Muitos deles mais as suas “noções” de Estado e “patrióticos sentidos de Estado” já os coloquei há muito num caixote do lixo, com tampa soldada e, atirado para o “jamais !”
eu diria que se a Infanta Santa Joana cheirasse este pot-pourri da univeridade de aveiro espirrava forte e feio de tanta frase fácil e lá caíam as folhas todas das árvores; mais outro milagre da nossa Infanta.
Diria também que o ilustre autor desta oratória suaria pingas bem caídas numa peer review.
Tinha Pires de Lima na conta de um homem sensato, comedido, não propriamente um fulgor de pensamento mas um bom administrador de empresas.
O que se passou espantou-me. Ainda não conseguii perceber se houve almoço ou não, se o homem esteve sempre na sala ou se saiu para comer qualquer coisa. se não o fez diria que tem um humor muito dele, açulado pela fome que não é boa conselheira. em todo o caso vasqueiro ou basqueiro, cá pela minha terra lembra barrascos e porcos. no fundo disse o que eça escreveu há cem anos, que aquilo é a pocilga constitucional.
se o homem saiu para uma bifana e um copo, está tudo explicado, aquilo é a rua da horta regada, um horto lisboeta da lezíria ribatejana onde também há bovinos, a fazer fé nas imagens do passado.
A Super Bock caiu-lhe na fraqueza… Quando se está há muitas horas sem comer, uma cervejola com a bifana pode ser catastrófica, como se viu. Se fosse outro personagem eu para a próxima recomendava-lhe um copo de leite quente para acompanhar a bifana. Com esta personagem, tenho que pressupor que, apesar do perigo que isso representa, por motivos profissionais, tenha mesmo que empurrar o prego com a Super Bock. Os sacrifícios que um trabalhador faz em prol da “sua” empresa.
Concordo com o texto. O Homem age assim; a Sociedade dos Homens funciona assim.
Era bom que no conceito de Estado de direito (que supostamente deveria defender o Indivíduo autónomo perante o Estado) fosse incorporado o direito que cada um deveria ter de não pagar, através dos seus impostos, para além daquilo que são as funções fundamentais do Estado.
Muitos deles mais as suas “noções” de Estado e “patrióticos sentidos de Estado” já os coloquei há muito num caixote do lixo, com tampa soldada e, atirado para o “jamais !”
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eu diria que se a Infanta Santa Joana cheirasse este pot-pourri da univeridade de aveiro espirrava forte e feio de tanta frase fácil e lá caíam as folhas todas das árvores; mais outro milagre da nossa Infanta.
Diria também que o ilustre autor desta oratória suaria pingas bem caídas numa peer review.
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o fascismo do papá também era keynesiano.
adorava obra públicas e guerras coloniais
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O Sr. Ministro Pires de Lima não deve beber mais cerveja em dias de aparições públicas.
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A atom,
Tinha Pires de Lima na conta de um homem sensato, comedido, não propriamente um fulgor de pensamento mas um bom administrador de empresas.
O que se passou espantou-me. Ainda não conseguii perceber se houve almoço ou não, se o homem esteve sempre na sala ou se saiu para comer qualquer coisa. se não o fez diria que tem um humor muito dele, açulado pela fome que não é boa conselheira. em todo o caso vasqueiro ou basqueiro, cá pela minha terra lembra barrascos e porcos. no fundo disse o que eça escreveu há cem anos, que aquilo é a pocilga constitucional.
se o homem saiu para uma bifana e um copo, está tudo explicado, aquilo é a rua da horta regada, um horto lisboeta da lezíria ribatejana onde também há bovinos, a fazer fé nas imagens do passado.
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A Super Bock caiu-lhe na fraqueza… Quando se está há muitas horas sem comer, uma cervejola com a bifana pode ser catastrófica, como se viu. Se fosse outro personagem eu para a próxima recomendava-lhe um copo de leite quente para acompanhar a bifana. Com esta personagem, tenho que pressupor que, apesar do perigo que isso representa, por motivos profissionais, tenha mesmo que empurrar o prego com a Super Bock. Os sacrifícios que um trabalhador faz em prol da “sua” empresa.
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Concordo com o texto. O Homem age assim; a Sociedade dos Homens funciona assim.
Era bom que no conceito de Estado de direito (que supostamente deveria defender o Indivíduo autónomo perante o Estado) fosse incorporado o direito que cada um deveria ter de não pagar, através dos seus impostos, para além daquilo que são as funções fundamentais do Estado.
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