Parabéns Helena. Às vezes,zangado consigo,não consigo,passe a redundância,deixar de a ler como acontece com alguns dos seus companheiros que me dão prazer passar-lhes por “cima”.
A Helena Matos apresenta os seus argumentos a respeito deste assunto e faz a defesa da posição conservadora, atacando a perspectiva liberal (de que proibir as barrigas de aluguer é uma intromissão coerciva na liberdade contratual de duas partes que transaccionam de livre vontade).
Independentemente da pertinência e justiça dos seus argumentos – não sei o suficiente para julgar se é a posição liberal ou conservadora que está mais correcta nesta questão – pergunto-me se não é já tempo de parar a hipocrisia e admitir que o Blasfémias NÃO é um blogue liberal.
É um blogue de direita – com (poucos) autores liberais (de direita) e (bastantes) autores conservadores.
Vejo neste blogue defendidas mais causas conservadoras do que liberais, e este não é senão o exemplo inequívoco mais recente.
Não vale a pena, com estes mentecaptos imbecis reflectir sobre o que quer que seja, (E não vale a pena reagirem às palavras quais pudicas virgens bem educadas).
Eles “extrapulam” (não confundir com extrapolar) imediatamente para a “luta de classes”. Não foram habituados a pensar sobre nada que não seja isso e só isso achando que pensam sobre tudo.
Seja qual for a reflexão eles sempre encontram liberalismos, conservadorismos,( palavras mais macias de hoje) como se elas fossem uma doença, tal como encontravam há poucos anos atrás, reaccionarismo ou fac-sismo.
É uma linguagem binária da qual não conseguem sair, com a ilusão de que conseguem fazer calculos complexos sobre tudo e todos.
Para esta gente até o acto de defecar (cagar) é analisado como um acto de neoliberalismo conservador ou, caso seja praticado por eles, um acto revolucionário.
Parabéns pelo nível elevado com que discute seja o que for (…). Mas as etiquetas não impedem ninguém de julgar: geralmente levam a julgamentos rápidos, precipitados e cheios de certezas.
Eu, pelo contrário, não consigo julgar porque sou ignorante a respeito de muita informação associada a este problema: por exemplo saber quantas “barrigas de aluguer” se arrependem, ficam com problemas psicológicos graves, etc…
A posição liberal não tem de estar certa em tudo, e este até pode ser um caso em que a posição conservadora está certa.
De qualquer forma, este é apenas mais um exemplo de como neste blogue mais facilmente se defendem causas conservadoras, que causas liberais. Isso não seria problema nenhum, se o blogue não pretendesse ser um blogue “liberal”. E nem fui eu quem tive essa ideia. Por alguma razão aqui gostam da etiqueta, mesmo que aparentemente rejeitem o seu conteúdo sistematicamente.
Mas v. ainda não entendeu que todas estas causas fracturantes, propagadas pela escardalhada, são meras importações de lobby e tão vermelhinhas e jacobinas por fora, quanto liberais, egoístas, hedonistas e randianas por dentro?
Se quer pensar, pense. Pelos vistos nem isso consegue fazer. Apenas está preocupado em detectar incongruências no título do blogue.
Aliás, eu até me estou completamente nas tintas para o que seja o Observador (há-de ser a “Direita Neon” como lhe chama o José do Portadaloja ou A Direita Ornitorrinca, como eu sempre lhe chamei.
Para o caso não interessa. Importa apenas este texto, com o qual concordo, sem precisar de concordar até muitas vezes com a HM
(acho mesmo que se contam pelos dedos as coisas que escreve que assinaria. Esta assino nas calmas.
É um tema que já tinha tratado de forma bem inteligente. Lembro-me do post- “Direito a fazer órfãos” em que começava por citar o Savater.
Eu nisto não concordo com a Helena Matos. Acho que é apenas uma decisão dos envolvidos, e sendo todo o material genéticos dos mesmos nem sequer é uma coisa muito polémica – a “barriga de aluguer” apenas fornece um ambiente propício durante 9 meses. Não vejo que seja mais escandaloso que bancos de esperma ou prostituição.
A barriga de aluguer não é um alojamento licenciado pelo Turismo de Portugal, é uma pessoa que pode ou não estar ciente do que implica esse “aluguer”, pode ou não estar vulnerável por questões económicas ou morais e não agir de livre vontade, pode ou não decidir levar até ao fim todo o “contrato” e nada disso pode ser suficientemente precavido em qualquer lei e menos ainda numa que saia de jogadas de entendimento entre atiradores de esgrima dos passos perdidos.
Quanto ao “apenas fornece um ambiente propício durante 9 meses”, deve falar das provetas de Huxley, porque existe um vínculo sensorial/emocional do feto com a grávida prévio ao nascimento e existe todo um estado imediato ao nascimento que está para além da capacidade de previsão/antevisão da mulher que “aluga” a sua barriga, e que supera juridicamente qualquer cláusula contratual preexistente.
É bom que pessoas como a helenafmatos nos alertem para estes trabalhos preparatórios que se encaminham para ignorar a discussão pública e que, graças a ela, pode existir.
Eu achei piada ao título. Não sei porquê fez-me lembrar daquele caramelo de quem se dizia ter um enorme linguaralho, coadjuvado por um hipertrofiado par de amigdalhões, tudo sombreado por farta bigodalheira.
Muitos parabéns pela capacidade de análise de uma questão delicada e continuadamente distorcida em nome de interesses (mais altos?, pelo menos dizem «eles»).
Não queria ser chato, mas a Síria está no que está. O Egipto elegeu um militar. E no Iraque as coisas são o que são. É aguardar e ver a cara-de-pau do Piscoiso…
R.
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E ainda segundo a TVE rendas mensais de 80€ para os desempregados, casais com filhos pequenos, sem oferta de Posto de Trabalho portanto sobrevivendo com o Rendumento Minimo de Sobrevivência Espanhol que tem no momento um Governo ‘esquerdista’. Pois é.
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Pelo amor de deus, por favor façam um fact check! Não se trata de “barrigas de aluguer” (que termo horrível importado das novelas brasileiras), estamos a falar de “maternidade de substituição” em casos muito específicos, por ex. mulheres que não têm útero. Muito diferente do “surrogacy” que se pratica em outros países. Quanto ao texto, nem comento de tão ridículo que é. Sugeria que a Srª Helena Matos se informasse um bocadinho melhor antes de cuspir veneno.
Parabéns Helena. Às vezes,zangado consigo,não consigo,passe a redundância,deixar de a ler como acontece com alguns dos seus companheiros que me dão prazer passar-lhes por “cima”.
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Muito bem. É isso mesmo.
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A Helena Matos apresenta os seus argumentos a respeito deste assunto e faz a defesa da posição conservadora, atacando a perspectiva liberal (de que proibir as barrigas de aluguer é uma intromissão coerciva na liberdade contratual de duas partes que transaccionam de livre vontade).
Independentemente da pertinência e justiça dos seus argumentos – não sei o suficiente para julgar se é a posição liberal ou conservadora que está mais correcta nesta questão – pergunto-me se não é já tempo de parar a hipocrisia e admitir que o Blasfémias NÃO é um blogue liberal.
É um blogue de direita – com (poucos) autores liberais (de direita) e (bastantes) autores conservadores.
Vejo neste blogue defendidas mais causas conservadoras do que liberais, e este não é senão o exemplo inequívoco mais recente.
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Os liberais, porque liberais são, provavelmente não se importam que os conservadores dominem o blogue, quanto mais não seja por lhes acharem piada.
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V.s são muito estúpidos. Agora andam com a palavra liberais e liberalismo, quando há uns tempos lhes chamavam burgueses ou capitalistas
È sempre a mesma cantiga. Decoram palavras para vestirem o eterno espantalho com que se protegem.
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Não vale a pena, com estes mentecaptos imbecis reflectir sobre o que quer que seja, (E não vale a pena reagirem às palavras quais pudicas virgens bem educadas).
Eles “extrapulam” (não confundir com extrapolar) imediatamente para a “luta de classes”. Não foram habituados a pensar sobre nada que não seja isso e só isso achando que pensam sobre tudo.
Seja qual for a reflexão eles sempre encontram liberalismos, conservadorismos,( palavras mais macias de hoje) como se elas fossem uma doença, tal como encontravam há poucos anos atrás, reaccionarismo ou fac-sismo.
É uma linguagem binária da qual não conseguem sair, com a ilusão de que conseguem fazer calculos complexos sobre tudo e todos.
Para esta gente até o acto de defecar (cagar) é analisado como um acto de neoliberalismo conservador ou, caso seja praticado por eles, um acto revolucionário.
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ò retardado mental: tu já chegaste ao ponto robótico de nem seres capaz de formular um julgamento moral porque tens a mioleira carimbada de etiquetas?
Phónix, isto é pior que o Admirável Mundo Novo- é a regressão das espécies.
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Era para o outro, mas tanto faz. Impressionante ao ponto que as pessoas chegam.
Aquele imbecil não consegue julgar. Não consegue entender o que é o abastardamento da maternidade pelo uso das barrigas de aluguer.
Mas aposto que o retardado mental ainda sabe papaguear o lema escardalho do “uso do homem pelo homem”. Ou da “exploração do ser humano.
Com casos concretos à frente das fuças, esta cambada jacobina não consegue enxergar que é o mesmo.
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Zazie,
Parabéns pelo nível elevado com que discute seja o que for (…). Mas as etiquetas não impedem ninguém de julgar: geralmente levam a julgamentos rápidos, precipitados e cheios de certezas.
Eu, pelo contrário, não consigo julgar porque sou ignorante a respeito de muita informação associada a este problema: por exemplo saber quantas “barrigas de aluguer” se arrependem, ficam com problemas psicológicos graves, etc…
A posição liberal não tem de estar certa em tudo, e este até pode ser um caso em que a posição conservadora está certa.
De qualquer forma, este é apenas mais um exemplo de como neste blogue mais facilmente se defendem causas conservadoras, que causas liberais. Isso não seria problema nenhum, se o blogue não pretendesse ser um blogue “liberal”. E nem fui eu quem tive essa ideia. Por alguma razão aqui gostam da etiqueta, mesmo que aparentemente rejeitem o seu conteúdo sistematicamente.
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Mas v. ainda não entendeu que todas estas causas fracturantes, propagadas pela escardalhada, são meras importações de lobby e tão vermelhinhas e jacobinas por fora, quanto liberais, egoístas, hedonistas e randianas por dentro?
Se quer pensar, pense. Pelos vistos nem isso consegue fazer. Apenas está preocupado em detectar incongruências no título do blogue.
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Aliás, eu até me estou completamente nas tintas para o que seja o Observador (há-de ser a “Direita Neon” como lhe chama o José do Portadaloja ou A Direita Ornitorrinca, como eu sempre lhe chamei.
Para o caso não interessa. Importa apenas este texto, com o qual concordo, sem precisar de concordar até muitas vezes com a HM
(acho mesmo que se contam pelos dedos as coisas que escreve que assinaria. Esta assino nas calmas.
É um tema que já tinha tratado de forma bem inteligente. Lembro-me do post- “Direito a fazer órfãos” em que começava por citar o Savater.
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V.s vivem das palavras e da unanimidade obrigatória em bloco.
Não conseguem entender tudo o que foge à regra.
Ou melhor, quando entendem, fazem purgas.
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Muito sinceramente, neste ponto estou com o hajapachorra. Pior que toda a política é este mundo-às-avessas.
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país de pichas frias!
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Brilhante. Subscrevo integralmente o que foi escrito no artigo de opinião do Observador.
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Se calhar o problema já vem de trás.
Por exemplo, tolera-se que haja gente que priva as crianças de um pai e se vem exibir em público a gabar-se do facto.
Com palmas dos asnos bem pensantes, ainda por cima.
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Eu nisto não concordo com a Helena Matos. Acho que é apenas uma decisão dos envolvidos, e sendo todo o material genéticos dos mesmos nem sequer é uma coisa muito polémica – a “barriga de aluguer” apenas fornece um ambiente propício durante 9 meses. Não vejo que seja mais escandaloso que bancos de esperma ou prostituição.
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A barriga de aluguer não é um alojamento licenciado pelo Turismo de Portugal, é uma pessoa que pode ou não estar ciente do que implica esse “aluguer”, pode ou não estar vulnerável por questões económicas ou morais e não agir de livre vontade, pode ou não decidir levar até ao fim todo o “contrato” e nada disso pode ser suficientemente precavido em qualquer lei e menos ainda numa que saia de jogadas de entendimento entre atiradores de esgrima dos passos perdidos.
Quanto ao “apenas fornece um ambiente propício durante 9 meses”, deve falar das provetas de Huxley, porque existe um vínculo sensorial/emocional do feto com a grávida prévio ao nascimento e existe todo um estado imediato ao nascimento que está para além da capacidade de previsão/antevisão da mulher que “aluga” a sua barriga, e que supera juridicamente qualquer cláusula contratual preexistente.
É bom que pessoas como a helenafmatos nos alertem para estes trabalhos preparatórios que se encaminham para ignorar a discussão pública e que, graças a ela, pode existir.
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Eu achei piada ao título. Não sei porquê fez-me lembrar daquele caramelo de quem se dizia ter um enorme linguaralho, coadjuvado por um hipertrofiado par de amigdalhões, tudo sombreado por farta bigodalheira.
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Muitos parabéns pela capacidade de análise de uma questão delicada e continuadamente distorcida em nome de interesses (mais altos?, pelo menos dizem «eles»).
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Não queria ser chato, mas a Síria está no que está. O Egipto elegeu um militar. E no Iraque as coisas são o que são. É aguardar e ver a cara-de-pau do Piscoiso…
R.
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-Think Iraq’s a disaster? Read this terrifying dispatch from Libya – the other country our politicians crowed about ‘liberating’
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http://www.dailymail.co.uk/news/article-2657588/Think-Iraqs-disaster-Read-terrifying-dispatch-Libya-country-politicians-crowed-liberating.html#ixzz34fRenLlV
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-The Story of Drug Trafficking in Latin America
University of Kent – Brussels School of International Studies
Conflict and Security
http://www.borderlandbeat.com/2014/06/the-story-of-drug-trafficking-in-latin.html#more
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Segundo a TVE, autarquia espanhola (não me recordo se do PP) expropria casas penhoradas pela Banca para alugueres low cost para desempregados.
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E ainda segundo a TVE rendas mensais de 80€ para os desempregados, casais com filhos pequenos, sem oferta de Posto de Trabalho portanto sobrevivendo com o Rendumento Minimo de Sobrevivência Espanhol que tem no momento um Governo ‘esquerdista’. Pois é.
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Pelo amor de deus, por favor façam um fact check! Não se trata de “barrigas de aluguer” (que termo horrível importado das novelas brasileiras), estamos a falar de “maternidade de substituição” em casos muito específicos, por ex. mulheres que não têm útero. Muito diferente do “surrogacy” que se pratica em outros países. Quanto ao texto, nem comento de tão ridículo que é. Sugeria que a Srª Helena Matos se informasse um bocadinho melhor antes de cuspir veneno.
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