Da miséria humana
A Faixa de Gaza é um gigantesco gueto onde se amontam 1,7 milhões de pessoas num pequeno território sem recursos. Os seus habitantes são refugiados ou seus descendentes expulsos de territórios ocupados por Israel nas últimas décadas. Face a uma ofensiva militar israelita, os civis não tem escapatória possível. Não há lado nenhum onde um refugiado se possa refugiar. Com os ataques a Gaza, Israel ganha alguma hipotese de vir a ter paz com os seus vizinhos, de os obrigar a negociar? Não. Criará ainda mais radicalismo e desespero. Alimenta a sobrevivência politica do Hamas a quem também interessa um estado permanente de guerra. A presente invasão israelita apenas terá como consequencia criar miséria e sofrimento, mortos, feridos e estropiados. A actual destruição das frágeis estruturas civis que ainda havia (hospitais, escolas, estações de televisão, centrais eletricas) e de tantas habitações, tornará a vida das populações civis ainda mais infernais e sem esperança. Bem pode o estado israelita ao final pensar que «demos uma coça neles». Mas como sucede em todas as guerras, apenas se criou sofrimento e gritante desumanidade. Absoluta e tristemente inútil.

A ONU e outros organismos que supervisionam e são senhores do mundo não se incomodam com a situação desumana em que vivem milhões de cidadão do mundo. Pagos principescamente, toda essa tropa fandanga vai vivendo o andar de cima nem repara nos que vivem no rés-de-chão e ainda menos com os que vegetam na cave. É o mundo abençoado pelas super-potências, onde uma parte dos políticos suburbanos deseja habitar. Este é um retrato da nossa civilização.
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Ao fim de um tempo de por aqui frequentar (duvidosa expressão, concedo) esperar-se-ia que o Gabriel pouco me surpreendesse. Pelo contrário, acho-me aqui e agora surpreendido pelo seu post, pelo seu não alinhamento (confesso que normalmente já o faz, mas de modo que não sanciono), pela lucidez e, acima de tudo, pela integridade da visão que o seu conteúdo transparece. Por este motivo fica aqui o meu tributo. Que cessem gradualmente as visões maniqueístas que se provam a si mesmas, e além de outras coisas, idiotas e não muito melhores que a idiotia esquerdizante do “coitado do gazeado”. Talvez um dia o aesquerdizzzmo não seja conotado com falangismo. Por ora fica este contributo.
P.S. – a responsabilidade de agir bem nunca se poderá fazer substituir pela resposta à letra à ignorância do opositor mal intencionado, por muito que existam álibis à evasão dessa mesma responsabilidade.
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Nesta guerra ganhou-se algo mais. O bloqueio de 45 túneis feitos pelo hamas para entrar em Israel, anulando o plano de um homicídio em massa de judeus no final de setembro
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Como se vê pelo seu comentário e pelo teor do post, neste assunto há sempre duas verdades, duas visões e até duas soluções.
Por vezes uma e outra terminam a insultarem-se.
Há também uma situação insólita que é afirmarem que houve x baixas do lado dos palestinianos sendo que umas são de civis.
Acontece que já perguntei por várias vezes e ninguém me responde se o Hamas é considerada um força militar com soldados, sargentos e oficiais.
Como nunca vi nenhuma fotografia de um soldado do Hamas não sei como conseguem distinguir as vítimas “civis”.
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Crianças e funcionários da ONU, por exemplo, não são soldados.
Claro que se pode dizer que jogar futebol na praia é uma acção de guerra e dizer que todas as vítimas são militares.
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Now, the Israeli newspaper Ma’ariv has reported one brazen and chilling way Hamas had been planning to use its tunnels before Israel began uncovering some of them this week and dismantling them.
Quoting unnamed Israeli security sources, Ma’ariv reported that the plan was to send 200 terrorists through each tunnel simultaneously – using dozens of tunnels – to six Israeli communities in southern Israel for a shocking attack on the Jewish high holiday of Rosh Hashanah which this year begins on September 24.
Once there, the Hamas gunman planned to kill or kidnap as many Israelis as possible and bring the latter back to Gaza with them, again via the tunnels.
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JEM Quanto ao bloqueios dos 45 túneis acho bem .Mas havia necessidade de Israel bombardear continuamente populações indefesas,no caso mulheres ,velhos e crianças?Uma carnificina inqualificável.!
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Bem pode esperar sentado Fado Alexandrino, nunca obterá resposta. Uma achega ao tema, os palestinianos da Cisjordânia não se revoltaram, porque será? Talvez por terem obtido um nível de prosperidade do qual não estão dispostos a abdicar. Criminoso é o Hamas, qualquer governo deve proteger o seu povo e eles usam-no como arma de arremesso. E o líder máximo a viver no Qatar.
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Seguindo a ética e moral do Gabriel Silva percebe-se que Israel faz um grande erro em proteger a sua população com IronDome, sistemas de avisos e abrigos.
Caso Israel tivesse 500 mortos fazendo a política civil do Hamas este post não existiria.
E se caso não se defendesse – ou seja não destruísse combatentes e recursos do Hamas e tivesse outros 500 mortos também não teríamos este post.
Ainda mais chocante como se fosse possível um território pobre ter milhares de rockets, ,tuneís com kilometro de comprido construídos com blocos de cimentos com entradas em de casas civis , hospitais.
As casas civis armadilhadas pelo Hamas e por essa causa destruídas é culpa de Israel também.
Já falar de Hong Kong, Singapura, outros territórios minúsculos e prósperos não se fala.
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A questão dos túneis segue a teoria militar de Avarel Dalton.
Êxplico (porque não sei desenhar). Um tunel tem entrada no ponto A e saida no ponto B.
A é em gaza, B em Israel.
O grande teorico Avarel Dalton sentenciava já no séc. XIX que para destruir tunel teria que se invadir territorio inimigo e assim alcançar ponto A. Pelo contrário, a velhinha escola de pensamento do Common Sense diria que estando o ponto B no meu território, seria menos custoso e mais acessível destruir a partir desse ponto.
Mas pronto foi que o se conseguiu arranjar, para a próxima pensa-se melhor…:)
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Raciocínio um pouco forçado, mas tudo bem.
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.Se a guerra trás destruição e vitimas inocentes, então devem dize-lo directamente aos senhores que governam Gaza, o Hamas. Porque sabem bem que não é a 1ª vez nem será a ultima, já que o Hamas jura a destruição total de Israel e a eliminação dos judeus na Palestina. A ONU e restantes países ocidentais deviam cortar imediatamente as ajudas a Gaza, pois esse dinheiro só vai servir para armar o Hamas até à próxima guerra. As crianças não têm culpa, pois não, mas os pais das crianças têm toda a culpa ( e não tem vergonha de expor os seus filhos ) e as tb as mães que aparecem na TV a glorificar a morte como mártires dos seus filhos. Qualquer país do mundo perante uma situação como Gaza já teria anexado o território e expulsado os seus habitantes para páises árabes vizinhos.
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Bem pensado, não fosse o caso de o tal ponto B ainda não existir, pois tal só iria acontecer momentos antes de quando se concretizar o ataque a Israel, não será assim, sr. GS de vistas condicionadas?…
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Pelos vistos o Gabriel Silva acha que o tunel deve ficar intacto desde a fronteira Israelita para o Hamas apenas fazer uma derivação.
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“The presence of militant fighters in Shejaia became clear Sunday afternoon when, under the cover of a humanitarian truce intended to allow both sides to remove the dead and wounded, several armed Palestinians scurried from the scene.
Some bore their weapons openly, slung over their shoulder, but at least two, disguised as women, were seen walking off with weapons partly concealed under their robes. Another had his weapon wrapped in a baby blanket and held on his chest as if it were an infant.
The shelling of Shejaia took its toll of the civilian population there. While the Israelis had warned citizens two days earlier to leave, many had refused in large part because Hamas said it expected people to remain.”
http://www.theglobeandmail.com/news/world/thousands-flee-gaza-homes-as-israel-expands-ground-assault/article19683732/
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Há lugares com menos recursos e mais população que vivem muito melhor! Os habitantes de gaza têm melhor qualidade de vida que muitos europeus e grande parte da população egípcia. Israel não expulsou ninguém nem há refugiados: quem quis abandonar Israel abandonou quem quis ficou. Refugiados foram os 800000 judeus que vivia na Síria, na Jordânia, no Líbano e em todo o médio oriente que tiveram que fugir. Gaza está sujeita a uma ditadura brutal, guerreirista e cruel: o Hamas é uma organização terrorista em muitos países vizinhos. Escolheram o caminho da agressão e da guerra.
O problema de Israel não é com os habitantes de Gaza é com os terroristas do Hamas. Mas os habitantes têm culpa: votaram no Hamas, apoiam-no e deixam instruir de ódio os filhos. Sabemos que estes terroristas palestinianos se tornaram não gratos na Jordânia, no Líbano, na Tunísia: terrorismo é o seu modo de vida.
Israel só quer viver em paz mas Israel já por duas vezes esteve sob a ameaça da aniquilação total e essas ameaças são claras e explicitas ainda hoje. Se não há qq dúvida é que os islâmicos cumprem as ameaças: veja-se o que faz o ISIS. A paz está nas mãos dos habitantes de Gaz mas foi um grave erro de Israel dar o seu território a terroristas.
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“Mas os habitantes têm culpa: votaram no Hamas, apoiam-no e deixam instruir de ódio os filhos.”
Sabe que eu acho que é precisamente esse um dos pontos do post: Israel ataca os civis para destruir terroristas, destrói habitações, hospitais e escolas (algumas das quais, tão ligadas ao Hamas e ao terrorismo que até mataram um funcionário das Nações Unidas…). Com esta destruição, Israel aumenta a raiva dos habitantes de Gaza que, para se verem livres dos ataques israelitas (que os matam a eles e aos seus filhos, que constroem muros à volta dos sítios onde vivem, que constroem cidades próprias em que os palestinianos muitas vezes não podem entrar, mas bem dentro do território de Gaza) votam em terroristas, extremistas, que radicalizados prometem combater os israelitas. Chama-se desespero, algo que nós, confortavelmente sentados em frente ao computador, felizmente não sabemos o que é.
Deixo-lhe umas frases muito relevantes do post: “Com os ataques a Gaza, Israel ganha alguma hipotese de vir a ter paz com os seus vizinhos, de os obrigar a negociar? Não. Criará ainda mais radicalismo e desespero. Alimenta a sobrevivência politica do Hamas a quem também interessa um estado permanente de guerra.”
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Gabriel Silva,
Correcta análise no post e irrebatível comentário (o seu), surgido às 22:23
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“Pelo contrário, a velhinha escola de pensamento do Common Sense diria que estando o ponto B ” Estúpido este common sense. Deixaria parte do túnel intacto e pronto a ser reconstruído noutra direcção, sem chamar qualquer atenção pois o mais difícil, que era dissimulação, estava feita.
Lamento mas é difícil dar batalha a quem esteve envolvido nos maiores progressos científicos da humanidade nestes últimos 100 anos (mais de 180 prémios Nobel em todas as áreas da ciência acumulados por uma comunidade de 20 milhões de pessoas).
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Israel mata 1.000 palestinianos muçulmanos e é o aqui del rei que é horrível. Jornais, tvs e radios não falam doutra coisa e até há uns voluntários para se manifestarem publicamente contra esta matança. Mas,
O Marrocos mata 1.000 mauritanos independentistas muçulmanos e ninguem liga.
A Algeria mata 10.000 insurgentes muçulmanos de muitas nacionalidades e ninguem liga.
A Libia mata 10.000 insurgentes muçulmanos de muitas nacionalidades e ninguem liga.
A Siria mata 100.000 insurgentes muçulmanos de muitas nacionalidades e ninguem liga.
O Egipto mata 10.000 egipcios muçulmanos e ninguem liga.
O Iraque mata tantos insurgentes muçulmanos que já se perdeu a conta. Ninguem liga.
O Sudão mata 100.000 insurgentes muçulmanos de muitas nacionalidades e ninguem liga.
Que dizer do Mali, Etiópia, Iemen, Irão, Afganistão?…
Os muçulmanos andam-se a matar aos milhões, e há anos que isto dura, mas ninguem liga.
Que será dos israelitas se se converterem ao islão e começarem a gritar Allah Akbar enquanto matam palestinianos? Ninguém lhes liga?
Gabriel Silva: não se pode ir do ponto B para A como sugere, sem ter entrado antes em A.
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Caso me olhasse como uma mente simplória facilmente concordaria com 99% dos comentários sobre este tema (mais do que sobre este post) e teria a capacidade de entender que ou: a) Israel exerce o legítimo direito de auto-defesa; ou b) os territórios sob administração da Autoridade Palestiniana são alvo da constante opressão do gigante militar israelita. Como tenho pudor em me entregar a tal suprema estupidez (sim! acuso quase todos os demais, que aqui comentam, de ignorância e facciosismo!) penso no porquê desta história revisitada de mútua intolerância e consequente e cíclica escalada de acontecimentos que atentam contra a dignidade humana. Como me questiono, busco e por isso estudo as ambivalentes legitimações para a barbárie de parte a parte e concluo, hoje como há pelo menos 20 anos atrás: De um lado está uma manta de retalhos de um dito povo que mais não é que um conjunto imenso de pessoas que habita territórios indefinidos e que é sistematicamente instrumentalizado por facções extremistas e castigado por um opositor zeloso; de outro lado encontro uma nação que não se consegue pacificar e definir a si mesma e muito menos conseguir aceitação dos vizinhos e que nesses pressupostos vê um desígnio para a destruição pela destruição de tudo aquilo que aparente se lhe opor.
Supondo, acedendo a axiomática de qualquer das partes, que a razão assistirá a uns ou a outros o resultado será sempre a futura inexistência da contraparte e essa conclusão deveria ser suficiente para que qualquer espírito minimamente bem formado questionasse os pressupostos da sua própria razão, mas de nada serve: o falangismo acomoda na estupidez e os socialismos aviltam na instrumentalização porque são exactamente desprovidos de pudor, são merda contra merda. são falta de rigor crítico, são precisamente os pressupostos que nos levaram a outros conflitos de proporções dantescas. Mas de que vale tal se o bonito é fazer comentário para o boneco, este do faz figura vale mais que vidas de crianças, ainda que sejam crianças plantadas em locais por gente sem escrúpulos, basta que do outro lado – onde residem os supostos cidadãos de um estado de direito e com instituições – more igual dose de falta de humanidade.
Se há uma via (sim, uma delas e não a única, como o dizem certos palermas) que pugna pela aniquilação do estado de Israel a ela se opõe actualmente a via única do olho-por-olho praticada por um estado feito de gente que, pela herança recente, deveria ter vergonha de qualquer aproximação ao extermínio.
Esta guerra é uma guerra suja mas de um lado está um estado de direito que tem obrigação de não ceder a essa lógica (talvez me disponha futuramente a citar um chefe – dos primeiros da Haganah e da Mossad que o disse, por enquanto espero que os mesmo palhjaços de sempre opinem de cátedra sem saberem fundamentos)
P.S. – As crianças filhos de terroristas serão sempre, e em único lugar, crianças. E não vamos falar das retaliações que o povo é alvo se aceita abandonar as suas casas e territórios aquando dos avisos de Israel ou do medo que têm de não lhes ser permitido regressar como Israel já fez e faz actualmente.
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“Mas como sucede em todas as guerras, apenas se criou sofrimento e gritante desumanidade. Absoluta e tristemente inútil.”
Os aliados destruíram a Alemanha. Que desumanidade!
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Tinha acabado de escrever sobre pessoas muito esclarecidas como você aparenta nos eu comentário: os aliados destruíram a Alemanha? é o seu comentário inteligente e informado?
Refere-se a algo que aconteceu há mais de 60 anos como se não existisse qualquer evolução desde essa época e ignora (será porque é ignorante?) que os russos praticaram a violação sistemática de crianças e mulheres (dos 8 aos 80) – obviamente e para si são legítimos despojos de guerra, certo?
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Não percebi a sua resposta.
Sou ignorante!
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Eu também não percebi.
Sou ignorante!
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Claro que não é, nem o outro e outros que venham entretanto. Eu é que tenho um problema com o conhecimento dos factos e com a forma como eles devem concorrer para a formulação de hipóteses que deveriam levar a uma opinião conformada.
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É curioso ter visto nas manifestação de apoio a gaza que ocorreu em Lisboa ver homossexuais vestidos com cachecóis e bandeiras da Palestina, pois na faixa de gaza a homossexualidade é punida com 10 anos de prisão, às vezes até são espancados até à morte em plena rua para servir de exemplo. A maior parte dos homossexuais palestinianos acaba por ter que fugir para Israel.
blog.camera.org/archives/2013/02/wheres_the_coverage_lgbt_commu.html
As eternas incoerências da esquerda…
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Se o GS entendesse que o atual PM israeli Netanyahu nao apoia o proieto d o futuro Estado Palestino ; que ele achava que o Likud de Sharon estava convertindose num partido pacifista e de esquerdas ntendera melhor os motivos e justificacoes dedta situacao que GS alude por duas vezes de situacao de “guerra” neste seu post…
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Gabriel, a pergunta que se põe: estando os israelitas soba aleatoriedade dos roquetes lançados daquele território, como deveria reagir?
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Reconhecer as fronteiras marcadas pela ONU para o seu território, retirar os colonatos do território palestiniano, retirar o muro que circunda o território de Gaza e que protege os territórios que Israel roubou à Palestina. No fundo, cedendo a exigências legítimas à luz do direito internacional, fazendo com que os palestinianos não tivessem de se radicalizar e confiar em extremistas (como o Hamas) para os proteger. Por exemplo essa seria uma opção, mas há outras, terraplanar Gaza e matar tudo o que mexa, sejam terroristas, civis ou funcionários da ONU.
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Uma ilha no meio do pântano “liberal”. Bem haja Gabriel Silva.
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Israel apenas adiou a próxima guerra por alguns meses ou anos. Sabem bem que o Hamas tem por missão a destruição total de Israel. Sabem bem que as gerações palestinas são educadas no ódio racial aos judeus ( a net está cheia de vídeos de salas de aula e programas infantis da tv palestina onde se ensina a odiar e a prometer dar a vida na luta e morte ao judeu ) e como tal, uma solução pacifica não será possível nas próximas gerações. As escolas da ONU apenas servem para armazenar armamento em vez de servirem para educar os jovens na paz e na tolerância, os únicos princípios que a longo prazo poderão garantir paz à Palestina.
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Sabem bem que o Hamas tem por missão a destruição total de Israel. Sabem bem que as gerações palestinas são educadas no ódio racial aos judeus.
.
Este vsantos acha que Hamas tem o potencial d o enemigo iraniano.
Bem que intentaram estar na altura do potencial (nao declarado) do estado israeli. Tanto assim que o amigo amaricano fiz vital a necessidade de ter
que intervir.
Vai la saber as motivacoes. O porque
das estranhas conexioes e ligacoes entre o Estado israeli e o seu “amigo americano”…
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Abre os olhos tonto. Até os estados árabes da zona estão calados, porque sabem que Israel é preferível ao Hamas. Quem se coíbe de criticar o Hamas, que jurou varrer os judeus da face da terra, está definitivamente do lado da bárbarie e do terrorismo. E já agora, respondam lá porque é que os palestinianos da faixa de gaza preferem viver em paz com Israel e não lançam misseis nem fazem tuneis para levar o terror a Israel ?
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“A guerra é o contrário da paz” até a uma Miss fica mal, quanto mais por aqui …
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Nesta história da Palestina só me chocam as crianças. E mais não digo, porque tudo isto desperta em mim o pior dos cinismos!
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Eu gostava que me explicassem porque é que nos estamos a horrorizar com o que se passa na Palestina, mas não com o que se passa no Iraque ou na Libia que é igual, porque é igual em todas as guerras.
Quanto ao desfecho acho que vai ser diferente. Porque, de facto, estão todos cansados e receosos com as consequencias da Primavera arabe, o destino do Hamas vai ser, receio, o mesmo que teve a Irmandade Muçulmana no Egipto. Aliás ninguem se horrorizou com o destino da Irmandade nem sabemos bem o que é que lhe aconteceu
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Como lembra o comentador A.R, 108 prémios Nobel numa comunidade de 20 milhões de pessoas é notável.
E quanto ao Hamas, qual o seu contributo para o desenvolvimento da Ciência?
Será que o articulista Gabriel Silva é mais inteligente do que a generalidade dos israelitas? Seria notável!…
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Talvez queira evoluir e usar premissas correctas nos seus juízos:
– os prémios Nobel compõem-se de 4+1 categorias e iniciaram em 1901
– o Estado de Israel existe desde 1948
– os seus números implicam a presença de Israel em 55% dos laureados desde 1948.
Como é preciso ser tolo para não perceber a enormidade do disparate, não espero que tenha lido Irving Wallace e o Prémio (disponível desde 1962 até ontem) ou ainda e também o Cavalheiro de Domingo (disponível desde 1966 até hoje) para ter uma visão do que era o Prémio até há poucos anos atrás, pelo menos.
São mentes quadradas que povoam a nomenklatura do Hamas, mas é manifesta a quadratura de mentes que querem morar do lado certo (que é o outro, claro!)
Cada vez mais claro que a Blogosfera se constitui como o Domingo de muitos “Cavalheiros” que para aí andam.
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Queria dizer 180 prémios Nóbel.
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Quantos prémios Nobel e medalhas olímpicas teve a CCCP? é indicador do acerto do stalinismo porventura? é por falácias como essa que acabamos a contar cartuchos de cada lado da barricada.
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Misturar prémios Nobel com medalhas olímpicas, stalinismo, falácias, cartuchos e barricadas é indicador de desnorte mental.
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Que tal responder à questão? Se o numero de prémios Nobel é indicador de alguma coisa, saberá quantos prémios Nobel foram arrecadados pela ex União das Repúblicas Socialistas Soviéticas? Será de facto uma forma de superioridade moral?
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E quanto à minha questão sobre o contributo do Hamas? Já respondeu?
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O seu raciocínio enferma, notei-lho e vc lateraliza, tal como a esquerda vc tem a escola toda, e pouco uso se lhe aproveita.
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“Quantos prémios Nobel e medalhas olímpicas teve a CCCP?”
Talvez me explique qual foi o doping dos nobelizados.
Quanto à CCCP teve dois meros nóbeis…..Judeus.
Nada de especial.
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Aliás devemos ligar o Hamas ao catastrófico custo de oportunidade do Comunismo.
Gente a combater, a fazer matar os seus civis, armadilhar-lhes as casas e a desenvolver teorias totalitárias.
Em vez de criar riqueza, cura para doenças.
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Os seus dados estão errados. Mas se fossem só dois já se justificava a superioridade Israelita (que alguns confundem com Judaica) que legitima massacres só porque entre os outros (os supostos sub-humanos) moram pulhas e torcionários?
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“O que não tem remédio, remediado está.”
A “convivência” entre israelitas e palestinianos não tem remédio; é mesmo assim.
Talvez daqui a 1 milhão de anos quando a espécie Homo bi-Sapiens tiver sido substituida pela espécie Homo tri-Sapiens, as coisas possam melhorar. Até lá, é o que temos…
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Basta o jornais serem honestos não recompensado a engenharia da morte do Hamas.
Mas não se espere que uma classe Marxista o faça.
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“Mas não se espere que uma classe Marxista o faça.”
Essa é que é essa!
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Inútil ,inútil ,inútil não é….. Serve para ver que estereótipo nem sempre está errado 🙂 maus como cobras os da tribo de não sei quem.
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