Queremos dignidade, democracia e pipocas
Parece que há problemas no LiVRE de Rui Tavares. As crianças nunca são nossas, Rui; as crianças são do mundo a partir do momento em que as expulsamos do ventre materno para a ortogonalidade ordenada do mundo socialista.
Pelo que me foi dado a entender, a facção do R/C-Esquerdo está em luta com o 2º Esquerdo-Esquerdo (o prédio não tem lado direito, só o esquerdo e o esquerdo-esquerdo, que fica à esquerda do esquerdo, tornando o esquerdo o direito – mas isso não importa – a esquerda é esquerda independentemente de estar menos à esquerda que a esquerda-esquerda).
Na realidade, nunca houve uma esquerda: cada homem é um universo de esquerdas, em perpétuo conflito entre a auto-regulação da revolução interior e a explosão de desejo em ser saudado numa parada militar. É perfeitamente normal: todos passamos por isso durante a puberdade.
O caso do LiVRE é mais giro e dispõe bem porque se trata de um partido unipessoal capturado pela facção da esquerda moderna (estes nomes são apenas indicativos, ninguém com neurónios distingue coisas iguais), isto para assegurar representatividade no caso improvável do António Costa ser suficientemente esperto para se livrar das carraças quando estas deixarem de ser necessárias para o folclore da onda.
Que não vos faltem as pipocas, caros portugueses.

Vocês não entendem que esta situação repetitiva e indigesta de haver sempre partidos de esquerda novos a nascer é uma estratégia dos padrinhos globalistas da esquerda?
Com esta estratégia pretende-se que as pessoas votem na “esquerda” seja eles qual for.
Evita-se o crescimento de partidos nacionalistas.
As pessoas fartam-se do bloco, aparece o livre. Fartam-se do livre aparece o MAS. E assim sucessivamente.
É tudo feito da mesma massa.
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De facto esta referência à esquerda e à esquerda-esquerda resume o que se passa nas monas do pessoal “de esquerda”…
Quanto ao peiésse, como a história já demonstrou, com qualquer deles (o preto, o seguro, o socas, o beiçolas, o cenoura, o velhadas bochechas ou outro qualquer) é mau, muito mau… O peiésse tem a característica nauseante de ser “de esquerda” com uma dose de cambalacho (pseudo)capitalista tão alta, mas tão alta, que envergonha qualquer oligarca “liberal” (ou “neoliberal”) bem instalado. É que, como é “de esquerda” não precisa de parecer “sério”…
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➜ Como não sabem nada do que falam colocam-se a escrever coisas à sorte. É uma vergonha pegada.
➜ Tenham ❛juízo❜ pois é aquilo que não têm os ❝PerSDienst❞ (entenda-se assessores de imprensa afetos ao PSD) de fachada.
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Essas setinhas estão a apontar para a direita, Ismael. Valha-nos São Chomsky.
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Sim, é verdade meu caro. As setinhas estão a apontar no seu sentido da irresponsabilidade.
➊ Irresponsabilidade social;
➋ Irresponsabilidade política (Ex. Luso Ponte e Submarinos);
➌ Irresponsabilidade intelectual (temos um PR que me deixa sem palavras de tantas coisas antagónicas que tem feito e dito; ora pede soluções; ora valida a incompetência).
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Sim, mas Cavaco é magrinho, não açambarca, não é uma barreira à redistribuição alimentar.
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➽ Vítor, se calhar não sabe que há magros que comem bem mais que gordos, ou seja, comem mais em quantidade e até comem mais em qualidade, muitas vezes comendo menos, mas comendo refeições bem mais caras.
➸ Porém não consigo entender o que raio tem que ver a «redistribuição alimentar» com a «irresponsabilidade intelectual»?
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Ismael, a ciência da esquerda que é esquerda mesmo, da mesmo mesmo mesmo à esquerda da esquerda, essa surpreende constantemente.
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Tens mesmo ar daquilo que es … palerma!
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Ismael, tens que te inscrever no ginásio e ir mesmo, 4 vezes por semana pelo menos… Pela tua saúde… Estás gordo, pá!
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Sim, sou gordo, mas não saberá o meu amigo o que está por trás desta minha condição física (que nada tem que ver com a minha condição psicológica).
A acrescentar a esse facto, eu não sei se o senhor está ou não obeso. Não me mostra quem é. Agora, poderá ter a certeza que, grande parte dos portugueses e não apenas eu, também estão obesos.
Abraço e bom resto de semana.
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É a crise. Isto não se aguenta.
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É deveras estimulante perceber que o conhecimento das coisas está entregue a espécimes como Vossa Excelência, e não me refiro ao fácil que é responder-lhe com base na sua imagem. Ler o seu comentário assente em que não se sabe do que se fala, o que supõe que Vossa Excelência saberá, e depois acrescer o argumento seguinte que mistura PSD com assessores e conluios menos claros é perceber o autismo Libre: ninguém sabe do que fala quando não fala como nós – julgo que Hitler pensava igual quando arguia que ele é que combatia o desemprego e a pobreza e de facto fazia-o com métodos pouco ortodoxos. Já Vossa Excelência é bem diferente na igualdade porque está no campo da ortodoxia metodológica da solução final que, sabemos, resolve todos os problemas.
Vossa Excelência: sois um Idiota!
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Sinceramente meu caro,
Saberá por acaso que a Esquerda é o lado da política que olha os pobres e desprotegidos?
Será que tem a consciência que a gente que é de Esquerda é, normalmente, o tipo de pessoa que prefere ganhar menos e ver todos ganharem por igual ou onde a diferença de salário não é tão elevada quanto aquilo que hoje se vislumbra na nossa sociedade capitalista?
ESQUERDA ≠ CAPITALISMO
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Tão ingénuo que você me saiu: a esquerda alberga desde o padre comunista ou yuppie bem intencionado, é pois um albergue espanhol. Pensar que a virtude da esquerda é ter uma vertente humanista é desconhecer elementares princípios de ética pessoal que estão aquém e além da política que se quer para finalidades de bem comum e não para retórica fácil de suposta preocupação com o sofrimento humano. Nem de propósito o chefe dos católicos disse no fim de semana passado que o comunismo roubou à igreja a bandeira dos pobres…
Basta ver onde reina a esquerda para perceber que a preocupação com a pobreza e igualdade é tanta que não descansa enquanto não torna todos igualmente pobres.
É preciso ser muito mal intencionado para querer fazer acreditar que quem não é de esquerda não tem preocupações humanistas ou de bem ao próximo e é preciso ser incapaz para embarcar nesse racional binário de Esquerda e Capitalismo: nem a esquerda é uma ideologia em si nem o capitalismo é um dogma ou conjunto de dogmas políticos. Ainda assim o Capitalismo sendo mau cria empregos e financia o desenvolvimento e o expansionismo das economias enquanto a esquerda continua a idealizar o que podia ser se não tivessem estragado tudo onde metem as mãos e continuam a não criar qualquer emprego ou a ter válidas iniciativas produtivas.
Em vez do preconceito que demonstra tente perceber com quem fala ou comenta antes de vir de cartilha na mão que o faz parecer um epsilon de Huxley.
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❂ Jorge, acredito que precise conhecer os planos da verdadeira Esquerda para perceber a diferença entre Esquerda e Direita.
➸ O Capitalismo cria empregos diz o senhor. Então olhemos para o capitalismo dos últimos anos (Direita/PSD) em Portugal. Quantos empregos se criaram? Nenhum. E não digo que não foram criados novos postos de trabalho, eu digo é que não há mais empregos criados que empregos perdidos.
➸ Dou um exemplo para perceber bem o que é Capitalismo de direita. O Capitalismo de Direita, usando o exemplo da SONAE (Continente) permite com que se criem novos postos é facto mas não impede que se percam postos de trabalho. A verdade é que quando o Continente coloca novas pessoas para o caixa, acaba sempre por demitir um número semelhante de pessoas. Percebe-se, por exemplo, através da análise do Continente da Lixa que este hipermercado funciona sem o número mínimo de colaboradores aceitável. Já vi funcionárias do peixe a fazer limpezas e acho isso incomportável num hipermercado. Já me aconteceu de ver a pessoa que está na peixaria, ir para a padaria e depois para a charcutaria. Isso não é normal. Se realmente o capitalismo criasse emprego, como diz, isto jamais aconteceria.
➸ Há uns anos atrás, quando criaram os Hipermercados Modelo, sempre que eu ia a uma superfície desse tipo, eu jamais teria que esperar para ser atendido. Era essa a vantagem de ir a um hipermercado: encontrar tudo o que pretendia com menos gastos de tempo e reduzidos custos. Hoje é cada vez menos visto essa atitude. Por vezes encontra-se apenas duas caixas abertas quando, àquela hora, deveria ter pelo menos 4 caixas abertas. E depois podiam colocar caixas rápidas, podendo assim ser mais eficientes pois, em determinado momento não seriam precisos tantos caixas mas fazem falta pessoas na charcutaria e na padaria.
❂ Atente para o facto de não considerar que o PS seja um partido completamente de Esquerda.
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Caro Ismael Guimarães: quando me diz “❂ Jorge, acredito que precise conhecer os planos da verdadeira Esquerda para perceber a diferença entre Esquerda e Direita.” está a presumir que não os conheço e mais ainda pensa que o facto de chegar a conhecê-los (revelação) me prostrará perante a sua evidência. Mas não meu caro: quando a bi-polarização esquerda-direita nasceu já existiam concepções de ética pessoal e altruísmo há séculos e a bandeira da responsabilidade social (apego à comunidade, prover aos necessitados, ser activo promotor de paz social) existe de antes do cristianismo. Mas de facto é algo que começa no plano individual.
A concepção de estado é desde fins do séc. XVIII um pêndulo que oscila entre o estado provedor e o estado cobrador e não existe hoje nada de novo a não ser detalhes. O fundamento de existência de ideologias é dispor de concepção teórica para a aplicação na realidade que existe ao momento que se é chamado a pôr em prática, esses fundamentos idealizam motores diferentes de evolução social para cada ideologia. Se o motor estado é mais eficiente que o motor iniciativa privada e auto-regulação é a discussão charneira mas existem outras clivagens claras entre a dita esquerda e a dita direita. Nada disso porém altera o pressuposto base: nenhuma das concepções/facções é moralmente superior no plano conceptual, logo você não pode apropriar qualidades à esquerda e ao mesmo tempo tornar a direita desprovida das mesmas – para além de desonesto é burro fazê-lo.
Se quer falar de méritos das ideias explane de que modo é que a dita esquerda choca com a realidade e tem um plano que funcione.
Capitalismo é um modelo económico (logo teórico) e não uma ideologia de direita, e a parte dela que vê aplicada na realidade é todo o tecido económico privado.
PSD não é direita mas é o menos distante da direita que existe no plano político nacional (o CDS/PP é para mim ainda mais centro esquerda que o PSD). No plano que defendo, o facto de o Governo não criar emprego é uma boa notícia e aquilo a que chama destruição de emprego é facto socialmente relevante mas economicamente é um input e não mais importante que outros.
A SONAE é um grupo económico que gera emprego e riqueza e tem esse mérito mesmo que já tenha gerado mais emprego que no momento. O bom ou mau funcionamento de uma loja tem influência nas escolhas das pessoas como clientes desde que elas tenham escolha. Chegar ao detalhe da charcutaria é despiciendo.
Se o PS é “esquerda assim” ou “esquerda mais ou menos” é irrelevante porque, e se chegar ao Governo em 2015, passará a ser a “esquerda coisa nenhuma”, toda a restante “à esquerda” vive no limbo do perfeito exercício do impossível.
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Era para nem me dar ao trabalho de responder a este comentário tão infeliz mas não poderia deixar de lhe falar uma coisa: o CDS é dos partidos com acento parlamentar aquele que está mais à direita. Essa é que é a realidade. Dito isto, sugiro que conheça um dos significados de se ser partido de direita: um dos significados é o assento parlamento do partido ser, no seu parlamento, à direita. Nenhum partido de esquerda se sentaria à direita de um partido que se sabe de direita (PSD).
Convido-te a seguir este link para perceberes do que falo: http://oi57.tinypic.com/2a7itsm.jpg
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À direita mas visto de que lado? Do presidente da assembleia? Deve custar, ver os da nossa esquerda à nossa direita excepto se estivermos de costas.
Isto devia vir na constituição.
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Oh Ismael, veja lá se atina. Embora me encante a sua juvenilidade eu não me deixo levar por encantos.
A sua visão esclarecedora da geometria do semicírculo diz-nos que na Coreia do Norte e em Cuba existe direita, consegue repetir isso sem se rir? Quer referir-se a direita parlamentar (e repare que acrescer parlamentar faz todo a diferença) e quer supor que é tudo o mesmo, se a sua direita o assusta quando eu começar a falar do que são os meus ideais deixa de sair de casa certamente.
Ademais: não diga que esteve para não responder ao comentário a que me responde porque já o tinha respondido antes. Não me confunda ao trocar comentários com o VC que somos distintamente e orgulhosamente bem diferentes. E já agora não me trate por tu e você no mesmo comentário, é que dá ideia que assim que começa a dirigir-se-me começa a ficar à vontade, beware!
P.S. – mais uma vez me animo da expectativa de um dito esquerdista discutir ideias, e não tenho a minha anterior resposta a si como exercício ligeiro, mas você começa cedo na escola, lateralizar para não discutir. Se você argumenta e eu contraponho porque raio tem de começar a falar de outras coisas? Incapacitância de Cingência à Inteligência, dito de outro modo: milita na única coisa que une mais de 90% da esquerda: Burrice/Incapacidade Intelectual/Mais Pujança que Cagança.
Bom fim-de-semana e não exagere no Tofu
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corrijo: mais cagança que pujança
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Ocorre-me o facto de não teres visto a representação gráfica da AR que oportunamente partilhei num link. Aí perceberias que é à direita da forma como os cidadãos olham e não à direita de quem se senta pois isso aí é apenas uma forma encapotada de alguns poderem dizer que estão à esquerda.
Pois é, como o planeta é redondo e está sempre em movimento, dependendo da perspetiva, um automóvel nunca está parado pois movimenta-se com a Terra mas se olharmos para a nossa realidade ele está parado. Santa ignorância Vítor Cunha, a realidade é que a relatividade de algo não pode justificar perguntas parvas.
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Ismael, já viu um filme chamado “Le Dîner de Cons”?
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“cada homem é um universo de esquerdas, em perpétuo conflito entre a auto-regulação da revolução interior e a explosão de desejo em ser saudado numa parada militar. É perfeitamente normal: todos passamos por isso durante a puberdade.”
Fabuloso !
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No que deu ( e continuará a dar , pelo andar da carruagem) a tentativa falhada da manutenção do “tacho” alsaciano…
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Desde o início que se inventou e escreveu que o LIVRE era um partido unipessoal. Nunca foi, a menos que só as pessoas mediaticamente conhecidas sejam realmente “pessoas”: desde o início que foi um partido com centenas de membros e apoiantes, com uma boa diversidade de perspectivas e o espírito crítico que tende a acompanhar mentalidades mais libertárias (até o nome do partido é “LIVRE”).
Mas os factos não obstaram à calúnia: dizia-se – sem fundamento – que o LIVRE era um partido unipessoal, porque supostamente quem não aparece nas televisões não é ninguém.
E agora, que a oposição interna faz barulho suficiente para deitar a baixo a tese do “partido unipessoal”, pretende-se escarnecer do LIVRE por ter oposição interna quando pretensamente seria um partido unipessoal – só que essa pretensão é vossa, e de quem por falta de argumentos para atacar o LIVRE, tem de os inventar.
O LIVRE nunca foi nem nunca pretendeu ser um partido unipessoal.
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O Livre é uma invenção de um individuo com o objectivo exclusivo de perpetuar o tacho desse individuo. Porque ser de esquerda-caviar não é barato.
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Essa é outra invenção que os factos desmentem. O Rui Tavares foi convidado para as listas do PS ao Parlamento Europeu num lugar facilmente elegível. Se o objectivo dele fosse “tacho”, o LIVRE não existiria.
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Rui Tavares nas listas de António José Seguro a mais de um ano das eleições legislativas e com a novela que se iria desenrolar com a tralhada socrática? Os serviços prestados ao sacrifício não passarão em claro.
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Leu com pouca atenção: falei nas listas ao Parlamento Europeu e não às legislativas. O LIVRE já veio a fechar essas portas todas, provando que o seu objectivo nunca foi abri-las.
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Em verdade vos digo: sobrestimar a inteligência dos outros nunca deu grande resultado.
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Libertárias?
Essa tem piada. Criado por um adepto do Marquês de Pombal que chegou a festejar o seu aniversário no Barnabé.
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Era a parte que andava a estudar na altura. Além disso, a baixa é gira.
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Eheheheh! Eheheheh!
Eheheheh!
Eheheheh!
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eheheheheh
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Ele festejou porque coincidia com o da aparição da Virgem aos pastorinhos de Fátima
eheheheh
Jacobino tem santinhos totalitários
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Não sei porquê, em tempos dei em simpatizar com o Rui Tavares, talvez porque ele decidiu consignar parte do seu vencimento, como deputado do PE, concedendo, do seu bolso, uma “bolsa de estudo” a um desconhecido que a tal se candidatou, talvez por que gostava de o ler no Público, talvez sem razão.
Hoje, ao lê-lo naquele jornal, reparei que o Rui (que se auto-intitula progressista) apenas considera que essa qualidade é apanágio da malta de esquerda, da malta da sua cor.
Ora eu, que me considero amante do progresso e com provas dadas, não posso mais admirar alguém que anda a defender tal iniquidade. Deus me livre!
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Não deixa de ser irónico que, para mim, o expoente máximo de notoriedade do Libre seja atingido quando o vc o(s) posta 😉
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O livre é um partido muito publicitado onde merece.
Quem não gostar do “Livre” que entre e mude para “Ocupado”. 🙂
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No Bairro Alto?
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Ocorre-me que se o prédio for cilíndrico e com sentido único de circulação (para a esquerda claro), cada f(r)acção está sempre mais à esquerda que outra chegando-se ao ponto de uma dada f(r)acção estar muito mais à esquerda que ela mesma momentos antes. Assim se define o espectro político português. Boa parábola a do vc que só agora começo a entender.
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