Abaixo a mutualização
24 Outubro, 2014
Vários municípios do país, quase todos governados pelo PS, contestam o Fundo de Apoio Municial, que é um fundo de ajuda a municípios com problemas financeiros (habitualmente associados a excesso de endividamento). Entre as autarquias contestatárias está Lisboa, governada por Fernando Medina.
Os argumentos contra esta mutualização das consequências da irresponsabilidade financeira parecem decalcados do argumentário alemão contra a mutualização das dívidas europeias:
- “Retirar verbas de territórios para apoiar outros territórios é manifestamente inconstitucional e, acima de tudo, não é justo (…). Estamos a trabalhar naquilo que poderá vir a ser objecto de uma acção judicial para a inconstitucionalidade”
- existem câmaras que têm um programa de Programa de Apoio à Economia Local (PAEL) mas que, com a entrada no FAM, poderão “entrar em incumprimento”: “Ou pagam o PAEL ou pagam este fundo”
(via Insurgente)

Socialismo é bom para receber , agora pagar, paguem os outros
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“Retirar verbas de territórios para apoiar outros territórios é manifestamente inconstitucional e, acima de tudo, não é justo (…). Estamos a trabalhar naquilo que poderá vir a ser objecto de uma acção judicial para a inconstitucionalidade”
“Cerca de 1500 milhões de euros os fundos do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) destinados ao Norte foram desviados para “projectos totalmente localizados em Lisboa”, voltou a denunciar ontem o social democrata, Rui Rio, presidente da Câmara Municipal do Porto e da Junta Metropolitana do Porto (JMP).”
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Curioso!
Então agora, para contestar o Fundo de Apoio Municipal, já não aparece o querido líder da CML??!!
Este António Costa é pior do que uma enguia, aguarda na proteção da toca o momento certa para atacar.
Ainda nem é candidato a 1.º Ministro mas, tal como o ladrão maldito, já jura e nega tudo o que tem dito…
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E não há jornalista que confronte os senhores com as suas contradições?
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pagam os contribuintes
porque faz parte dos seus direitos adquiridos
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está Lisboa, governada por Fernando Medina.
Tinha a ideia que Lisboa era governada (ou desgovernada, como queiram) por António Costa.
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Acho que há desinformação pelo ar. O dito fundo emprestará dinheiro às câmaras com juros, é uma forma de os municípios se entre-ajudarem e colocar mais pressão sobre a Associação de Municípios para que tenham tino nas contas. Até aqui, eles recebiam na mesma, mas vinha do Tesouro Público. É o mesmo tipo de fundo que se criou na banca. Concordo plenamente com a medida e acho que deveriam ir mais longe. Autarcas que deem bancarrota num município deviam estar impedidos de exercer cargos públicos durante 10 anos.
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Mais ou menos
Na prática empresta agora (num determinado mandato), para se tudo correr bem receber daqui por 20 anos.
Ou seja, o Zé presidente atuam não inaugurará obra no Concelho dele, para emprestar dinheiro aos vizinhos que todas as semana colocam placas de inauguração.
Empréstimo ou oferecido (o que é mais provável, pois daqui por alguns anos aparece um cromo e anula os empréstimos todos e fica como está) é imoral.
Curioso é ver o PS e o PCP (passem a ponte 25A para Sul e encontram logo outdoors de indignação) contra isto!
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Será porque o PCP por norma nas suas câmaras tem as contas em dia? Há muito mito pelo ar em relação à gestão financeira dos “vermelhos”!
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Ainda não vi ninguém de Esquerda a propor a mutualização da dívida Portuguesa com a Grega.
É só gente sem espírito solidário no PCP, BE, PS, PSD, CDS
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ó xora merkel, chegue aqui que há gente cheia de boas ideias… vai gostar do exemplo.
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