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A ler

25 Agosto, 2014

Ventos de vaidade de Bjørn Lomborg: Copenhaga, capital da Dinamarca, quer ser a primeira cidade do mundo sem emissões de CO2, em 2025. No entanto, como muitas outras cidades e países bem-intencionados descobriram, reduzir significativamente as emissões de CO2 é muito mais difícil do que parece, e pode exigir alguma contabilidade criativa.

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  1. Alexandre Portugal's avatar
    25 Agosto, 2014 11:25

    Embora isso vá ter lugar num País rico em que, apesar de tudo, se pensa no que se faz; não deixo de pensar o que penso sempre nestes casos. Um pensa e decide, e outros pagam.

    Mas, apesar de tudo, boa sorte. Precisamos que as renováveis nos livrem do temor que é dependermos das «democracias» do golfo para crescermos ou estagnarmos.

    http://pensamentoliberalelibertario.blogspot.pt/

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    • Aryan's avatar
      25 Agosto, 2014 12:27

      Cada vez gosto mais do Blasfémias por, imaginem, me fazer passar algum tempo de descanso e paz interior, depois de um dia inteiro de trabalho a descontar para que “uma” tipa chamada Albuquerque descarregue em nós as suas frustrações.
      Sabemos lá o porquê dessas frustrações?.
      Gosto, não só pelos seus artigos dos “intelectuais de direita (???)- ainda gostaria que me explicassem o que é isso” e seus opinion makers que pretendem dar um rosto humano à negritude liberal que em má data nos caiu encima desta desgraçada Europa, com o peso de uma enxurrada de botas cardadas prussianas,
      Mas igualmente deleito-me com os suculentos comentários de quem, por cima das nuvens, sobrevoa e dá palpites cor de rosa ou laranja suave, sobre a confusão, injustiça, corrupção, crime, etc, que reina por este Continente dito democrático (à sua maneira, claro está). Os “Outros”, são todos uma cambada de “atrasados mentais”, sejam do Golfo, da Rússia, de Angola, do Irão, da China, do Brasil, da Índia, do México, dos países da América do Sul, etc, etc. Muitos deles já nos olham pelas costas, dada a distancia a que rapidamente se estão a afastar, mas por cá continua-se alegremente a teimar que somos os melhores. Deve ser o reflexo de algum espelho que nos meteram à frente.

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