Vale tudo? Não me parece.
2 Junho, 2014
Hoje, nas bancas, estranhei a forma como o Público titulava uma entrevista a Jardim Gonçalves: “Não sendo capitalista, era lacaio do capitalismo”.
Fui à procura da frase completa e encontrei esta resposta, a propósito do que o antigo banqueiro passou nos anos de 1974/75:
Pois, isso mesmo. Parece que agora vale tudo.
O que ali foi feito é o mesmo que, dizendo eu numa entrevista, que “fulano de tal acha que eu sou um filho da p.”, o jornal titulasse “eu sou um filho da p.”.
Prefiro nem qualificar.
21 comentários
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jmf,
Só vale tudo porque se continua a não chamar as BESTAS pelos seus nomes. Neste caso, as bestas são Cristina Ferreira, Pedro Sousa Carvalho (que assinam a bosta) e os editores (cuja directora é a Bárbara Reis).
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Estive algum tempo a pensar que comentário me merece uma sandice destas. Acabei por desistir porque as ideias que me ocorrem não são transponíveis para um espaço público. Digo apenas. Maldita praga, que se intitula de jornalismo.
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Também li e imaginei logo que a lacaia era a jornaleira. Eles falam assim. Não é de estranhar o título.
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“jornalismo” e amanuenses do dto pertencentes à estimável categoria fdp..
Vetá-los – e a quem os sustenta.
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A história explica-se assim: O Pedro Fraga sagrou-se campeão europeu numa das variantes do remo. A nossa Televisão Pública deu a noticia. Mas como o desgraçado remava na pista um, a primeiro a contar da base do ecran televisivo, a RTP tapou-o com a legenda.
Há umas bestas quadradas na RTP que sistematicamente se esquecem que a principal função da TV é mostrar imagens. Mas passam a vida a encher o ecran com legendas, comentários, frases descontextualizadas de entrevistas, sempre visando condicionar a leitura simples de simples imagens.
O que está em causa é a manipulação da informação transmitida pela RTP. Andam por ali uns tipos que não têm a coragem de transmitir as imagens ou as palavras na sua linear essência e pureza talqual vêm ao mundo, antes achando que as devem interpretar, truncar, explicar e seleccionar.
No debate político essa forma de censura moderna é por demais evidente. Mas em assuntos mais simples não resistem em poluir o ecran das TV’s com a interpretação que eles fazem da realidade, mesmo que isso muitas vezes tape por completo a imagem que deveria ser a essencia transmitida.
E, regra geral, são estes gajos que falam mais do lapis azul e da censura do Estado Novo.
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A este respeito há um pormenor delicioso com o qua passei a divertir-me — já que não me convém atirar uma pedra contra o televisor. Apreciem porque acontece em todas as nossas televisões. É assim: no ecrán estão dois especialistas a comentar um facto acabado de acontecer; na legenda gloriosa escreve-se que o facto aconteceu; ao mesmo tempo, passa vertiginosamente e muitas vezes repetida uma fita dizendo mais ou menos assim: ÚLTIMA HORA — ACONTECEU O FACTO. Que tal?
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vale tudo sr.jmf,da mesma maneira que no observador se promove uma historia edificante:o final feliz de uma bela historia de amor entre um neonazi e uma beta de cascais…
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E qual o problema? Um neonazi tem os mesmos direitos que um comunista.
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fico á espera de uma historia edificante entre um comunista e uma jornalista do observador,com final feliz(lol)
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Ficas á espera de uma história edificante com um comunista ?
Passam diariamente.
Os fascistas vermelhos diariamente aparecem como uns heróis. Até trazem os pobres reformados alentejanos nos autocarros autarquicos para as manifestações em prol da manutenção dos vencimentos e pensões da FunçãoPública, não esclarecendo os pobres alentejanos que eles só recebem 330 euros por mês de pensão, porque os gajos da F Publica que eles vêm defender recebem 3.000.
Na Escola Pública fala-se hoje na Invasão da polónia a 1 de Setembro pelos Nazis, os maus, mas ninguém fala da invasão em 17 de Setembro, quinze dias depois, pelos comunistas sovieticos – os bons – da outra metade da Polónia ao abrigo do pacto Molotov-Ribbentrop.
Enquanto os jeronimos, bernardinos, cegetepinos e outros fascistas vermelhos não forem julgados pelos crimes contra a humanidade ninguém tem autoridade moral para condenar os Nazis.
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Não tem … A nossa democratica Constituição não o permite .É crime , veja lá ….ah ah ah …
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joao lopes,
Como é um neonazi, a história de amor devia acabar mal. Como não acaba mal, não devia ser contada.
Compreendido.
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ate acho que a historia vergonhosa dos skinheads em portugal,devia ser contada.e nao o branqueamento desse movimento,como foi tentado pelo observador
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Enquanto se insultam, embora de forma sofisticada, a casa vai ardendo.
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Diário de Notícias
Título
Serena Williams aparece em fato de banho em casamento
Notícia
Tenista norte-americana cruzou-se com um casal de noivos numa praia em Miami e partilhou o momento no Instagram.
Amanhã se necessitarem colocou mais dez exemplos tirados ao calhas de outros jornais.
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Palhaçada!
Isto é que é um verdadeiro retrocesso civilizacional.
Onde está o código deontológico do jornalista?
E ainda se queixam do populismo, isto é populismo jornalístico.
Será que o código deontológico do Público foi cancelado?
http://static.publico.pt/nos/livro_estilo/29-codigo-d.html
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“Quem se mete com jornalistas e prostitutas leva”
D Almeida Santos / Moçambique
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O título da notícia é nojento, repugnante. Próprio de quem tem a coluna vertebral de uma minhoca, a baba de um caracol, e merece a confiança de um lacrau. E o que se deve fazer aos lacraus? Sabem , não sabem?
Quando é que Belmiro de Azevedo tem a coragem e a hombridade de fechar a torneira de fundos para tapar os buracos financeiros de um pasquim tão repugnante?
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Talvez a pergunta devesse ser : “Que esqueletos terá Belmiro de Azevedo no armaário para ser obrigado a tapar os buracos financeiros de um pasquim tão repugnante?”
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Este “póblico” é tão merdoso que todos os que por lá andam deviam ir para a porta do centro de emprego…
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A minha resposta é simples. Deixei de comprar jornais. Agora é tudo sobre o smartphone…
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