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agora que vêm aí, de novo, as boas intenções…

7 Novembro, 2014
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São de extrema oportunidade estas palavras de José Manuel Moreira:

«Infelizmente, esta ética realista foi substituída por uma visão dualista do comportamento humano que caracteriza um keynesianismo assente na ideia nobre de que políticos e burocratas se movem pelo interesse público, enquanto empresários, banqueiros e especuladores são tidos como mesquinhos e sacanas. Uma dicotomia que incentivou um intervencionismo governamental, justificador do saque fiscal e facilitador da captura do “público” por tratantes e amigos do alheio.»

7 comentários leave one →
  1. MJRB's avatar
    7 Novembro, 2014 20:16

    Muitos deles mais as suas “noções” de Estado e “patrióticos sentidos de Estado” já os coloquei há muito num caixote do lixo, com tampa soldada e, atirado para o “jamais !”

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  2. manuel branco's avatar
    manuel branco permalink
    7 Novembro, 2014 22:10

    eu diria que se a Infanta Santa Joana cheirasse este pot-pourri da univeridade de aveiro espirrava forte e feio de tanta frase fácil e lá caíam as folhas todas das árvores; mais outro milagre da nossa Infanta.

    Diria também que o ilustre autor desta oratória suaria pingas bem caídas numa peer review.

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  3. vortex's avatar
    vortex permalink
    7 Novembro, 2014 22:21

    o fascismo do papá também era keynesiano.
    adorava obra públicas e guerras coloniais

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  4. atom's avatar
    atom permalink
    8 Novembro, 2014 00:29

    O Sr. Ministro Pires de Lima não deve beber mais cerveja em dias de aparições públicas.

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  5. manuel branco's avatar
    manuel branco permalink
    8 Novembro, 2014 09:03

    A atom,

    Tinha Pires de Lima na conta de um homem sensato, comedido, não propriamente um fulgor de pensamento mas um bom administrador de empresas.

    O que se passou espantou-me. Ainda não conseguii perceber se houve almoço ou não, se o homem esteve sempre na sala ou se saiu para comer qualquer coisa. se não o fez diria que tem um humor muito dele, açulado pela fome que não é boa conselheira. em todo o caso vasqueiro ou basqueiro, cá pela minha terra lembra barrascos e porcos. no fundo disse o que eça escreveu há cem anos, que aquilo é a pocilga constitucional.

    se o homem saiu para uma bifana e um copo, está tudo explicado, aquilo é a rua da horta regada, um horto lisboeta da lezíria ribatejana onde também há bovinos, a fazer fé nas imagens do passado.

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  6. atom's avatar
    atom permalink
    8 Novembro, 2014 17:46

    A Super Bock caiu-lhe na fraqueza… Quando se está há muitas horas sem comer, uma cervejola com a bifana pode ser catastrófica, como se viu. Se fosse outro personagem eu para a próxima recomendava-lhe um copo de leite quente para acompanhar a bifana. Com esta personagem, tenho que pressupor que, apesar do perigo que isso representa, por motivos profissionais, tenha mesmo que empurrar o prego com a Super Bock. Os sacrifícios que um trabalhador faz em prol da “sua” empresa.

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  7. Luís M's avatar
    Luís M permalink
    9 Novembro, 2014 00:36

    Concordo com o texto. O Homem age assim; a Sociedade dos Homens funciona assim.

    Era bom que no conceito de Estado de direito (que supostamente deveria defender o Indivíduo autónomo perante o Estado) fosse incorporado o direito que cada um deveria ter de não pagar, através dos seus impostos, para além daquilo que são as funções fundamentais do Estado.

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