Fratricídio
Enquanto decorre a luta fratricida mais polarizadora, devastadora e dilacerante de que há memória desde Abel e Caim, com consequências incalculáveis quer a nível da evolução do rating, quer da avaliação real nos mercados, poucos se lembram de colocar a questão essencial: será que Bruno de Carvalho telefonou mesmo a Luís Filipe Vieira e a operadora não conseguiu encaminhar correctamente a chamada? Isto tornaria toda esta situação num terrível equívoco, sem ponta de maldade existente por qualquer das partes.
Felizmente para nós, portugueses ponderados e consequentemente preocupados, as notícias parecem centradas num pequeno fé-divér político, que nos desvia da inquietação do fratricídio supra-mencionado, a da impossibilidade de treino por parte de Cristiano Ronaldo, devida a mialgia da região posterior da coxa esquerda.

Sobre CR7 acho estranho o silencio da comunicação social e mais ainda dos blogs sobre a rábula do tronco nú na cena do penalty e a o beijo na boca ao Ronaldinho Cristianinho.
Dei conta no meu blog mas como (já que falamos de futebol) estou nos regionais não chega a quase ninguém.
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Apesar de eu estar apenas marginalmente a falar de futebol, já que fala, a do tronco nu também me pareceu muito estranha. O beijo não vi.
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Obrigado.
Foi capa do CM e DN, pelo menos.
A do tronco nú, conforme explica hoje um jornal espanhol, foi combinada para um filme.
O mesmo jornal acrescenta que ele foi o único a não cumprimentar Sérgio Ramos quando do golo do empate.
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Informo-o que, ao contrário de si, o beijo na boca a um filho (inclui filha) não se me afigura como chocante, e pratico. A mim choca-me a falta de capacidade de demonstrar afecto e mais ainda a exportação do pudor ou dos nossos pruridos, dito de outro modo a tentativa de o impor aos outros como demanda de uma normalização de comportamentos. Neste caso entendo o seu comentário como lamentável, que não pratique é uma coisa e já outra bem diversa é querer censurar os outros.
E sim fui ver o seu blog.
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Muito obrigado.
No meu tempo não era muito natural beijar a Irina, na boca claro, e depois ir colar os lábios à boquinha do CRsetinho.
Mas concordo que os tempo mudam.
Eu não.
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Tenho-o por melhor que o juízo que faz, só isso. Não se lhe impõe que pratique mas entendo que não devemos falar dessa prática como se de um comportamento desviante se tratasse. Como filho não tive manifestações de afecto expressivas dos meus pais e nunca me faltou amor. Como pai (no que sou acompanhado pela minha consorte) prefiro não deixar passar uma oportunidade de manifestar afectos.
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A comemoração do golo foi efusiva porque bateu o recorde de golos numa edição das champions. Beijos aos filhos pequenos, apesar de não ser adepto, não são estranhos nem bizarros.
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Nem acaba o seu, nem quer deixar que o outro acabe o dele
Isto é: mandatos.
Assim é costa, o florentino camarada.
E sempre “a bem da nação”.
A piratagem quer reaver o barco desalagado.
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Peço desculpa, mas – beijo na boca de familares: pouco higiênico, algo sinistro..esteticamente desagradável, no mínimo…caticha… 😦
Lembro o cravellhano “Telmo” do BB1
Quando lhe perguntaram sobre sexo oral no casamento: “Então a minha mulher faz-me isso e depois vai beijar os nossos filhos de manhã?!” 🙂
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Fe divers?Gaita…Ninguem tem de saber Frances mass informal-se,sim
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eu sou a favor de beijar-mos a Irina na boca pode ser?
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Este é um “disco pedido”:
Segura acaba de afirmar (aprox.): “há respostas institucionais mas também há a iniciativa política, chegou a hora da iniciativa política” como este raciocínio cai que nem uma luva ao actual dilema interno do PS estatutos/confronto democrático talvez um bem escrito post sobre esta analogia o faça cair sob a sua própria retórica
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