Igualdade
O Estado está cheio de corporações cada uma com os seus pequenos privilégios. Entre estes pequenos privilégios há sistemas de pensões especiais, hospitais e sistemas de saúde especiais, complementos de salário, datas privilegiadas de pagamento, subsídios vários, festas de natal, prendas, acesso a instalações desportivas e de lazer, etc. Há ainda trabalhadores com acesso à ADSE e outros para quem a ADSE fechou. Para alem das desigualdaedes informais que permitem aos funcionários de um serviço passar à frente das filas ou ter acesso a informação confidencial ou com o avanço de vários dias em relação ao público em geral.
Vive-se alegremente no meio destas desigualdades, muitas das quais são vistas com uma certa inveja, mas apenas porque a corporação do invejoso ainda não conseguiu ter ela própria os seus privilégios. Mas agora que o Tribunal Constitucional decidiu suspender os cortes a partir de 30 de Maio um desses privilégios, que era o orgulho das respectivas corporações, tornou-se uma desvantagem. E de imediato clama-se contra a injustiça e a desigualdade. Dizem que quem tinha o privilégio de receber o subsídio de férias em Janeiro não pode ser tratado de forma desigual, era o que mais faltava.

“O Estado está cheio de corporações com os seus privilégios”
Está o Estado, as empresas, o país, o mundo e se calhar até a estação espacial.
Sistemas de pensões especiais será o quê? as dos politicos mais antigos?
Sistemas de saúde e hospitais especiais? serão os seguros de saúde que se paguem do bolso de cada um?
Complementos há alguns, de facto, mas mesmo assim ainda faltam outros como a isenção de horário dos privados.
Datas privilegiadas de pagamento???
Subsidios há, de turno para quem trabalha de noite, e alguns outros para distinguir o que ficou igual com as alterações de carreiras (ficaram apenas 3, e tanto recebia um continuo a entregar papéis como um operário a trabalhar dentro de caixas de esgoto).
Festas de Natal ??, mas quer proibir o Natal, é isso?
Acesso a instalações desportivas?? mas quer proibir os fp de fazer desporto?
Desigualdades informais? mas que raio de critério.
Informação confidencial? só se for no SIS
Enfim, a lista tem sempre alguma coisa de real, no Estado e fora dele.
Já o segundo parágrafo começa bem, pois quase todo o primeiro é precisamente a invejazinha mediocre do não funcionário público (se calhar porque nunca conseguiu entrar!) sobre aquilo que pensa que os outros podem ter, mesmo que misture varredores com médicos, policias, juizes e inspetores de finanças.
Nota: o privilégio de receber o subsidio de férias em janeiro foi inventado pelos contabilistas das empresas e dos bancos para colocarem esse valor antes do fecho de contas em março, não foi para beneficio dos trabalhadores.
GostarGostar
excelente critica a este post de alguem ressabiado com os FP.Mas o objectivo é culpar o TC de todos os males deste pais,tal como poiares maduro deu a entender com a sua “subtileza” digna de um elefante numa loja de cristais…mas ontem saiu um livro com os “10 erros da troika” em portugal,e como sabemos temos um governo mais troikista que a propia troika,portanto ha que mandar areia para os olhos das pessoas para esconder a profunda incompetencia deste desgoverno
GostarGostar
Oh JoãoLopes,
Você e os seus arménios arranjam alguém que empreste dinheiro sem condições ? 78 mil milhões mais ou menos ? Ou arranjam alguém que dê – do verbo dar de borla – esse montante ?
Cheguem-se à frente, porra. Que até eu voto no bernardino da coreia democratica à vossa maneira.
Mas como desconfio que não arranjam, aguente-se com os erros da Troika. Quem empresta aquele dinheiro até tem direito a errar 20 vezes.
Sorte temos nós de terem sido apenas 10 erros.
Outra coisa: o autor do livro apenas contribui para a solução do problema através do IVA sobre o preço de capa para ajudar na amortização do emprestimo dez vezes errado da troika.
GostarGostar
um simples exemplo:a direçao do hosp. de sao joao demite-se em bloco “contra as politas do governo/troika”.entretanto canaliza-se os FP com adse para os privados,por ex.o hosp.da luz.se isto nao é uma tentativa de acabar com serviços publicos de qualidade,nao sei o que sera…e acabar com os serviços publicos nao é um objectivo da troika ,é mesmo uma opçao ideologica deste desgoverno
GostarGostar
Seria bom se fosse verdade.
E quanto serviços publicos de qualidade tal só é possível com a (auto) censura e falta de curiosidade dos jornalistas sobre erros médicos, mortes prematuras e taxas de infecção no SNS.
Coisa que ninguém está interessado em saber ou noticiar por precisamente ser da ideologia da maioria dos jornalistas.
GostarGostar
pode-se sempre investigar o porquê de quando algo corre mal no privado,o utente é imediatamente levado para o publico.porquê?
GostarGostar
João Lopes,
Abra um blog para falar do Hospital de São João e das outras coisas a despropósito dos temas dos postes, como lhe é habitual.
Ou então meta aqui o link para o Avante, que vai dar ao mesmo.
Mas quanto ao dinheiro, já percebi que Vc não tem solução, pois não ? O seu Plano é continuar a pedir emprestado e quando se chegar ao momento de pagar, não se paga.
Como é que mais ninguém se lembrou de uma solução tão óbvia….
GostarGostar
Ó Joao, então o Governo anterior enfardou-lhe a si (e a mim) uma pré-bancarrota e uma troica, (o melhor que conseguiu fazer em seis anos…)o Governo actual (em três anos) desenfardou-o a si (e a mim) da pré-bancarrota e da troica e vocelência diz que este Governo é que é incompetente?…Ó homem explique-me lá isso muito bem para eu ver onde está a sua coerência.
GostarGostar
“Está o Estado, as empresas, o país, o mundo e se calhar até a estação espacial.”
Só compras os produtos que queres.
O Estado é como se a Jerónimo Martins te obrigasse a comprar fraldas mesmo que não queiras ou precises.
GostarGostar
Acabe-se com ele, o Estado.
O que parte da populaça que defende tal não entende (a outra, sobretudo aqui, no interior, já começou a perceber, e bem!) é que, nessa circunstância, vai ter de pagar e mais pelos serviços que até ao momento lhe eram proporcionados por essa Mafia chamada Estado, que, no fundo, somos todos nós.
Exemplo? O vizinho que dizia que não suportava mais isto, que pagava impostos sem saber para quê, etc. Pois bem, o Ministério da Agricultura fechou os seus serviços. Resultado: o dito tem de se deslocar 140 kms (ida e vinda) ou então vai à associação privada que abriu ao lado e paga,logo à cabeça, 50 patacos para fazer um simples requerimento ou uma declaração.
Da última vez que nos cruzámos, não o vi mais feliz.
GostarGostar
O vizinho não ficou com menos Estado.
Paga ainda mais impostos e as leis que o obrigam fazer um requerimento/declaração continuam a existir.
Ou seja não quer perceber.
GostarGostar
Para que é que um agricultor anda a fazer requerimentos e declarações?
GostarGostar
O comentário do LL e a pergunta do Incognitus diz tudo sobre a ignorância que grassa neste país fora das arcadas do TP.
GostarGostar
E ainda por cima as fraldas já foram usadas PORRA, UM NOJO…
GostarGostar
Lucklucky
Está equivocado.
Se não comprar nada não paga IVA
Se não tiver imobiliário não paga IMI
Se não consumir água não paga água, esgotos e resíduos
Se não trabalhar não paga IRS
Agora de uma coisa tem razão. Se é um cidadão normal e cumpridor, provavelmente está a pagar as fraldas de algum artista que vive à nossa custa.
GostarGostar
O Estado corporativo foi herdado da velha senhora.
Faz jeito.
A FNAT expandiu-se e sofisticou-se.
A corrupção requintou-se.
GostarGostar
Sem dúvida. E esquerda só vive parasitando abutricamente os cadáveres da direita.
GostarGostar
O corporativismo já vem doutrora.
É jeitoso.
A FNAT expandiu-se.
A corrupção sofisticou-se.
GostarGostar
A corporação dos invejosos é a maior de todas
ahahahahaha
GostarGostar
Ah Ah, pela corporação dos invejosos.
Como membro de uma corporação em declínio, perceberei bem.
A inversa deste post, talvez deva remeter-nos para a sociedade Leviatan, nova edição URSS.
Cito aliás dois grandes pensadores sobre a inveja:
a) É o sal da democracia – Lord Bertrand Russel, observando a Grã-Bretanha e o mundo dos eu tempo;
b) O português é invejoso – CEO Mexia, reagindo ás notícias na imprensa sobre os seus rendimentos, mais-que-merecidos.
Aleluia.
GostarGostar
vou esclarecer-lhe algumas coisa ter ADSE já não é um privilégio pois para 3,5% por mês e paga 20% de todos os atos médico exemplo se tiver de tirar uma pedra no rim a conta é 2000 euro o funcionário paga mais 400E aerios não vejo privilégio.
As data dos vencimento foram decididas desde o tempo do Salazar tinha a ver com a possibilidade de cgd ficar entupida se todos os funcionário fossem levantar o vencimento e nunca se mudou as EP decidiram há muitos anos com lógica se era sbs de ferias era para receber antes das férias, tem a ver com autonomias empresariais sempre defendidas por todos.
O filme poderá existir mas não é tanto como você o pinta
GostarGostar
A ADSE era uma regalia para a Função Pública quando os Hospitais eram miseráveis e havia a necessidade de diferenciar o atendimento dos Funcionários Públcios que eram pessoas merecedoras de respeito. Eram poucos e bons na época. E tinham que ser mais bem atendidos porque serviam o País e faziam falta, não podiam estar muito tempo doentes. Agora não é assim, até porque 2/3 dos baixados, afinal estavam curados -(notícia desta semana)
Com a actual qualidade dos Hospitais Civis – falo de Lisboa, em especial do Santa Maria – não faz sentido a ADSE. Os Funcionários Públicos podem e devem servir-se dos Hospitais Públicos que são bons, asseados, e competentes.
Não faz sentido os Funcionarios Públicos irem á PPP da Luz, quando no Santa Maria esperam menos tempo e têm atendimento equivalente e pagam a mesma taxa moderadora. Deixem-se de complexos. Misturem-se com o Povo, porra. Que é o Povo que paga os impostos, que pagam os Hospitais. Os Publicos e os PPP.. E as PPP na saúde servem em especial a ADSE e todos os sub-sistemas de onde se possa sacar dinheiro.
Aliás, se a vasta classe média Funcionaria Publica usar os Hospitais Civis, além de se rentabilizar muito melhor o investimento hospitalar, a qualidade dos mesmos fica mais protegida, pois que a clientela é mais exigente do que os velhotes do regime geral e a ciganada que actualmente os usa. E com clientes mais exigentes a qualidade do serviço sobe.
Por outro lado, a ADSE nas consultas convencionadas só serve para inflaccionar artificialmente o preço da consulta com benefício exclusivo do Médico. Eu explico, apesar de ser chuva no molhado – um otorrino com consultório particular sabe que o mercado só comporta consulta até 50 €. Acima disso escasseiam os clientes. Mas como a ADSE comparticipa, por hipótese, em € 30 a consulta, esse mesmo médico passa a cobrar os €30 da comparticipação, mais os € 50 do mercado, no total de € 80. Tanto mais que ninguém reclama, pois que para o beneficiario da ADSE o preço continua a ser € 50, dado os €30 lhe serem reembolsados. Ainda por cima, a convenção cria artificialmente uma clientela , em violação das regras da concorrencia com outro médico otorrino que não tenha convenção. Nada como ter o contacto do PS na Direcção Geral, para se arranjar uma convençãozinha. E os clientes – extra-ADSE – que se possam perder pela preço exagerado da consulta são bastamente compensados pelo ganho imerecido deste esquema intelectualmente desonesto.
Por outro lado, Vc não paga 3,5 % para a ADSE. Eu, que sou pagador líquido de Impostos, é que (sem considerar aqui outras parcelas) pago o seu vencimento, sendo 96,5% para si, e 3,5% para a ADSE. E nos anos em que é preciso ainda pago mais para reforçar as verbas para a ADSE, porque aqueles 3,5 eram 2,5 e regra geral não eram suficientes em cada exercicio fiscal .
Mas quando eu preciso de Hospital, eu, pagador de impostos, vou ao Santa Maria onde também pago taxas moderadoras.
Quer trocar, para não se lastimar tanto, pá ? É que me custa ver alguém tão prejudicado como Você.
GostarGostar
O que é que tu fazes, ó anónimo? Quem és tu que pagas os salários dos funcionários públicos? Quem és tu que usas uns silogismos de estalo? Crâneos como V. mercê, tenho visto às carradas, no público e no privado. Sois a massa que molda este país e que o faz pular e avançar rumo ao que sempre foi. Mereces uma comendinha do Cavaco. Vais ter um lugar ao lado da Madre Teresa de Calcutá.
Os funcionários públicos, como os do privado, são remunerados como contrapartida do respectivo trabalho. E desse salário, bem como do que consomem, pagam impostos para que todos (incluindo tipos que fojem do fisco como o diabo da cruz) usufruam dos serviços públicos.
Estás farto?
Vota APU.
GostarGostar
eu faço comentarios despropositados,ja voce faz comentarios sem proposito algum.como nao tem argumentos,ataca com a conversa tipo:o gajo é comuna,é infantil,nao sabe escrever,bla,bla,bla…enfim,tanto pedantismo e paternalismo nos “conservadores lusos”.
GostarGostar
João Lopes:
caso seja V. o anónimo a quem respondi e caso esteja, de facto, a responder ao meu comentário, tenho que dizer-lhe que não percebeu.
É recorrente, até entre os blogueiros cá do sítio, o discurso do “eu pago o salário aos funcionários públicos”. Uma vez que isso não passa de demagogia espúria para encher o vazio de cabeças tontas, não há argumentário a que recorrer.
É o que sustenta a máxima atribuída a Mark Twain: “Nunca discutas com um idiota. Ele arrasta-te até ao nível dele, e depois vence-te em experiência”
GostarGostar
Eu explico:
Os Funcionarios Publicos não pagam impostos sobre o trabalho. Até 1989 até estavam expressamente isentos de Imposto Profissional. Só pagavam Imposto Complementar, se tivessem outros rendimentos para lá do trabalho.
Com a entrada em vigor do IRS, ficcionou-se esta treta europeia, e os Funcionarios Publicos nesse mês foram aumentados na exacta medida do desconto – chamado IRS – que lhes foi aplicado.
Ou seja, um caustico qualquer, até um manhoso como tu, ganhava 1500, foi aumentado para 2000 e passou a ser descontado de 500 a título de IRS, passando a levar para casa os mesmos 1500. Foi asim com milhares de Funcionariuos Publicos em 1989.
Por isso, historica e tecnicamente a Função Publica não paga, nem nunca pagou impostos sobre o Trabalho.
Dizer que recebe 2000, mas desconta 500 de IRS e só recebe líquidos 1500, é rigorosamente o mesmo que dizer que o vencimento é 1500, pois os 500 supostamente descontados nunca existiram. Nunca passaram de verba escritural que nunca entrou no domínio das coisas reais.
Quem paga impostos é quem produz qualquer forma de riqueza. Até o Marx sabe isto. Vai lá ver aos canhenhos, se não é o que lá está escrito.. E por definição, a função publica presta um serviço à comunidade, mas não produz riqueza em sentido estrito. A função Puvblica não produz riqueza nem tem que produzir. A sua funçãona sociedade é outra.
Por isso, se és funcionario Publico nunca pagaste imposto sobre o teu trabalho. pagarás IVAS e outros impostos. Mas sobre o trabalho não pagas. Nunca pagaste.
E isso não tem mal algum. Porque estruturalmente é assim que deve ser. Essa história de os Funcionarios Publicos dizerem que pagam IRS só para quererem invocar uma igualdade que nunca existiu é que é patetico. No teu caso, pateta. E ignorante.
GostarGostar
Anónimo:
A tua animosidade e verborreia são o espelho do disparate ideológico em que enfermas. E tiveste que ir a 1989 para não ficar mal – tocar no Cavaquinho, por assim dizer.
Poderia também dizer-te que tu tampouco pagas impostos sobre o trabalho – chegas a uma empresa e o tipo diz-te: pago-te 1500 limpos; Os impostos e contribuições ficam por conta da empresa.
Nunca pagas imposto sobre o trabalho. Pagas o IVA e outros impostos. Mas IRS, nada.
Ficas a saber que nunca li canhenhos do Marx (tirando os do Groucho) e, repito, “Nunca discutas com um idiota. Ele arrasta-te até ao nível dele, e depois vence-te em experiência”
GostarGostar
tanta bazofia já vi que não percebe nada do que fala os acordos que a ADSE negoceia ficam mais baratos que o SNS por isso os Hospitais correm connosco para o privado nem nos aceitam.
mas como você é ignorante talvez não saiba você não desconta para a saúde por isso é um beneficiário liquido do SNS a ignorância é pior que uma bomba mata mais
GostarGostar
Troco alias nem estou a lastimar-me apenas disse que a ADSE devia acabar e os FP deveriam frequentar o SNS que como você Diz e muito bem e bom por isso veja deve-se acabar já com a ADSE e o prejuízo de mil milhões que e o fim do desconto deve ser pago pelos impostos de todos e a afluência de 1000000 de FP e reformados devem ser distribuídos pelos hospitais eu estou completamente de acordo consigo acabe-se já amanhã
GostarGostar
Ora temos aqui um anónimo, o que diz que os funcionários públicos, em boa verdade, não pagam IRS, que decidiu, com esse comentário, gritar a toda a gente “Sou um burro que não percebo um corno de IRS mas gosto de “arrotar postas de pescada””, o que leva a concluir que é mais um que não paga IRS, ou saberia minimamente como funciona. Como a criatura é ignorante e burra, coisas diferentes, vamos ensiná-lo para o livrar de uma dessas coisas, a ignorância.
Quando os funcionários públicos começaram a pagar IRS houve um aumento, é verdade.
O IRS surgiu em 1989, de lá para cá as taxas, escalões e deduções variaram. Pode o ignorante anónimo escolher um funcionário público a seu prazer, calcular o IRS com as regras de 1989, calcular o IRS com as regras de agora e dar a esse funcionário público metade da diferença se o valor de agora for maior. Se for o de 1989, dá-lhe o funcionário público dez vezes a diferença:
Já agora, como o IRS a pagar varia consoante o número de filhos, as despesas de saúde, ser casado ou solteiro, etc. acha que foi mesmo verdade que o aumento havido com a entrada em vigor do IRS foi exactamente o valor de IRS que passaram a pagar? O Sr. Manuel, como deduzia empréstimo ao banco pela compra da casa, teve um aumento menor do que o sr. Francisco que não tinha casa? Ou fizeram um valor médio, tendo uns sido beneficiados e outros prejudicados? E o que tinha a mulher sem trabalhar comparado com o cuja mulher trabalhava? E aquela que ganhava mais do que o marido comparada com a que ganhava menos? E aquela coisa chada escalões do IRS?
Leia dez vezes para se livrar da ignorância. Ou então comece a pagar IRS que já fica a saber como funciona.
GostarGostar
Ó meu cara de pénis, na tua cornadura haverá país fora de Lisboa?
‘Da-se! Sempre a mesma saloíce e provincianismo bacoco da caital!
GostarGostar
Se estão tão insatisfeitos com a ADSE, porquê tanta resistência À passagem para a Segurança Social?
GostarGostar
Para quando um ataque com cabeça, tronco e membros deste blog a Manuel Pinho, aos CMEC, à EDP e ao tanto mal que essa empresa está a fazer a Portugal?
GostarGostar
Isso não que a fundação tem lá muita massa para distribuir.
GostarGostar
O senhor desculpe-me o desabafo.
Porque razão os membros deste blog devem seguir a sua linha editorial?
Não seria melhor o senhor abrir o seu próprio blog, conquistar espaço e difundir as suas ideias?
Esta ideia de que temos ideias que os outros devem ter, é muito perigosa.
Melhores cumprimentos.
GostarGostar
Portugal está falido, porque há mais de 200 anos há famílias em Portugal parasitas, que NUNCA PAGARAM IMPOSTOS, e vivem do trabalho dos outros. A saber: Gentalha ligada aos bancos, que sabe-se agora, estão sobre suspeita, mas sentem-se impunes porque o poder político CORRUPTO, VOTA LEIS corruptas que os beneficiam. Caso BPN,BPP,BANIF,BCP e BES. Depois temos os profissionais liberais, 1º os advogados, engenheiros, médicos, etc, que há várias gerações NUNCA PAGARAM IMPOSTOS, tiraram os cursos em universidades públicas, pagas por gerações de portugueses que trabalham mais de 45 horas semanais e até para lá dos 70 anos para pagar os estudos destes parasitas há várias gerações. Há que mudar tudo isto, prender corruptos e fazer pagar impostos a parasitas.
GostarGostar
A corporação dos invejosos é a maior de todas mais ha de haver algo errado porque ficamos de comum consenso que o JM e ou era FUNCIONARIO PUBLICO e ,portanto ,precisamente a invejazinha mediocre do não funcionário público (se calhar porque nunca conseguiu entrar!) nao esta correta em este particular caso…
Em qualquer caso peanuts.
GostarGostar
Por falar de igualdade. Então e o Banco de Portugal? já não é em Portugal?
GostarGostar
Quanto ao Manuel Pinho, nada há a atcar; segundo a imprensa, negoceia a reforma no tal BES, coisita de uns dois ou três milhões de euros, aliás bem justificados pelo famoso acréscimo de valor da Vivo aos epanhóis, só numa semana.
GostarGostar
Privilégios da nomenklatura.
Saída limpa de Mota Pinto para o BES.
GostarGostar
para o caustico:o meu comentario das 14.14 era obviamente para o “anonimo” ,nao para o senhor.de qualquer forma mantenho que este post é ressabiado do genero:os privados é que sao os “herois” e os FP sao uma especie de parias que nao querem trabalhar e ainda atrasam a “recuperaçao milagrosa da economia”(so esquecem de dizer sempre que a nossa divida aumentou,nao diminui )
GostarGostar
Atão oh Lopes, engasgaste com aquela do IRS em 1989 ?
Já percebeste que a Função Pública não paga imposto sobre o trabalho ?
Vá, vai lá consultar o arquivo do Avante…
GostarGostar
Se trocares a tua cabeça pela de um burro, o animal fica a perder, pá.
GostarGostar
@caustico fivou sem argumentos e passa para a agressão verbal.
deixe estar que o resto do comentadores já percebeu que fora da cassete e do argumento-estafado “paizinho de todos os povos”, não tem mais nada a oferecer. Vc e o seu partido.
GostarGostar
amigo anonimo,nao me engasgei,pelo contrario,na verdade fui proibido de participar neste blog,por um dos comentadores,um tal de atento… enfim,bom fim de semana
GostarGostar
estou proibido de participar neste blog…bom fim de semana
GostarGostar
Ingénuo.
além de ingénuo és burro.
Burro porque não percebes que, quem começou o insulto, uns comentários acima, não fui eu. Vai lá ler, anda…
Burro porque te fala um social-democrata libertino (não liberal) e vês um comunista.
Tens uma cassete pior que aqueles que criticas.
Joga no teu campeonato.
GostarGostar
Repito aqui
Ora temos aqui um anónimo, o que diz que os funcionários públicos, em boa verdade, não pagam IRS, que decidiu, com esse comentário, gritar a toda a gente “Sou um burro que não percebo um corno de IRS mas gosto de “arrotar postas de pescada””, o que leva a concluir que é mais um que não paga IRS, ou saberia minimamente como funciona. Como a criatura é ignorante e burra, coisas diferentes, vamos ensiná-lo para o livrar de uma dessas coisas, a ignorância.
Quando os funcionários públicos começaram a pagar IRS houve um aumento, é verdade.
O IRS surgiu em 1989, de lá para cá as taxas, escalões e deduções variaram. Pode o ignorante anónimo escolher um funcionário público a seu prazer, calcular o IRS com as regras de 1989, calcular o IRS com as regras de agora e dar a esse funcionário público metade da diferença se o valor de agora for maior. Se for o de 1989, dá-lhe o funcionário público dez vezes a diferença:
Já agora, como o IRS a pagar varia consoante o número de filhos, as despesas de saúde, ser casado ou solteiro, etc. acha que foi mesmo verdade que o aumento havido com a entrada em vigor do IRS foi exactamente o valor de IRS que passaram a pagar? O Sr. Manuel, como deduzia empréstimo ao banco pela compra da casa, teve um aumento menor do que o sr. Francisco que não tinha casa? Ou fizeram um valor médio, tendo uns sido beneficiados e outros prejudicados? E o que tinha a mulher sem trabalhar comparado com o cuja mulher trabalhava? E aquela que ganhava mais do que o marido comparada com a que ganhava menos? E aquela coisa chada escalões do IRS?
Leia dez vezes para se livrar da ignorância. Ou então comece a pagar IRS que já fica a saber como funciona.
GostarGostar
“Como o IRS a pagar varia consoante o número de filhos, as despesas de saúde, ser casado ou solteiro, etc. acha que foi mesmo verdade que o aumento havido com a entrada em vigor do IRS foi exactamente o valor de IRS que passaram a pagar? ”
1. Em 1989 foi exactamente como antes escrevi. Havia o Imposto profissional de que a Função Publica estava isenta pois que nunca fez sentido que o Estado pague de um bolso ao seu empregado, para depois lhe ir buscar uma parte para enfiar no outro bolso. Estas coisas são assim em qualquer parte do mundo – menos no sistema de IRS europeu.
2. O facto de os Funcionários Públicos não pagarem imposto sobre o seu trabalho sempre foi uma coisa pacífica, pois que o Funcionário Público tem uma especial – e importante – função em sociedade. Que é servir a coisa Pública, de modo a que o cidadão particular possa criar riqueza a qual – esta sim – é que é tributada para sustentar os fins do Estado, entre os quais, pagar os vencimentos aos Funcionários Públicos.
3. Estas coisas são assim, pacificamente assim, e não é por praguejares e chamares burros e ignorantes que consegues alterar a realidade.
4. O sistema de IRS foi imposto pela adesão europeia e na época até havia sindicatos comunistas que se opuseram – Vai lá espreitar os canhenhos do Avante que essas gloriosas jornadas de luta devem estar por lá arquivadas – pois os sindicatos defendiam que os Funcionários Públicos não deviam pagar imposto sobre o salário, exactamente com aquele argumento de tirar dum bolso e colocar no outro, e porque os sindicatos perceberam que a inclusão dos funcionarios Publicos no sistema de IRS seria a médio prazo uma forma de controlar pela via das taxas a massa salarial. O Partido Comunista e os seus sindicatos amestrados disseram estas coisas na época – aliás, com verdade objectiva na análise.
5. De qualquer modo, a única forma constitucional de aplicar o IRS em 1989 à Função Pública seria efectuar um aumento na medida rigorosa do desconto que se passou a fazer, para que não ocorresse baixa de salário e violação do principio constitucional. Na época os escalões de retenção eram menos, o que facilitava a aplicação do sistema.
6. Com o passar dos anos, o sistema do IRS veio a complicar-se de forma acentuada e, Vc tem razão quando invoca a diferença de taxa efectiva em função do agregado, das deduções específicas, etc.
7. aliás, isso tem uma grande consequencia no tratamento desigual dos Funcionarios Públicos, muitas vezes premiando quem é “menos cívico” em sociedade. Um tipo que compre uma casa maior e demore mais tempo a pagá-la acaba por beneficiar de deduções acima de um colega da mesma categoria que tenha comprado uma casa mais pequena e a tenha pago em menos anos – o que beneficia exactamente o mais rico em prejuizo do mais pobre. – e lá se vai uma das bandeiras doutrinárias do IRS europeu, ou o reforço da função distributiva do Estado.
8. Na saúde, idem. Um fumador terá mais despesas de saúde para descontar – e no fim do ano paga menos imposto do que um colega do mesmo escalão que faça desporto e seja saudável.
9. Por isso, os sindicatos comunistas tinham razão em 1989 na parte em que alertavam que o IRS aplicado aos Func Publicos seria uma forma do Estado-patrão intervir na massa salarial dos seus empregados.
10. E temos aí o grande resultado da aplicação do IRS aos Funcionários Públicos: Trabalhadores do Estado de igual função e escalão, acabam por ser pagos pelo Estado-patrão de forma desigual em cada ano, devido a circunstancias alheias à prestação do trabalho, mas a razões inerentes às condições pessoais e familiares – justificadas na função redistributiva do Estado – mas que muitas vezes penaliza aquele com menor património ou o que tem consciencia individual mais cívica.
11. Mas isso é o grande defeito (mais um) do sistema europeu de IRS. Não o podes invocar para provar coisa alguma diferente disto.
12. E como, meu caro caustico, aka Lopes, aka silva, aka comentador comunista mirim, eu pago impostos sobre o meu trabalho desde 1978 – data da minha declaração de inicio da actividade – passei por estas coisas, até cheguei a intervir em algumas delas, acompanhei familiares que eram na época e são agora funcionarios publicos. Ou seja, assisti em directo. Depois, por razões profissionais, até tive que estudar umas coisas sobre a teoria do imposto. Acredita que não estou a puxar por galões, que não os tenho. Há por aqui gente que sabe tremendamente mais do que eu destas coisas. Para te responder basta descrever a realidade que conheço para ter razão.
13. O problema é que moços como tu, que estão a fazer um estágio de jovem militante, assentam arraiais nas caixas de comentário, não para discutir os problemas, mas apenas para fazer combate político que possa enriquecer o curriculo pessoal lá na tua jota.
14. se queres um conselho e se te queres preparar para a luta politica, estuda os assuntos, que podes não ter razão, mas pelo menos tens uma opinião fundamentada. Dizeres aquilo que tens dito só evidencias a tua surpresa perante a vida que desconheces e que, desconfiado, contestas, não vá ser uma coisa que o Partido tenha mandado contestar.
15. na parte dos insultos – o burro , o ignorante, etc – basta ler o que cada um de nós escreve. Mas de qualquer modo, não te estiques, pois vocês comunistas andam sempre a ameaçar com a revolução na rua, a luta, o combate, etc, mas lembra-te – enfim, não tens idade para tanto, mas pergunta ao jeronimo e ao arménio – que da última vez que fomos a jogo em 1975 o resultado final é conhecido pela História.
GostarGostar
o Ambiente no blog anda um pouco crispado ,eu, apelo ao consenso.
GostarGostar
Imbecil: O IRS do funcionário público é pago como o ordenado- pelos impostos dos que não são funcionários públicos!
GostarGostar
Experimenta pagar imposto sobre a mesada que o teu pai te dá para ver se ele nota a diferença
GostarGostar
Da mesma forma forma que o IRS dos professores de escolas privadas é pago pelas mensalidades dos pais dos alunos.
Qual é a diferença ó inteligência?
GostarGostar
ò burro, és funcionário público e não entendes a diferença entre imposto que é mero ajustamento do Estado aos gastos que faz e imposto que qualquer pessoa sem ser fp tem de retirar para contribuir para o Estado!
Palerma- FP é alguém cujo ordenado é pago pelos contribuintes!
Os impostos apenas são diminuição do mesmo ordenado que já é pago pelos contribuintes.
Quem não é FP não vive do dinheiro dos contribuintes.
Percebes, palerma? és prof e nem uma merda desta compreendes?
GostarGostar
Um professor é necessário à comunidade mas nem gera riqueza. Portanto, não só não paga imposto como ainda é pago pelos impostos de quem tem de gerar riqueza para receber dinheiro em troca.
GostarGostar
Um prof do privado, se não contribuir para o sustento do negócio é dispensado. Não recebe.
Ou recebe menos. Um prof do Estado recebe sempre por tarimba, como a tropa. Mesmo sem “clientes” têm de lhe arranjar qualquer treta porque tem direito a emprego vitalício.
Como mais ninguém sem ser fp.
Estes pascácios nem sabem do que vivem.
GostarGostar
A anormal que foi corrida do Estado mas que arranja sempre maneira de lá mamar gosta de suspir no prato onde comeu. É preciso muita lata.
GostarGostar
Portantos, ZAZ, um sujeito que forma outros para que estes venham a ter uma profissão e a produzir algo, não está a produzir?
A sério, pá?
GostarGostar
A adse é tão boa, i.e. um privilégio como diz, que eu já solicitei a renùncia à mesma. Agora você deve é escrever sobre os salários e alcavalas dos governante, dos seus assessores de tenra idade muitos deles com 24-25 anos de idade a abichar cerca de 4500€/mês mais mordomias que chegam a atingir os 5000€/mês, os 230 deputados ar e dos vencimentos obcenos dos deputados ao parlemento europeu que recebem mais num só mês que muitos milhares de funcionários públicos e reformados recebem por ano.
GostarGostar
É tão fixe estar no Estado…e dizer mal do Estado! Pôr um ar pimpão e afirmar bem alto: estes tipos do Estado são uns privilegiados. Sabe tão bem aliviar a “alma”…ah liberdade!
GostarGostar
Quem e´que foi corrida do estado, ó cabrão? estás a falar com a família ou quê?
GostarGostar
Só um retardado mental pode dizer que há igualdade no pagamento de impostos de quem recebe do Estado e de quem não recebe.
É literalmente o mesmo que pagar imposto por mesada familiar.
GostarGostar
Porque tu não vives à custa dos impostos dos outros, certo? Porque os impostos que tu pagas cobrem e cobrirão sempre todas as tuas despesas e recebimentos?
You need a brain!
GostarGostar
Ó florência, vai à feira da Golegã comprar um cérebro.
GostarGostar
ò imbecil- quem é que paga o ordenado de um FP?
A tributação desse ordenado é paga por quem?
Não entendes, imbecil. Não entendes a diferença entre ser pago e ser tributado e não ser pago e até poder ter utilidade social?
Experimenta pagar a mesada a um filho e cobrar-lhe imposto a ver se ficas com mais dinheiro na carteira à conta disso.
E experimenta pedir a outro a quem não dás mesada que pague imposto para contribuir para a casa.
É igual a tributação, ó retardado mental?
GostarGostar
Lá no partido não vos dizem que dá mau aspecto mostrarem que são assim tão estúpidos?
GostarGostar
Quando a ADSE fechar, 80% desses tipos que andam por aí a vender aparelhos auditivos a 5.000 euros aos reformados fecham em 30 dias.
GostarGostar
.
Estas coisas são interessantissimas; então a Argentina quere mesmo entrar em default (falir) e agora proibem-na de falir ? Ameaçavam-na com a falência e ela respondeu ‘queremos mesmo falir’, encostou-os à parede, no mau ou no bom sentido da palavra conforme o gosto do comensal, E agora ja não querem que eles abram falencia como optaram ? Isto de facto se não é circo, são acobracias ou saltimbancos: é inaceitavel que a ignorancia deste do Circo Mercado (nao Cardinalli) seja da raça Humana e não de macacos, camelos. avestruzes, pombinhas ecaezinhos.
.
Julgam que vão dat aonde, a quê e a quem ? Abram a pestana e limpem a remela porque a coisa já está a desabar. E estroncar são paliativos para adiar um poucochito a coisa. Não chega. É preciso muitissimo mais e sem duvida outros pedreiros e mestres de obras.
.
Mas enfim avancemos pacificamente porque contra o avanço do Tempo e da Humanidade nada a fazer. Só deixá-los porem lá quem sugerem e vao surgir. É isto que os Povos milenares como o nosso até no analfabetismo têm de ronha e manha emocionais. Obvio, as elites nem percebem, nem sabem. nem compreendem,
.
mas é assim; tentem aliar-se ao aonde não estão nem ainda consehuiram; se forem capazes de não perder o vagão dos português que já mudou de agulha rejeitando os ‘auschwitzs’ do neo obscurantismo dos ‘facilitistas’ e ‘desenracas hiperativos do literalmente hoje 21/6 é que interessa, o 22/6 que se lixe a gente as “elites em programa” desenrasca-se; vê-se ….. tão todos entalados; nem as acuso nem as vitorio porque é problema delas a anos luz do cidadão comum, dito gentio ou povolareu ou outra coisa qualquer como queiram.
.
Não sei como apanhariam o vagão português. sejam Oposição ou Situação. Nem me compete. A coisa é mais de sentir por cima do pensar bem, E menos do ler sem sentir e sem pensar pensar embora a eloquencia no gritar do lido e do que já passou seja um espetaculo lindo mas tão fogo fatuo de cemiterios.
.
Mas prontos é o trilho absolutamente desnecessãrio a pagar até os escolhos serem removidos e a cacofonia assumir Razão em vez de Emoção.
.
E fantasio ingenuamente que a ‘grande praça’ onde se vai concerteza chegar a breve trecho ainda se chame a Praça da Democracia e da Liberdade. Se não for a culpa será de quem ? Minha não é. nunca almejei ser Governança nem Arco da Governação nem algures nem nenhures, falta de ‘ambição’ tanto me disseram. Era. Mas era outra coisa. Fascinava-me que essa gentes afinal no final da caminhada que engendraram cheguem à nova Praça da Democracia e da Liberdade. Por mim não tenho pressa, espere-se até ….
.
GostarGostar
Post interessante!!
GostarGostar