“Já ninguém mais tem respeito pelos excessos de um artista”
19 Fevereiro, 2014
No texto pungente que João Tordo dedica a seu pai, há uma passagem quem me parece um pouco exagerada:
Sendo João Tordo escritor, pessoa que escreve livros que são vendidos em estabelecimentos comerciais e que são comprados por portugueses (e quem sabe se por brasileiros e moçambicanos), a declaração do fim da cultura não demonstra grande consideração por 1) o seu próprio trabalho; 2) a sua editora Dom Quixote.
20 comentários
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Se emigrou, já vai tarde. E, só é pena, que não se lhe sigam, todos aqueles da trupe a que pertence, que inquinaram a Democracia que nos foi prometida no 25 de Abril. Se o fizerem, acabam-se .os problemas deste País e do seu Povo. O genuíno.
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todos pró campo pequeno (para depois serem emigrados!)
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‘caiem como tordos!’
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3 : constata apenas e bem que os portugueses não têm dinheiro nem para mandar contar um cego.
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O João Tordo fala numa magra pensão que o pai recebe. Ora… por que motivo recebe ele tão magra pensão? Terá ao longo da vida ganho o salário mínimo por mês ou terá preferido descontar o “mínimo” como tantos artistas faziam? Esta é uma questão a investigar: como é que um artista que tendo levado uma vida tão activa acaba com uma pensão de duzentos e tal euros. E já agora… então sente-se incomodado com as desigualdades e a pobreza em Portugal… e emigra para o BRASIL?!?!?! Não seria mais coerente emigrar para a Noruega? 😛
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Assim vai o baile da paróquia.
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Quando soube da cartinha, tentei ler…. Não consegui! Só armando-me em CARPIDEIRA! E julgava que o menino era pequenino… Ora, ora, ora: publicidade grátis, demagogia, lamechice, baboseira… Que nojo! Não há pachorra! A paciência está-se-me a esgotar!
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vitorcunha, o senhor merece mesmo o primeiro comentário ao post …
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entretanto os idiotas do psd/cds vão partir para outra…
http://www.ionline.pt/artigos/portugal/co-adopcao-tc-declarou-inconstitucional-proposta-referendo
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Enquanto durou, derreteu o que ganhou (10 ou mais vezes do que o comum
de nós), agora é o filho que *canta o fado* . . .
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E eu a pensar que o Vítor ia fazer um post elogioso a este cantor, depois de ter concluído que aprecia canto, e afinal o post é sobre o escritor João Tordo.
É certo que Fernando Tordo não cantava sobre rezar em Fátima, mas cantava coisas sobre touradas. 😉
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Obrigado.
Não sabia que o Tordo Filho era escritor.
Tal pai tal filho, no sucesso.
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Não se pode dizer que o pai não tenha tido sucesso, fado. O filho tem sido elogiado, suponho que já recebeu prémios, mas não conheço.
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Vítor Cunha
É o que eu digo noutro post !
O João Tordo e o Fernando Tordo (pessoas que eu muito aprecio e considero !) vão, ao transe, “substituir os Mirós”, vão ser a nova “válvula de escape”, e dar largas à “imaginação”, para atenuar, aliviar “o inconseguimento frustracional” provocado pelo chumbo, mais um, do Tribunal Constitucional !
Mas que dá uma grande plateia ao Blasfémias…lá isso dá !
E ainda não se lembraram (ou já esqueceram ?) da Maria João Pires…
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1, 2 posts prós tordos… (olho por olho, dente por dente)
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Ontem, João Tordo, no directo da TVI, parecia algo vexado e envergonhado por ter declarado pateticamente que os nossos governantes acabaram com a crise e a crise acabou com «a cultura… a felicidade, que está ausente dos rostos de quem anda na rua todos os dias… [com] a esperança [e com] o meu pai.» Foi de facto um texto exagerado, a puxar à lágrimazita. Não é saudável dar tanto poder desmancha-prazeres a um Governo. Ainda se fosse à genética ou à ideologia parasitária…
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Declarar o fim da cultura é até péssima publicidade e denota fraca auto-estima.
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O problema ainda está só a começar. Quando as câmaras municipais não puderem pagar o Tony Carreira então é que a cultura deixa de existir mesmo.
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Caro Vítor Cunha,
O que tem que ver a ‘morte da cultura’ com os livros que o homem escreve, com a sua editora ou com as entradas nos museus (que tambem já li por aqui)?
Para o senhor política cultural resume-se a uma constatação estatística de entradas em museus e a mera possibilidade de um escritor escrever e publicar os seus livros?
Estou a ver que teríamos aqui mais um potencial ministro da cultura. Ah, espera…
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É o João Ferreira Monteiro a dizer os livros que o homem escreve não são cultura, não sou eu.
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