Três perguntas dominicais para socialistas-nacionais
9 Março, 2014
Se o número de abortos aumenta com a crise, isto significa que o aborto é eugénico?
Se a mulher tem plenos direitos sobre o seu corpo, porque não pode consumir drogas ditas ilegais?
Se usamos aborto como indicador de crise, o que separa um jornal de um panfleto de propaganda?
Nota: criei um email para insultos. Podem enviar para vc.blasf@aol.com todos os impropérios com a certeza que serão lidos, compilados e editados em livro.
23 comentários
leave one →

Não percebi você está contra o aborto ou contra o aborto como arma de manipulação.. do que quiser
GostarGostar
Se não percebeu, leia o que está escrito em vez de tentar a tarefa impossível de tentar perceber o que não está.
GostarGostar
os de baixo estão a aborta-lo ao comentar o descomentario e continuo a não perceber pois os que continuam a usar o aborto como arma são vocês e você.
GostarGostar
“Número de abortos aumenta com a crise” não é ideológico. Dizer o que eu disse é que é ideológico e, mais que isso, uma arma. Realmente assim não só não vamos lá como a próxima bancarrota surpreenderá muita gente.
GostarGostar
Reconheça-se VC que este vosso blog tem o mérito de deixar que se façam comentários para todos os gostos e desgostos.
Por mim, embora me custe conter ímpetos pouco aconselháveis, muitas das vezes tenho de engolir, conter-me, travar e ler o que diz, assim como outros tantos neo lib´s, seus compadres que por aqui pairam.
Pelo menos existe o mérito de vos ver de frente do outro lado da barricada que jamais será o meu.
GostarGostar
Aliás, permitindo-me parafraseá-lo, esse é um dos méritos deste blog. Não criar artificialmente barricadas dos bons e dos maus, dos que concordam ou discordam, dos classificados com conceitos ou pré-conceitos que separam e não permitem a discussão entre iguais, como se uns estivessem infectados com peste e outros sejam os puros.
Um dia hão-de descobrir que afinal as barricadas só existem na mente distorcida de alguns. Ter ideias diferentes devia ser factor de desenvolvimento na troca delas.
A separação é que é fruto da ignorância mãe de todos os preconceitos.
GostarGostar
Bem visto.
GostarGostar
Muito bem dito, é por isso é que eu, de “direita”, me acho mais próximo de outros, esquerdistas ou não, não propriamente pelo que defendem mas pela tolerância com que o fazem
GostarGostar
Ao ler as perguntas de VC lembrei-me dos “mind games” de Mourinho 🙂
GostarGostar
E se a mulher tem plenos direitos sobre o seu corpo para interromper a sua gravidez, porque não fica só com eles quando decide levar para a frente a dita, e a lei obriga a assumir a paternidade?
GostarGostar
É tal e qual o que costumo usar como argumento nesta discussão.
No caso de violação há uma ação forçada e reconheço o direito da mulher a agir sozinha. Quando o sexo é consensual, os dois têm deveres e direitos.
GostarGostar
Nos 14 anos da Guerra do Ultramar morreram cerca de 10 MIL.
Nos 6 anos da Lei do aborto morreram 120 MIL.
Os socialistas querem destruir Portugal.
http://viriatosdaeconomia.blogspot.com/2013/12/o-socialismo-inofensivo.html
GostarGostar
Para quando a legislação que garanta ao homem o direito ao seu corpo, em que seja respeitada a sua vontade relativamente à utilização dos espermatozóides?
GostarGostar
.
.
A questão do aborto é malhar em ferro frio. É histórico, não é invenção de nenhuma ideologia ou religião. É mais do mesmo. Malhar em ferro frio como os policiamentos contra a Corrupção, o Contrabando, a Economia Paralela, a Prostituição etc. Vem tudo mesmo de bem antes da Babilonia, milhares de anos atrás.
.
No transito histórico um dos vários approach históricos as casas da roda que também nada resolveram do que é tão tão velho que o policiamento ora apresenta como uma novidade como se nunca tivesse existido porque existiu SEMPRE.
.
É claro que se está presente entre o conflito duma como lhe chama ‘eugenia’ embora não seja bem isso e as condições de haver condições de sobreviver ou “morrer à fome” no sentido mais amplo de defesa da vida.
.
Ora por muitos moralismos e boas intenções que haja, sejam ideologicas ou religiosas, ainda não vi nenhum desses arautos dizer o tão simples. nasça a criança que eu do meu bolso pago que a criança cresça com umi minimo de condições de dignidade humana. Eh bla bla de teorias e moralismos, oratórias e discursos, que valem no momento em que se envaidecem à frente dum microfone ou duma câmara de imagem. Um bluff hipocrita.
.
Vamos resolver o assunto, assente que se trata da morte dum ser humano totalmente indefeso então a sociedade que está contra assuma as responsabilidades e consequências garantindo que esse ser totalmente indefeso, nem fala para dizer de sua razão, tenha garantidas todas as condições para nascer e ser criado com o minimo de dignidade como qualquer outra criança.
.
O resto é hipocrisia, seja ideologica ou religisosa ou de vaidosos inteletuais cuja palavra vale zero.
.
Apenas uma opinião.
.
GostarGostar
Não está aqui em questão o aborto e muito menos este não ser crime até às 10 semanas (já discuti isso antes). O que está em causa é o discurso sobre o aborto, que é o que diz o post.
Se há mais aborto com crise, aborto é eugenia; se não há mais aborto com crise, notícias que relacionam crise com aborto são propaganda eugénica.
GostarGostar
Vitor,
Pode-se sempre argumentar que há mais aborto com crise porque abortar é mais barato que usar contraceptivos e ainda dá o bónus de “férias” pagas.
Quanto às notícias que relacionam crise com aborto, é melhor não tentar encontrar sentido numa actividade em que os “profissionais” parecem ser escolhidos pela falta de inteligência, cultura geral ou formação e o resultado do “trabalho” desses “profissionais” se destaca por não ter (quase?) nada a ver com o que devia ser.
GostarGostar
.
Não surgem misturados ‘eugenia’ e ‘aborto’. Embora no limite radical o aborto possa ser um instrumento eugénico. Suponho não ser o caso. Mas misturá-los corre o risco subliminar de popularizar a eugenia, o poder sem mandato ou autoridade humana para decidir sobre o direito à Vida de outrém. À ‘Rei Sol’, ou à ‘Farao’ deus ou representante duns deuses quaisquer na Terra que eram mas afinal hoje não são, ou que são mas afinal não eram. Nada contra Fés.
.
Eugenia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Eugenia
.
Aborto
http://pt.wikipedia.org/wiki/Aborto
.
Naturalmente que a ‘aritmética’ do vocabulário na Wikipedia não é a vaca sagrada mas no geral serve para equacionar a Ideia. Pelo menos poupa tempo a fazer ‘redações’ pessoais.
.
GostarGostar
bem , se o nº de abortos aumenta com a crise talvez sejam os preservativos que estejam muito caros prós magros recursos . ou a pilula do dia seguinte ou os anticoncepcionais no geral .
a mulher tem direito sobre o seu corpo. não conheço nenhuma que não consuma o que lhe apetece por a autoridade da altura ter declarado que x , y ou z que lhe apetece é ilegal.
e há já praí ums 15 , 20 anos que nada distingue um jornal dum planfeto. ainda não tinha reparado ? 🙂
GostarGostar
A hifenização do título do post foi intencional? Faz-me mesmo lembrar um partido alemão dos anos 30, os Nationalsozialistische (NAZI para abreviar…), e a julgar pelo “menino de oiro” que os liderou no poder de 2006 a 2011 (isto voltando aos socialistas-nacionais…) a provocação, a ter existido, tem a sua piada e infelizmente, razão de ser.
GostarGostar
O hífen é deliberado.
GostarGostar
O post tem um raciocínio idêntico ao que foi utilizado pela ICAR para ‘justificar’ crimes de pedofilia que grassam pelos conventos, sacristias, colégios, etc.
GostarGostar
Pede-se que não insultem o Vitor. Eu não insulto o meu filho por perguntar porque é que não pode secar o gato no micro-ondas depois de lhe darmos banho. Ora vamos lá a responder:
1 – Não, filho. Significa que famílias com dificuldades económicas têm mais dificuldades em ter filhos. Quando cresceres, explico-te a diferença entre isso e a eugenia.
2 – Porque é ilegal. Se não fiosse ilegal, consumia. Desculpa, queres uma resposta a sério? Já está preparado? Há cinquenta anos, uma familiar próxima fez um aborto clandestino, porque era pobre, o que a fez ficar às portas da morte. Não passou pela cabeça dos familiares que souberam dizer-lhe: “tás aqui, tás a consumir cocaina”.
3 – Hã, filho? Vê a resposta ao nº1.
GostarGostar
Há um motivo para se moderar idiotas e há um motivo para se autorizar.
O primeiro é óbvio, o segundo é para tornar o primeiro mais óbvio ainda.
Seria interessante perceber quantas pessoas que deixam este tipo de comentários são professores.
GostarGostar