Tudo na maior na frente ocidental
9 Maio, 2014
Barclays, BBVA e Deutsche Bank pretendem sair de Portugal mas ninguém quer saber. O que importa à malta é a carta ao FMI, a perpetuação da dívida (quem vier depois que feche a porta) e o ódio visceral ao presidente da república, que graças à experiência Sampaio, tornou-se na figura de estado que mais facilmente permite caminho seguro para o tacho.
Mas pronto, haverá muito jarreta e pré-jarreta por mimetização que verá na saída de 3 bancos do país uma boa notícia.
18 comentários
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Custa-me a perceber como é que são definitivas notícias que contêm as palavras quer abandonar banca, admitem sair do país.pretensões de sair, admitem vender .
Eles desejam, e os jornalistas transformam os desejos em realidades.
É isto?
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Os outros dois não sei mas as declarações do Barclays parecem ser para levar a sério.
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Normal, compreende que os negócios não são rentaveis, certo ? de qualquer forma, menos vendedores de divida por aí e mais recursos para os nacionais
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?????????
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Novas Oportunidades para uma outra “Dona Branca”?
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Esta é uma nova faceta do empobrecimento e um ‘sinal’ de que o crescimento económico está comprometido (não é sustentável’). A notícia refere-se à faixa Sul da Europa (a que foi ‘resgatada’ ou ameaçada disso), onde os bancos já tiveram tempo e apoio estatal para limpar os ‘activos tóxicos’.
Ninguém perde tempo a negociar com ‘pobres’. É esta a cartilha.
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exacto, a vaca deu uns tempos largos, está mais ou menos claro que não dá mais, pode ser que não seja descontinuado tout court e ainda se arranjem umas “compras”
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Grosso modo, ficam CGD, BCP e BES, bancos do regime.
O PCP deve estar a hesitar entre protestar “os monopólios” ou apoiar a “nacionalização da banca”.
Acho que já vi este filme.
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São bancos estrangeiros que vieram aos saldos. Não contaram com a esperteza dos nossos banqueiros ou, sobretudo, com a capacidade que os nossos banqueiros têm de comprar políticos que lhes protejam os negócios com o dinheiro do Estado.
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estão cá há 20 anos e apesar de tudo são operações que nunca entraram por aquisições e como tal nunca geraram massa critica que torne a saida mais complicada , normal , a partir do momento em que a vaca deixou de dar leite , sem leite não se faz chocolates.
Depois em cada um deles há nuances, mas bottom line é esse
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É simplesmente o mercado a funcionar.
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Muito bem.
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Sabe que há liberais* que têm um entendimento curioso do mercado: sentido único e sempre no da maior conveniência pessoal.
* tipo-género-estilo prioridade da liberalidade económica sobre qualquer outra liberalidade, de modo que seja essa a formatar e condicionar de raíz as liberdades outras; ou seja, um materialismo «gaming 1.0» que abdica das complicações advindas da dialétcica.
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Essa gente tem problemas porque tendem a ser pessoas com detectores de bazófia.
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O Cunha não tem apreciado a bazófia do governo?!…
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A banca continua a corroer a economia. Ser em Inglaterra já não surpreende. O Barclays tem muito lixo para limpar. Em Inglaterra já se fala num ”bad bank” para alojar o lixo tóxico. Isso é um filme que já vimos na vizinha Espanha com o ”banco malo”. São 19.000 empregos que vão ao ar sendo que em Portugal estão em causa menos de 1.600 empregos. Este link explica um pouco a situação: http://www.theguardian.com/business/2014/may/08/barclays-to-cut-19000-jobs-scale-back-investment-bank-antony-jenkins?CMP=EMCNEWEML6619I2
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Parece-me que quis dizer que o estado-regulador é extremamente incompetente. Era isso, não era?
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Que chatice. Lá se vai o “estilo”: “importa-se que lhe passe um cheque do Barclays?”
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