Duas questões:
– Qual o significado ( voltar para os braços da minha mãe) na sua opinião enquantos joenalista/histporiadora.
– Quer colocar aqui musicas que não sendo pirosas são do seu agrado????
Cara Helena,
Quando era só os privados a emigrar as músicas eram pirosas.
Agora que a emigração está a chegar também à área deles, a mesma música já é hino da liberdade contra o fascismo, o grande capital e o imperialismo.
Music is the arithemetic of sounds as optics is the geometry of light – Claude Debussy
Tenho o maior respeito por todos os Conjuntos Marias Albertinas que interpretam o melhor do nosso povo, ao qual muitos à força não querem pertencer.
Camané e Abrunhosa são dois artistas que no seu ramo tiveram o azar de nascer na Tugulândia, particularmente o último que num sítio mais civilizado seria hoje estrela mundial.
A canção que ambos interpretam é fenomenal e quem não gostar dela ( o que é aceitável) não tem qualquer sentimento de emoção (acontece).
The sonatas of Mozart are unique; they are too easy for childrens, and too difficult fpr artists – Arthur Schnabel
Recapitulando, quem gosta como eu é humano e quem não é desprovido de emoção! Bravo, poucas vezes em tão poucas palavras se fez alarde de tamanha #@&??”
Pela minha parte partilharia da sua emoção, especialmente e quanto ao Abrunhosa desde que ele não abrisse a boca, para cantar ou outras coisas que tenta.
Pois, mas diz que quem não gostar dela (da música) não tem qualquer sentimento de emoção, o que é inaceitável. Admirou-me porque já li antes os seus comentários, e julguei estar a interpretar mal (aquando da sua última resposta) mas o que escreveu é determinista do gosto, até porque quando não se gosta é-se igualmente emotivo. Deixe lá, eu que o tenho lido tenho pena, mas o Abrunhosa não merece uma “altercação”.
Dizer que o Abrunho canta é um exagero de partir o coco. Com aqueles
óculos, uma bengalinha às riscas e chapéu na mão, numa esquina da Baixa, aposto que este caramelo também tinha que zarpar para o Brasil.
.
:))
.
apenas ironia; mas é o negocio que está a dar em Crise, se abrir falência come-se o stock.
.
(admito que censurem, pode ser um pouco perjurativo ou ofensivo o termo ‘come-se’)
Completamente de acordo, chamar de piroso o Abrunhosa e o Camané até mesmo A Maria Albertina é de quem …a Helena devia colocar aqui um cantor da sua preverencia…só podia ser tipo … a Caballe
O nacional cançonetisto no seu esplendor mais piroso, com a possidónia figura de óculos escuros, cuja voz, pobrezito, roça o nível da mais baixa mediocridade. Está aqui e está também a emigrar. Mas deverá ser para a Venezuela, o destino mais indicado para tamanha piroseira.
Pimbalhada foleira. Querem os braços da mãezinha, ou querem os braços do estado e das autarquias a encherem-lhes os rabinhos de dinheiro?
Gosto especialmente da parte em que dizem que “a Alemanha é cinzenta, e eu quero é ir prá praia”. Faz frio em Paris canta o Camané; não é nada que um casaquinho não resolva. Recomendo-lhe uma ida a Paris no mês de Maio, nas lowcost custa 40 ou 50 euros, que já tá mais quentinho.
O nacional-conçonetismo de esquerda anda pelas ruas da amargura: primeiro o Tordo, agora estes dois basbaques a cantar a cantiga da desgraçadinha.
Não há saco para tanta cóltura suburbana.
O que está em dicussão é o ser ou não piroso,
Comentar o Bolota é pura perda de tempo e por uma simples razão, ele é assim mesmo, não sabe mais e mesmo assim consegue incomodar…o que acho um absurdo..
Tirando a análise do vestido para o qual não posso dar opinião, obrigado porque cheguei a pensar que podia ser o único.
E acrescento nunca comprei um disco de música popular, nem de música de intervenção o que quer que seja que isto defina.
De Abrunhosa tenho em DVD um grande concerto que deu algures no Porto.
Acrescento que como pessoa é-me absolutamente desprezível.
Nem como conhecido o queria ter.
Como 90% da minha coleção é de jazz estou à vontade para reconhecer que estes e muitos outros fazem aquilo que eu e muitos outros gostaríamos de fazer.
Como não conheço a autora, e não sei como veste, assinalo apenas que muitos vêm uma afirmação onde ela não está. O que o post refere como piroso não é o hino mas o que o antecede, tampouco resulta claro que use o termo por juízo próprio ou reportando-se ao/à vox populi.
A diferença é que os emigrantes a que se referiam os do Conjunto Maria Albertina fizeram parte de emigrações para prosperar na vida e havia governo em Portugal a fazer isto crescer e desenvolver-se.
Agora vão por responsabilidade de quem elegeu a cáfila que destruiu Portugal.
Há quem estupidamente só agora, quando se paga a factura dê por isso.
Felizmente que há 17 anos vi o filme e empurrei a descendência daqui para fora.
E sei que não é fácil ser-se emigrante, mesmo quando tudo até corre bem.
Principalmente não é fácil para quem não perde a sua identidade.
Para isso servia a musiquinha e ainda bem. Piroseira é outra coisa e nem a vou dizer para não haver mais bloqueio.
E, quando me dá na gana, até recordo os comentários de comunas e xuxas conhecidos que na altura ainda achavam que isto era um paraíso.
Para quê ir para fora, quando com essas habilitações todas por cá tinha porta aberta para tudo.
Palermas. São esses que agora torcem a orelha e muitos andam à rasca à conta da estupidez de conselhos que deram aos filhos.
Ainda no outro dia uma me dizia com grande espanto que a filha tinha feito um mestrado em “vida selvagem”, em Inglaterra e agora só conseguia emprego em loja de beneficência, porque essas coisas, afinal estão cheias de militância à borla.
Coitada da miúda, é o que penso. Ninguém lhe explicou que há mais mundo fora da função pública e dos tachos a la ecologia de lince ibérico.
Ainda bem que regressou ao tema da Música , mas acho que devia ter feito mais posts sobre Girafas. Aquele que fez sobre as girafas da Dinamarca, estava melhor que o Shakespeare, e quem sabe o que viria a seguir.
Mas pronto, não continuou e nem aprovou o meu último comment em que deixei a ideia de fazer comparações entre Políticos e Girafas,,, isso sim, comparações entre girafas e políticos seria um bom tema, e sabe-se lá o que os leitores diriam…… seria cada uma.. 😉
mas hoje vou por outro caminho.. pois as girafas dão pano para mangas, ao contrário da Musica de Intervenção que é sempre a mesma coisa, e não se podendo dizer que é monótona, é sempre a mesma xaxada.
Já o tema das girafas não, e por exemplo, permite causar polémicas mais que muitas. Polémicas? Com girafas? Ao principio pensa-se que não, mas basta falar de Girafas e de Deus, para os ânimos se exaltarem..
Isto dá sempre montes de comentários… Por exemplo…. “As girafas foram criadas por Deus, para podar as árvores. Os ateus não compreendem isto”
Choque… Surpresa…. Já viu a quantidade de comentários que isto teria ? Mais de 100… E se fosse possível insultos chegava aos 200.. Fora os de agricultores a explicar da poda. Nem toda a gente sabe o que é podar, e os agricultores dão sempre jeito, e talvez introduzissem a ciência no assunto. Seria uma avalanche de comentários.
Todas as teorias possíveis , fora as imaginárias… Eu por exemplo, gosto de escrivinhar alguma coisa, as vezes nem sei bem o quê … Não faltariam comentários contra, a favor, outros nem por isso, com alguns completamente inflamados, de tal modo inflamados que seria preciso antibióticos para acalmar. Estes temas são sempre interessantes, e as Girafas proporcionam bons comentários.
que deixei a ideia de fazer comparações entre Políticos e Girafas,,,
.
Ficamos interessados de que poderia sair de uma tal comparacao…
E nao podia fazer um quebro assim- tipo -Ronaldinho para desconcentrar ao adversario lapis azul e intentar novamente?
E que como nao seja coisa a ver com alturas ou desde as alturas…
Quem apagou o comentário fui eu. Essa mania dos discos pedidos não vai acabar?
Façam isto, falem daquilo, quero ouvir mais disto… Vê-se que são pessoas habituadas aos rigores de uma tarde na segurança social ou algo semelhante, em que se pede o que se quer ter.
Helena, certamente já leu o “Poema à Mãe”, de Eugénio de Andrade. Ou o “Colegial”, de José Régio, ou o poema “Mãe”, de Miguel Torga. São belíssimos, não acha?
Como é em inglês é bom, se fosse em francês,( Helena Matos é do tempo em que qualquer senhora de bem tocava piano e falava francês), ainda era melhor.
A saloiice ao contrário.
Ainda me lembro de um dia uma célebre senhora escrever no Expresso que tinha ido ao Minho e vinha muito desapontada por não ter encontrado pelas ruas as minhotas fardadas como ela as imaginava pelos cromos.
Lol(ada).
O seu comentário despertou-me a curiosidade e só Joe Dassin tem uma dúzia de piroseiras que devem fazer as delícias das senhoras tipo Benard ou Versailles ali na Avenida da República.
Uma pena agora não se poder colocar YouTube, era um belo serviço público.
Claro que o Dassin é piroso. Mas eu referia-me à letra porque a questão é o imigrante português. E a HM chamou pirosas às cantigas do Conjuntio Maria Albertina porque agora até se devia fazer censura por causa da emigração.
Isto é tão instrumental e provinciano quanto as falsas despedidas do Tordo.
fado, desculpe, mas coloquei o comentário de cima sem ter visto o seu anterior. Afinal, também se referiu ao impedimento de colocação de links. Nem podemos oferecer uma musiquinha às senhoras. 🙂
Pronto, sem link, fica aqui a razão de citar o Dassin (e não, não sou dondoca da Versailles, ainda que tenha estudado mesmo ao lado)
Avec son marteau piqueur
Il creuse le sillon de la route de demain.
Il y met du coeur,
Le soleil et le gel sont écrits sur ses mains,
Le Portugais dans son ciré tout rouge
Qui ressemble à un épouvantail…
As-tu vu l’étrange laboureur
Des prairies de béton et des champs de rocailles?
Il faut en faire des voyages,
Il faut en faire du chemin.
Ce n’est plus dans son village
Qu’on peut gagner son pain…
Loin de son toit, de sa ville,
À cinq cent milles vers le Nord,
Le soir dans un bidonville
Le Portugais s’endort.
Il est arrivé a la gare d’Austerlitz voilà deux ans déjà…
Il n’a qu’une idée, gagner beaucoup d’argent et retourner là-bas.
Le Portugais dans son ciré tout rouge
Qui ressemble à un épouvantail –
Il ne t’entend pas,
Il est sur le chemin qui mène au Portugal.
Il faut en faire des voyages,
Il faut en faire du chemin.
Ce n’est plus dans son village
Qu’on peut gagner son pain…
Loin de son toit, de sa ville,
À cinq cent milles vers le Nord,
Le soir dans un bidonville
Le Portugais s’endort.
é que mais me confunde nos liberais: a questão do gosto; para quem se abespinha tanto com o “politicamente correcto”, não parece normal esta tentativa de formatação.
Esta canção do Camané e do Abrunhosa é uma das muitas que melhor traduz o sentimento saudade, no meu entender. Será que sentir saudade é ser piroso, burguês, fascista, reaccionário, antiquado, retrógado, etc…..?
Helena,
Duas questões:
– Qual o significado ( voltar para os braços da minha mãe) na sua opinião enquantos joenalista/histporiadora.
– Quer colocar aqui musicas que não sendo pirosas são do seu agrado????
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Oh Helena
A chamar piroso ao Abrunho? O homem até tem lá uns violinos e um contrabaixo.
Espere que ele leia isto que ainda lhe vai fazer pior que ao Henrique Monteiro.
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Churchill,
Um cantor/cantora que não seja pioroso/sa sem ser a DIna que essa tá velha.
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O Relvas a cantar a Grandola Vila Morena
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Cara Helena,
Quando era só os privados a emigrar as músicas eram pirosas.
Agora que a emigração está a chegar também à área deles, a mesma música já é hino da liberdade contra o fascismo, o grande capital e o imperialismo.
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O piroso há muito que é hino e fashionable. Basta olhar para a sede da Caixa Geral de Depósitos.
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🙂
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Music is the arithemetic of sounds as optics is the geometry of light – Claude Debussy
Tenho o maior respeito por todos os Conjuntos Marias Albertinas que interpretam o melhor do nosso povo, ao qual muitos à força não querem pertencer.
Camané e Abrunhosa são dois artistas que no seu ramo tiveram o azar de nascer na Tugulândia, particularmente o último que num sítio mais civilizado seria hoje estrela mundial.
A canção que ambos interpretam é fenomenal e quem não gostar dela ( o que é aceitável) não tem qualquer sentimento de emoção (acontece).
The sonatas of Mozart are unique; they are too easy for childrens, and too difficult fpr artists – Arthur Schnabel
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Recapitulando, quem gosta como eu é humano e quem não é desprovido de emoção! Bravo, poucas vezes em tão poucas palavras se fez alarde de tamanha #@&??”
Pela minha parte partilharia da sua emoção, especialmente e quanto ao Abrunhosa desde que ele não abrisse a boca, para cantar ou outras coisas que tenta.
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Obrigado, leia melhor e talvez mais devagar o que escrevi.
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Não sou capaz,
se era ironia não o entendi, se não era…
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Não há ironia nenhuma.
Não quis impor nada a ninguém, está lá muito bem escrito (o que é aceitável).
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Pois, mas diz que quem não gostar dela (da música) não tem qualquer sentimento de emoção, o que é inaceitável. Admirou-me porque já li antes os seus comentários, e julguei estar a interpretar mal (aquando da sua última resposta) mas o que escreveu é determinista do gosto, até porque quando não se gosta é-se igualmente emotivo. Deixe lá, eu que o tenho lido tenho pena, mas o Abrunhosa não merece uma “altercação”.
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JG, (…) e quanto ao Abrunhosa desde que ele não abrisse a boca (…) , é ironia, certo?
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Não é ironia. Aceito que se goste, não aceito que se desgoste quem não gosta.
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Dizer que o Abrunho canta é um exagero de partir o coco. Com aqueles
óculos, uma bengalinha às riscas e chapéu na mão, numa esquina da Baixa, aposto que este caramelo também tinha que zarpar para o Brasil.
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Realmente o Abrunho teve um imenso azar. Se fosse soviético ou cubano a esta altura já podia ter 3 ou 4 bordeis.
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.
:))
.
apenas ironia; mas é o negocio que está a dar em Crise, se abrir falência come-se o stock.
.
(admito que censurem, pode ser um pouco perjurativo ou ofensivo o termo ‘come-se’)
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Completamente de acordo, chamar de piroso o Abrunhosa e o Camané até mesmo A Maria Albertina é de quem …a Helena devia colocar aqui um cantor da sua preverencia…só podia ser tipo … a Caballe
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O nacional cançonetisto no seu esplendor mais piroso, com a possidónia figura de óculos escuros, cuja voz, pobrezito, roça o nível da mais baixa mediocridade. Está aqui e está também a emigrar. Mas deverá ser para a Venezuela, o destino mais indicado para tamanha piroseira.
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Estou farto de dizer: o Abrunho não canta. Gosta de arrotar baixinho. E não pede desculpa.
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Pimbalhada foleira. Querem os braços da mãezinha, ou querem os braços do estado e das autarquias a encherem-lhes os rabinhos de dinheiro?
Gosto especialmente da parte em que dizem que “a Alemanha é cinzenta, e eu quero é ir prá praia”. Faz frio em Paris canta o Camané; não é nada que um casaquinho não resolva. Recomendo-lhe uma ida a Paris no mês de Maio, nas lowcost custa 40 ou 50 euros, que já tá mais quentinho.
O nacional-conçonetismo de esquerda anda pelas ruas da amargura: primeiro o Tordo, agora estes dois basbaques a cantar a cantiga da desgraçadinha.
Não há saco para tanta cóltura suburbana.
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Como não há saco para tanta ignorancia acomulada numa unica pessoa.
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Ignorância.
Acumulada.
Única.
Acertou 9 em 11.
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O que está em dicussão é o ser ou não piroso,
Comentar o Bolota é pura perda de tempo e por uma simples razão, ele é assim mesmo, não sabe mais e mesmo assim consegue incomodar…o que acho um absurdo..
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Não se amofine, Bolota, que há por aí muito porco preto que deve delirar consigo.
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Quer-se dizer, quem veste como veste a HM chamar piroso ao que é genuíno tem cá uma piada….
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Tirando a análise do vestido para o qual não posso dar opinião, obrigado porque cheguei a pensar que podia ser o único.
E acrescento nunca comprei um disco de música popular, nem de música de intervenção o que quer que seja que isto defina.
De Abrunhosa tenho em DVD um grande concerto que deu algures no Porto.
Acrescento que como pessoa é-me absolutamente desprezível.
Nem como conhecido o queria ter.
Como 90% da minha coleção é de jazz estou à vontade para reconhecer que estes e muitos outros fazem aquilo que eu e muitos outros gostaríamos de fazer.
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Aqui demonstra compreensão pela lei da oferta e procura. Aparentemente o sexo comprado não requer subsídio estatal.
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aw não gosta dessa letra-… o que acha desta???
Dá planice dourada
Aonde o sour dá pão
Entre trigais e malhadas
Minha terra é Baleizao.
Convem saber o que é uma malhada
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E lá na sua terra não havia escola primária? Mais uma vítima do fassssismo!
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Como não conheço a autora, e não sei como veste, assinalo apenas que muitos vêm uma afirmação onde ela não está. O que o post refere como piroso não é o hino mas o que o antecede, tampouco resulta claro que use o termo por juízo próprio ou reportando-se ao/à vox populi.
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Não te venhas tu muito a escrever assim que já não é mau “:OP
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É a chamada resposta de boca cheia…
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tem óculos do carago
vi o pimba a segurar o coliseu
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Os estetas são nazis. Foi por isso que o John Galliano se tramou eehhehe
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E quando era cantado pelo Joe Dassin, também era piroseira reaccionária ou emigrar é assim e saudade é mesmo uma característica portuguesa?
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A diferença é que os emigrantes a que se referiam os do Conjunto Maria Albertina fizeram parte de emigrações para prosperar na vida e havia governo em Portugal a fazer isto crescer e desenvolver-se.
Agora vão por responsabilidade de quem elegeu a cáfila que destruiu Portugal.
Há quem estupidamente só agora, quando se paga a factura dê por isso.
Felizmente que há 17 anos vi o filme e empurrei a descendência daqui para fora.
E sei que não é fácil ser-se emigrante, mesmo quando tudo até corre bem.
Principalmente não é fácil para quem não perde a sua identidade.
Para isso servia a musiquinha e ainda bem. Piroseira é outra coisa e nem a vou dizer para não haver mais bloqueio.
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E, quando me dá na gana, até recordo os comentários de comunas e xuxas conhecidos que na altura ainda achavam que isto era um paraíso.
Para quê ir para fora, quando com essas habilitações todas por cá tinha porta aberta para tudo.
Palermas. São esses que agora torcem a orelha e muitos andam à rasca à conta da estupidez de conselhos que deram aos filhos.
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Ainda no outro dia uma me dizia com grande espanto que a filha tinha feito um mestrado em “vida selvagem”, em Inglaterra e agora só conseguia emprego em loja de beneficência, porque essas coisas, afinal estão cheias de militância à borla.
Coitada da miúda, é o que penso. Ninguém lhe explicou que há mais mundo fora da função pública e dos tachos a la ecologia de lince ibérico.
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Ainda bem que regressou ao tema da Música , mas acho que devia ter feito mais posts sobre Girafas. Aquele que fez sobre as girafas da Dinamarca, estava melhor que o Shakespeare, e quem sabe o que viria a seguir.
Mas pronto, não continuou e nem aprovou o meu último comment em que deixei a ideia de fazer comparações entre Políticos e Girafas,,, isso sim, comparações entre girafas e políticos seria um bom tema, e sabe-se lá o que os leitores diriam…… seria cada uma.. 😉
mas hoje vou por outro caminho.. pois as girafas dão pano para mangas, ao contrário da Musica de Intervenção que é sempre a mesma coisa, e não se podendo dizer que é monótona, é sempre a mesma xaxada.
Já o tema das girafas não, e por exemplo, permite causar polémicas mais que muitas. Polémicas? Com girafas? Ao principio pensa-se que não, mas basta falar de Girafas e de Deus, para os ânimos se exaltarem..
Isto dá sempre montes de comentários… Por exemplo…. “As girafas foram criadas por Deus, para podar as árvores. Os ateus não compreendem isto”
Choque… Surpresa…. Já viu a quantidade de comentários que isto teria ? Mais de 100… E se fosse possível insultos chegava aos 200.. Fora os de agricultores a explicar da poda. Nem toda a gente sabe o que é podar, e os agricultores dão sempre jeito, e talvez introduzissem a ciência no assunto. Seria uma avalanche de comentários.
Todas as teorias possíveis , fora as imaginárias… Eu por exemplo, gosto de escrivinhar alguma coisa, as vezes nem sei bem o quê … Não faltariam comentários contra, a favor, outros nem por isso, com alguns completamente inflamados, de tal modo inflamados que seria preciso antibióticos para acalmar. Estes temas são sempre interessantes, e as Girafas proporcionam bons comentários.
VÍDEO
Tintin na África (a parte das girafas)
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que deixei a ideia de fazer comparações entre Políticos e Girafas,,,
.
Ficamos interessados de que poderia sair de uma tal comparacao…
E nao podia fazer um quebro assim- tipo -Ronaldinho para desconcentrar ao adversario lapis azul e intentar novamente?
E que como nao seja coisa a ver com alturas ou desde as alturas…
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Quem apagou o comentário fui eu. Essa mania dos discos pedidos não vai acabar?
Façam isto, falem daquilo, quero ouvir mais disto… Vê-se que são pessoas habituadas aos rigores de uma tarde na segurança social ou algo semelhante, em que se pede o que se quer ter.
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Helena, certamente já leu o “Poema à Mãe”, de Eugénio de Andrade. Ou o “Colegial”, de José Régio, ou o poema “Mãe”, de Miguel Torga. São belíssimos, não acha?
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Com a pressa esqueci-me de John Lennon e de “Mother”. Uma piroseira, Helena? 😉
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Como é em inglês é bom, se fosse em francês,( Helena Matos é do tempo em que qualquer senhora de bem tocava piano e falava francês), ainda era melhor.
A saloiice ao contrário.
Ainda me lembro de um dia uma célebre senhora escrever no Expresso que tinha ido ao Minho e vinha muito desapontada por não ter encontrado pelas ruas as minhotas fardadas como ela as imaginava pelos cromos.
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Lol(ada).
O seu comentário despertou-me a curiosidade e só Joe Dassin tem uma dúzia de piroseiras que devem fazer as delícias das senhoras tipo Benard ou Versailles ali na Avenida da República.
Uma pena agora não se poder colocar YouTube, era um belo serviço público.
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Gostaria de oferecer outra canção “Mother”, a dos Pink Floyd, à Helena, mas acho que não se pode colocar links. 🙂
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Claro que o Dassin é piroso. Mas eu referia-me à letra porque a questão é o imigrante português. E a HM chamou pirosas às cantigas do Conjuntio Maria Albertina porque agora até se devia fazer censura por causa da emigração.
Isto é tão instrumental e provinciano quanto as falsas despedidas do Tordo.
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E há também o Valter Hugo Mãe que agora está em todas, eheheheh
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fado, desculpe, mas coloquei o comentário de cima sem ter visto o seu anterior. Afinal, também se referiu ao impedimento de colocação de links. Nem podemos oferecer uma musiquinha às senhoras. 🙂
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Nos anos 60 já o emigrante português era visto como o que estava apenas de passagem porque a vontade era regressar à sua terra.
Acho de mau gosto fazer-se política com isto. E a HM fê-la, muito mais que o Camané e Abrunhosa.
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Pronto, sem link, fica aqui a razão de citar o Dassin (e não, não sou dondoca da Versailles, ainda que tenha estudado mesmo ao lado)
Avec son marteau piqueur
Il creuse le sillon de la route de demain.
Il y met du coeur,
Le soleil et le gel sont écrits sur ses mains,
Le Portugais dans son ciré tout rouge
Qui ressemble à un épouvantail…
As-tu vu l’étrange laboureur
Des prairies de béton et des champs de rocailles?
Il faut en faire des voyages,
Il faut en faire du chemin.
Ce n’est plus dans son village
Qu’on peut gagner son pain…
Loin de son toit, de sa ville,
À cinq cent milles vers le Nord,
Le soir dans un bidonville
Le Portugais s’endort.
Il est arrivé a la gare d’Austerlitz voilà deux ans déjà…
Il n’a qu’une idée, gagner beaucoup d’argent et retourner là-bas.
Le Portugais dans son ciré tout rouge
Qui ressemble à un épouvantail –
Il ne t’entend pas,
Il est sur le chemin qui mène au Portugal.
Il faut en faire des voyages,
Il faut en faire du chemin.
Ce n’est plus dans son village
Qu’on peut gagner son pain…
Loin de son toit, de sa ville,
À cinq cent milles vers le Nord,
Le soir dans un bidonville
Le Portugais s’endort.
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A França da altura não tinha “facismo” mas tinha bidonvilles.
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é que mais me confunde nos liberais: a questão do gosto; para quem se abespinha tanto com o “politicamente correcto”, não parece normal esta tentativa de formatação.
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Esta canção do Camané e do Abrunhosa é uma das muitas que melhor traduz o sentimento saudade, no meu entender. Será que sentir saudade é ser piroso, burguês, fascista, reaccionário, antiquado, retrógado, etc…..?
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