Do estrangeiro (sem acentos)
Mais desanimador do que dar erros eh nao conseguir compreender uma ironia que interessante nem era muitoi subtil.
Um erro pode ser corrijido, colocar inteligencia nestas cabecas eh impossivel.
Nota.
Nao me respondam provavelmnte so volto aqui sei la, cinco dias ou quando se acabrem os pounds.
parece que estas “piadas ortograficas” de meninos de escola primaria,que adoram dizer mal dos professores,têm muitos seguidores por aqui.Vá meninos escreve-se “ser-mos” ou sermos(LOL) ?
Ó caro Tiro ao Alvo, já reparou como o seu comentário é um atentado à língua portuguesa (a nível de pontuação, sintaxe, etc.) ou, se preferir, um hino à iliteracia linguística?
E desde quando o curso superior atesta o que quer que seja, nomeadamente no domínio ortográfico?
Por outro lado, mais uma vez tenho de dizer (e não «tenho que») que a atuação deveria incidir no ensino superior e nas regras de acesso à docência. Ou seja, o MEC que defina o seguinte: gajos e gajas que deem mais de 5 erros ortográficos (incluindo ortografia, acentuação, pontuação, translineação, citação, etc.) e 3 sintáticos em 500 palavras (podem ser 501 ou 499 também) jamais poderão pisar o chão de uma escola enquanto «ensinantes».
Tenho uma proposta melhor: faz-se uma prova de avaliação que separa os que não têm cérebro dos que poderão ter cérebro. Quem passar nessa prova pode, nesse ano, concorrer ao concurso; quem não passar pode aproveitar o ano para ler um livro.
O papel de agências de emprego? Acho que não, é mais eficiente uma empresa grande filtrar candidatos através de uma agência que faz entrevistas prévias e testes psicotécnicos.
Não, o papel de instituições de ensino e, concomitantemente, de avaliação do que ensinam e, sobretudo, do que por lá se aprende ou não, do que se sabe ou não.
Ou é a trampa que o MEC pôs cá fora que afere da capacidade dos zecos ensinarem ou não?
Por curiosidade, eu fiz a dita e passei alegremente (só não escrevi o texto, confesso). Isso significa que estou apto para «ir dar umas aulas» de Português? Matemática? Moral? Por outro lado, os desempregados que não a conseguiram resolver a contento, obviamente nunca deveriam ter sido dado como «aptos para o serviço».
Se o «slancho» incidisse sobre a área científica, eu ainda poderia entender (sem esquecer que o ensino superior passa por isto como se não tivesse nenhuma responsabilidade acerca do que «vomita» anualmente porta fora); agora, aquilo?
Ou é a trampa que o MEC pôs cá fora que afere da capacidade dos zecos ensinarem ou não?
O seu próximo argumento pode ser o do exame de condução aferir a capacidade de idiotas conduzirem na via pública.
O empregador criou um requisito: passar naquela prova. Não gosta e quer trabalhar para aquele empregador?
Chocante: até há companhias aéreas que pedem as fotografias de candidatas a hospedeiras.
Se pedirem um exame ao natural, tudo bem, porque o que interessa é o que o empregador determina, independentemente da sua utilidade, validade e outras coisas terminadas em «-ade».
Nehuma das anteriores. Perguntas a fazer: Encostamos ao paredão os ministros que usaram os cursos da treta para apresentaraem números sobre o aumento de licenciados em Portugal? Afogamos o Crato por não ter tido capacidade para mexer na formação inicial de professores (até o podemos afogar várias vezes por não ter feito nada do que prometeu quando era comentador)?
ò vitor ,deve-se escrever “interessam” e não “intereçam” como você escreveu
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Não!…
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Vitor, corrija lá o “interessam” e o “sermos”.
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Todas as piadas morrem quando são explicadas.
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Incrível!!!!!!! 🙂 🙂 🙂
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Do estrangeiro (sem acentos)
Mais desanimador do que dar erros eh nao conseguir compreender uma ironia que interessante nem era muitoi subtil.
Um erro pode ser corrijido, colocar inteligencia nestas cabecas eh impossivel.
Nota.
Nao me respondam provavelmnte so volto aqui sei la, cinco dias ou quando se acabrem os pounds.
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Cumo é que pucibel !
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Se esse é o único erro que consegue encontrar na primeira opção, tenho que perguntar: que resultado teve na prova?
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TOP!
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LOL
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Muito pior que os erros ortográficos são os erros políticos que os eleitos dão e os erros económicos que os filhos e afilhados da política fazem.
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Ó lopes, entâo lopes , que raio lopes…
Assim fica toda a anatomia de fora, e não só o rabo…
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Parece que o João Lopes é dos que escreve “ser-mos”…
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parece que estas “piadas ortograficas” de meninos de escola primaria,que adoram dizer mal dos professores,têm muitos seguidores por aqui.Vá meninos escreve-se “ser-mos” ou sermos(LOL) ?
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O Lopes é poucachinho, o Lopes é poucachinho…
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Apanham-se mais depressa os “coxos”, afinal…:)
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Ah, ah, ah, grande Lopes, o sol brilhará para todos nós.
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PiErre, tu que deves ser professor, diz-se e escreve-se assustador, como está no inquérito, ou deve dizer-se açustador?
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Ó caro Tiro ao Alvo, já reparou como o seu comentário é um atentado à língua portuguesa (a nível de pontuação, sintaxe, etc.) ou, se preferir, um hino à iliteracia linguística?
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Pro.benfica, “tenho que” e “tenho de” são coisas diferentes. Se não sabes, pergunta.
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Leste o meu comentário situado imediatamente abaixo deste? Ou, tendo-o lido, não percebeste?
‘Da-se! Ele há cada um!
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E desde quando o curso superior atesta o que quer que seja, nomeadamente no domínio ortográfico?
Por outro lado, mais uma vez tenho de dizer (e não «tenho que») que a atuação deveria incidir no ensino superior e nas regras de acesso à docência. Ou seja, o MEC que defina o seguinte: gajos e gajas que deem mais de 5 erros ortográficos (incluindo ortografia, acentuação, pontuação, translineação, citação, etc.) e 3 sintáticos em 500 palavras (podem ser 501 ou 499 também) jamais poderão pisar o chão de uma escola enquanto «ensinantes».
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Tenho uma proposta melhor: faz-se uma prova de avaliação que separa os que não têm cérebro dos que poderão ter cérebro. Quem passar nessa prova pode, nesse ano, concorrer ao concurso; quem não passar pode aproveitar o ano para ler um livro.
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Não era suposto que as «instituições» de ensino superior (e não só…) fizessem esse papel?
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O papel de agências de emprego? Acho que não, é mais eficiente uma empresa grande filtrar candidatos através de uma agência que faz entrevistas prévias e testes psicotécnicos.
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Não, o papel de instituições de ensino e, concomitantemente, de avaliação do que ensinam e, sobretudo, do que por lá se aprende ou não, do que se sabe ou não.
Ou é a trampa que o MEC pôs cá fora que afere da capacidade dos zecos ensinarem ou não?
Por curiosidade, eu fiz a dita e passei alegremente (só não escrevi o texto, confesso). Isso significa que estou apto para «ir dar umas aulas» de Português? Matemática? Moral? Por outro lado, os desempregados que não a conseguiram resolver a contento, obviamente nunca deveriam ter sido dado como «aptos para o serviço».
Se o «slancho» incidisse sobre a área científica, eu ainda poderia entender (sem esquecer que o ensino superior passa por isto como se não tivesse nenhuma responsabilidade acerca do que «vomita» anualmente porta fora); agora, aquilo?
Recordemos a mulher de César.
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O seu próximo argumento pode ser o do exame de condução aferir a capacidade de idiotas conduzirem na via pública.
O empregador criou um requisito: passar naquela prova. Não gosta e quer trabalhar para aquele empregador?
Chocante: até há companhias aéreas que pedem as fotografias de candidatas a hospedeiras.
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Se pedirem um exame ao natural, tudo bem, porque o que interessa é o que o empregador determina, independentemente da sua utilidade, validade e outras coisas terminadas em «-ade».
I rest my case…
Venha o próximo «post».
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Se pedirem para fazer um furo na cabeça, só faz se quiser. Se tiver candidatos que façam um furo na cabeça, qual é o problema?
Daqui a pouco querem o direito de um gajo obeso como jockey. Ou da Conchita no Miss Universo.
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http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/exclusivo-cm/alunos-pagavam-para-ter-nota-maxima
Assim se fazem as «cousas».
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Não se pede ou exige que saibam ler e/ou escrever, apenas se roga a que respondam a ofertas e emprego:
http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=494344
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Nehuma das anteriores. Perguntas a fazer: Encostamos ao paredão os ministros que usaram os cursos da treta para apresentaraem números sobre o aumento de licenciados em Portugal? Afogamos o Crato por não ter tido capacidade para mexer na formação inicial de professores (até o podemos afogar várias vezes por não ter feito nada do que prometeu quando era comentador)?
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É assustador, evidentemente! E porque fizeram a primária!
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