Fantochada
12 Maio, 2014
Começou a campanha para as eleições e já é insuportável. Enquanto estiverem centrados em austeridade em vez de estarem na responsabilidade pela sua inevitabilidade, não há campanha eleitoral para mim. Emigração, regulação excessiva (fim de cigarros de mentol? A sério?), proteccionismo (porque haveria de ser “importação” trazer um carro da Alemanha?), e toda a alegoria soviética que é o inchaço pacóvio da auto-importância dos MEP, estes são os assuntos europeus. Tudo o resto é faísca para entreter burocratas e aficionados de uma tourada bem mais desprovida de sentido.
Não admira que haja quem proponha obrigatoriedade de voto: quem quer votar nisto sem ser obrigado?
9 comentários
leave one →

Tozé promete iva das casa de pasto a 13%.
Abriu o leilão eleitoral.
Quem dá mais, quem dá mais?
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Para as europeias? Nas nacionais vai prometer fim do limite de 200 (ou são 400?) cigarros na fronteira.
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Não fumo, mas nem quero acreditar que há um limite para se trazer cigarros no próprio carro, para próprio uso.
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São 800, afinal: http://europa.eu/youreurope/citizens/travel/carry/alcohol-tobacco-cash/index_pt.htm
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Ora nestas pequenas coisas é que se vê que não há Europa nenhuma.
Há uma data de países que continuam a ter nas partes fundamentais os seus próprios quintais. Enquanto não houver uma normalização de impostos bem podem eleger um parlamento e fingir que aquilo é Europa, não é.
E nuca poderá ser, uma legião de burocratas ficava sem emprego e como são eles que podiam originar a sua própria expandabilidade (inventei agora mesmo esta palavra para fazer inveja à Senhora Presidenta) nunca o farão.
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“Não admira que haja quem proponha obrigatoriedade de voto”.
Lá teria eu de pagar algumas multas. Seria um contributo para a redução do défice. 😉
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Pois eu estive a ouvir na RTP2 candidatos como aquele do MRPP. Contaram-me que fez o comício de abertura da campanha nos Estaleiros de Viana, tendo comparecido um eleitor-aplaudinte. Finalmente já percebi porque se deve abandonar o euro. Afinal as coisas são tão simples de explicar, quase ao nível da trivialidade.
A Carmelinda cada campanha está mais nova, o diacho da moçoila. Aquilo anda ali pastillhas de café verde para a pele.
O-que-lhe-podem-chamar-cabrão, salvo seja, está sublime e imponente a recomendar ao Coelhone que volte à Engil,
O outro Coelho, o amigo do Jardim, continua aos saltitos a largar caganitas oratórias de profundo sentido popular.
O candidato do MAS, então, brilhante na sua …
Enfim, não vou cansar os amigos com o meu entusiasmo.
Eu acho que está a ser uma campanha muito esclarecedora.
Só estou em pulgas para apanhar mais vezes o Tó Zero. Estou com uma fezada que o tipo vai superar-se e conduzir a bandeira do socialismo a patamares nunca antes atingidos.
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De acordo com o post. Há muitos detalhes da UE que não são união nenhuma. Há vários países a queixarem-se da “nacionalização” das campanhas.
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Bem, hoje estamos a 13.
Já só faltam 12, para aturar.
11, se contarmos o dia de reflexão…
Tenho pena que o truculento marinho & pinto, “bojarda grossa” não seja do PAN, o partido dos toiros…
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