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Agora é que os lixamos

29 Março, 2014

Na redacção do Público devem ter pensado: “agora quero ver como o governo vai responder a isto”:

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24 comentários leave one →
  1. neotonton's avatar
    neotonton permalink
    29 Março, 2014 14:58

    Sera que ha motivos certos para andar com determinado tipo de paranoias, Joao?

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  2. LTR's avatar
    LTR permalink
    29 Março, 2014 15:02

    É engraçado ver a mesma geração que quer debitar para cima dos que agora nascem as dívidas loucas que contraíram, preocupada com o futuro da demografia. Só pode ser uma preocupação meramente histórica, ou político-eleitoral.

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  3. Piscoiso's avatar
    29 Março, 2014 15:02

    É simples:
    Havendo menos pensionistas, o corte por pensionista tem de ser maior.

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  4. Piscoiso's avatar
    29 Março, 2014 15:04

    Se o número de pensionistas reduzir, o corte por pensionista tem de aumentar.

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    • Tácio Viriato's avatar
      Tácio Viriato permalink
      29 Março, 2014 15:36

      Piscoiso, “É simples”, escreveu você. E depois complicou.
      “Havendo menos pensionistas, o corte por pensionista tem de ser maior”
      E não satisfeito, repetiu
      .”Se o número de pensionistas reduzir, o corte por pensionista tem de aumentar”
      Como estou aqui para colaborar, acrescento:
      “Se os cortes forem cortados, os pensionistas não se cortam”
      Ou mais:
      “Pensionistas ficam reduzidos se forem cortados”
      E assim por diante. É simples

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      • piscoiso's avatar
        piscoiso permalink
        29 Março, 2014 16:19

        Até concordo consigo quanto ao tamanho do corte.
        Se for do tamanho do pensionista, corta-se o pensionista tout court.

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    • Tácio Viriato's avatar
      Tácio Viriato permalink
      29 Março, 2014 22:53

      Piscoiso, já reparou – provavelmente por engano – na incongruência dos posts iniciais? Dá-me a sensação que reparou no engano do primeiro e fez o segundo com outras palavras, mas com o mesmo significado: quanto menos pensionistas mais cortes por pensionista

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  5. manuel's avatar
    manuel permalink
    29 Março, 2014 15:14

    Sem crescimento económico não haverá reformas,salários e no limite, país viável ,como tal, estas discussões são laterais. Existem países sem estado social ,eventualmente , esta governação e com mais umas do P.S. ,conseguirão tal desiderato.

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  6. @!@'s avatar
    @!@ permalink
    29 Março, 2014 17:24

    O João Miranda anda a ver demasiados filmes sobre teorias da conspiração. Aquele que nunca se engana e sabe bem o caminho a seguir “já tinha avisado” da necessidade de fazer bébés.
    Também há a outra alternativa que é a da fome, a qual, parece, desperta a necessidade de preservação, isto segundo um antigo antropologo português que diagnosticou o problema da superpopulação chinesa como sendo a subnutrição.
    E isto não é um problema “deste governo”, é um problema de Sócrates, de Kant, até de Shakespeare

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  7. fado alexandrino's avatar
    29 Março, 2014 17:58

    2060? Não percebo como é que chegam a estes números. Quem é que pode garantir que Portugal ainda existe?

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    • Bolota's avatar
      29 Março, 2014 19:04

      Existe e com a quadrilha ao leme – estes já não saiem de lá e se juntares o Seguro…

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  8. Eleutério Viegas's avatar
    Eleutério Viegas permalink
    29 Março, 2014 18:06

    Uma projecção matemática e temos a cambada ignorante da “cu-municação” a debitar sobre o tema como se fossem doutorados…

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  9. joao's avatar
    joao permalink
    29 Março, 2014 18:07

    40 anos de socialismo + aborto livre pago pelo contribuinte + eliminação da cultura familiar = decadência a médio prazo.

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    • Bolota's avatar
      29 Março, 2014 19:08

      João,

      As contas estão mal feitas…48 anos de Botae Marecelo + 40 anos de socialismo da treta = 88 anos mas a culpa disto tudo é do Companheiro Vasco…mentira???

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  10. Portela Menos 1's avatar
    Portela Menos 1 permalink
    30 Março, 2014 00:09

    Experimentalismo socio-economês.

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  11. adelinoferreira45's avatar
    30 Março, 2014 00:13

    A maior (e mais silenciada) causa do crescimento das desigualdades

    A relação de poder entre as forças do capital, por um lado, e as forças do trabalho, por outro, é determinante na distribuição dos rendimentos de um país. A evidência de que isto é assim é esmagadora, contudo, o leitor raramente lê-lo-á nos maiores meios de informação.

    ARTIGO | 28 MARÇO, 2014 – 23:03 | POR VICENÇ NAVARRO

    As desigualdades na maioria de países dos dois lados do Atlântico norte, na América do Norte e na União Europeia, têm crescido enormemente, atingindo níveis nunca vistos desde princípios do século passado, quando teve lugar a Grande Depressão. Este crescimento tem sido particularmente acentuado nos países conhecidos como PIGS (Portugal, Irlanda, Grécia e Espanha), que se convertem em GIPSI quando se acrescenta Itália.

    O que justifica este crescimento tão notável?

    Existe já toda uma extensa bibliografia que tenta explicar este facto. Uma síntese das diferentes razões apresentadas aparece no discurso que o Prémio Nobel de Economia, James Alexander Mirrlees, deu aquando da sua entrada na Real Academia de Ciências Económicas e Financeiras, que foi publicado no La Vanguardia em 23 de março de 2014. É um resumo do que constitui a sabedoria convencional no conhecimento económico atual. O problema que implica e reproduz este conhecimento hegemónico é que ignora o contexto político, que condiciona e determina o conhecimento económico.

    Por exemplo, uma das explicações apresentadas com maior frequência para explicar a diminuição dos salários (uma das maiores causas do crescimento das desigualdades) é a globalização económica, com a mobilidade de capitais que se deslocam para países de baixos salários para embaratecer os seus produtos. Mas esta explicação ignora que os países escandinavos como a Suécia ou a Noruega, por exemplo, estão entre os países mais globalizados do mundo. Isto é, somando as suas exportações e importações atingem-se das mais altas percentagens do PIB de todo o mundo. Devido ao seu pequeno tamanho, a economia destes países está enormemente integrada e globalizada. E, em contrapartida, os seus salários estão entre os mais elevados do mundo. E isso deve-se ao facto de o mundo do trabalho e os seus instrumentos políticos e sindicais serem muito fortes e exercerem uma forte influência sobre os seus Estados.

    Estes dados mostram que não é a globalização económica em si, senão a maneira como se realiza tal globalização, que determina o nível salarial. Por outras palavras, são as variáveis políticas (o que se chama o contexto político) que determinam o fenómeno económico (e não o inverso). Esta realidade é constantemente esquecida, inclusive por autores progressistas, como Christian Felber, que, no seu conhecido livro “A economia do bem comum” mal toca o contexto político, reduzindo o seu livro a um tratado de engenharia económica sem considerar as variáveis políticas que fariam possível a sua realização.

    Por que os indicadores de desigualdade que se utilizam não nos servem para entender a desigualdade

    Esta ignorância ou desconhecimento do contexto político tem levado à criação de umas ciências económicas que nos limitam no entendimento das desigualdades. Comecemos pelo estudo dos indicadores de desigualdade. O mais comum para medir as desigualdades de rendimento é o coeficiente de Gini, que tenta medir o nível de desigualdades mediante um valor que vai de 0 a 1. 0 quer dizer igualdade completa e 1 desigualdade total. Em general, o Gini é mais baixo nos países escandinavos que nos países PIGS ou GIPSI.

    Ora, sem negar que este indicador possa nos ser útil, a realidade é que a informação que nos proporciona é muito limitada, pois não nos indica por que este nível está onde está nem por que varia. Para poder entender e, portanto, medir melhor as desigualdades, há que começar por entender de onde procedem os rendimentos. E as duas fontes mais importantes são a propriedade do capital, por um lado, e o mundo do trabalho, por outro. Isto é, a desigualdade na distribuição dos rendimentos depende primordialmente da distribuição da propriedade do capital e da distribuição dos rendimentos do trabalho. A relação de poder entre as forças do capital, por um lado, e as forças do trabalho, por outro, é determinante na distribuição dos rendimentos de um país. A evidência de que isto é assim é esmagadora, contudo, o leitor raramente lê-lo-á nos maiores meios de informação.

    Na realidade, este facto é uma das razões que explica a falta de atenção (quando não aberta hostilidade) que o tema das desigualdades tem dentro do que se chamam “ciências económicas”. Como disse há uns anos o Prémio Nobel de Economia Robert Lucas (membro do conselho científico de um dos centros mais importante e prestigiados de investigação económica em Espanha, a Barcelona Graduate School of Economics) “uma das tendências perniciosas e perigosas no conhecimento económico… na realidade, venenosa para tal conhecimento, é o estudo de temas de distribuição” (Robert Lucas, “The Industrial Revolution: Past and Future”. Annual Report 2003 Federal Reserve Bank of Minneapolis, May 2004).

    Aos economistas próximos ao capital incomoda-lhes que se pesquisem as causas das desigualdades pois a evidência científica mostra que a principal causa do seu crescimento tem sido, precisamente, o enorme crescimento dos rendimentos do capital à custa dos rendimentos do trabalho, feito que é consequência do grande domínio das instituições políticas e mediáticas por parte do capital, domínio que tem diluído e violado o carácter democrático das instituições representativas dos países onde o crescimento das desigualdades tem tido lugar (ver o excelente livro Capital in the Twenty-First Century, de Thomas Piketty, 2014).

    Além disso, o protagonismo do capital financeiro (e muito em particular da banca) dentro do capital, juntamente com a diminuição dos rendimentos do trabalho, gerador da redução da procura, explica o comportamento especulativo desse capital, origem da enorme crise, tanto financeira como económica (e, portanto, política), que estamos a viver. O leitor pode assim entender por que o Sr. Lucas e um grande número de economistas próximos ao capital não querem nem sequer ouvir falar de temas de desigualdades, porque, por pouco que se olhe, vê-se claramente a origem de tanto sofrimento que as classes populares estão a padecer, que não é outro senão o enorme domínio que o capital tem sobre as instituições do Estado.

    A concentração do capital

    Permitam-me que me estenda nestes pontos. É bem sabido que a propriedade do capital está bem mais concentrada que a distribuição dos rendimentos. Assim, os 10% da população, na sua maioria de países da OCDE (o clube de países mais ricos do mundo), têm mais de 50% da propriedade do capital. Em Espanha, um dos países com maior concentração, tem ao redor de 65% (tabela 7.2 no livro de Piketty). Por outro lado, a metade da população no seu conjunto não tem nenhuma propriedade: em realidade, está endividada. Desta concentração deriva-se que quanto maior é a percentagem dos rendimentos que derivam do capital, maior é a desigualdade na distribuição dos rendimentos. Costuma-se dizer que quanto maior poder tem a classe capitalista (termo que já não se utiliza por ser considerar “antiquado”), maiores são as desigualdades num país.

    Naturalmente que estas desigualdades entre o mundo do capital e o do trabalho não são as únicas que explicam as desigualdades de rendimentos num país. Mas são as mais importantes. Seguem-lhes as desigualdades dentro do mundo do trabalho, que se refletem predominantemente na extensão do leque salarial. Mas inclusive estas dependem das forças provenientes do capital. Quanto maior é o poder da classe capitalista, maior é a dispersão salarial, feito que a economia convencional atribui à sua ênfase em estimular a eficiência económica, ainda que a evidência científica mostre que não há nenhuma relação entre dispersão salarial e eficiência económica. Na realidade, algumas das empresas mais eficientes (como as cooperativas do grupo Mondragón) são as que têm menor dispersão salarial. O objetivo desta dispersão não é económico senão político: o de dividir e, portanto, debilitar o mundo do trabalho.

    Esta observação, na realidade, explica as limitações daqueles autores que cingem a definição do problema ao 1% da sociedade, slogan gerado pelo movimento Occupy Wall Street e que tem sido importado para Espanha. O sistema económico é sustentado precisamente pelos 9% que se encontram no escalão de rendimentos seguinte, que obtém os seus rendimentos do trabalho, mas cujo poder e permanência dependem da sua vassalagem ao 1%. Os grandes gurus mediáticos, por exemplo, recebem salários elevadíssimos cuja quantia não decorre da sua competência ou eficiência, senão de sua função reprodutora dos valores que favorecem os interesses de 1%.

    Em conclusão, as causas das desigualdades são políticas e têm que ver predominantemente com o grau de influência política que os proprietários do capital têm sobre os Estados. Quanto maior é a sua influência, maior é a desigualdade social. O facto de estas tenham crescido enormemente desde os anos 80 deve-se à mudança política realizada pelo Presidente Reagan e a Sra. Thatcher – a revolução neoliberal –, que foi e é a vitória do capital sobre as forças do trabalho, vitória que continua devido à incorporação dos partidos de centro esquerda governantes no esquema neoliberal promovido pelo capital. A cada uma das políticas neoliberais (cortes da despesa pública e transferências sociais, a desregulação do mercado de trabalho, o debilitamento dos sindicatos, a descentralização e individualização das convenções coletivas, a redução de salários e outras medidas) repercute no benefício do capital e na sua concentração às custas dos rendimentos do trabalho. São políticas claramente de classe que não se definem com este termo por se considerar “antiquado”. É precisamente resultado da enorme influência do capital que tal terminologia se considera antiquada. É previsível que os porta-vozes do capital assim o apresentem, mas é suicida que os porta-vozes das esquerdas, em teoria próximas às classes populares, também considerem estes termos antiquados. Confundem antigo com antiquado. A lei da gravidade é antiga mas não é antiquada. Se tem dúvidas, é fácil comprová-lo: salte de um quarto andar e vê-lo-á. E isto é o que está a ocorrer com grande número das esquerdas dirigentes em Espanha e na Europa. Estão a cair do quarto andar e ainda não se deram conta do porquê. Agradeço ao leitor que lhes envie este artigo.

     

    Artigo publicado por Vicenç Navarro na coluna “Domínio Público” no diário PÚBLICO, 27 de março de 2014

    Tradução de Mariana Carneiro

    Sobre o/a autor/a 

    Vicenç Navarro

    Catedrático de Ciências Políticas e Sociais, Universidade Pompeu Fabra (Barcelona, Espanha).

    Foi Catedrático de Economia Aplicada na Universidade de Barcelona. É também professor de Políticas Públicas na Universidade Johns Hopkins (Baltimore, EUA), onde exerceu docência durante 35 anos. Dirige o Programa em Políticas Públicas e Sociais patrocinado conjuntamente pela Universidade Pompeu Fabra e pela Universidade Johns Hopkins. Dirige também o Observatório Social de Espanha.

    Cumprimentos

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    • JorgeGabinete's avatar
      JorgeGabinete permalink
      30 Março, 2014 02:04

      E o tema do post, giro não?! Eu para disfarçar comento: A redacção do Público está encurralada, lá os velhos a verem-se entretanto sem reforma e os mais novos a ficarem sem leitores (chamam-lhe depressão demográfica eheh) e sem emprego, Uiii

      Agora arrisco um comentário ao seu comentário
      Portanto, e para vós, existem os economistas que estudam o assunto e os outros, que por estarem mais do lado do capital não estudam, e citando:

      “Aos economistas próximos ao capital incomoda-lhes que se pesquisem as causas das desigualdades pois a evidência científica mostra que a principal causa do seu crescimento tem sido, precisamente, o enorme crescimento dos rendimentos do capital à custa dos rendimentos do trabalho”

      e o mesmo diz um pouco antes, embora de modo menos hostil

      “Na realidade, este facto é uma das razões que explica a falta de atenção (quando não aberta hostilidade) que o tema das desigualdades tem dentro do que se chamam “ciências económicas”

      Postula ele que os indicadores de desigualdade não explicam convenientemente a desigualdade !? (ou não lhe indicam o suficiente) e porquê, porque a verdadeira forma de estudar o assunto éeeeeeeeeee:

      “Para poder entender e, portanto, medir melhor as desigualdades, há que começar por entender de onde procedem os rendimentos. E as duas fontes mais importantes são a propriedade do capital, por um lado, e o mundo do trabalho, por outro. Isto é, a desigualdade na distribuição dos rendimentos depende primordialmente da distribuição da propriedade do capital e da distribuição dos rendimentos do trabalho. A relação de poder entre as forças do capital, por um lado, e as forças do trabalho, por outro, é determinante na distribuição dos rendimentos de um país. A evidência de que isto é assim é esmagadora, contudo, o leitor raramente lê-lo-á nos maiores meios de informação.”

      Não quero ser impertinente Sr. Professor Dr. mas acho que já ouvi isso em algum lado?
      Acontece que a a “propriedade do capital” não é a fonte de rendimento, o devido destino que lhe é dado pode esse sim sê-lo. Não querendo aborrecer, parece-me que sem capital não existirá a fonte de rendimento trabalho, estamos já a divergir um pouco de uma análise objectiva, não?

      Mais afirma como contrariando a teoria de diminuição dos salários pelo efeito da globalização, os exemplos da Suécia e Noruega, pequenos países diz. Bom, para contrariar uma regra convém grandes excepções e não dois pequenos países em que um deles é uma potência petrolífera e o outro aloja multinacionais tecnológicas.

      Última pérola que refiro é o indicar como exemplo de empresas mais eficientes as que têm menor leque salarial como seja…..as Cooperativas Mondrágon. Ena Páaa

      Confesso que é areia de mais para mim, mas, na minha infinita ignorância, daria nota de razoável à inventividade evangelizadora e nota de mau à inovação dogmática. Uma mulher feia muito pintada continua uma mulher feia, o comunismo teórico travestido continua a ser comunismo com a natural crise de identidade que se vê.

      Entre um graaande citador mais um professor doutor e, por outro lado, o meu romantismo, desculpem-me estar em bicos de pés.

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      • Portela Menos 1's avatar
        Portela Menos 1 permalink
        30 Março, 2014 02:49

        Este texto acompanhado por um gráficos, mostrando a repartição de rendimentos entre capital e trabalho (versão marxista/keynesiana) ou entre empreendedores e colaboradores (versão bater o punho) nos últimos 4-5 anos, daria mais luta.

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      • neotonton's avatar
        neotonton permalink
        30 Março, 2014 07:36

        Os comentarios do Jorge continuam sendo pertinentissimos. De categoria muito bom e especiais os perolados depois das 00. ou seja da hora bruxa…

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      • Tiradentes's avatar
        Tiradentes permalink
        30 Março, 2014 09:53

        Falando curto e grosso.
        O adelino podia ter-se poupado a tanto palavreado cosmético e apenas publicado uns trechos do Das Kapital……se bem me lembro publicado há dois séculos atrás.

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      • neotonton's avatar
        neotonton permalink
        30 Março, 2014 10:39

        Mas aclare-nos as nossas duvidas ao respeito, caro Jorge. O Sr. ficou totalmente convencido (depois do ilustrativo video do VC) que uma cooperativa e uma comprativa e mesma coisa.
        Assim sendo enquanto a este assunto tememo-nos que, portanto, nada
        haja que fazer..

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      • JorgeGabinete's avatar
        JorgeGabinete permalink
        30 Março, 2014 11:50

        Meu caro se queria dizer dúvidas a meu respeito, este blogue e os comentários não é sobre mim. Quanto ao outro post da cooperativa ou comprativa, nada tenho a dizer que não tenha dito, e este blog não é seu, não é meu e não é de todos, e ainda bem. Certo que prefiro espalhar-me pensando e comentando pela minha cabeça do que manifestar-me à luz de cartilhas, ao menos assim ainda corro o risco de evoluir 😉

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    • Tácio Viriato's avatar
      Tácio Viriato permalink
      30 Março, 2014 09:14

      Caro Adelinoferreira45, lastimo ficar na ignorância do que pensa. Refiro-me si. Pelo que nos oferece: nada. Pela impossibilidade de discordar do nada, gostaria de lhe pôr alguns pontos de meditação.
      A desigualdade que se refere, só é possível havendo desenvolvimento e, a consciência da mesma – permitindo a discussão e atenuação – em sociedades livres.
      Razão para haver mais igualdade no Burkina Faso que no Luxemburgo. E nos países socialistas não haver “consciência” da desigualdade.
      Considerando os surtos migratórios um instinto humano moldado por milhares de anos, a direcção desses fluxos indica que os povos têm uma percepção da realidade, diferente da do autor da “cassete”.
      E o neo-liberalismo – dando nome à coisa – não é captura, mas a associação das partes. Aos detentores do grande capital e poder político, surge o grande adversário: a economia liberal. Que implica livre concorrência e… liberdade. Porque a experiência do Leste demonstrou a inviabilidade económica do Marxismo. Algo sempre sabido mas experimentado até aos limites da rotura social.
      Aquilo que os nórdicos garantem: uma economia liberal. Claro que a Noruega não serve de exemplo, pois tal como a Guiné Equatorial, o regime tem dinheiro para ser o que entender. Devemos limitar os exemplos aos países que não têm “dinheiro a sobrar”
      E que o autor – você também – não se preocupe, pois a compreensão e amizade dos grandes capitalistas para com os regimes autoritários, é notória. E muito mais com as ideologias que conduzem ao autoritarismo. Com os russos a deixarem o marxismo para o terceiro mundo, e criando uma nova filosofia que mantém a dignidade do Estado mais importante que a do indivíduo; com a influência islâmica como vemos na Turquia, dentro de pouco tempo seremos todos iguais.
      Ou pelo menos seremos convencidos disso.

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      • lucklucky's avatar
        lucklucky permalink
        1 Abril, 2014 07:08

        Os Adelino Ferreira só fala contra a desigualdade porque a desigualdade é uma consequência da Liberdade, e a Liberdade não permite a anulação do individuo como o Comunismo e Soci@lismo quer.

        No fundo os Comunistas e o Soci@lismo são os maiores xenófobos pois
        estão contra a desigualdade.

        Uma coisa que não estão é contra a pobreza.

        Por isso nunca falam da pobreza Cubana, Norte Coreana ou de qualquer outro país seguidor do Soci@lismo.

        Quando os Chineses tinham só uma malga de arroz para comerem nunca os Adelinos Ferreiras falaram.

        Foi preciso chegarem e nascerem empresas na China e esta crescer e muitos chineses enriquecerem para se começar a ouvir a Esquerda a falar de problemas sociais na China.
        Quando eram extremamente pobres obrigados a trabalhar nos colectivos – escravos do Estado Comunista na prática- não se ouvia um ui do PCP, BE , “universitários” e “jornalistas”…

        A estrutura de poder do Soci@lismo não permite a liberdade da pessoa pois a liberdade da pessoa leva naturalmente à desigualdade.

        E é esse o horror da esquerda porque a Liberdade permite muitos poderes.
        E existirem muitos poderes é aquilo que a Esquerda odeia. Pois a Esquerda quer o controlo total.

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