Furo jornalístico e inside trading
O furo jornalístico de Marques Mendes ou a queda da bolsa na sexta à tarde revelam acesso a informação privilegiada, mais precisamente a que se encontra neste decreto lei de 2012:
A fase dita de resolução compreende a possibilidade de aplicação de dois tipos de medidas de último recurso destinadas a defender interesses essenciais como os da estabilidade financeira e o da continuidade de funcionamento dos sistemas de pagamento. […] O segundo corresponde, por seu turno, à transferência de activos, passivos, elementos extrapatrimoniais ou activos sob gestão para um banco de transição criado para o efeito. Estas medidas estão reservadas para a eventualidade extrema de uma instituição de crédito se encontrar em risco sério de não cumprir os requisitos para a manutenção da autorização para o exercício da sua actividade e não ser previsível que a mesma consiga, num prazo apropriado, executar as acções necessárias para regressar a condições adequadas de solidez e de cumprimento dos rácios prudenciais.

MST já avisou.
Vão aparecer paletes de processos, e olhe que ele sabe do que fala.
É da família.
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o banco bom, ainda vai passar a ser o mau.as suspeitas fundamentadas de informaçao privilegiada ( milhoes de açoes vendidas na mesma hora),e levantamentos vultuosos de depositos, (portugal telecom)estão a justificar o arranque das queixas!
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