Não se chama manifesto dos jarretas por acaso
Pacheco Pereira (65 anos) diz que “cada vez mais se generaliza em Portugal a idade como insulto, diminuição, culpa, e [que] todos são ‘velhos’ por associação“. Não se entende: um país que de 5 em 5 anos – isto em períodos de abundância – precisa arranjar estratagemas para a sustentabilidade da segurança social (sempre por mais 20 anos, até à próxima reforma dentro de 5) andar a preocupar-se com a idade das pessoas que reivindicam tolices.
Qual o relevo de analisar idades de pessoas que querem calote à dívida que eles próprios ajudaram a criar se, daqui a 20 anos, não estão cá para pagar os custos desse calote? É uma pergunta retórica.

Falar, falar, todos devem poder. Até parece que nunca se ouviu o “auditoria à dívida”, “não pagamos” e outros floreados típicos de acampamento com plantação de rabanetes no Rossio. De Pacheco Pereira já se espera a defesa de tudo e do seu contrário. Porém, a melhor resposta a Pacheco Pereira sobre os deméritos do manifesto é dada pelo próprio Pacheco Pereira:
O pequeno e imenso problema é o “ruído” do mundo. As acções humanas, sejam na economia, na sociedade, na cultura, na política, estão cheias de “ruído”, que gera um enorme fosso entre as intenções proclamadas e os resultados obtidos. Quase que se pode dizer que a regra é os resultados serem muito diferentes das intenções. É a regra que Weber lembrava aos políticos de que a maioria das suas acções tem resultados exactamente opostos ao pretendido. Aplica-se também aos economistas a fazer política. – Pacheco Pereira, Março 2012
Atrevo-me até à acrescentar: aplica-se também aos políticos que vão na onda dos economistas que fazem política.

A opinião de JPP publicada no Público na semana passada foi arrasadora para o governo e não só.
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De há uns tempos para cá a opinião de JPP é apenas arrasadora para ele próprio. JPP a partir do momento em que aderiu ao Costismo, passou a ser irrelevante.
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é tão irrelevante que dá direito a indignações no Blasfémias.
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Hihi. Você tem uma curiosa definição de arrasadora P-1
Pacheco Pereira poderia muito bem criticar o Governo sem colocar em causa tudo o que disse durante estes anos todos. Mas não.
Vindo da escola Marxista Leninista que são puramente utilitaristas nos métodos e argumentos o que hoje é verdade ontem é mentira. E amanhã se verá.
Ou seja este Pacheco Pereira de hoje poderia ser bem um personagem de George Orwell 1984.
E tal coloca em dúvida se o Pacheco Pereira do passado recente também não era apenas táctica utilitarista ao sabor da conveniência.
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” …pessoas que querem calote à dívida” … quase parece um problema etário. De insensível senilidade que não cabe nas rigorosas análises de economistas.
Ora, segundo entendi, a dívida só foi questionada em termos de maturidades.
Sempre as ‘idades…‘ na berlinda.
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Seja na economia e não sejam na economia. Seja… seja. Isso é o sujeito.
Este palerma continua sem saber escrever.
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E você acha que sabe escrever? Alguma vez a direita seja ela peluche ou trauliteira sabe escrever?
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Bom comentário. Pleno de substância e direccionado para uma população inteira.
Obrigado por demonstrar a necessidade de moderação e parabéns por querer integrar a lista.
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Mas o palhaço estava a referir-se a mim?
Acaso eu escrevo nos jornais? Eu apenas escrevo o que é necessário por investigação mas nem assim escrevo com os pés como esse palerma do pachôco.
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E quem disse ao monguito que eu sou de diteita?
Cada retardado que faz favor.
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A verdade é só uma: ainda não se viu uma única análise digna desse nome, que contrariasse a tese do manifesto. Quanto às “brincadeiras/injúrias” com a idade, seria necessário saber a média dos que defendem o contrário. Ou, pior ainda, saber até que ponto os “jovens” que o criticam não serão fruto daquele sistema de ensino a que Medina Carreira chama a pior conquista de Abril.
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Há falta de sociólogos para resolver equações.
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E têm obrigação de as saber resolver, para além de saberem mais: que as dinãmicas sociais têm graus de subjetividade que impedem a certeza da “causa-consequência”. Já agora: todos os economistas fazem política que, ao contrário do que o vitorcunha insinua, pouco tem que ver com querelas e táticas partidárias. Vem da polis. Na prática, significa a “gestão da cidade” (isto é História).
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Parabéns aos economistas que geriram a polis nos últimos 20 anos. Amém.
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Porquê só 20? A adesão à CEE foi em 1986. Mas, sinceramente, depois de 1580 nunca mais nos encontramos…
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Gosto da A1. Acho que faz jeito.
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Deduzo que só do lado esquerdo. De quem ruma ao norte, claro.
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Esse é o lado direito em todos os mapas. Os ingleses não têm razão: a direita tem prioridade.
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Só se estiver a olhar para o Algarve. Mas o que insinuei, é que o interior lhe deve ser algo- digamos- “estranho”.
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O interior? Muito sofrem por não lerem Proust.
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Apesar da idade, são mais Aquilino. No estilo, claro.
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No tempo do fassismo, a propaganda oficial dizia que “a verdade é só uma; a Rádio Moscovo não fala verdade”. Parece que a verdade dos defensores do manifesto é como a da Rádio Moscovo.
Quanto ao resto 33, o manifesto está feito de tal maneira que não tem grande discussão: por um lado vem propôr medidas que já foram tomadas, redução de juros e prolongamento das maturidades; por outro vem propôr medidas que nunca, leia bem, NUNCA podem nem devem ser propostas pelos devedores, como a mutualização das dividas acima dos 60%, proposta que não está na agenda de nenhum governo na Europa, da UE ou do BCE. Como sabe o FMI não entra neste filme, e a UE tem uma comissão a estudar a HIPÓTESE de se encontrar um esquema que proteja os países mais endividados, mas apenas funcionará depois de os países fazerem o trabalho de casa, ou seja cumprirem os respectivos programas de ajustamento.
Veja a decisão do TC alemão que veio hoje a público: pode vir a dar uma machadada nestas aspirações, ao limitar as verbas da participação alemã nos fundos de resgate europeus.
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Lá em casa, o meu pai ouvia a BBC. Mas a propaganda oficial também dizia que não falava verdade. Ora, dos que se dizem contrários ao manifesto é que ainda não se viu qualquer argumento.
.
Quanto ao resto que diz, recordo duas simples coisas:
1ª) os autores do manifesto fizeram um documento para circulação INTERNA. Não vão falar com o FMI, nem com a Merkel.
2ª) Se fazem propostas que já foram aplicadas, como compreender a reação inicial do P. Coelho?
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Circulação interna? Para consumo da corte.
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Não posso falar pelo Passos Coelho, mas o que é grave não é falar nas propostas já aplicadas, é falar na reestruturação da divida. Se os que defendem o manifesto não percebem isto, então parece-me que não há nada a discutir.
Depois de ouvir o Tozé ontem à noite defender o manifesto dos 70+4, confirmou-se uma suspeita que eu tinha desde o principio: este manifesto foi concebido para funcionar como uma proposta tipo “estados gerais para uma maioria” do Guterres em 1995, onde também apareceu muita gente de muitos quadrantes politicos cujo único denominador comum era o ódio ao Cavaco e ao cavaquismo. Aqui é a mesma coisa, e estou convencido que depois de verem o aproveitamento politico do PS numa tentativa de se apropriar do manifesto, (o Tozé disse ontem que ele foi o primeiro a falar na reestruturação da divida), muitos dos que assinaram o manifesto de boa-fé, hoje devem estar mais do que arrependidos.
Já para não falar do descrédito politico que representa um partido politico que quer ser governo, não ser capaz de apresentar propostas concretas sobre nada, e depois ver-se na necessidade de se colar aos manifestos alheios; assim como os cucos, que vão pôr os ovos nos ninhos dos outros pássaros.
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Silveira:
Cada um acredita no que quiser. Mas, é óbvio que um homem como Adriano Moreira, ou outro como o Louçã, só podem ter como objetivo de vida promoverem um tipo como o Seguro. Começo a acreditar que vocês têm encontros de terceiro grau com extraterrestres que vos revelam os mistérios do universo…
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33,
…”muitos dos que assinaram o manifesto de boa-fé, hoje devem estar mais do que arrependidos”, está ali escrito.
Parece que quem tem encontros de 3º grau e patati-patátá é você, e depois não lhe sobra tempo para ler os textos que quer comentar.
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Goste-se ou não do manifesto, o Pacheco Pereira tel alguma razão.
A maioria das pessoas que se expressaram contra o manifesto poseram um grande enfoque na idade dos subscritores deixando para segundo plano o seu conteúdo, tendo até preferido distorcê-lo com pérolas do género “não querem pagar a dívida”.
Ora toda a gente concorda que independentemente da oportunidade da sua divulgação é inevitável que a dívida portuguesa e de outros países terá que ser necessariamente restruturada desta ou de outra forma qualquer.
Mas como eles são jarretas estão impedidos de o dizer.
Vivemos uma época em que o politicamente correto tomou conta do discurso político.
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Não é por se repetir 78 milhões de vezes que a dívida é impagável que ela se tornará impagável.
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Vitor, a divida pública portuguesa em finais de 2013 era de 215 mil milhões de euros. 215 mil milhões de euros não se pagam, Vitor. Mas não sei se lhe consigo explicar isto. Quando tiver mais idade já conseguirá perceber. IOu não. Os velhos são maus e caloteiros, têm falta de sentido de honra e de ética, etc, coisas que o Vitor ainda tem, Deus o guarde assim por muitos anos ainda. Não se estrague, Vitor.
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Mais algum dogma religioso sem qualquer sustentação com a realidade que queira partilhar?
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Qual é a quantidade em euros que é pagável? Só para ter uma ideia. Deve haver um número, uma espécie de velocidade da luz a partir da qual os credores são estúpidos.
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Mas afinal a divida, a célebre divida de que a esquerda e alguns apendices se querem livrar, mas cuja paternidade rejeitam, é para pagar quando? amanhã, depois de amanhã, pró mês que vem, ou dia de são nunca à tarde? Não há nada como uma premissa errada, para alimentar uma não-discussão.
Alguma vez alguém disse que a divida é para se pagar ou é para se ir amortizando?
Salvo melhor opinião, o que está em causa, são os juros e as maturidades, porque mutualização, eurobonds, ou o que lhe queiram chamar, actualmente é ficção, é como os motores para os foguetões que hão-de levar os homens a Marte: talvez um dia, mas não sabemos quando, portanto o melhor é não contarmos com algo que não existe, nem se sabe se existirá para além das cabeças dos que não querem fazer o que é necessário, ou seja, ajustar a despesa do estado, reduzindo-a.
O resto, é politica, e da baixa, da rasteirinha.
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Vitor, faz muitas perguntas. 215 mil milhões de euros não se pagam, é tudo o que tem de aprender por agora. Dogma religoso, e dos bons, é pensar que se paga essa divida. Pagam-se dividas de vinte euros, não de 215 mil milhões de euros. Coisas da vida terrena e comezinha, aqui debaixo do céu. O Passos diz que sim, mas você não tem de acreditar nisso.
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Você é professor, não é?
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Não.
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Repetindo:
Desde quando a questão é entre sustentável|pagável / insustentável|impagável?
Isso são só distracções para os emotivos e bem intencionados.
A questão é e será por muitos e longos anos a realidade que a Abrilada reconstruíu alegremente: [1] “uma apagada e vil tristeza” (Camões) [2] “O manto diáfano da fantasia”; “Uma Campanha Alegre” (Eça).
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O manifesto é pior do que não querer pagar a Dívida é não querer pagar os Juros.
“Vitor, a divida pública portuguesa em finais de 2013 era de 215 mil milhões de euros. 215 mil milhões de euros não se pagam.”
Não diga asneiras
Se tiver défice zero durante todos os anos – nem é preciso défice zero basta ser reduzido – é claro que paga a Dívida.
Mas nem é preciso pagar a dívida toda basta reduzir para metade
para estar a um nível controlável.
A questão é a cultura dos subscritores do manifesto, e a sua cultura é a do défice.
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O PS veio hoje dizer que para não reduzir a despesa do estado vai propôr a renegociação dos defices dos próximos anos. Todos sabemos que mais défice é igual a mais divida; por isso é que eles querem reestrurar esta divida, para irem a correr fazer mais. Resumindo e concluindo; para sustentar as reformas do Bagão e outros que tais, anda a esquerda inteira a pedir para se fazer mais divida que ficará para os nossos filhos e netos resolverem como é que a hão-de gerir: se morrem todos de fome, ou se se atiram da ponte para baixo.
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A ideia do PS é gira: mais défice quando tudo parece bem, mais défice quando tudo parece mal. Conclusão: qualquer um governa à PS.
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215 mil milhões não se pagam (e ainda faltam os 35 mil milhões da empresas públicas).
Introduzir conceitos de rácio e amortizações de 20 a 50 anos a esta gente que só soube acumular (somar) dívida sem nunca ter feito contas de “sumir” é tarefa impossível.
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lucklucky, não paga, não.
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Ó Pedro, eu diria mesmo que dívidas de 215.000.000.000 de euros não se contraem. A não ser que haja uns jarretas que se estejam a cagar pr’ás contas. Ou seja, o problema que é económico devia era ser criminal.
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Gostava de ver um gráfico com a média de idade dos representantes no Congresso dos EUA.
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Isso é uma atitude muito de esquerda, pedir aos outros o que se quer. Pode fazer o gráfico. O lado bizarro é considerar estas pessoas como congressistas.
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Não!
Vitor, o meu comentário destinou-se a mostrar que a idade pode não ser factor negativo.Em muitas circunstâncias é factor muito positivo.
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Verdade, a idade pode ser um factor positivo sobretudo se tiverem sabido fazer contas ao longo da vida, o que no caso do congresso dos EUA também não abona nada para o positivo.
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O Pacheco Pereira tem razão, na parte em que detectou má vontade, de muitos jovens, contra os políticos de uma certa idade – da idade dele, Pacheco,ou superior -, responsabilizando-os pelos momentos difíceis que estamos a viver, isto por que os julgam (aos políticos, ele Pacheco incluído)) responsáveis por muitos dos erros cometidos, mas, sobretudo, por que sabem que esta geração de velhotes está a reclamar a manutenção das regalias que diz ter “conquistado”, não querendo saber que o fizeram às custas das gerações mais jovens e das gerações vindouras. E, sejamos sérios, neste particular os jovens têm boas razões para estarem arreliados. Muito arreliados.
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É bom lembrar que estes “velhotes” quando formaram as suas famílias tinham impostos de nível Ultra-Neo-Liberal-Radical…ou seja mínimos.
O Estado quando eles entraram no mercado de trabalho consumia 15% de riqueza ou menos. Hoje consome bem mais de 50% com o défice.
Mas negam a possibilidade de tal escolha aos jovens de hoje.
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Não imaginava que hoje ainda houvesse alguém interessado em assistir ao “SERÃO DOS TRABALHADORES e tentar fazer férias nas COLÓNIAS DE FÉRIAS da FNAT.
Nota: fala do que nunca conheceu.
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Adelino
O problema dos jovens é esse mesmo: é o de terem apenas a hipótese de gozar férias na “FNAT”, e nunca poderem optar por resorts, muitas vezes no estrangeiro. Isto no caso de terem férias e de não estarem desempregados.
E fique a saber que sou do tempo de “antes dos serões para trabalhadores”…
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A FNAT continua caso não tenha dado por isso. Assim como a RTP outra instituição salazarista.
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” Não se entende: um país que de 5 em 5 anos (…) precisa arranjar estratagemas para a sustentabilidade da segurança social”
Vou-lhe explicar: Algures nos anos 80, o 1º ministro da época, de seu nome cavaco, desviou dinheiro da segurança social para financiar empresas estrangeiras a estabelecerem-se no nosso país. Tudo bem, só que a única que sobreviveu e muito bem, foi a actual Auto Europa. Depois vieram os governos de Guterres, Barroso, Santana Lopes, Sócrates, que foram ao pote da Segurança Social sacar o que entenderam para tapar buracos nos défices sucessivos e outras prebendas não muito bem esclarecidas. Agora temos o excelso governo de salvação nacional que conseguiu em dois anos muito pior do que os governos anteriores, menos descontos para a SS com mais despesa devido a mais desemprego, mais pobreza, e menos descontos. O próximo estratagema será o mais fácil e adequado: acabar definitivamente com a SS, os velhos que se lixem, os novos que emigrem, que os empregos que restam são para os jotinhas. O resto é conversa da treta e má disposição de quem ainda não conseguiu livrar-se das fraldas.
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Algures nos anos 80 deve ser entre 83-85 concerteza. Na mesma época em que se destruiram “a industria, a agricultura e as pescas”. Este zeroberto sabe-a toda, já se livrou das fraldas e tudo.
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A esquerda despesista acordou um dia destes e descobriu que não é possivel, na ideia deles, pagar a divida, como se a divida fosse para pagar na semana que vem.
Para além de se terem misteriosamente esquecido que até há bem pouco tempo andavam por aí a defender as virtudes da divida, e quanto maior melhor, agora andam preocupados porque, dizem eles, não é possivel pagá-la.
O que propõe então a esquerda apologista da divida-mas-que-acha-que-esta-não-se-pode-pagar? Exigir a reestruturação às 2ªs, 4ªs e 6ªs, e a renegociação às 3ªs, 5ªs e sábados. Ao domingo não há conversa porque têm de ouvir o que o Marcelo diz. Mas renegociar/reestruturar é só até aos 60%. Porque daí para cima que pague quem emprestou, e para a outra vez tenham mais cuidado com aqueles a quem confiam o cacau.
Então e depois? depois, porque todos os que defendem a reestruturação/renegociação da divida são apologistas de mais défice, pede-se mais emprestado para financiar as boas vidinhas que os portugueses levam com o dinheiro dos outros. E todos estes pandegos, com os 70+4 que assinaram o manifesto à cabeça, acreditam que tudo isto é possivel.
O Daniel Oliveira, agora promovido a especialista em divida publica, está na SICN a citar números e percentagens, crescimento económico e excedentes orçamentais, para provar que a divida não é pagável. Eu até acreditava, se não soubesse que o Daniel Oliveira sempre defendeu as virtudes dos grandes endividamentos do estado para promover o crescimento da economia, dizia ele, e se ele soubesse ao menos quantos são dois mais dois.
O Pedro que anda a escrever asneiras aí em cima, é igual.
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A conclusão que se tira desta cena dos “velhos e jovens” é que os situacionistas do Blasfemias consideram que os únicos velhos inteligentes, e que fizeram algo pelo país, foram os seus pais e avôs 🙂
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Você até pode concluir que um nabo é o criador do universo. Escusa é de nacionalizar o que os outros pensam nessa alucinação.
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Mas não eram eles que chamavam “a velha” à Ferreira Leite?
Deu-lhes agora para a hipocrisia do politicamente correcto.
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Lucklucky
A FNAT só existe para si. Para mim foi substituída pelo INATEL. cumprimentos
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A NKVD também deixou de existir, Mas a sede continuou a ser no edifíco Lubyanka…
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Mas temos a Stasi socialista do prémio nobel da pax que se chama NSA.
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Estes subscritores são da linha:
precisamos-de-mais-dívida-para-crescer/
a-dívida-não-permite-o-crescimento/
não-pagamos/
a-Merkel-está-com-medo-de-nós/
quero-a-minha-reforma.
Os do grupo etário 60-79 dividem-se entre o anterior e:
Dizemos-o-que-quiserem-mas-não-toquem-na-minha-reforma.
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O engraçado é que a restruturação da dívida afectaria vários produtos financeiros de reforma e o próprio fundo da segurança social que alimenta os signatários reformados. Quase apetece fazer-lhes a vontade.
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Os comunistas é que tinham razão: era uma injeção atrás da orelha…
A não ser que…
…eles se lembrem de colocar o manifesto a circular nas universidades… tirando a Lusófona por causa da praxe…
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Isso seria dizer que os subscritores originais não são senadores. Preserve a elite.
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Não fosse isso e o Vítor estaria aflitíssimo com a negação do bonito gráfico. 😉
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Posso sempre fazer outro. Dá menos trabalho que um manifesto tonto.
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Concordo que dê menos trabalho. 🙂
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eheheheheheheheheheheheh
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