vão todos ficar desempregados
Goste-se muito, goste-se pouco, é de elementar bom senso reconhecer que a Francisco Louçã é devido o único projecto partidário que foi capaz de quebrar a hegemonia, à esquerda, do Partido Comunista, em quarenta anos de democracia. Não foi obra repentina. Louçã anda nisto há muitos anos, e só depois de passar por diversos projectos eleitoralmente falhados conseguiu chegar ao Bloco de Esquerda. Mas foi ele quem concebeu o produto, quem foi capaz de unir pessoas, sensibilidades e partidos, e, sobretudo, quem lhe emprestou o carisma de uma liderança que rendeu muitos votos em várias eleições. Por conseguinte, é extraordinário que estes novos movimentos unitários de esquerda, aliás, nascidos de pessoas que desperdiçaram a oportunidade de se manterem unidas no Bloco, tenham como ponto de partida o ataque a Francisco Louçã. É, para além de uma enorme ingratidão, uma absoluta falta de noção do ridículo, fundada numa exacerbada vaidade pessoal, incapaz, no fim de contas, de reconhecer o talento alheio e as limitações próprias. Vão todos ficar desempregados.

O Louçã não passa de um álibi de esquerda para justificar a integração europeia. Como o BE está em perca de força outros vendidos aprestam-se a tentar ocupar o lugar como por exemplo o Rui Tavares.
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Cum raio, então se não fosse o Chico a integração ficava injustificada???
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Eu aqui aflito com os quadros de Miró e o senhor vem-me falar de Francisco Louçã!!!???
Haja decência!
Primeiro a “arte” e só depois a economia e a política!
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Com génios como o Louçã, Rui Tavares, Fernando Rosas, Catarina Martins, Semedo e outros de clínica geral, que têm receitado, à sua maneira, os medicamentos para tratar a doença do país, isto cada vez está pior. Ou os que deviam ouvi-los não o fazem, ou se ouvem não lhes ligam. Se a esquerda não se consegue unir entre si, como quer unir um país que, como não é aleijado tem esquerda e direita. O hora é mais de trabalho que de conversas, mas esta gente que tem palanque todos os dias para nos martelar, sabe que existe trabalho, mas, na verdade, não sabem bem o que isso é, porque, no final, sentem-se uma casta de brâmanes.
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Louçã, Rui Tavares, Fernando Rosas, Catarina Martins, Semedo e outros…estão cansados de governar o país. Nem sei como os portugueses têm deixado que este grupo tenha conseguido levar o país ao seu actual estado.
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Louçã, Rui Tavares, Fernando Rosas, Catarina Martins, Semedo e outros…estão cansados de governar o país.
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Nao termino de entender tuda a situaçao tao enormente liada em Portugal. Mas agora nao estao no pote os “nuestros muchachos”. Quere-se dizer os muchachos do Rui A?
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A hora não propriamente de trabalho. Será pelo andar da carruagem… de ‘saldos’.
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Já que andamos de mira nos mirós, podemos comparar Louçã como o pintor naturalista que optou pelo abstracto. Pratica um delírio com “substrato”. Todos os outros são pintores de paredes que se permitem borrar a tela. A personagem focada, DO – jornalista zangado com a síntese – especializou-se em narrativa estilo de redacção marxista-leninista-boazinha para infantiloides. Razão para tantos seguidores “se-ele-consegue-nós-também”. Recordo a única vez que assisti ao “Eixo do Mal”, em que a crítica ao Passos se baseou na “popinha” e no facto de ser suburbano e viver numa zona foleira: a esquerda caviar no seu melhor. Tanto que merece a nota, também foleira, que ele, nesse programa, se senta numa almofada para ficar ao mesmo nível dos outros.
O Tavares, candidato a emprego, criou imagem paroquial com quem mãe coruja deixa sair com a filha. É tanta a bondade e vontade de que todos sejam amigos… além da consciência social: de esquerda, portanto.
Sem Louçã, o BE tornou-se a tentativa milagreira do boneco ser autónomo do ventríloquo
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Subscrevo o post.
Quanto aos “desempregados”, “todos” talvez não : presumo que dois ou mais vão anichar-se nas listas do P”S” para as Europeias e Legislativas…
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Não percebi a derradeira ideia de Louçã da liderança com dois pescoços. Talvez pensasse que uniria mais os gatos dentro do saco.
Fora isso, totalmente de acordo com o post. E tirando radicalismos fraturantes, fazem falta, até mesmo para uma parte da direita. Porque eu acho que eles dizem muitas coisas que agradam à esquerda e outras tantas que muita gente da direita gostaria de dizer, mas não pode.
Não digo “paz à sua alma” (do BE) porque já disse antes das eleições autárquicas. Nada resiste a tanta gente a querer estragar. Quanto à vaidade “unipessoal”, parece ter um tique empresarial. Ao menos que assim fosse. Mas desde que ouvi ontem a FC, no Prós e Contras (onde aliás esteve muito bem) dizer que era uma liberal o meu coração ficou aos saltos. E não foi pela Fernanda. Foi mais pelo slogan “todos diferentes, todos iguais”. Ou seja, DO≠FC≠RT≠… DO=FC=RT=…
Nem sei porque chamai ao caso a FC. Pensando bem, acho que sei.
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The Assad forces have consistently denied access for humanitarian aid to get through. Populations are being starved. Enclaves are sealed by Syrian army tanks and snipers. Ten percent of the some 130,000 people killed since the start of the conflict have been children.
A recent report also details other crimes against civilians including the regime’s use of torture.
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“Entre o diz que disse, as respostas e as acusações, é fácil, aos olhos de todos, estar metido numa “peixeirada”.”
Definição de “ironia”: Daniel Oliveira a acusar Francisco Louçã de usar a táctica que a extrema-esquerda (em que os dois se inserem) tem usado desde sempre contra a “direita”.
Definição de “hilariante”: ver definição de “ironia”, acima.
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Seresma semedo, é um sputnik de pantufas.
Catarina martins, uma regateiriota exaltada de megafone e pandeireta – valor acrescentado em quaisquer actividades circenses.
O sector feminino não a pode ver nem como peixeira.
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Realmente de *inteligencia Olímpica* é o chefe dos peles-vermelhas
(Geronimo de seu nome)
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Russia quer distrair-nos com as armas químicas.
A mim importa-nos muito mais os sírios que estão sendo assassinados pelo Bashar
só porque quer permanecer no governo, custe o que custar, mesmo à custa de
centenas de milhares de mortos (1 milhão de desalojados).
Permanece com uma *salazarite aguda* : os combatentes são *terroristas*
tal como os nacionalistas Cabo Verdianos, Guineenses, Angolanos, Moçambicanos.
E TEM O APOIO COMPLETO DA RÚSSIA . . .
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Há neste post um manifesto esquecimento de um homem que era mais do que este anão seminarista impotente.
Miguel Portas.
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Ah, seu bloquista simpatizante do falecido Miguel Portas e, se calhar, da bem vivinha Marisa Matias! 😉
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Nunca confundo a estrada da Beira com a beira da estrada.
Miguel Portas era um senhor, aliás bem mais senhor do que o irmão, e que colocava as suas ideias com respeito.
Aquilo que falta a muitos e em dose industrial a Louçã.
Não eram e não são as minhas mas também não vou gostar de ver o Rui Patrício defender os remates fulminantes do Glorioso no domingo e tenho que aceitar que ele lá esteja.
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E sobre a Marisa, nada? 😉
Sobre o Rui Patrício, temos de ter esperança. Basta deixar passar uma, desde que fiquemos por aí.
Quanto à confusão da estrada da Beira, meu caro, nem me diga nada. 🙂
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Não sei quem é.
E se calhar nem ela sabe o que é.
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Subscrevo a justíssima referência.
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o BE tem uma hipótese de sair do buraco onde Louça o meteu com a dupla liderança: candidatar LOUÇÃ ao parlamento europeu, para além de Marisa Matias. Garantiria os 2 deputados europeus e abriria um novo ciclo para as legislativas.
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lamento informar-te que só o PCP ganha as europeias e a abstenção claro
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The People Trap
by Robert Sheckley
3.68 of 5 stars 3.68 · rating details · 41 ratings · 3 reviews
Contents:
7 • The People Trap • (1968)
28 • The Victim from Space • (1957)
48 • Shall We Have a Little Talk? • (1965)
75 • Restricted Area • (1953)
93 • The Odour of Thought • (1953)(aka The Odor of Thought)
106 • The Necessary Thing • (1955)
119 • Redfern’s Labyrinth • (1968)
125 • Proof of the Pudding • (1952)
134 • The Laxian Key • (1954)
146 • The Last Weapon • (1953)
156 • Fishing Season • (1953)
172 • Dreamworld • (1968)
183 • Diplomatic Immunity • (1953)
205 • Ghost V • (1954)(less)
Mass Market Paperback, 222 page
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