1) O que esta terça-feira podia ter sido apenas mais um dia de aulas normal, acabou afinal com uma professora agredida na escola básica e secundária do Cerco do Porto, em Campanhã. Dezenas de pais surgiram à hora do almoço obrigando a PSP a enviar quatro carros patrulha. Mas o motivo que alarmou os pais foi, afinal, a presença de uma criança alegadamente com ébola.
Até aqui nada de muito especial.
2) “A direcção está toda reunida lá dentro e ninguém nos diz nada. Há ébola ou não? Ligaram-me aqui da escola a avisar”. Quem? “Sei lá bem quem. Preciso é de saber se há [ébola] para levar o meu neto daqui para fora”, dizia uma avó com os braços no ar segundos antes de desaparecer na multidão que aguardava por notícias debaixo de um sol intenso. Não havia ébola. Alguns alunos decidiram ligar aos pais dando conta do vírus. “Há ébola”, diz Sofia, de 11 anos. Aponta para um cartaz da Direcção-Geral de Saúde sobre o que fazer se tiver sintomas.
Portanto a Sofia vê o cartaz e conclui que há ébola. A avó diz que lhe ligaram da escola e diz que não sabe quem foi. E avós, pais e netos todos com uma fantástica disponibilidade para estes ajuntamentos acham que a escola tem de dizer se há ébola. Fantástico.
3) Pelas 13h a escola pedira ajuda à PSP. Uma docente de 43 anos tinha sido agredida durante a manhã. Tirara o telemóvel a uma aluna de 12 anos que o usava à socapa na aula de educação visual. No final, a aluna do 6.º ano exigiu o telemóvel de volta. A explicação da professora de que a regra era entregá-lo à direcção da escola não a satisfez. Tirou o telemóvel a um colega e ligou aos pais. Disse-lhes que tinha sido agredida pela professora. Foi o suficiente para os pais, feirantes, lá rumarem. Enquanto o pai falava com o director, a mãe descobriu a professora numa das salas de aula e “deu-lhe quatro bofetadas depois de lhe puxar os cabelos”, descreveu fonte da PSP do Porto.
Ou seja a petiza não ficou satisfeita. Tirou o telemóvel a um colega que não sa sabe o que achou do assunto. Disse que tinha sido agredida. E os pais feirantes deixaram a feira e foram para a escola. Provavelmente vão ter de ser ressarcidos pelo prejuízo da interrupção laboral. Na escola enquanto o pai fala com o director a mãe deambula. E tanto deambula que encontrou a professora. Ora está-se mesmo a ver que a culpa foi da professora que devia ter-se escondido numa arrecadação para nao exaltar a senhora.
4) Mas no exterior a multidão indignava-se com a ausência de novidades sobre o ébola. “Eu acho que há aqui um engano qualquer”, disparava um polícia enquanto tentava controlar os pais que forçavam a entrada na escola. O esforço por explicar que o problema não era o ébola de pouco lhe serviu. “Não é verdade. Os alunos é que espalharam o boato sobre o ébola. O que aconteceu foi apenas a agressão e depois os pais começaram a vir todos para aqui para a porta”, contou um funcionário da escola. No exterior, os pais exigiam esclarecimentos da direcção do estabelecimento.
Os pais estão convencidos que a escola faz diagnósticos de ébola. Nos idos de 1975 quando dia sim dia sim havia boatos sobre bombas nos liceus os nossos pais tinham o estranho hábito de não ser nada complacentes com a nossa crença em boatos. Mais bizarramente costumavam apurar de forma expressiva o que teríamos nós a ver com a propalação desses boatos. Abstenho-me de explicar o vexame que era os paizinhos irem à escola saber da nossa segurança e muito menos o cataclismo para as nossas pessoas inerente à conclusão por parte dos nossos pais de que os seus filhos tinham responsabilidades em tal boataria.
5) A escola faz parte dos estabelecimentos de Território Educativo de Intervenção Prioritária. Fica junta ao Bairro do Cerco, um aglomerado social marcado pela toxicodependência.
Portanto um Território de Educação Educativa é um território comanche? Já agora alguém é toxicodependenete nesta história?O que tem a toxicodependência a ver com isto? Podemos faltar de falta de educação e de regras ?
6) “Os pais [da aluna] não vinham só para falar. Ainda tentámos defender a colega, mas não conseguimos impedir a agressão”, disse Filipe Remédios Gomes, professor de Matemática. A mãe, de 33 anos, foi identificada pela polícia, mas a docente preferiu não apresentar queixa, segundo a PSP.
Portanto a mãe de 33 anos deve ser a supermulher pq além da própria professora não se conseguir defender os outros professores também ficaram paralisados não conseguindo impedir a agressão. Vá lá saber-se pq a professora não vai apresentar queixa.
7) José Maia, presidente da associação de pais, dá razão à professora, mas também defende que, “se tirou o telemóvel à força, também merece uma sanção”. Ao final da tarde desta terça-feira a direcção da escola continuava reunida. Confirmou apenas que será aberto um processo de averiguações. Já em Outubro de 2008 uma professora foi agredida por ter colocado um aluno de castigo na cantina. A escola decidiu proibir então a entrada dos pais.
Naturalmente a escola vai averiguar. Mas não vale a pena fazer sequer de conta que se averigua. Tendo em conta as declarações do presidente da associação de pais creio que o melhor é colocar estes pais a darem aulas aos seus filhos.
ciganada.
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Que risota.
Misturar ciganos com o ar do Porto dá um cocktail explosivo.
Se eu mandasse simplesmente fechava a escola e mandava a cigana para o (colocar aqui o nome do órgão sexual masculino).
Não se pode gastar dinheiro com esta erva maligna, ponto final
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eheheh
Isso queria ela.
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Subscrevo totalmente o que a comentadora anterior escreveu. Basta ver que os factos sucederam na escola do Cerco do Porto, o bairro social da ciganada.
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Todos tem muito medo dos ciganos incluindo a policia. A sociedade é muito permissiva a teses de direitos, xenofobias, multiculturalismos , e outros temas , bom, depois as professoras levam porrada .
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Quanto mais casos destes vierem a público melhor para o país e para o futuro da educação. Infelizmente, a maior parte dos casos são encobertos e silenciados. A escola pública é, salvo honrosas exceções, uma desgraça, um sorvedouro de dinheiro e um local onde se aprende a ser um falhado. Ensina-se pouco e mal. Os pais com poder de compra e com capacidade para avaliar a importância de uma educação de qualidade retiram os filhos da escola pública do senhor Nogueira e colocam-nos em colégios privados. Os que podem, claro está. Infelizmente, o socialismo também acabou com a quase totalidade dos colégios privados, substituindo-os por edifícios luxuosos, cheios de professores com horário zero, terapeutas, psicólogos e docentes de educação especial que, ou não ensinam nada, ou ensinam mal e pouco. O Povo que tem votado pelo socialismo e que andou décadas a vitoriar a Revolução de Abril tem agora a escola que merece. É a escola socialista, meus senhores. Quanto à senhora professora que levou porrada da mãe feirante – é proibido dizer cigana! – e que decidiu não apresentar queixa teve aquilo que merece. Provavelmente, é daquelas que fez greve aos exames, que boicotou o acesso dos colegas mais jovens à prova de capacidade para a docência e integra os grupos de arruaceiros que, sob o comando do Nogueira, se dedicam a insultar o ministro da educação e o primeiro-ministro sempre que aparecem por perto. Um grupo profissional que se deixa arregimentar pelo Nogueira e pelo Arménio não se pode queixar da perda de autoridade e de ser um saco de pancada do lumpen proletariado e das minorias étnicas. Viva o multiculturalismo e o socialismo! Queixam-se do quê? Não é isso que o Nogueira e o Arménio mais a Catarina e o Semedo defendem e querem?
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Não havia por aí um ministro que ia pôr ordem nisto?
“escola pública do senhor Nogueira”
Agora a escola não é de quem a governa mas de quem diz umas coisas à comunicação social? A desresponsabilização e o sacudir a água do capote ao mais alto nível.
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Havia um Crato que dizia que sim, mas no fim não é mais na prática que que um acolito do Nogueira. Ou melhor do PCP.
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CA,
Sim, a escola pública é do senhor Nogueira. E antes do senhor Nogueira era de alguém da CGTP/PCP. E sempre foi assim nos 40 anos de socialismo que, a brincar, já levamos em cima.
Nem o Animal Feroz/Querido Líder teve mão nessa gentalha, ou já se esqueceu dos 100.000 que se manifestaram e o nosso Kim qualquer coisa teve que recuar?
Ou as manifestações só começaram hà 3 anos?
Desresponsabilização e sacudir a água do capote ao mais alto nível é aquilo que assistimos desde há 40 anos para cá. Abençoado socialismo. Não se queixem.
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“… há 3 anos?”, Obviamente.
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É sabido o desinteresse de uma significativa percentagem de pais em relação à educação dos seus filhos. A Escola é, tão só, o local que o Estado disponibiliza para manter os seus petizes até que estes “ganhem asas”, i. e., possam aceder a subsídios sociais pelos seus próprios meios…
Obviamente não são todos, mas, quantos se deslocam às escolas apenas pelas razões expostas neste post de HM?!
E se o maior inimigo da Educação for… o Estado Social?
http://jornalismoassim.blogspot.pt/2014/02/e-se-o-maior-inimigo-da-educacao-for-o.html
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Várias coisas interessantes nessa história. Os feirantes (o jornalista teme dizer a etnia e usa um sinónimo para furar a censura), o conselho directivo que passa o tempo reunido (na verdade estão a evitar o problema), a professora que não faz queixa (mas trata-se de um crime público, a polícia tem obrigação de fazer seguir o processo), uma escola onde se pode entrar sem ser aluno, professor ou funcionário (há escolas que têm um portão e só entra quem está autorizado), uma escola disfuncional mas que consegue ter uma associação de pais activa que foi possível contactar e que tem posições politicamente correctas e a quantidade de informação que o jornalista conseguiu reunir. Muito interessante.
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Oh João : já sabemos para que servem associações, fundações , observatórios, comissões ,etc. Servem para mamar no orçamento e pouco mais.
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“uma escola disfuncional mas que consegue ter uma associação de pais activa que foi possível contactar e que tem posições politicamente correctas e a quantidade de informação que o jornalista conseguiu reunir.”
Nota-se logo quando o “pipeline” da “informação” está bem oleado.
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O social fascista Luck Lucky saiu da toca do social fascista Guinote. Volta para a toca, pá!
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A Dra. Helena já tem falado muito sobre a escola que temos. Infelizmente quando os teóricos falavam da escola inclusiva ,democrática e participada (escola , família ,empresas e comunidade) , era para os filhos dos outros que os deles foram e estão nos colégios privados. A escola pública está completamente degradada e é um espaço de segregação e a nossa terra caminha para um sistema de castas ,proporciona menos mobilidade social que a escola do Estado Novo. Já quando foi o caso da escola de Abrantes ,recomendei que os pais falem com os professores numa jauna com vidro à prova de bala. Neste caso, o porteiro por deixar passar e, a professora por tirar o telemóvel à aluna vão levar com processo e acrescento que, tal como os feirantes (ciganos)os portugueses em geral têm a noção que a justiça não funciona ,com citius ou sem citius, portanto ,os assuntos vão resolver-se assim à feirante.
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Se quer que lhe diga, há aqui 2 questões com que não concordo:
1- Uma professora não tem de dar confiança a um aluno, ao ponto de lhe tirar a treta de um telemóvel da mão.
Tem pura e simplesmente de meter esse aluno na rua mais o dito telemóvel que pode enfiar o próprio onde mais precisar. E participar disto à Direcção da Escola (coisa que consta não existir no Estado)
2- Não concordo que a disciplina escolar passe a ser uma treta de casos de polícia.
Se foi agredida pela cigana, ela lá sabe e tenha sido mera chapada ou murro mais forte, com ciganada ninguém participa à polícia porque não vai ter protecção policial para a retaliação.
Paga a um preto e manda dar-lhe uma coça e está o caso arrumado.
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Também não é verdade que todas as escolas públicas sejam este antro de anormais.
Há escolas públicas para todo o tipo de gente- incluindo para ricos.
Os defensores da Escola Estatal é a pensar nisso que fazem greves. Tirem-lhes as boas escolinhas só com filhos de doutores e presidentes da Câmara e tiram-lhes a causa pelo que lutam.
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Ano a ano , e, onde existem escolas privadas comparticipadas com o dinheiro público a seleção é escandalosa e são ainda mais asquerosos quando os alunos com dificuldades e problemáticos são enviados para o público. Anda tudo calado, a caminharmos assim, dentro de uns 10 anos, teremos a escola pública dos favelados e a privada para a casta superior e depois enchem a boca com a escola de Abril. Não digo que não existam escolas públicas a funcionar decentemente (p.e. Dona Maria em Coimbra),mas começam a ser ilhas.
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Ficamos a saber que o manuel não tem sequer vergonha de sacrificar crianças ao altar da igualdade.
Todos em escolas disfuncionais. Todos pelo menor denomidor comom. Um verdadedeiro Comuna. Que não tolera a diferença.
Nem consciência tem que o que aconteceu de mal foi precisamente misturar os que querem aprender e os que não querem.
Se há selecção só há que aplaudir, são menos umas crianças que vão sofrer o crime que é a Educação Publica e esperemos que se possam desenvolver ao seu ritmo.
Não tenho muitas esperanças porque o Privado não tem liberdade alguma na Educação Totalitária e tem muitos dos vícios da Escola Publica.
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Não tenho nada contra os privados ,sou a favor da privatização de quase tudo e se pudéssemos dispensar o governo ,também o privatizava. O problema está em que as escolas privadas e, onde existe oferta pública , selecionam os alunos e mandam aqueles que têm dificuldades ou problemáticos para o público ,decerto não me expliquei bem.
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Aditamento: quando falava de escolas privadas ,refiro-me às que recebem dinheiro público por turma.
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‘Ndrangheta (do grego andragathía, heroísmo e virtude, ou talvez do grego andros agathos, “homem bom”)
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Não se queixem: os meninos sabem o que é o ébola, temem o perigo e accionam o alarme, para tal usam meios tecnológicos.
É o Pugreço!
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A cobardia é uma marca das sociedades socialistas em decomposição.
Os “feirantes ” têm forte proteção. Nunca se vê a polícia interpelar as carrinhas amolgadas com vidros pretos e telas opacas. São rosas, senhor são rosas. As poucas vezes que a polícia enfrenta a sério esses selvagens põe a carreira em risco.
Nunca vi nenhum anjo, daqueles que estãosempre prontos a ajudá-los a recolhê-los em sua casa ou no seu quintal.
Outros ventos, de outros lugares virão desempoeirar o terreno. Estão a chegar.
Eles chegarão.
Há muita gente que vai ganir, já liguei o microfone.
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Não se governam nem se deixam governar.
Who is in charge?
O Ministro, um seu Ajudante? O/a Director/a escolar? O Chefe ou Agente da PSP?
Pois… a pobre da professora, que vá repetir o estágio. Aprender que tem de pedir o telefone à tarada da aluna. Pedir, se não não cumpre os eu papel de educadora emd emocracia. Mesmoq ue lidando com uma pequena anormal.
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“Não se governam nem se deixam governar.”
É claro, o português anseia por ser governado.
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O que falta aos indivíduos é dignidade pessoal. Não confiam neles próprios e alienam a sua dignidade a uns supostos representantes que depois os mandam à m3r9a quando se instalam no poder.
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O falecido Imperador Bokassa do ex-Império Centro Africano comeu, dizem, literalmente, o seu ministro da Educação. O nosso primeiro devia ser obrigado a comer o seu ministro da Educação nem que fosse metaforicamente. O erário público devia pagar metaforicamente os sais de frutos metafóricos, para facilitar a digestão do repasto metafórico, a um dos participantes no evento. Qualquer um dos dois.
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Estúpido!Merdoso!
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É cruzamento de merdoso estúpido e atrasado mental.
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Àh… no Circo de S. Bento. entretidos com o novo passatempo dos deputados do Regime: comissões de inquérito & auditorias.
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Com que então “feirantes”…
Continuem, que vão no bom caminho…
Adenda : Dize-me que os “feirantes” romenos , nas suas deslocações até ao penico europeu, evitam , aplicada e disciplinadamente, o “território do Reich “, apesar de isso lhes alongar bastante a viagem.
Será verdade ? Se for, podemos afirmar que a memória é boa conselheira…
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“Dizem-me”, claro.
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Cambada de indigentes!
Vivem à custa de quem paga impostos e nem as regras básicas da educação e da convivência social respeitam.
No caso da professora agredida o castigo teria necessariamente de ser exemplar: pena de prisão e abolição de todos os privilégios e subsídios recebidos. Pelos vistos a agressora nem sequer foi acusada!!!
E a Direção da Escola ainda terá repreendido a professora!!
Conseguiram o que queriam: uma escola ingovernável, que deixou de servir qualquer propósito educativo, passando a ser um mero depositário da nova geração de indigentes.
Com gente destas o que dizer do Ébola? Venha ele…
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Concordo. Trata-se de uma impossibilidade , o nosso governo está moribundo e o parlamento discute a opus gay e a maçonaria!
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E eis que chegou o tempo de concluir que a Parque Escolar, depois de gastos os magotes de €s que se sabe, não previu a necessidade de implantação de meios de contenção animal (vulgo cercas – elétricas; em rede ovina série média + 3 fiadas de arame farpado; só arame farpado; enfim… era escolher) a uma distância de segurança dos portões das escolas, para evitar a aproximação dos pais. Era uma obra fundamental, capaz até de alavancar investimento público.
Só um lembrete para os pais que querem educar/ensinar e para os professores que querem ensinar/educar: “estamos fodidos”. Para os outros: “vão bardamerda”.
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Os “feirantes” fazem parte da da conspiração global do Sócrates…
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Um circo em que os pais são piores que os filhos. Venha a régua de “madeira de fora” e caia sem piedade
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Para os ciganos os não ciganos são considerados gadjos, daí vem a expressão “gajo”.
Todos os gadjos são considerados presas que ao se conseguir manipular, assustar, condicionar e enganar pela violência e medo espera de alguma forma tirar vantagem.
É desta forma que nós não ciganos somos vistos por estes.
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Tenho pena que o meu comentário, assinado com a chancela da plataforma WordPress, tenha sido retido pelos filtros (uma forma elegante de dizer que há aqui alguém que não gosta dos meus comentários e os censura…). É uma pena, pois vou deixar de vir ao blog, pois quem não consegue respeitar o contraditório não me merece respeito (e a autora deste post até merece…).
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