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A ter em conta

29 Maio, 2014

Quem ganha com a abstenção? Carlos Guimarães Pinto

8 comentários leave one →
  1. O SÁTIRO's avatar
    O SÁTIRO permalink
    29 Maio, 2014 13:06

    era isto que a atual maioria devia ter feito em 2011:

    http://economico.sapo.pt/noticias/banco-de-portugal-pedido-de-ajuda-externa-em-2011-era-inescapavel_194412.html

    dizer sem palavras técnicas a VERDADE ao POVO.

    não ter medo das palavras duras:

    bancarrota
    falência
    falta de €€€uros para salários e reformas, hospitais, etc………….etc……….
    necessidade imperiosa de tempos duros e difíceis

    como se pode AGORA dizer isso, se o principal culpado

    tem PROGRAMA NA RTP “do governo”?????

    gozou á farta os luxos de Paris e NY

    enquanto o atual governo é enxovalhado pelos aliados (PCP;BE;CGTP,UGT, etc….) do culpado….
    .visto que só deitam as culpas para este governo e “esquecem” o sókas…………

    e agora?

    como recuperar dos 28% para os 44% necessaries para nova maioria absoluta?

    quase impossível, não?

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  2. manuel's avatar
    manuel permalink
    29 Maio, 2014 14:04

    O orçamento do estado ,considerando a enorme poupança nas subvenções aos partidos. O total da verba despendido ia para as chamadas políticas expansionistas ,a cargo dos jotas.Em breve mudarão as regras de subvenção ,pois tem de acautelar as suas mordomias à custa dos contribuintes .Ou o regime muda(de cleptocracia para democracia) ,ou em breve, ninguém vai às urnas.

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  3. Almeida's avatar
    Almeida permalink
    29 Maio, 2014 14:49

    A abstenção beneficia sempre os partidos mais votados, a menos que se considere ser igual ter 50% de 2 ou de 2 mil. Mas é curioso que só agora se dê importância a isso, quando já houve situações escandalosas anteriormente. Qual foi a abstenção nas anteriores europeias? Que percentagem de eleitores mobilizou o Costa na primeira eleição para a CML? Há muito que se vem notando uma clivagem entre eleitores e as opções de que dispõem. A única diferença é que nunca foram tão miseráveis os números dos partidos mais votados. Se isso não tivesse acontecido, não se dava a mais pequena importância ao assunto.

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  4. josegcmonteiro's avatar
    29 Maio, 2014 15:31

    Com Sócrates haveria vergonha para tanta bandalheira piolhosa!
    BE e PCP, agora, podem limpar as mãos à parede – criaram mais pobres e engordaram os ricos. Até um Relvas foi “professor” de uma “universidade”. E um inerte social, Passos Coelho, passou a ter emprego!
    Os culpados da rejeição do PEC IV deviam estar na cadeia!

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  5. Herege's avatar
    Herege permalink
    29 Maio, 2014 15:53

    A elevada abstenção permitiu que o PSD+CDS perdesse por poucos.

    Só falta vê-los apelar à abstenção para as eleições legislativas para ver se não perdem por muitos.

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  6. Bento 2014's avatar
    Bento 2014 permalink
    29 Maio, 2014 18:27

    Eu anulei o voto desenhando no boletim um campo para abstenção escrevendo a palavra e aí colocando a respectiva cruz (X)
    Que alguém me esclareça sobre um tema que tenho entalado na caixa dos pirolitos, e que não vejo nem sequer debatido onde quer que seja. Cá para mim a ausência nas mesas de voto não tem nada a ver com abstenção mas sim com absentismo, seja qual for o motivo da não comparência, e podem ser muitos. Precisa-se uma explicação para a razão pela qual não é criado um campo para abstenção em cada boletim de modo a ser considerado voto validamente expresso. Não sei porque não, mas se calhar até sei. Se não obtiver nenhum esclarecimento continuarei a pensar que confundir propositadamente absentismo com abstenção não passa de uma grosseira fraude descaradamente repetida.
    Se o dicionário não é suficientemente esclarecedor no estabelecimento da diferença altere-se o dicionário.
    Tão simples como isto:
    Absentismo=Ausência
    Abstenção=Acto presencial
    Politicamente basta pensar nos nossos deputados que para se abster tem que estar presentes e se não poem lá os pés tem falta justificada ou não. Note-se que esta posição não pretende defender de modo nenhum o voto obrigatório.
    Campanhas eleitorais, uma inutilidade para comer papalvos. Uma única frase servia para todos se apresentarem: Olhem para o que eu fiz e meçam bem como faço ou o que seria capaz de fazer se me dessem rédeas.
    Sai uma proposta:
    Que o parlamento europeu funcione com delegações dos parlamentos nacionais (de forma continuada ou não) na proporção dos votos recolhidos por cada agremiação politica nas legislativas caseiras. Eleições específicas para o parlamento europeu só se justificariam no caso de ser necessário recorrer a marcianos.

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  7. jorgegabinete's avatar
    29 Maio, 2014 19:33

    Pela constatação a abstenção permite desde logo uma apropriação: leia-se acima quem afirma que a elevada abstenção mitigou a derrota da aliança que suporta o governo. Na mente dessas pessoas vigora a convicção que sabem qual seria o voto maioritário daqueles que se abstiveram caso tivesse votado, e de quais? dos sejam quantos forem claro, que juízos imbecis não se prestam a qualquer validação lógica.
    A abstenção nada afirma, isso seria uma contradição de termos. O que os abstencionistas aceitam é que a sua posição seja exactamente a mesma que a de qualquer outro,. nenhuma ou qualquer uma delas, não se vota por se ser contra a democracia – posso supôr que x% comungam essa posição?! não posso mas também não sei se a contrária se verifica. Resumindo: os abstencionistas apoiaram, todos eles, Sócrates, Aníbal,Guterres, Passos ou noutra dimensão Adolf. Devem por isso ser felicitados?
    Que dizer de quem discorre sobre evidências estatísticas como se manifestasse opinião?

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  8. jorgegabinete's avatar
    30 Maio, 2014 00:05

    O conteúdo que este post linka é uma mera afirmação de circunstância que nada diz sobre o fenómeno, é quanto muito uma alfinetada.
    Mais digno de nota para reflectir é o artigo http://observador.pt/opiniao/abstencao-o-menino-e-agua-banho de alguém que comecei a ouvir recentemente e começo a respeitar, sem neutralidade axiomática confesso.

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