O que se decide a 25 de Maio
11 Maio, 2014
Se José Sócrates continua a apresentar livros e a participar em festivais literários ou se passa já para a campanha política com vista às próximas presidenciais.
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Se José Sócrates continua a apresentar livros e a participar em festivais literários ou se passa já para a campanha política com vista às próximas presidenciais.
O festival literário de Matosinhos é muito pertinente. Trata de ‘viagens’.
Sócrates já anda por cá mas existe ‘outro’ que vai chegar de Bruxelas. No dia 25 vai estar cá para falar sobre ‘sistema bancário’.
Ou muito me engano ou o próximo evento deverá ser sobre ‘travel cheks’…
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Aviso: Este independente chamado Guilherme Pinto que está na Câmara de Matosinhos vai na rota para o abismo. É um presidente muito à frente. Álvaro Cunhal já faz parte da toponímia do Concelho de Matosinhos. Agora convida Sócrates para um festival literário. Na publicidade reina o ”mar à mesa” no estádio e camisolas do Leixões que as finanças estão a apertar… Convenhamos, viver em Matosinhos é um must…
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Sócrates não está proibido de participar em festivais literários nem de se candidatar à presidência.
Caso não agrade a alguém basta não ir a festivais literários e não votar nele para presidente.
É uma característica da democracia: podemos detestar o alguém, não somos obrigados a votar em ninguém, mas não podemos proibir ninguém de existir só porque não gostamos dele.
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É isso mesmo !
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Não se enerve. Leia o post e concluirá que está lá uma afirmação que não passa por detestar ou proibir o que quer que seja: o resultado das eleições europeias condicionará a escolha dos candidatos do PS a PR e a PM
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CITAÇÃO: “O anterior primeiro-ministro, José Sócrates, disse sexta-feira à noite usufruir de uma “estranha e doce liberdade” de responder apenas perante si próprio, da qual não pretende desfazer-se tão cedo, depois de três décadas de responsabilidades políticas.
Em declarações aos jornalistas depois de proferir a conferência inaugural do oitavo festival Literatura em Viagem, em Matosinhos, na qual abordou “três tipos de viagens e três tipos de liberdades” que as acompanham, José Sócrates disse que a libertação que hoje sente “é a de quem teve responsabilidades e agora não tem”.
“E é uma liberdade muito especial essa, que é a liberdade de apenas respondermos perante nós próprios. Durante 30 anos estive muito condicionado pelas responsabilidades que tinha. Agora não. Tenho essa estranha e doce liberdade de responder apenas perante mim próprio e não tenciono desfazer-me dela tão cedo. (…) Sinto-me muito feliz assim”, disse o antigo primeiro-ministro.”
Palavras para quê – é um artista português.
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O Sócrates confirma a pré campanha eleitoral. Dado o súbito desprendimento que alardeia ao afirmar “sentir-se bem assim, numa estranha e doce liberdade” ficamos desde já avisados que o artista se prepara para concorrer à Presidência da República. Será caso para perguntar quem lhe irá financiar a campanha. Não que lhe faltem amigos para quem, pagar uma campanha eleitoral são peanuts. Nem que ele precise, a avaliar pela boa vida que leva há já um par de anos…. Enfim, gente rica é outra coisa.
Uma coisa é uma pessoa ter o direito de existir, outra é estar em situação que lhe permita o pleno uso dos seus direitos Constitucionais. O que não é próprio da democracia é a impunidade.
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Mas, nesta espécie de democracia tem sido
muito próprio usar da dita (impunidade)!
Para quando as “contas” do BPN, quantas
campanhas financiou? Cadê a identificação
do benemérito Jacinto Leite Capelo Rego que,
fez dezenas de depósitos na conta do PP?
Para quando o arquivamento do “caso”
Tecnoforma? Quando emergem os submarinos???
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Com uma lei de financiamento dos partidos irrealista, todos eles recorrem às ajudas que conseguem arranjar, toda a gente sabe. O CDS/PP sendo dos mais poupados não foge à regra.
O caso BPN é um caso de polícia e que me conste não há ninguém envolvido a candidatar–se a PR.
O PS queria quatro submarinos em vez dos dois que compramos.
Nunca se assistiu a um assalto aos interesses do Estado e através do Estado a empresas privadas, como no tempo do artista da bancarrota.
Não há tentativa de branqueamento capaz de ocultar este comportamento escandaloso.
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CNE: Comunicação do Governo a 17 de maio não parece “muito leal” (Económico)
O porta-voz da Comissão Nacional de Eleições (CNE) disse hoje que o anúncio da estratégia do Governo para o futuro, marcado para dia 17 deste mês – em plena campanha para as Europeias – suscita dúvidas relativamente à imparcialidade durante uma campanha eleitoral.
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