Vão ali dar uma voltinha da Buraca à Damaia de Cima
30 Outubro, 2014
e trarão para contar muito mais do que aquilo que se vê neste video
Mas crimes não vejo nenhum. Vejo sim muita falta de educação.
58 comentários
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e trarão para contar muito mais do que aquilo que se vê neste video
Mas crimes não vejo nenhum. Vejo sim muita falta de educação.
Até ver, ela só tem razão para estar satisfeita. Foi apreciada. E bem.
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DrªHelena,
Além do mais sou pai de uma rapariga de 25 anos de idade. Por isso, terei alguma sensibilidade para me colocar na pele da vítima – como agora se costuma dizer.
Há cerca de um mês, talvez, parei a mota numa passadeira de peões na Baixa de Lisboa para dar passagem a uma mulher de, talvez, 40 anos.Ela agradeceu e eu respondi não tem de quê, a prioridade é sua, e além do mais é muito bonita. A senhora revirou o pescoço, sacudiu o cabelo, sorriu vaidosa e seguiu para a vida dela. E o episódio começou e acabou ali.
Eu não me sinto mal-educado por ter dirigido aquela “boca” à fulana. E a reacção daquela mulher mostra que ela nem se sentiu incomodada, nem ameaçada, nem coisa alguma. Até acho que se sentiu bem com o elogio. Se calhar até lhe dei um pouquito de auto-estima.
Também devo acrescentar – para sossego de quem se possa sentir ameaçada – que não costumo andar a distribuir elogios pelas passadeiras de peões da Baixa. Mas naquele dia, eu sentia-me bem, um cliente importante tinha pago, e sem pensar larguei o piropo. Até porque a fulana era bonita.
Agora vou fazer a mala e apresentar-me espontaneamente nos calabouços da Judiciária, antes que a apolónia e a outra do bloco me apanhem nalgum semáforo.
Ou então vou-me apresentar directamente á Procuradora Geral que, aí, não corro seguramente o risco de lhe chamar bonita.
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por muito que o cliente lhe tivesse pago, por muito feliz que estivesse, duvido que fosse tão mentiroso que dissesse que a Apolónia era bonita.
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Não é falta de educação também estigmatizar as populações locais da Buraca e Damaia? Porque se fala das duas, porque não refere o Rossio, ali bem perto da Ordem dos Advogados? Pois, as primeiras ficam na Amadora mas a última já na sacrossanta Lisboa.
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Este post é extremamente infeliz, mais ainda vindo de uma senhora e mais ainda uma senhora provida de não despicienda cultura.
Não advogo a criminalização do piropo assim como não advogo a criminalização de posts tristes, infelizes, enfim…
Como sou não misógino confesso (sim aceito que o facto arrelie muitas mulheres e das quais, e surpreendentemente, parece ser a HMatos uma delas) mas não percebo onde se tem de ir a uma zona tida por de predominância de população não caucasiana quando não faltam exemplos de mau gosto e falta de respeito inter e intra-género nos proto-autóctones desta dita pátria. A HMatos é infeliz porque caricatura uma faixa geográfica sub-urbana como colando ou indo além de hábitos ao arrepio da sã convivência e respeito sabendo, e sabe, que tal não é apanágio específico dessa zona e muito menos lhes é característico quando em comparação com um nortenho ou beirão (exemplificando, não caricaturando).
Como não sou particularmente desagradável à vista, sei o que é ouvir piropos de mulheres e sei, problema meu, o que é não gostar por ser colocado na situação de decidir entre reagir e/ou ignorar, mas menos habitual será que aquilo que vejo no dia-a-dia de gajos que partem o pescoço para mirar um rabo desinteressante mas anafado e esta falta de superação da manifestação de esgares primitivos que nos diz que a distância aos símios não é a que muitos antropólogos afirmam.
Lamento a sua fácil tentação de juntar sal ao açúcar só porque colherá baba.
Pena que ser de direita signifique para muitos a tentação do fácil, que é desvirtuar tudo aquilo que represente possível causa fracturante de esquerda, sem atentar à substância.
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“Como não sou particularmente desagradável à vista, sei o que é ouvir piropos de mulheres”
Deixa estar, gabinete, enquanto nãio te apalparem o cú, conseguirás sobreviver nesta selva de símios – e símias – de direita. Depois de lhe tomares o gosto, é que convém fazer seguro de acidentes pessoais.
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” Depois de lhe tomares o gosto, é que convém fazer seguro de acidentes pessoais.”
É o seu corolário dos seus teoremas da experiência pessoal?!
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não,pá. eu sou feio como um bode. E tenho mau hálito e maus modos..
Tu é que vens para aqui dizer que és bonito e intelectualmente asseado. Manda foto, que talvez arranjes noivo/a ou ambos. Nunca se sabe.
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Resumindo: afirma saber ser o que por natureza não pode saber porque afirma que não é?! Estamos esquerdalhos da silva não é?!
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não sejas modesto e não embrulhes a conversa.
Fazes muito bem em te afirmares bonito e teres orgulho nisso.
Prá frente é que é o caminho! Solta a franga, certamente linda, que há em ti.
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A ver se nos entendemos de vez: não afirmei ser bonito, embora não faça mal a auto-estima não vejo no que é que a beleza é chamada aqui. Soltar a franga deve significar algo certamente mas ainda não cheguei lá: ainda assim e se é como suspeito não tenho esqueletos no armário e tenho gostos bem definidos e daí não reagir a vaginas andantes, prefiro mulheres interessantes e serem-no implica conhecê-las, piropos como os que estão implícitos neste post são para grunhos, e os seus comentários inserem-se actualmente nessa categoria, ainda assim e já que tem de os mandar não se prenda comigo e procure gajas, pode ser que ainda lhes tome o gosto. Maricas!
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Ui, que o gabinete já soltou a franga.
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Ó Jorge sai do gabinete. Assume-te .
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Vá pra dita que o pariu (talvez indiana), se faz favor.
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Ai, que o gabinete soltou definitivamente a pita
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o rectângulo é um local mal frequentado
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Eu até vi excessiva educação, vinda de quem vem…
Por cá, se fosse uma velhinha nem 15 minutos andava sem haver ameaço de assalto.
Bem-ditos piropos que só fufas se queixam enquanto podem.
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“Por cá, se fosse uma velhinha nem 15 minutos andava sem haver ameaço de assalto.”… Isso sim é que é crime…. mas crime mesmo.
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Mas não tem lobby. Que interessa um crime se não tem lobby. Se houver lobby inventam-se os crimes que dão voto.
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Existe crime sim senhor !! A puta da gaja não dar troco a nenhum dos jeitosos que “cumprimentaram” é “crime” !!! Isso não se faz ! Prisão com ela !! Foda-se !!
E os marmanjos afinal nem a violaram ,pois não ?? Nem a apalparam ? So lhe deram cabo da cabeça o tempo todo , mas pronto isso é assim mesmo , não é ?
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Daqui do canto, em voz baixa e com bons modos : mas , na verdade, não há assuntos verdadeiramente im portantes para tratar ?
A coisa está ao nlvel daquela “troupe” circense, ali à casa de ( maus) espectáculos em S.Bento, que quer criminalizar o piropo…
E concordo com o comentário que sugere que as proponentes sejam “sáficas” ( em português corrente são outra coisa – isto foi só exibicionismo…)
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Mas ela é boa? Não dá para ver.
Ela que dê um pulinho aqui a Chelas…
R.
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A não ser que Chelas tenha muitos niggas ou fique entre Buraca e Damaia-qualquer, o seu comentário é off-topic 😉
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Jorge Gabinete, paga o que deves. Interessa-te se é off-topic? És o manager dos comentários? Olha agora…
R.
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Não! Sou manager da direita desterrada pela dita direita que fica à esquerda dos nossos partidos, polícia de vícios e costumes disfarçada de liberal quando não lhe toca mas na verdade uma cambada de tacanhos.
Ou então quero ser como eles mas ainda não consigo. Já vi que na chelas referida não há niggas, só gajos com torcicolos e algumas das gajas só usam licra, a ver se alguém tem a compaixão de olhar.
Não se chateie…
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Quem lhe faz falta é o piscoiso.
R.
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Não sinto essa falta, deve ser algum afecto reprimido .)
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e o risonho saiu-me zarolho 🙂
deve ser falta (reprimida) de Camões…
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saiu-te zarolho e risonho porque estás com o olho preenchido e feliz, o gabinete
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A jornalista andou durante duas horas no que foi resumido nesse vídeo de dois minutos.
Durante esse tempo não teve dois minutos de descanso.
Por norma nunca digo piropos a nenhuma mulher que não conheça.
Presumo que deve ser aborrecido andar duas horas a passear e não se ter um bocadinho em que a nossa cabeça possa estar em sossego sem ter que ouvir o que não pedimos.
Mas se os senhores acham bem, quem sou eu para vos contrariar.
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Então o filme devia ser de duas horas mesmo…só para confirmar. Ou será que das duas horas teve esses dois minutos?
É que eu já vi tanta coisa……
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Se lhe interessar pode acompanhar aqui o picante desenvolvimento desta notícia.
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Nos EuA qualquer blogger se considera um jornalista. ISto não é jornalismo , isto é campanhas de propaganda de organizações de feministas radicais, que não olham a meios na tentativa de levar a cabo a propaganda da opressão às mulheres, que consideram ser a cultura da violação (rape culture) aceite e promovida pelos homens . E as tácticas passam pela dessinformação levada acabo por grupos de ideólogos académicos associados a estes grupos, na fabricação de estatisticas falsas e no uso selectivo e exagerado de tudo o que lhes convenientemente lhes sirva para a construção da histeria que pretendem criar. Neste caso sempre na narrativa homens=agressores , mulheres=vitimas «. O objectivo é criar histeria na opinião publica para depois tentar forçar os politicos a tomar decisões cada vez mais restritivas ou a dar-lhes financiamento público a favor dos interesses destes grupos. Este tipo de táticas encontram-se também em grupos como o LGBT e organizações religiosas radicais. É o utilização do complexo de vitimização , com o objectivo de criar aquilo que se chama hoje em dia a tirania do politicamente correcto.
Segundo eles 10 horas resumindo em 2 min. Mas quem lhes conhece o seu modus operandi duvida muito do tempo que gastaram para conseguirem recolher todas os registos que captaram .
Sugiro a verificarem o que se está a passar nos campus universitários do canadá e nos estados unidos. Dêem uma vista de olhos a: Christina Hoff Sommers e Janice fiamengo sobre a dissiminação da propaganda e histería do que chama rape culture.
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Se fosse na Índia ela era violada e presa por ter sido violada (no Islão também). Mas convém não dizer isso para não incomodar os infiéis.
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E ainda lhe atiravam ácido à cara, só por ter sido condenada.
R.
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Os panascas também.
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Em 10 horas, cerca de 100 “piropos” (em média 1 a cada 6 minutos) que vão de uns “homens” a serem umas bestinhas (a caminhar durante minutos ao lado dela ou a tentarem meter conversa com ela quando ela claramente não estava interessada) a meros cumprimentos ou manifestações de admiração pelo seu aspecto absolutamente inofensivas.
No site desta organização, é colocado no mesmo saco ““catcalling” or verbal harassment, stalking, groping, public masturbation, and assault”, em que “catcalling” pode ser um assobio, um piscar de olhos ou (como se vê no vídeo) dizer “have a good day”.
Presumivelmente, seleccionaram das 10 horas(!) os piores exemplos e acabam por mostrar uma série de meros cumprimentos não solicitados.
Uma boa resposta em https://www.youtube.com/watch?v=uP1Vxu2erq4.
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Alguma razão para o meu comentário ainda estar a aguardar moderação?
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É a manifestação da “metáfora da pós-modernidade”, em todo o seu esplendor;
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Todas as manhãs o veado acorda sabendo que terá de correr mais do que o leão se quiser continuar a viver.
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Todas as manhãs o leão acorda sabendo que terá de correr mais do que o veado se quiser continuar a viver.
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Conclusão: na selva quando o sol nasce, é indiferente ser leão ou veado, quem quiser viver, tem de correr.
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Isto é válido até no Alentejo.
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Mas a gaja do filme é o gabinete? ele ainda não se calou. Ou é preto ou é sáfica armada em seráfica.
😛
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Nem preto nem fufa nem paneleiro nem feia e mal-amada com falta de uso (nada que nos assemelhe sua burra chifruda). Sou tradicionalista mas não tenho amarras que me impedem de ter opinião própria. Pode começar agora na autópsia do seu desatino ou na anatomia da incapacidade de ter algo a dizer. Burra chifruda…
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Confirma-se: é farrusco.
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O jorge, quando sai do gabinete, é como um miura a sair do curro.
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Simplesmente ridículas estas notícias…
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Para mim é uma questão de educação (ou falta dela) misturada com algum grau de falta de autoestima. Se os ‘piropeiros’ (e ‘piropeiras’) conseguissem racionalmente perceber a figura que fazem, provavelmente preferiam estar calados. Mas é o mundo em que vivemos: temos que nos aturar mutuamente e bola para a frente. Eu até trocava uma descidazinha de impostos por 100 piropos (mesmo dos de pior gosto) que tivesse que ouvir por dia.
No entanto acho engraçado que essa malta tão à frente parece de algum modo estar a pretender que adoptemos um comportamento ao estilo da alta sociedade vitoriana. Pois não se pode ter tudo. Entretanto tornámo-nos todos iguais. Trocou-se a censura pela liberdade, a hipocrisia pela espontaneidade, a boa educação pela liberdade de expressão. A maior parte das senhoras e cavalheiros (pois as safadezas ficavam guardadas para momentos mais privados) por uma maioria de gajos e gajas que fazem questão de mostrar que as safadezas são para ser feitas quando e onde lhes apetece…
Agora com que direito é que impedimos um gajo, que está a beber uma ‘jola’ na esplanada da Av. da Liberdade, de exercer o seu direito de livre expressão à gaja que vai a passar e que lhe provoca uma híper-actividade glandular? Pode-se chamar o que se quiser ao Papa, ao PR e à mãe de cada um de nós. Mas mostrar falta de educação, de inteligência e de gosto a quem passa é que não?
Por cá aprendemos que temos que ser tolerantes: temos que tolerar quem usa os transportes públicos em hora de ponta sem cuidar devidamente da sua higiene, que tolerar os gostos incríveis de perfumes que por aí andam, que temos que partilhar o elevador com a menina que vem da equitação ou com o vizinho que esteve a correr os seus 10km diários, que somos isto e aquilo por não pensarmos politicamente correcto. Temos que ser tolerantes para com quem nos quer matar porque não temos o mesmo Deus. Mas um piropo como algo intolerável… Felizmente há gente que se preocupa com as coisas mais diversas.
PS – Eu nunca mando piropos. Nem com os olhos, se é que me entendem.
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Tem razão. Subscrevo o que afirma sobre a censura do politicamente correcto que cada vez mais se alastra e se torna numa ditadura do pensamento único.
Sobre a “bondade” da tolerância :
“Tolerists, far from being the nice, kind, fair, tolerant people they think they are, in fact are the enemies of freedom and the enablers of totalitarianism.”
Howard Rotberg’s TOLERism: The Ideology Revealed
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bem observado.
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O seu fanatismo, D. Helena, não tem limites. Permite comentários do nível de um tal josé FERREIRA DA SILVA, mas os meus, nem vê-los. Essa sua vassalagem ao J. Miranda e ao V.Cunha, é vergonhosa. E afinal, define-a.
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Helena Matos não foi muito feliz na apreciação deste assunto e a Câncio recentra o problema. Vale a pena ler.
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Ironia?
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Se por um momento tentar colocar-se na posição da mulher, verá que não.
Incomoda-me muito ir na rua e quando uma mulher/rapariga se aproxima ver que ela começa imediatamente a baixar os olhos, em prevenção.
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fado alexandrino,
Já considerou a possibilidade de essas mulheres/raparigas baixarem os olhos quando passam por si não pela experiência que têm com os que julgam que armarem-se em bestas os faz parecer homens mas sim porque não querem estabelecer contacto visual consigo?
É que, exceptuando alguns casos de timidez/insegurança acentuada, de certeza que a grande maioria dessas mulheres/raparigas de bom gosto estabeleceriam contacto visual com uma celebridade da sua preferência ou alguém que achassem muito atraente.
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Ironia?
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Não. Senso comum.
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Vou rever a minha posição irónica,de facto se fosse rapariga é possível não me sentir à vontade na rua com este tipo de abordagens.
Penalizar não dá, educar é preferível, mas num protetorado assim é quase impossível.
O tuga não respeita os outros e não se respeita a si próprio. Vê-de todos os dias nos mais diversos lugares, a conduzir, a escarrar para o chão, no futebol etc
Por isso devia haver uma separação nítida entre gente civilizada e o resto.
Já existe mas, baseada na massa que cada um tem no bolso.
Ora os plutocratas também se deviam juntar todos nos offshores.
Eles não querem, assim só se poderiam roubar uns aos outros, o que às vezes também acontece. Ora leiam o que se passa com o primo.
“Qualquer cidadão tem o dever de contribuir para o apuramento da verdade perante o poder judicial, obrigação a cujo cumprimento o meu constituinte não se furtará no momento próprio”, acrescentou. Defendeu ainda nem José Maria Ricciardi, nem o BESI, “tiveram jamais intervenção nas operações financeiras realizadas entre o BES e a Eurofin.”.
Os primos são um problema, por isso às vezes é bom mandá-los para longe.
Já escrevia o Hugo Monteiro em 2009 para o mano Nuno: “Estou mesmo perto do templo de Shaolin. […] Abraço, cuida do pai e da mãe por nós.” A mensagem, escrita por Hugo numa página do Face Book (uma comunidade na internet, semelhante ao Hi5) é dirigida ao irmão Nuno.
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fado alexandrino, a respeito da Câncio, um dia destes vi-a na rua, senti tremuras e tive que entrar num café para beber um bagaço. Fiquei um bocado pra lá durante uns minutos.
O dono do café disse-me que foi preciso segurar-me, eu só vociferava: ” agarrem-me, agarrem-me…”. Ao fim da tarde li que tinha havido outras ocorrências na rua com malta fixe. Ficavam hirtos e viravam-se para a parede para não ver mais nada.
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Obrigado.
Nunca a vi, e não deve ser fácil porque certamente não frequentamos os mesmos sítios.
Agora que o avatar dela no DN com aquela cabecinha um bocadinho de lado é ternurento, não tenho dúvidas.
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O piropo à homem das obras é mais engraçado.
O andaime é um belo P.C. para piropar.
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