O Kumbaya da treta
Diz Fernando Sobral no Jornal de Negócios:
Portugal não mudou. Empobreceu, continuará a estar exangue enquanto não renegociar esta dívida brutal com um serviço da dívida impossível de pagar com este crescimento. A questão é política. É social. É de visão estratégica. Mas, sobretudo, é moral. É, tristemente, uma questão moral.
Em primeiro lugar, se o pagamento da dívida é uma questão moral, publique o ensaio metafísico no Eva de Natal, não num jornal de negócios. Em segundo lugar, relembro a pessoas que escrevem em jornais de negócios, neste caso o Fernando Sobral – que de negócios demonstra perceber tanto como a Virgem Maria percebia de canoagem -, que a dívida é renegociada todos os dias: umas vezes adquirindo dívida com juros mais vantajosos para amortizar dívida mais onerosa mas, sobretudo, e isso sim sempre diariamente, demonstrando que o país tem capacidade para ser levado mais a sério do que um leitão faminto a sugar na teta da permanente auto-comiseração. Já nem se trata de tentar vender ilusões, Fernando, trata-se de insistir na miserável lata de tratar os leitores de um – sublinho – jornal de negócios como meros imbecis; e isso, Fernando, isso também é renegociar a dívida, mesmo que no sentido contrário do que pretende.

Eu gosto muito de fernandinho, ele é um gajo porreira, ele é dos que entendem como a malta anda a penar com estes neoliberais de uma figa que saõ imorais à brava.
O meu pai diz que isto assim não pode ser e mais umas coisas que eu não percebo bem.
A minha professora diz que eu pertenço ao grupo dos 80% de burros lá da escola que nem pastar sabem, estão sempre à espera que o maná caia do céu e acreditam que o menino Jesus está a chegar dois meses antes do Natal.
O fernandinho é amigo de uns senhores que se vêm na TV a prometer mundo e fundos.
O meu avô diz que se trata de uma malandragem que nos vai deixar nus. Eu não sei se hei-de acreditar no meu pai ou no meu avô, mas quem nos sustenta é o meu avô.
Quando eu for grande vou mas é para a Suiça que o meu primo anda lá há três anos a limpar as sanitas e já voltou com um bmv de fazer inveja aos meus primos de Lisboa, os que fazem greve com uma bandeirinha vermelha e não trazem nada para casa.
GostarGostar
LOL.. Abençoados sejam os pobres de espírito, Procópio…
GostarGostar
Guidinha, parece-me que isso tem pontuação a mais.
E faltou mencionar o Toyoteiro da Graça.
(http://www.goodreads.com/book/show/15726043-as-redac-es-da-guidinha, para quem chegou depois do intervalo.)
GostarGostar
Caro Procópio
O seu primo que veio “rico” da Suíça, não é aquele que ao lhe perguntarem:
… Atão… pronocópito… ainda há pouco abalaste mais tua mulher… pobres com uma mão à frente outra a trás… e voltais ricos!?
— É verdade… é fácil: minha maria tirou a mão da frente e eu a detrás!
GostarGostar
é gralha
queria dizer mural
à parede onde habitualmente encostam os inimigos com todo o prazer
antes do tiro na nuca
GostarGostar
1º) Não há nenhuma evidência científica que prove que a Virgem Maria não percebia de canoagem.
2º) A seco, quer dizer, sem outra fundamentação, dizer que o país “empobreceu, continuará a estar exangue enquanto não renegociar esta dívida brutal com um serviço da dívida impossível de pagar”, tem o mesmo rigor que dizer que, a seguir o rumo actual, “o país tem capacidade para ser levado mais a sério do que um leitão faminto a sugar na teta da permanente auto-comiseração”. Não passam de afirmações mais ou menos elaboradas, mas sem fundamentação alguma.
3º) Pelo andar da carruagem e pela qualidade dos argumentos (ou da falta dela), é bom que esta história seja do domínio da moral ou, até, da religião, porque fé é connosco.
GostarGostar
O Cunha está cada vez mais fanático. Acha por certo normal o país pagar de juros o mesmo que paga para o SNS ou um BPN por ano. Cada contribuinte em média paga apenas de juros da dívida pública todos os anos cerca de 700€. A Ética e a Moral estão acima da Lei e dos contratos. O facto de o jornal ser de negócios não impede as pessoas de exercerem a sua cidadania enquanto opinadores. Nunca li o Cunha indignar-se com as notícias recorrentes do jornal A Bola que nada têm que ver com futebol. Perante agiotas e usurários, os contratos são lixo! É dar o calote aos credores e pronto, e de vez e à força punhamos as contas em dia e expulsavamos de vez os parasitas da finança internacional que sugam os impostos dos portugueses. E não me venham com as honras sentimentais pequeno-burguesas que “as dívidas são para pagar”, como se se tratasse de ter pedido dinheiro emprestado a um irmão que nos faz um favor.
GostarGostar
Não pagar a dívida ou simplesmente renegociá-la, não resolve os problemas do país (assim como pagá-la, também não). É preciso que a economia funcione, coisa que não acontece há muito tempo.
GostarGostar
Sete mil milhões davam para baixar o IRC numa data de pontos percentuais. Deixo o repto para o cálculo. Diria que dava mesmo para abolir o IRC
GostarGostar
Que ponta de gaita é “exercer a sua cidadania enquanto opinadores”?
Metem-vos na cabeça que são a geração mais qualificada de sempre e acabam a pensar que isso é um elogio.
GostarGostar
Caloteirão!” Não te emprestava nem um cêntimo!
GostarGostar
Sempre paguei o que pedi, sou um homem honrado. Nas não tenho piedade perante usurários e onzeneiros. Parasitas que contribuem ZERO para a economia, que nunca sujaram as mãos, que não produzem nem um parafuso, mas que assaltam 700€ por ano dos meus impostos.
GostarGostar
Vai-se a ver e até lhe proporcionaram os 700€ que já considera impostos.
GostarGostar
Essa tirada muito recorrente que se paga mais de juros do que para a saúde (o BPN era totalmente evitável) é do mais demagógico que há. Se hoje tal acontece, é porque fomos acumulando uma dívida monstruosa por, ao longo dos anos, termos gasto o que não tínhamos em todas as rubricas, incluindo a saúde. E acho fantástico que se fale de agiotas e usurários, quando estamos a pagar as taxas mais baixas de sempre, sendo um país com um nível de risco elevadíssimo.
GostarGostar
Era só deixar lá o “sôr inginheiro” mais estas luminárias que desde 2005 endividaram o país em mais 90mmilhoes+30mmilhões de ppps debaixo do tapete e em vez dos 200 e tal mmilhões deveríamos muito mais e o serviço da dívida (os juros) seriam também muito mais.
Esta gente faz cada descobrida post morten “cum gajo” até fica espantado.
GostarGostar
A questão económica-filosófica de quem é o culpado perante um empréstimo com taxas de juro é complexa. É do gastador ou do agiota? As respostas que leio a esta pergunta assentam mais em critérios ideológicos ou partidários do que propriamente princípios ético-filosóficos.
Se um tipo usa crédito benevolente como por exemplo de um banco público ou de micro-crédito empresarial para ir a marisqueiras todos os dias, diria que a culpa é do gastador. Se todavia perante a aflição financeira de uma família, com desemprego e pobreza, porque têm um risco alto de incumprimento, um banco empresta dinheiro a taxas agiotas, indo depois sem piedade penhorar imóveis e rendimentos deixando a família ainda mais paupérrima, neste caso a culpa é do agiota.
A dívida pública do país diria que tem um pouco de ambos os casos.
GostarGostar
Eu comprei mil euros de títulos de dívida pública em 2011 com uma maturidade de 10 anos e uma taxa de juro composta de cerca de 7%. Passados 10 anos, com inflação praticamente nula, vocês vão pagar-me 2000€. Olha se tivesse tido um milhão à disposição
GostarGostar
“um banco empresta dinheiro a taxas agiotas”
O banco empresta à taxa que quiser.
O país só pede emprestado se não vive com o que produz.
Não houvesse défices ininterruptos há mais de 40 anos e não havia nenhum juro para pagar.
GostarGostar
João Pimentel Ferreira,
1. Um crédito / dívida contrai-se quando há necessidade de um consumidor / investidor e disponibilidade de um aforrador;
2. Por definição, um contrato desse género tem um preço, designado taxa de juro, acordado por ambas as partes; caso contrário, estamos perante um donativo;
3. Tratando-se de um negócio, existe sempre o risco de incobrabilidade, que pode ser maior ou menor, consoante o devedor, variando assim o chamado prémio de risco, uma das componentes do preço;
4. A taxa de juro da dívida pública de um País tem também incorporado o prémio de risco, que varia também consoante a capacidade de solvência de cada País. Daí Portugal pagar uma taxa de juro superior à da dívida alemã, que tem uma economia infinitamente mais robusta e solvente que a nossa;
5. Ninguém de boa fé poderá dizer que a nossa dívida foi contraída perante agiotas. Desde há muito tempo que o grosso da dívida do Estado é contraída em mercado aberto, em sistema de leilão, onde acorrem múltiplos compradores que a licitam a diferentes taxas;
6. O empréstimo da Troika foi concedido a taxas que não tinham nada a ver com o nosso prémio de risco da altura, que justificava taxas que seriam 5 a 6 vezes superiores às que obtivemos. Ou seja, o nosso prémio de risco foi coberto por garantias dadas por outrém (a UE, o BCE e o FMI);
7. Não sei se estes princípios são “ético-filosóficos”, são a realidade dos mercados de dívida de agora e de sempre;
8. Quando se compra dívida em mercado secundário – julgo que foi o seu caso – a taxa que o investidor recebe pode ser maior ou menor do que a suportada pelo emitente, sendo o diferencial imputado aos antigos detentores do título. Palpita-me que no título que você adquiriu o Estado terá suportado uma taxa algo inferior a 5%. Isto em termos de taxa bruta, porque em termos líquidos, o mesmo Estado ainda lhe irá buscar uma parte do seu rendimento, em termos médios algo próximo dos 27%, admitindo que as taxas de retenção não se alteram até lá. E irá certamente buscar-lhe uma parte do capital investido, pois não é crível que você beneficie de uma taxa média de inflação nula durante toda a vida do empréstimo.
GostarGostar
Caro Rafael, por isso sempre disse que os melhores amigos dos agiotas e dos parasitas internacionais é a CGTP
GostarGostar
Caro LR, no seu ponto 2, comete logo um erro crasso. Um donativo é por norma a oferenda de um montante pecuniário, sem qualquer expetativa de retorno de capital. Num empréstimo por norma existe sempre retorno do capital do devedor para com o credor, em princípio mais a inflação. Num empréstimo agiota existe retorno mais juros acima da inflação. É por isso por exemplo, que a Santa Sé, sempre condenou a prática dos juros ao longo da história milenar da Igreja. Aliás, só recentemente do ponto de vista histórico, é que a prática de juros é visto como algo aceitável e tolerável, pois até então quem o praticava incorria no pecado da usura. E como na maioria dos casos, tratam-se de juros compostos, falamos simplesmente de armadilhas para apanhar os incautos, obrigando-os a trabalhar como escravos e a vender os seus ativos, para pagar uma dívida que tem um comportamento crescente e quase sempre exponencial.
A nossa dívida foi contraída porque o Estado sucessivamente teve défice orçamental. Mas grande parte da dívida foi creditada à banca nacional, a mesma que obtinha esses montantes junto do BCE a uma taxa muito mais baixa. Mas a mesma banca quando precisou do Estado para o caso do BES, obteve financiamento a uma taxa com um spread perto de zero. Já sem mencionar o BPN, que foi dinheiro público a fundo perdido e sem retorno.
Eu dei-lhe o meu caso, para que perceba, que eu, sem fazer nada (além de ter o capital, o mais importante no capitalismo) vou receber perto de 1000€ em 10 anos, perfazendo 100€ por ano, sem mexer uma agulha, sem produzir um parafuso, sem sujar uma mão e sem queimar um neurónio. O capitalismo não premeia quem produz, quem trabalha ou quem inova, premeia quem tem capital. E a arma mais importante são os juros!
GostarGostar
João Pimentel Ferreira, sugeria-lhe que:
1. Lesse atentamente o que eu escrevo antes de me apontar “erros crassos”;
2. Actualizasse ou revisse alguns conceitos financeiros que a própria Igreja já adoptou;
3. Procurasse informação rigorosa quanto à aplicabilidade prática de juros compostos, condições de amortização de empréstimos, Estatutos do BCE e normas que regem a política de gestão de liquidez por parte dos bancos centrais;
4. Tivesse sempre presente que o prémio de risco também varia em função da natureza das operações;
5. Não encarasse o capital apenas numa perspectiva puramente financeira;
6. Aliviasse a sua consciência se a sentir pesada, sob pena de jamais conseguir dormir. Imagino que o capital que investiu terá sido obtido “sem mexer uma agulha, sem produzir um parafuso, sem sujar uma mão e sem queimar um neurónio”, quiçá de forma menos lícita. A ser assim, posso indicar-lhe um conjunto de Instituições especializadas na Valorização de Pessoas (= Solidariedade acrescida de juros de agiota) que lhes ficarão eternamente gratas pelos donativos de juros e capital que lhes transferir. Não lhe limpará o eventual ilícito, mas garantir-lhe-á por certo um acréscimo de autoestima e uma enorme gratificação interior.
GostarGostar
Pois a …questão filosófica entre a “culpa” a ser dividida entre o gastador???? e um agiota começa por aí mesmo. Não é um gastador. Se quer chamar agiota a quem empresta tem de chamar de caloteiro a quem não paga. Senão não há filosofia nem sequer metafísica que sustente qualquer discussão.
Além do mais o problema não é filosófico mas sim da praxis. Não há fuga terminológica nem mistura de universos de pensamento que resistam por muita sociologia da casa dos segredos que se aplique.
GostarGostar
Em várias publicações anteriores usei essa terminologia. No meu entender o país deveria dar o calote aos juros.
João Pimentel Ferreira
GostarGostar
Caro LR, é o que farei. O que receber a mais, acima da inflação, dos 1000€ iniciais, doarei ao Estado ou a uma instituição. Esse “acrescento” não me pertence.
GostarGostar
Calote a que credores? Bancos Portugueses, Fundos de pensões? Segurança social e outros agiotas que compraram a dívida pública portuguesa?
Quais os seus critérios de seleção de sujeitos a calote? Estrageiros apenas para não assustar os investidores nacionais que, por si só, são capazes de nos financiar futuramente?
GostarGostar
Qual é a percentagem da dívida que está na mão de nacionais? E desta, qual a que é detida pela banca? Essa mesma banca que empresta ao Estado à taxa que lhe convém, mas que recebe do Estado para o fundo de resolução com um spread praticamente nulo.
GostarGostar
Isso é uma boa ideia: posso acabar por ficar com a casa quase de borla. Apoio.
GostarGostar
Os detentores de divida portuguesa são maioritariamente estrangeiros: cerca de 2/3 (66%). No restante terço, a grande maioria são bancos ou instituições financeiras. (http://www.jornaldenegocios.pt/mercados/detalhe/portugal_entre_os_paises_da_ue_cuja_divida_mais_esta_nas_maos_de_estrangeiros.html)
Dando a calote aos agiotas estrangeiros e portugueses, restam os 5% de investidores particulares, como por exemplo aforradores, que seriam então poupados ao haircut.
É claro que a falência dos bancos portugueses seria apenas um pequeno incómodo que afetaria diretamente os seus depositantes e, indiretamente, os contribuintes e a economia portuguesa em geral… coisa pouca…
Afinal de contas ainda manteríamos os 5% dos investidores que nos garantiriam, com toda a certeza, o financiamento do estado que todos desejamos manter…
Só para não deixar dúvidas… estou a ser irónico (às vezes temos que fazer um desenho…)
GostarGostar
JPFerreira,
Desculpe lá lembrá-lo, mas por aqui ainda se continua á espera que V explique como dinamizar a economia com a actual carga de impostos – que Vc considerou suficiente.
Porra, homem, explique lá como se dinamiza a economia com esta carga suficiente de impostos.
Quanto ao mais, vejo que se mantém de pedra e cal no campo da banalidade erudita em sentido estrito..
GostarGostar
Cara República. O Estado tem saldo primário positivo e o fisco não precisa de dívida para cobrar impostos. Há economia que funcione sem dívida! O objetivo da dívida e do capitalismo é escravizar os cidadãos, pois as dívidas são quase sempre impagáveis. Não deixa de ser estranho por exemplo que um automobilista em Portugal trabalha seis meses por ano para pagar as despesas totais do seu carro. Pelas minhas contas, quando chega ao trabalho, a viagem não acabou, ainda tem de trabalhar mais 3 horas e meia, para pagar o meio de transporte que optou usar para chegar ao local de trabalho. O capitalismo não liberta, escraviza, por isso é liberalismo económico é um paradoxo etimológico.
GostarGostar
Isto está a ficar demasiado louco.
GostarGostar
CONTRATOS são um excelente exemplo de ÈTICA e MORAL de um povo de uma sociedade.
É com pessoas como João Pimentel Ferreira que não respeitam contratos que muitas empresas e trabalhadores portugueses estão de rastos.
GostarGostar
Não! Existe na gradação de valores, os Costumes, a Lei e a Ética. A Ética está acima das relações contratuais. Por isso existem objetores de consciência, e por isso vários contratos, perante os factos, mesmo tendo sido legalmente estabelecidos, são anulados em tribunal.
GostarGostar
É Costume pagar o que se deve. Parece Ético. E deve estar na Lei.
GostarGostar
O Cunha confunde sentimentos nobres como a “honra” com armadilhas contratuais para enganar os incautos. Estou certo que sempre cumpriu todos os contratos que subscreveu, desde o serviço do telemóvel ao passe social da Lisboa Viva.
GostarGostar
JPFerreira,
Você fundamenta aqui as suas opiniões citando um autor que, por acaso, é Vc próprio e vai deixando links para tamanha ciencia apresentada em circuito directo.
Dei-me ao trabalho de ler o parágrafo que Vc escreveu sobre a Moral e o senso comum.
Vc mistura senso comum – que sempre estaria subordinado a leis naturais (físicas ou biológicas, por exemplo) – com discricionaridade corporativa e/ou com convenção livre, para atingir um conjunto de silogismos primários e dignos de um estudante do 4º ano da primária.
Então, para si, o “bom senso” que Vc repudia, poderia estabelecer que “um mais um é igual a dez ” ? Oh pobre criatura, a única coisa que o “bom senso” nunca poderia estabelecer é o conjunto de exemplos que Vc cria para contestar o “bom senso”. E onde é que “senso comum” é igual a Moral ? Enm que rótulo da Farinha amparo Vc leu uma coisa destas ? Ou foi Vc quem escreveu o róptulo ?
Vc faz lembrara o alentejano que a dar indicação na beira da estrada, explica: Conhece aquele cruuzamento em que se vira á esquerda para Almada ? Não é por aí….
Vc é uma personagem extremamente perigosa. Anda pela net a divulgar informação completamente errada com uma roupagem de ciencia exacta.
Não surpreende que não saiba o que é o bom senso.
Você é o maior demagogo que eu já li até hoje.
GostarGostar
Sim, não sou partidário do bom senso nem do senso comum, pois estes podem estar distantes da Verdade. Sobre a temática lede a Alegoria da Caverna de Platão, postulada na sua República.
GostarGostar
Cada vez que Vc é confrontado com a necessidade, concreta e material, de dar uma resposta, Vc invoca ou os seus anteriores escritos ou obras de terceiros. Com um ar de nem vale a pena responder, vai lá ler que está lá tudo.
Confesso que nunca assisti a um artista do falabaratismo como VC.
Extraordinária esta capacidade de ocupar espaço sem acrescentar nada de concreto !
GostarGostar
Lamento, tenho por norma não responder diretamente a ofensas e impropérios. Prefiro debater matéria de facto, ao contrário de um tal anónimo de 24 Outubro, 2014 18:13, cujo texto é entropia no estado puro.
GostarGostar
Vc não debate matéria de facto.
Cita umas estatisticas – algumas marteladas por si próprio – e atira-as para o ar – bem como atira citações de si próprio – à laia de resposta. Mas que não respondem a coisa nenhuma. Até porque nem sempre respeitam directamente ao tema.
Pelo meio mete umas conclusões suas. Regra geral controversas, para não dizer erradas. E quando é interpelado para justificar essas conclusões em concreto Vc finta a questão e volta a citar estatísticas efectuadas por si proprio e volta a citar artigos seus do seu blogue. E isto em circulo vicioso.
Confrontado com alhos, Vc responde com uma citação sobre bugalhos.
E isto tudo num formato de arrogancia intelectual em que proclama do alto do seu pulpito: “Isso é mentira. Conforme eu já expliquei no mau artigo tal e tal.” E manda um link sobre uma matéria que nada tem a ver o cu com as calças.
Decompor assim as suas falácias não é usar impropérios. Agora se se ofende porque eu não embarco no seu falabaratismo, isso é problema seu. (Ademais, as maezinhas de cada um não foram para aqui chamadas, nem eu me referi a algo que não tenha a ver directamente com aquilo que Vc edita. Por isso, a figura da vitimazinha não pega.)
Exemplo disto é uma discussão há um par de semanas em que Vc do alto das suas citações e links acabou por sintetizar esta extraordinária ideia: Em Portugal temos uma carga fiscal suficiente para dinamizar a economia”.
Pedi-lhe para justificar esta extraordinária afirmação de ciencia económica, mas Vc manda-me ler a Republica de Platão.
Eu compreendo que no bar da sua faculdade existam miúdas impressionáveis com citações filosóficas a propósito de tudo e de mais um caracol. Aliás, o Mao usava a mesma técnica no seu livrinho. Arrotava umas postas de pescada e punha os estudantes a fazer directa para interpretar o tamanho da posta e o cheiro do arroto. Você utiliza um método muito parecido.
No meu tempo, usávamos a poesia para as levar para a cama. Mas num mundo de gente crescidinha, não pense que pode vir para aqui com esquemas mentais destes e sair em ombros pela porta grande.
É que eu dei-me ao trabalho de ler parte do seu Blogue e ver- valha-nos Deus para quem acredita – o que vai por lá.
Por isso, não há aqui impropérios. Há uma acusação de falabaratismo.
GostarGostar
Espremendo a sua longa (e até ofensiva) mensagem obtenho esta frase objetiva: “Em Portugal temos uma carga fiscal suficiente para dinamizar a economia”? A resposta a esta pergunta já dei várias vezes. Se o país alocasse impostos de produtos totalmente importados, como automóveis e combustíveis, e que têm enormes custos para o país como enormes perdas de tempo (o congestionamento segundo a UE tem um custo ao país de 1,5% do PIB), custos da saúde (obesidade, sedentarismo, elevadíssimos custos de saúde, a maior causa de morte no país são doenças cardiovasculares, cujo grande factor de risco é o sedentarismo), ruído (estresse, distúrbios no sono), sinistralidade (morrem 900 pessoas por ano nas estradas); e onde esses carros e combustíveis representam 1/5 das nossas importações; se se aumentassem os impostos destes produtos para baixar IRS, TSU ou IRC, num clima de neutralidade fiscal, estou convencido que resolveríamos grande parte dos problemas da nossa economia com esta carga fiscal em valores absolutos, pois creio que obteríamos crescimento económico sustentável. Foi isto que fizeram com sucesso países como Bélgica, Holanda ou Dinamarca. Na Holanda as pessoas não andam de bicicleta porque “são verdes”, mas essencialmente por questões económicas, saúde e de qualidade vida.
GostarGostar
Amsterdão, a cidade das 7 colinas.
GostarGostar
Por exemplo, na situação que Vc descreve aqui http://www.veraveritas.eu/search/label/Cd%2FJusti%C3%A7a e onde começa por tratar os advogados por abutres, se Vc tivesse recorrido a um advogado, teria sido aconselhado a estar quieto para não avolumar o seu prejuízo.
Mas com o Vc é um esperto com asas, o resultado foi o que descreve.
Mas Vc percebe lá a diferença entre voluntarismo adolescente e mero bom senso…
GostarGostar
Cunha, o sarcasmo só tem graça quando tem ponta de verdade
http://www.veraveritas.eu/2014/03/bicicleta-e-as-colinas.html
Caro anónimo (advogado?)
A minha inimizade é contra a profissão, não é ad hominem. Essa matéria é complexa, e não creio ser este o espaço para esse debate.
GostarGostar
A sua resposta das 11:19 ilustra que baste o que é o discurso economês em roda livre.
O seu discurso é uma maravilhosa síntese de Pauloportismo com catarinamartinsismo, passando por jeronimosismo. Pega em verdades lapalissianas – que causam impacto pela óbvia irrefutabilidade – e ensaia somá-las convencido que o total será inevitável na clareza e na consistencia coientífica.
Fiquei esclarecido sobre os fundamentos económicos que o iluminam.
Na parte que me diz respeito, fui-me.
GostarGostar
De salientar ainda que a sua retórica é claríssima e repleta daquilo que Kant definiu como “a análise à razão pura”.
João Pimentel Ferreira
GostarGostar
Você conhece lá a obra de Kant ( ou de Platão) para lá dos títulos que espreita no google para atirar na caixa de comentários armado em filósofo da treta…
GostarGostar
“Perante agiotas e usurários, os contratos são lixo!”
Não queriam dívidas, não tivessem votado em socialistas durante 40 anos.
Ninguém apontou mísseis a Portugal e disse “aceitem estes empréstimos ou bombardea-mo-vos”.
GostarGostar
“””Perante agiotas e usurários, os contratos são lixo!””” Ora aqui está uma daquelas ideias que merece lugar em qualquer manual de economia ou direito. Quem fala assim não é gago, de certeza. Agora o colega blogueiro faria o favor de nos dizer qual seria a taxa de juro a que emprestaria o seu hard worked money aos governos de paises como, por exemplo, a Grécia, ou Portugal. Diga lá, vá!
GostarGostar
Portugal tem saldo primário positivo. O caro blogueiro parte – como muitos outros – da premissa errada de que não existe economia sem dívida.
João Pimentel Ferreira
GostarGostar
A parte que não percebi foi a do threshold que separa um credor dum agiota ou dum usurário. Daí a pergunta…
GostarGostar
Percebo o seu ponto. Mas também me parece que muitos não distinguem o “limiar” entre devedor incauto esmiuçado até ao osso e à pobreza extrema para tentar pagar uma dívida exponencial crescente, e gastador despesista que prefere mariscadas pagas a crédito em vez de trabalhar. A nossa dívida pública tem um pouco de ambos.
João Pimentel Ferreira
GostarGostar
Dívida contraída em PPP rodoviárias faraónicas num país sem indústria automóvel e recursos energéticos endógenos; é diferente de dívida contraída na educação. E apesar do parque escolar, as PPP rodoviárias e swaps de empresas de transportes, assim como pagamentos à banca (BPN, BES) representam um arrombo nas contas públicas.
Já agora, gostava que me explicassem. Sendo que o BES deveria por certo ter uma enormíssima carteira de dívida pública, o Estado não pode fazer simplesmente um “encontro de contas” e abater diretamente na dívida uma boa parcela de dinheiro?
João Pimentel Ferreira
GostarGostar
Nunca tinha ouvido falar no cronista, fui ler:
Fernando Sobral é jornalista do Negócios. Tem formação em Direito. Iniciou a sua actividade no DN/Jovem tendo passado por diversos órgãos de comunicação social como o Semanário, O Independente, Se7e e Diário Económico.
Porque é que não escreve sobre aquilo que domina, ou seja a advocacia.
Jorge Jesus treina uma equipa, não opera em Santa Maria.
Gentil Martins opera no IPO não toca rabecão.
Rui Moreira gere maravilhosamente a linda cidade do Oporto, não quer ser presidente da República. (*)
Era tão bom que o “Brave New World” tivesse sido levado à prática
(*) esta afirmação pode estar duplamente errada.
GostarGostar
O fernandinho não é tolo, escreve aquilo que a maior parte dos desmiolados quer ler, assim garante o seu vencimento mensal, essa é que é essa.
O problema não está no fernandinho, está nos desmiolados que parecem acreditar nele.
E a vida continua.
O que era dono disto tudo, já só é dono dos milhões que pôs nos offshores e isso basta-lhe.
GostarGostar
Os esquerdistas são, acima de tudo, caloteiros e quando se acaba o dinheiro dos outros têm o descaramento de inovar a moral para exigir mais. O que faz esta luminária num “jornal de negócios”!
GostarGostar
Corrijo:
Os esquerdistas são, acima de tudo, caloteiros e quando se acaba o dinheiro dos outros têm o descaramento de invocar a moral para exigir mais. O que faz esta luminária num “jornal de negócios”!
GostarGostar
Se a dívida desaparecesse hoje por magia, daqui a um ano Portugal já ia em 10% de endividamento e daqui a seis ou sete anos já estaria como em 2008. Isto para não falar na despesa brutal e extra que logo seria feita em “investimento” ultra-neo-megalómano e popular. As empresas de formação a martelo voltariam de imediato e em força e os recibos verde-transparente também.
Nós já nem a nós próprios nos enganamos.
GostarGostar
É mentira. No tempo de Guterres a dívida pública estava abaixo do limiar dos 60%. A ‘explosão’ teve um período bem definido, foi desde a entrada no Euro com o crédito barato, e com o socretino à frente do governo.
GostarGostar
A divida nos tempos do Guterres estava abaixo dos 60% porque ele beneficiou de uma pesada herança que o Cavaco cá lhe deixou: 40 000 milhões das privatizações. Por força da lei, esse dinheiro teria de ir quase na sua totalidade para abater na divida. Mas ele fez ao contrário: usou uma pequena parte para abater divida, que poderia ter ido para pouco mais de 20%, e o resto estoirou-o como quis; mas não foi em investimento porque em 1998 Portugal deixou de convergir com a UE, e em 2000 começou mesmo a divergir, situação que só se alterou em 2014, ano em que vamos crescer mais do que a média europeia.
GostarGostar
Não percebeu o que eu disse. Analisando o gráfico da dívida pública o começo do crescimento exponencial dá-se no governo Barroso que depois Sócrates acentua. E tal deveu-se ao crédito barato providenciado pela moeda única. Foi também em 2002 que o número de automóveis disparou mais de 40% sendo a partir daí sempre a subir, como também o crédito privado. A culpa não foi só dos governos ou de Sócrates. Foi de todos. A dívida externa ronda os 230% do PIB. A dívida dos privados é maior que a dívida do estado
GostarGostar
o vigarista que andou a espalhar o boato é prof universitário e fazia percentagem comparando valores absolutos sem ter em conta o valor do PIB
GostarGostar
Isso é verdade caro zazie, a questão é que a partir de 60% do PIB, o valor da dívida começa a prejudicar seriamente a economia. E durante os governos de Cavaco, o valor esteve sempre abaixo desse patamar.
GostarGostar
O Fernandote devia era parar de “asneirar” e tentar perceber o que poderá significar mais uma indignação de David Cameron – o Reino Unido viu a sua contribuição para o orçamento da UE aumentar. Mas ainda há demasiada gente em Portugal a querer tapar o sol com a peneira (e com as suas próprias peneiras, diria também).
GostarGostar
Alguém explicava há dias aos que não sabem fazer contas que pagar 3% sobre 200 000 milhões custa o mesmo que pagar 6% sobre 100 000 milhões. Quanto ao resto, estamos todos carecas de saber que a divida que pode ser reestruturada, os 56 000 milhões da UE e a do BCE, já sofreu várias reestruturações quer ao nível das taxas, para cerca de metade, quer ao nível das maturidades que foram bastante alargadas. A divida do FMI não pode ser reestruturada por força dos estatutos do Fundo; portanto sobra a divida contraída mais recentemente a 5 e a 10 anos que já beneficia de taxas aceitáveis, e a divida que está nas mãos dos bancos portugueses e da Segurança Social. Mas reestruturar essa divida significa a falência dos bancos portugueses, e da própria SS. As reformas de 2,3 milhões iam para o galheiro, incluindo a minha.
Também não percebo a relação que querem estabelecer com o orçamento da Saúde, ou seja com o que for. O que é que o cú tem a ver com as calças?
GostarGostar
Reestruturar? O quê, desculpe? Se forem os prazos, tem que negociar com cada credor, se mexe nos certificados de aforro ou do tesouro, vem borrasca a caminho. Se forem taxas, idem, reestrutar é tão complexo que nem se devia falar nisso sem conhecimento de causa.
GostarGostar
O Pagamento da Dívida é sim uma questão moral.
Começa precisamente por nos terem emprestado dinheiro por terem acreditado na nossa palavra ao termos feito um acordo.
Você acreditam que alguém que propõe renegociação da dívida terá tantas preocupações em pagar o que quer que seja versus alguém que ache que a dívida deve ser paga?
Coisas que ficam patentes vindas da esquerda quando se discute a dívida
forte xenofobia, palavra não conta.
GostarGostar
Acha sinceramente que quem nos emprestou dinheiro nos esteve a fazer um favor? O problema é que a maioria das pessoas (e ainda bem) tem um coração puro e uma mentalidade quase rural, onde a boa imagem e reputação no pagamento de dívidas eram fundamentais para a preservação da honra e do bom nome. A Grécia teve um corte da dívida a metade, e os bancos alemães não faliram.
GostarGostar
Uma vez senti pânico porque percebi que falava e já ninguem me ligava, como se estivesse a falar sozinho num palco para uma audiência que não queria ouvir. Felizmente o corpo tem um mecanismo para combater essa terrível sensação. Esse mecanismo consiste em acordar.
GostarGostar
Click to access 203.pdf
GostarGostar
Em Português Europeu:
http://pt.wikisource.org/wiki/A_Alegoria_da_Caverna
GostarGostar
Falta o epílogo:
Sócrates: Agora vamos dar banho um ao outro.
Glauco: Assim deve ser.
GostarGostar
Dou-lhe um conselho, diminua a taxa do seu rendimento a metade e prolongue o prazo por mais 20 anos. Temos negocio? Sim, falo dos seus titulos de divida publica que presumo serem obrigações do tesouro do seu amigo Sócrates, porque 7% é rir na cara de alguém.
GostarGostar
Sim Filipe, foi 7%. Foi num pico, na altura que a troika esteve para chegar, algures no final de 2011. Mas se duvidar bastante posso digitalizar o recibo e transpo-lo aqui para seu “deleite”
GostarGostar
Esta é uma sociedade onde os “penduras” (para não escrever chulos) tiveram sempre muita tolerância… Muita tolerância? Mais que isso! Sempre se infiltraram e manipularam com mestria…
Protegem-se e sempre se protegeram uns aos outros e é só porque sempre houve quem puxasse a carroça e tivesse vergonha na cara é que chegámos ao presente com alguma autonomia (independência?).
A escolha é clara: ou se continua uma nação de quase nove séculos ou se acaba com isto. Integrada na Espanha não ficava mal de todo, mas eles também não se estão a sentir nada bem… Haja alguém que compre isto!
GostarGostar
Assim a Espanha nos aceitasse, mas acho que nem sendo o actual rei um Filipe.
GostarGostar
Não se pode bater muito nos ingénuos que por aqui aparecem a defender o não pagamentos da dívida pública, ou apenas o não pagamento dos respectivos juros. Estou mesmo em crer que esses são os que lá no fundo pretendem que a dívida (e o juros) seja paga. Pior são os que sabendo das nefastas consequências (que derivariam do não cumprimento das nossas obrigações), continuam a defender a saída do euro, a reestruturação da dívida e outras coisas parecidas, apenas para se manterem de pé, mas de barriga cheia, nos lugares que ocupam no Estado e nos Partidos. Uns oportunistas, no mínimo…
GostarGostar
Juros em 2010 : 5268mm Despesa corrente em 2010: 80287mm
juros (previstos)2015: 8886mm Despesa corrente(prevista) em 2015 : 80611mm
É evidente que temos de discutir a dívida e a situação é insustentável ,o corte da despesa corrente foi comido pelos aumentos de juros e como anacrónico do ajustamento/empobrecimento a despesa corrente é maior em 2015 que em 2010 ! Já não vamos lá sozinhos e, se queremos manter algum nível de vida, lá teremos de trocar soberania por uma tutela dos credores ,quem paga ,manda. Temos alternativas, como não pagar a dívida ,mas em consequência lá iremos para o PIB da Roménia ou coisa parecida. Atenção que um perdão da dívida tem custos para os investidores internos ,privados e públicos ,não pensem que os calotes são só para outros.
GostarGostar
Para os xenófobos:
“O Fundo de Capitalização da Segurança Social, um dos acionistas de referência da Portugal Telecom, perdeu cerca de 33,4 milhões de euros com a desvalorização em bolsa da participação de 2,28% que detém no capital da operadora, desde que rebentou a crise do Grupo Espírito Santo (GES), no início do verão.
As ações da PT fazem parte da carteira de reserva estratégica do fundo desde a sua criação, mas os principais investimentos estão aplicados em dívida pública portuguesa. ”
http://observador.pt/2014/10/20/fundo-da-seguranca-social-perde-mais-de-30-milhoes-na-pt/
GostarGostar
Um exemplo daquilo que os credores podem fazer (mudando as regras do BCE) para resolver o peso da dívida pública é o seguinte: Ontem, o BCE começou a comprar dívida parqueada nos bancos portugueses relativa ao crédito à habitação ,libertando liquidez aos nossos bancos para as empresas. Não sabemos quanto comprou, mas o total desta dívida anda pelos 34 mil milhões, à semelhança, o BCE podia comprar toda a nossa dívida que exceda os 60% , mediante um compromisso nosso, de ter excedentes ,com as novas contas dos juros. O viver em família ou comunidade tem vantagens e desvantagens , alguns países beneficiaram da destruição da nossa pesca , industria e agricultura, agora ,também podem ajudar qualquer coisa.
GostarGostar
As dividas do crédito à habitação estão garantidas pelos edificios, pelo que o risco é minimo. Só existem duas garantias para a “nossa divida”: a confiança no país e o dinheiro dos nossos impostos.
GostarGostar
Desde o início do ajustamento/empobrecimento os imóveis (preço de mercado) já desvalorizaram uma média de 40% e nada nos garante que não continuem a desvalorizar e a bolha imobiliária rebentará no BCE.
GostarGostar
O Jornal de Negócios não é só um jornal económico, é o melhor jornal português de informação política e económica, porque ninguém lá se põe em bicos dos pés a achar que vai fazer a crítica definitiva contra o governo. É lá que vêm as notícias, em vez das parvoíces, como se viu a propósito do OE. Tiveram a sorte de ficar sem o Pedro Santos Guerreiro. Têm o azar de manter o Fernando Sobral. Compensa.
GostarGostar
Concordo com a sua definição do Negócios. Não concordo que tenham tido sorte em perder o Pedro Guerreiro e azar em ficar com o Sobral. Abraço
GostarGostar
Deixem-se de merdas sobre a renegociação da dívida – conversa de caloteiros – e sigam o exemplo da Irlanda que ajustou, reduziu o peso do Estado e tem a economia a crescer e as taxas de juro da dívida pública quase no zero.
GostarGostar
Como sabemos, não basta renegociar a dívida ,pois o crónico défice mantem-se, logo, precisamos de atuar na dívida e na despesa. Penso que estamos de acordo que temos de descer impostos e tal só é possível (sem crescimento da economia) com redução na despesa do estado nunca inferior a 10%. Por isso ,eu costumo dizer que estamos face a uma quase impossibilidade ,em democracia.
GostarGostar
da mesma forma que não se pode comparar a economia dos estados às das famílias – dizer que o estado está na mão de usurários e agiotas, como se fossem viúvas com filhos de colo…
Portugal na mão de um qualquer Ebeneezer Scrooge…
GostarGostar
Desde que se parta do princípio que quem vive a crédito é rico, pode-se dizer que só nos últimos anos Portugal empobreceu
GostarGostar
A melhor forma de reduzir o peso da dívida será pagando-a, mas suponho que seja imoral considerar qualquer pressuposto que honre compromissos. Vive nesta deriva a resolução esquerdista dos problemas: muita moral sem honra. Já agora não seria moralizador discutir formas de não aumentar a dívida? Impostos são imorais, menos despesa é imoral, pagar juros é imoral, governar stricto sensu é imoral: que merda de moralidade esta que propalam. Quem nos tem emprestado e impõe condições para emprestar mais e pretende garantir os seus créditos são imorais por não serem parvos.
GostarGostar
Já agora e para as alminhas que teorizam a armadilha da dívida: mascarar déficits, esconder dívidas de EPE’s ou excluir as mesmas do perímetro, assim como contratar swaps, serviram para quê e a quem? Se os credores queriam enganar-nos fomos, como país, exactamente o mesmo tipo de parceiro: não o enganado mas o que disputa ser maior pantomineiro. Tenham vergonha de argumentos capciosos.
GostarGostar
Permitam-me que seja económico-filosófico que nem o Professor Doutor J.F Pimentel, e relembre o saudoso economista que foi António de Oliveira Salazar.
Numa ida do democrata a Santa Comba, deu com o pai muito choroso …
— Então, paizinho o que tendes?
— Meu filho… estamos a caminho da ruina financeira… ele é o banco, o merceeiro, o padeiro, o fisco, “amais a jorna do pessoal…sei lá!
— O papá vai organizar as finanças do seguinte modo: — reduz 40% no consumo dos adubos, 25% nos gastos com alimentação .. isto em cada mês durante uns largos meses…Vai ver que melhora,,,
Passados +/- um ano,,o bom do Homem, pergunta ao pai:: –Então meu pai… como estais de finanças?
— Meu querido e amado filho, de finanças, graças a Deus e a ti, estamos bem… na saúde é que vai muito mal,,,,cá em casa “tamos” todos tuberculosos!
RESTRUTURAI
A BEM DA NAÇAO
GostarGostar
Eu um “mero imbecil” assumo-me! O Negócios é o melhor jornal português para informação económica e politica. Leio com gosto o Fernando Sobral e o seu “pulo do gato” que é uma coluna de opinião assumida, na última página do jornal.
Escreve bem e consegue desconstruir a realidade com a visão quer se concorde ou não com ela.
Já o sigo há uns bons anos,
Ainda estava na Faculdade e o lia de borla. Hoje à sexta-feira dou sempre com gosto 1.60 para o ler.
Aliás para quem como eu segue, o Sobral desde pelo menos 2004 no Negócios sabe que é alguém que evolui.
Não fosse isso não teria passado de um entusiasmo inicalcom este Governo, com a amargura e pessimismo que se lêem actualmente.
Não confudamos a núvem por Juno, o Vitor Cunha pode não concordar como eu não concordo na renegociação pelo menos por iniciativa portuguesa,
Agora que temos sido governados por louvaminheiros intrujas é indicutível.
Aliás, para umas coisas somos Gregos, para outras temos que ser Nórdicos!
Substitua-se abaixo o renegociar pelo controlar\estancar\ quiçá pagar e se não é um facto:
“Portugal não mudou. Empobreceu, continuará a estar exangue enquanto não renegociar esta dívida brutal com um serviço da dívida impossível de pagar com este crescimento. ”
.
GostarGostar
Portugal não empobreceu, o gajo que fornece o caviar é que deixou de fiar.
GostarGostar
De facto o Sobral simplificou demasiado. Não foi o Pais que empobreceu, foram os cidadãos com mais baixos rendimentos que viram as suas condições de vida degradar-se, pela aproximação da sua fronteira de possibilidades de consumo da origam.
Ha menos rendimento disponível para muitas pessoas de baixos rendimentos que têm que fazer opções entre necessidades básicas, por exemplo: entre alimentação e medicamentos.
Pode-se fazer como faz o Alberto João Jardim que mandar bater e afastá-los do centro das cidades mas eles existem, seja qual fôr a muleta eufemistica que se use.
Abraço
GostarGostar
Caviar?! E porque será que os caros comentadores da praxe, reiteradamente falam de medicamentos e alimentação e até vão poupar no pão, na água, no sal, no sabão, no papel higiénico e limpar ao jornal; e poupam na renda e vivem até debaixo da ponte se for preciso; mas ninguém, NINGUÉM, fala na sanguessuga financeira que é o automóvel, que obriga o tuga média a trabalhar metade do ano para o carro??!!! Arreee que temos bezerro de ouro!
http://autocustos.com/reports/pt-jan-may-2014.html
GostarGostar
Você um fascista de primeira. Um gajo gasta o dinheiro no e onde quiser.
Todo este post está minado com comentários psicóticos.
GostarGostar
Claro que cada um gasta onde quiser e eu sempre o defendi, mas ler os psicóticos aí em cima dizer que andavam a fiar caviar, e que andavamos a gastar muito em alimentação e medicamentos, deixa-me as vísceras do avesso.
João Pimentel Ferreira
No dia 27 de Outubro de 2014 às 21:39, “BLASFÉMIAS” escreveu:
> vitorcunha commented: “Você um fascista de primeira. Um gajo gasta o > dinheiro no e onde quiser. Todo este post está minado com comentários > psicóticos.”
GostarGostar
Cristo expulsando os usurários do Templo. Talha de madeira de Lucas Cranach
GostarGostar
Portugal, lindo «jardim de flores à beira-mar plantado», «brinquinho que a Europa traz na orealha…», rectângulo lusíada de «nobre povo, nação valente e imortal…», este pequeno mas grande país, pela sua posição topográfica – de costas voltadas para a Europa – viu-se irremediavelmente forçado, desde o seu nascimento há oito séculos. a olhar. noite e dia, o espaço infinito do Oceano Atlântico (Alegoria da Caverna de Platão?…) em cujas águas convulsivas de perigos, o céu azul reflete a mulforme fisionomia da sua beleza e cuja atracção irresistível encheu de acontecimentos sublimes as mais belas páginas da sua história. Oh! Portugal de Abril, dos cravos, de Fátima, do fado e da saudade!…
GostarGostar
Cristo vvia à borla.
Não trabalhava.
Era sustentado.
Podia escorraçar, pois – com a autoridade de quem chulava o próximo.
Como exemplo de amor ao próximo e aquela coisa cristã do livre arbitrio humano – estamos conversados.
Até ele, Filho do Pai…seria hoje do BE e do LIVRE?
E se ecologista seria ferreira – como o outro: o josé luís dos VERDES?
Ide ver como o facies de josé luis ferreira dos VERDES é muito semelhante ao de BELIAL
Não deve ser acaso, a deste meu colega…
IDE VER, IDE VER
http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=4197642
http://www.featurepics.com/online/Devil-Head-727150.aspx
GostarGostar