasca que lá havia.
São férias curtidas que se podem fazer por tuta e meia.
Mas é preciso conhecer textos. É preciso estudo preparatório.
Não é como um pascácio que andou lá na Igreja de Santa Clara a Velha, em Coimbra e que me pergunta, numa comunicação, que era isso do coro-alto que lá havia pois tinha a certezinha que não estava a nada.
O retardado mental nem as memórias da retirada do túmulo da princesa tinha lido. E isso foi bem financiado. Porque tinha uma vedeta por trás.
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E a boa investigação em Antiguidade é feita pelo Justino Maciel, igualmente sem qualquer bolsa.
Mas sabe latim, coisa que nenhum bolseiro agora sabe.
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Mas o gajo que estuda feitiçaria e modernidade em Moçambique sabe Landim ora essa.ahahahahahahhaha
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E landim__________é o latim__________de lá . . .
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ò pá, ter ordenado não é ter bolsa.
Ter bolsa e acumular com ordenado é o que tem acontecido nos últimos tempos.
Querias o quê? que os professores trabalhassem por beneficência?
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Este André é um desocupado com a mania que sabe tudo.
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E sim, o Mário Barroca é um dos maiores investigadores de História da Arte que temos por cá.
Porque faz arqueologia do que é nosso, com perícia, trabalho e rigor.
Agora a moda é estudar o “estrangeiro”. Teses poéticas do que é dos outros. Ou então entrevistas a artista da moda.
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O que importa é outra coisa- bora lá identificar cada um do retrato desta treta e dizer o que fizeram pelo património português que merecesse bolsa.
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De qualquer forma, o problema, se não for “mular”, é “molar”. Falta saber se com prefixo “i” ou com prefixo “a”.
Mas pelo menos um dos estudos referidos há de “moer” qualquer coisinha. Digo eu, que não percebo nada das coisas complicadas que os seres humanos produzem a partir de coisas tão simples que às vezes até doem.
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claro pá se percebes de alguma cousa com um curso do IST ….é milagre de certezinha
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Já te disse que sou um provinciano desendinheirado que não teve acesso a tão altas dignidades escolares como o IST?
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olha a linguagem esculhambada
além do IP e de me andares sempre a lixar o comput
escreveste (ou disseste) que eras um menino e que sem isto a tua vida era muito triste
ora provincianos que s’allegrem com a politiqueira e usem o termo pejorativo província são todos lisboetras ó nhurro
e obviamente admito-o têm paixões por cinemas de nome londres prantados numa das avenidas mais poluídas da capital do reyno vai pra 40 anos
só maralha das avenidas vai a esses antros culturaes
a província ia ao são jorge ao monumental e ocasionalmente ao éden
a nã ser que fosse pra ver o garganta funda….nesse caso era o caitólio e aquela cousa no jardim do carlos crux….cagora é theatro
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Falhas tanto que nem sei se te deixe fazer a minha tese da 4.ª classe. O uso do termo “provinciano” não é por considerá-lo pejorativo. É por sabem que alguns “provincianos” de Lisboa pensam assim. Se é que pensam. 😉
PS: Essa de eu te andar a lixar o computador tem o seu quê de relativismo pós-modernismo. Mas também de ciências exatas: a tua maluqueira. 😉
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1º falhas é do domínio do Filipe Rosas filho doutro Rosas mai belhote
tanto é a distância temporal entre o alter grego andré e o alter do chão fincapé o que dá a edade mental de 13 por telas de vasco da gama como dilia cebolinha
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Quem conhecia, e de ginjeira, esse charlatâozeco do boaventura era o Prof. António Manuel Baptista…
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nã cunheço a sociologgia segue o método científico?
as praxes da lusófona são científicas?
porque é que nã fizeram uma praxe destas ao relvas
isso é que merecia logo uma bolsa de doutoramento…
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Sim, sem dúvida. Nesse caso também estive do lado de António Manuel Batista. É o problema de quem se mete em assuntos de que não sabe o suficiente, ainda por cima com ideologias pós-modernas aparvalhadas e anti-ciência. Mas em muitas coisas da área social estou do lado de BSS e contra AMB. Acho que estou a ser isento. 😉
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mim nunca esteve ao lado dessas cousas
nem debaixo
é lá com bocêsum tipo de 32 anos vai entrar pró quadro …
L S 1 16.786 0 652 14.000 07/03/1981
e tu inda nus b-logs vai prá universitá dos azores pá…
vulcanologgia quântica pá é o futur
mim faz a tua tese de doutoramento de graxa….
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Doutoramento? Fogo! Não quero que o Vítor se zangue comigo por causa disso se a tese constar do índex. 😉
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ó filha fiz 60 teses de mestrado e revi 38 de phd nos últimos 30 anos e nunc fiz uma que são carotas
Que tal ” o Sucesso evolutivo dos bolseiros de doutoramento na Fundação de Sociólogos do Isaac Asimov?
ou Razões Para o Sucesso Evolutivo dos Praxados na Praia do Meco?
o mec é que decide ce n’est pas ó mec du meteque
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Homem, fica sempre bem essa lealdade ao “clube” – e fica igualmente bem a qualidade estílistica que intui a imposição de certos “compagnons de route” ,no mínimo indesejáveis…
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non a qualidade estilística é prova da falta dela, pois se houvera qualidae nesta prosa ou nas muitas teses de pós-gaduação de Gadua spp ou gandulação de Gandulo que é ocê
não andaria estylisticamente a usar o nome de nosso Caetano que foi Salvador por mercê da Toyota et da Datsun
when god created the universe he had other choices
estylisticamente comenta esta frase do Alberto
pra ganhares duas bolsas do correio da manhã…
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Vá lá que estes foram publicados. Há estudos, pagos a peso de ouro, que nunca chegam a ver a luz do dia, porque são postos na gaveta ou adiados sine die, ou porque não é conveniente revelado-los, como o celebre estudo sobre privatizações do José Luis Arnaut que além de ter cobrado, pouco ou muito não se sabe, foi premiado por um dos clientes às mesmas.
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há estudos como o famoso estudo de 8 mil contos a azinheira esse fóssil económico que podem levar o nome de estudos primevos ou pré-históricos
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Primeiro definir o que é um scientisTA
DEPOIS PERCEBER como é que os candidatos a bolseiros ressuscitam a ciência que o Cato anda a matar ….cato do Pantera cor-de-rosa crato é boa gente matou meia-dúzia de espanhois e uma carrada de portugueses e escravos ali pr´s lados de alcântara
como se mata a ciência
se a estão a matar e ela não morre está a ser envenenada com arsénico?
a ciência tem metabolismo?
reproduz-se?
que a ciência phode isse já sabíamos
mas uma bolsa de doutoramento em pedagogia pra analisar crato o assassino da ciência é de facto necessá<rio
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isto está cheio de provedores da ciência … do governo 🙂
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NON SOU A FAVORE DUM PROVEDORE DU POETA DA PETA
MESM QUE FAÇA INVESTIGAÇÃO À CUNHA PATETA…
QUEM GAMA BOLSA À FUNDAÇÃO
NÃ É LADRÃO
É QUEIJO FETA
É LIMIANO IN GREGO DE SOCRATES
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Com u bocadinho mais de esforço, o vitorcunha encontra outras, daquelas que lhe permitiriam dizer que respondem a “necessidades da economia” e que, muito provavelmente, verá serem concluídas a favor de… outras economias.
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COM UM BOCADINHO DE ESFORÇO
TALVEZ UM DIA SE FAÇAM DOUTORAMENTOS EM PORTUGAL
SEM SER PRA AD HOC HOCUS POCUS
CLARO NÃ HÁ-DE SER NESTE SÉCULO
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