Candidato presidencial da direita
2 Junho, 2014
Marcelo Rebelo de Sousa: “Lá se vai a reserva para fazer flores eleitorais em 2015”
É isto que o candidato presidencial da direita tem a dizer sobre mais uma decisão do Tribunal Constitucional que coloca em causa a consolidação orçamental e empurra para o sector privado o ónus de a pagar.
27 comentários
leave one →

o TC nao colocou em causa nada,alias quando este governo foi eleito(tambem com esta constitutiçao) ninguem colocou em causa a maioria legitima deste governo,maioria que mantem na assembleia(e so na assembleia da republica) por enquanto…
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o psd precisa urgentemente de mudar de direçao,tal como o pais precisa de mudar de governo.marcelo é essencial em ambas…
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Precisamos de passar por uma experiência Hollande para quem manda essas bocas meter a viola no saco.
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prefiro a “experiencia hollande” à experiencia bush,ou sarzozy ,ou berlusconi ,ou o pm da reino unido…mas mesmo de muito longe.E nao sao as intrigas sobre os “namoros” do hollande que me faz mudar de opiniao
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Mais um fp ressabiado…
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Uma boa vichyssoise serve-se fria.
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Como dizia o outro (suponho que Winston Churchill): “Devo ter cuidado com os meus amigos porque com os inimigos posso eu!” Vê se te calas Marcelo!
Devias ter vergonha! Se a tua Mãe (UMA SENHORA a D. Maria das Neves) fosse viva já te tinha enfiado dois pares de estalos bem dados e bem merecidos por andares constantemente na intriga e na má língua. Os teus Pais que conheci bem e com quem convivi por diversas vezes e em muitas ocasiões não te educaram assim. Poupa-nos ao triste espectáculo dos Domingos e vai para casa tratar das “galinhas”! Já chega!
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Escutar Marcelo no púlpito de domingo na TVI com todo aquele histrionismo, e imaginar que semelhante pessoa possa vir a ser Presidente da República Portuguesa, provoca uma sensação de pavor.
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Acalme-se, Miranda. A UE do expatriado Barroso já pensou em tudo:
«Bruxelas aceita novo aumento de impostos para compensar «chumbo» do TC (Expresso)
A Comissão Europeia admite que o Governo português possa recorrer a “medidas menos amigas do crescimento, particularmente do lado da receita” para compensar o mais recente chumbo do Tribunal Constitucional (TC).»
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Insistem,insistem,insistem até que passe a ser verdade o que de facto não é.E há sempre uns quantos,vamos lá saber porquê,sempre prontos a bater palmas até o chefe parar.
Na vida,fazem-se opções de harmonia com o estatuído em lei.Uns vão para o privado outros para o público.Penso não ser crime!
Desde quando,o privado se pode desenvolver sem a segurança do público?Ninguém me tem respondido a esta pergunta!
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Engana-se
Para os Mirandas ser funcionário do Estado é uma forma de crime de usurpação de recursos, pois na imensa sabedoria da espécie os outros não fazem nada.
Perguntas é melhor deixar-se disso, normalmente chamam-lhe uns nomes e mandam umas bocas de retaliação ao lado.
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Na minha modesta opinião o privado não precisa do público para nada.
Precisa apenas que o público (Estado) seja um regulador e que mesmo assim se abstenha de fazer leis profundamente estúpidas, um caso infelizmente vulgar.
Posso estar enganado mas o Pingo Doce tem precisado do público para alguma coisa?
Ou posto de outra maneira há algo (fora os serviços essências de Estado) que o publico faça melhor que o privado?
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Ó se tem: 98.000.000€ em subsídios anuais… estatais.
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Se precisa de regulador então já necessita.
Depois quer melhor legislação (espero que não esteja a falar de contratos com escritórios da moda em que a hora é paga aos milhares!)
Não sei se quer segurança, mas aí podemos abdicar de alguns policias.
Não sei se quer defesa, se calhar até podíamos aproveitar que o Juan Carlos vai sair e ficávamos logo com mais um Filipe a mandar nisto.
Justiça presumo que não faça falta, é cada um por si.
Hospitais também nao, assim como escolas.
O Pingo Doce só existe porque tem publico que o defende, ou já tinham nascido muitos chineses nesse setor.
Mal talvez esteja o sr. da marcenaria lá da aldeia, mas pelos vistos o fado não está muito preocupado com esse.
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Obrigado.
Segurança, Justiça e Defesa Nacional não vale a pena sequer introduzir esses tópicos porque não há alma que não perceba que são funções de Estado.
A educação conforme se vê pode ser pública ou privada e distingue-se apenas pelo pormenor de quem pode escolhe sempre a segunda.
Saúde e por arrasto Hospitais, queira por favor completar com a frase acima.
O Pingo Doce existe porque o Estado ainda não lhe passou pela cabeça, felizmente, criar as Lojas do Povo nacionalizando-o.
Seria um projecto interessante para o PCP, mas de momento vai ter que ser congelado.
O senhor da mercearia da aldeia a meu ver não tem que se preocupar com nada, a não ser que nesse imaginária aldeia apareça outro merceeiro o que na opinião de mais Estado melhor Estado seria proibido, no outro sentido a salutar concorrência só iria beneficiar o público que neste caso são os privados.
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Isto é que é teorizar sobre o papel do Estado!
Que nível, senhores.
E com uns lampejos de microeconomia.
Este gajo ainda tira o papel ao Moedas, passe o trocadilho…
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Oh fado
Não me parece que tenha percebido a questão.
Quando eu digo que deve escolher o que é para descartar, é mesmo para deixar de se fazer.
Ter escolas privadas em vez de publicas é possível, por exemplo a seguir ao 6º ano. Mas sem subsídios nem desconto de IRS.
Saúde será o mesmo, tirando meia dúzia de potenciais epidemias, todos os óutros tratamentos devem ser pagos do bolso dos utentes (e não com a ADSE que sai do bolso dos FP a sustentar hospitais da luz e congéneres) na integra.
Até agora o que temos visto são serviços que eram feitos por funcionários publicos a passarem para empresas privadas mas na mesma pagas pelo OE, quase sempre muito mais caro.
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“empurra para o sector privado o ónus de a pagar”…
Liberaloidozoismo no seu melhor. Quem paga IRS, ja se sabe é sempre “o sector privado”, podia la ser o “sector publico” ? Quem se lixa não é sempre, por hipotese, o mexilhão ?
A inveja que tenho de quem consegue ver o mundo de forma assim tão simples…
Boas
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Tadinho do zé privado.
Querem lá ver que o TC decidiu que desta vez (para equilibrar) vão fazer cortes nos salários dos trabalhadores privados e manter os do público!
Afinal a consolidação só se consegue com menos dinheiro gasto e mais recebido.
A ler a palermice do final do segundo parágrafo do post é o que parece.
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O Estado só deve ter aumentos de ordenado com crescimento e défice zero.
Quantop ao Tribunal Constitucional existe para determinar que artigos da Constituição podem ser violados.
Por isso o TC que é parte do Estado, existe para se proteger.
Por isso é que quando o Estado crescia mais que a economia nenhum problema tinha o TC.
Tal como não teve problema nenhum com a Dívida, com a Inflação, ou com os Impostos muito maiores que o crescimento nestes 40 anos.
Só tem problemas quando já não podem viver de mais e mais impostos e como não chegava de mais e mais dívida.
O TC existe para determinar que artigos da Constituição podem ser violados. Por isso é que nem usa como argumentos artigo algum da Constituição.
Inventa como orgão político de defesa do socialismo que é.
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O privado também és tu, burro. De churchill não tens nada.
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Ó Churchill: tu és público para te foderem o ordenado e privado para lamber nos impostos, pá. Não entendes?
Ao pé destes sofistas do cagalhão, és mesmo um burro acabado. Aliás, se não fosses burro, andavas aí a viver de esquemas e expedientes, a vender coisas que as pessoas precisam mesmo muito, e a não pagar impostos que só servem para sustentar esses chulos dos funcionários públicos. Aí é que eras fino e um cidadão às direitas.
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É candidato da Direita Socialista por isso não surpreende.
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Este martelo anda a fazer olhinhos à xuxalhada, para ter os votitos deles.
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“…uma decisão do Tribunal Constitucional que coloca em causa a consolidação orçamental e empurra para o sector privado o ónus de a pagar.”
Não será obstinação?
A acreditar nas soluções que o Governo parece perfilar a consolidação orçamental será feita à custa do aumento dos impostos.
Não se vislumbra, no acórdão do TC, qualquer determinação no sentido de isentar algum sector dessas novas tributações (excepto o ‘sector social’, mas ‘isso’ já vem detrás, da Concordata).
Então porque razão se pretende atirar o ónus para cima do sector privado?
Que ‘guerra’ se pretende alimentar?
De que ‘empurrão’ se trata?
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A adesão ao memorando de entendimento com a Troika, pelo PS.,PSD E CDS, não deveria ser logo á partida declarado inconstitucional, pelos iluminados do TC? é que o memorando impunha restrições várias.
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Depois do pomposo e pífio neo-1640 governamental lá foi o doping da retoma…
«Eurostat confirma contração de 0,7% da economia portuguesa (Económico)
Economia portuguesa interrompe ciclo de crescimento dos três trimestres anteriores, confirmou hoje Bruxelas.»
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