moderação fiscal
Paulo Portas anda apreensivo com a elevada carga fiscal portuguesa, e, certamente, com os efeitos inversamente proporcionais que a mesma terá sobre a votação do CDS, e quer, agora, um “compromisso” com o PSD para a moderar já no próximo ano, por mero acaso ano de eleições legislativas. O líder do “partido dos contribuintes” terá finalmente reparado que é vice-primeiro-ministro do governo mais socialista da Europa, o que menos respeita a propriedade e os rendimentos dos cidadãos, e há-de recear que os seus eleitores menos esquerdistas prefiram votar em Jerónimo de Sousa nas próximas eleições, a continuar a confiar o seu voto ao CDS. Já para o PS, partido de que os dois candidatos à liderança se recusam a dizer que vão baixar os impostos, o que significa que os irão aumentar, a transferência de votos deverá ser mais difícil.

sabe que o partido do taxi pode tornar-se o da mota
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Já está novamente em campanha, com um pé fora do governo, a sustentar discursos críticos contra o dito como se estivesse na oposição. É o velho problema das omeletes sem ovos.
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É o mais socialista da Europa? Talvez.
Quando a dupla Costa-Rio chegar é que vai ser liberalismo!
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Os socialistas de sempre optarão pelo PS ou pelo PSD.
Gente decente e trabalhadora está sem partido, sem representação. A brutalidade da política fiscal deste governo era inimaginável
O CDS está sem eleitorado e esfumar-se-á.
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O CDS está sem eleitorado porque Portas e Ca. são os mais socialistas de todos.
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O termo adequado é mesmo esse do comentário anterior, brutalidade de carga fiscal. Acresce que apareceu aí um ministro a alterar as recentes regras das rendas e agora quer taxar os sacos plástico e a entrada na cidade do Porto e Lisboa! Mas ninguém interna compulsivamente estes seres?
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CDS é só o partido mais hipócrita. A seguir vem o PSD.
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