Este deve ser o novo método jornalístico do ‘Observador’. O facto de um 2º. resgate não ter [ainda] acontecido o que é tem a ver com a notícia que Bruxelas estaria a trabalhar esse cenário? É um desmentido à posteriori?
O 2º. resgate, ao contrário do que sugere a pergunta de ACS no facebook, prontamente ‘adoptada’ por jmf1957, terá sido esgrimido por quase todos os políticos paroquiais, com intenções e propósito diversos é óbvio. Mas ninguém está ‘limpo’…
JDGF, não há dúvidas que vários cenários teriam sido “trabalhados” por Bruxelas. Não podemos é ser ingénuos e acreditar que um titulo daqueles, com aquela dimensão na primeira página em vésperas de eleições é inocente.
É certo que este argumento foi utilizado por vários quadrantes políticos na véspera das autárquicas, com objectivos eleitorais (diversos). Todavia, esse facto só confirma que continuam a não existir vítimas inocentes.
Tanto o Governo (Passos Coelho) como a Oposição usaram e abusaram desse estratagema. Uns para ‘amedrontar’ e provocar a aceitação do programa, outros para ‘demonstrar’ a falência.
Até Cavaco Silva, na ‘crise estival’ do ano passado, o utilizou para ‘agora’ aparecer a interrogar os ‘outros’… http://jornaldeeconomia.sapo.ao/mundo/risco-de-novo-resgate-e-consideravel-diz-cavaco-silva
O Expresso também anunciou que o FMI já não vinha quinze dias antes dele chegar, e bem acompanhado, como sabemos. O Público também já nos habituou ao mesmo “rigor informativo” do jornalismo de causas. É a escola Baptista da Silva/Nicolau Santos, que a tia Bárbara também adoptou, e com entusiasmo, como se pode ver por esta 1ª página digna de um obituário.
Mas porque é que estão todos tão zangados por Portugal ter conseguido sair desta fase do PAEF como a Irlanda? Tenham calma porque isto ainda não acabou. Antes de voltarmos à festa, temos de pagar aos credores.
Os produtos da conceituada Fábrica de Papel Renova,Torres Novas, ultrapassam em conforto, higiene ( também mental) e verdade implìcita ( e dignidade, já agora) todo e qualquer papel de embrulho que aqui se venda sob o rótulo ” jornalismo”
Desde que o Roubini “previu” o desastre de 2007, não há economista que não sonhe com a glória de ter previsto um desastre qualquer. O Zandinga não faria melhor, e há quem se preste a tudo para aparecer na 1ª página dos jornais. Nem que seja do i!
Desgraçadamente para o Roubini, e ainda bem para nós portugueses, as previsões que ele fez para Portugal falharam todas!
O mérito que percebo neste post é o de ser mais um detalhe para evidenciar a existência de uma agenda fora da política (e no jornal P´) com fins políticos, que poderíamos chamar de captura pelo poder se a intenção fosse oposta (mas neste caso a CNE não se preocupa nem averigua, e ainda bem que nos poupa a mais um ridículo). O timing, a inexistência de facto noticiado e a linha argumentativa desta frente editorial está plasmada em vários outros órgãos de comunicação sob a forma de coluna de opinião. Julgo perceber que jmf acusa o P´ de não ter independência editorial e mais que isso a sua colagem a uma agenda anti-poder.
O pior do meu comentário é que, a estar perto da verdade, significa verborreia incontinente da maioria dos comentários (não digo todos por auto-preservação) que passam ao lado do assunto pelo luxo do bitaite.
Este deve ser o novo método jornalístico do ‘Observador’. O facto de um 2º. resgate não ter [ainda] acontecido o que é tem a ver com a notícia que Bruxelas estaria a trabalhar esse cenário? É um desmentido à posteriori?
O 2º. resgate, ao contrário do que sugere a pergunta de ACS no facebook, prontamente ‘adoptada’ por jmf1957, terá sido esgrimido por quase todos os políticos paroquiais, com intenções e propósito diversos é óbvio. Mas ninguém está ‘limpo’…
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JDGF, não há dúvidas que vários cenários teriam sido “trabalhados” por Bruxelas. Não podemos é ser ingénuos e acreditar que um titulo daqueles, com aquela dimensão na primeira página em vésperas de eleições é inocente.
Bem visto jmf1957.
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É certo que este argumento foi utilizado por vários quadrantes políticos na véspera das autárquicas, com objectivos eleitorais (diversos). Todavia, esse facto só confirma que continuam a não existir vítimas inocentes.
Tanto o Governo (Passos Coelho) como a Oposição usaram e abusaram desse estratagema. Uns para ‘amedrontar’ e provocar a aceitação do programa, outros para ‘demonstrar’ a falência.
Até Cavaco Silva, na ‘crise estival’ do ano passado, o utilizou para ‘agora’ aparecer a interrogar os ‘outros’… http://jornaldeeconomia.sapo.ao/mundo/risco-de-novo-resgate-e-consideravel-diz-cavaco-silva
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Quantos exemplares vende a Maria?
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Mas não foi precisamente o PM que acenou com o 2º resgate na campanha das autárquicas?!…
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O Expresso também anunciou que o FMI já não vinha quinze dias antes dele chegar, e bem acompanhado, como sabemos. O Público também já nos habituou ao mesmo “rigor informativo” do jornalismo de causas. É a escola Baptista da Silva/Nicolau Santos, que a tia Bárbara também adoptou, e com entusiasmo, como se pode ver por esta 1ª página digna de um obituário.
Mas porque é que estão todos tão zangados por Portugal ter conseguido sair desta fase do PAEF como a Irlanda? Tenham calma porque isto ainda não acabou. Antes de voltarmos à festa, temos de pagar aos credores.
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Os produtos da conceituada Fábrica de Papel Renova,Torres Novas, ultrapassam em conforto, higiene ( também mental) e verdade implìcita ( e dignidade, já agora) todo e qualquer papel de embrulho que aqui se venda sob o rótulo ” jornalismo”
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Em 28 de Abril também dei nota desta capa, mas acrescentei-lhe mais uns episódios humorísticos.
Aqui
http://fado-alexandrino.blogspot.pt/2014/04/grandes-titulos.html
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Desde que o Roubini “previu” o desastre de 2007, não há economista que não sonhe com a glória de ter previsto um desastre qualquer. O Zandinga não faria melhor, e há quem se preste a tudo para aparecer na 1ª página dos jornais. Nem que seja do i!
Desgraçadamente para o Roubini, e ainda bem para nós portugueses, as previsões que ele fez para Portugal falharam todas!
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Faz-me lembrar aquela das escutas.
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O mérito que percebo neste post é o de ser mais um detalhe para evidenciar a existência de uma agenda fora da política (e no jornal P´) com fins políticos, que poderíamos chamar de captura pelo poder se a intenção fosse oposta (mas neste caso a CNE não se preocupa nem averigua, e ainda bem que nos poupa a mais um ridículo). O timing, a inexistência de facto noticiado e a linha argumentativa desta frente editorial está plasmada em vários outros órgãos de comunicação sob a forma de coluna de opinião. Julgo perceber que jmf acusa o P´ de não ter independência editorial e mais que isso a sua colagem a uma agenda anti-poder.
O pior do meu comentário é que, a estar perto da verdade, significa verborreia incontinente da maioria dos comentários (não digo todos por auto-preservação) que passam ao lado do assunto pelo luxo do bitaite.
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