Os chimpanzés ainda acabam a ter cursos de reeducação de género
15 Novembro, 2014
ABC: Violencia machista entre chimpancés
Ps. A propósito da personificação dos animais vale a pena ouvir Walter Ossvald na entrevista que deu ao Observador
24 comentários
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monólogo na selva
‘macaca – Xico vamos recomeçar que esta hominização deu MERDA e da grossa’
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os seres humanos são os únicos animais que levam no cu
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Ainda que mal pergunte.
Isso é bom ou mau?
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Ora qui está um excelente post. É a demonstração meridiana de que este não é um blog liberal.
Mistura vários temas: violência doméstica, humanização dos animais, recurso a animais para experiências científicas. Deste último não sei o que diga. Há quem defenda e quem critique. Lembro-me de ter lido no times que cortavam às fatias os olhos dos beagles para experiências no combate à cegueira. Quanto à violência doméstica só faço votos para que a autora leve uma surra a preceito, de correia e fivela, do marido – se tiver, o que duvido – e que se acaso for à polícia queixar-se leve como resposta que não há marcas no corpo e que como tal o caso não tem relevância. Era assim numa inglesa do canal da mancha.
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Não brinque com isso, é que uma mulher que vá a uma esquadra e se queixe seja do que for, vai embora como entrou Isso revolta-me.
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Os polícias não são juízes. Para além do mais os polícias sabem perfeitamente (pela experiência profissional) que a esmagadora maioria das queixas de violência doméstica são meros procedimentos para a custódia dos filhos. Por muito “in” que seja o tema, a verdade é esta.
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Pinto,
Não diga isso, está a tomar a floresta pela árvore. Devia ser o contrário, olhe para as mulheres assassinadas pelos companheiros, é um excesso de ciumeira, apenas isso. Revolta-me as mortes, os suicidios, a visão sumária.
Acredite que está errado, uma mulher não faz filmes para ficar com os filhos, os tribunais entregam sempre à mulher.
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Filipe, é certo e sabido no meio policial e nos tribunais. E até houve uma procuradora que teve a coragem de o dizer publicamente.
A custódia normalmente é partilhada. É a luta pelo tempo dessa partilha.
Quanto às mulheres que são assassinadas, não está em causa violência doméstica mas homicídio.
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Sim, vamos lá abrir os dias da caça às bruxas e mandar para fogueira a presunção de inocência até prova em contrário . Isso funcionaria também se o acusador fosse um homem, ou seria só um procedimento num sentido apenas ? Pois , pois é…
Os 10 homens que foram assassinados pelas suas mulheres … de certeza que eram maus e que foram mortos por legítima defesa. Hoje em dia uma mulher que queira assassinar o seu marido e livrar-se da justiça é fácil, basta só alegar violência doméstica e e está feito.
Manuel admiro o seu sentimento de “compaixão” , principalmente por desejar às pessoas que não partilham do seu delírio o mesmo destino daqueles que pretende na sua “compaixão” proteger.
Felipe. Tem a capacidade de fazer uma afirmação e logo a seguir contradizer-se. É um verdadeiro pateta…
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Obrigado pela parte que me toca.
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Está muito perto da noviciência…esta é a sociologia macacóide
Assim da área do Boaventura Sousa Santos
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Grande parte da “classe” política tuga omnipresente em governos precisa ter cursos não só de reeducação, mas também de consciência social, respeito pelo Estado e pelos concidadãos.
Se não atinarem, haverá no mínimo violência eleitoral e desprezo pelas criaturas que afinal se comportam só um pouquinho melhor do que os chimpanzés.
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Esses cursos seriam dados por quem?
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Como dizia um amigo há dias, desde de que vi um robalo a praticar salto à vara já acredito em tudo, e até na corrupção.
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Ecelente, deu para sorrir uns segundos.
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Essa é óptima !
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acima, para LTR
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Gostei muito de ver uma dirigente socialista hoje a defender uma escola só para raparigas.
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A diferença entre os tugas e os chimpanzés não abona em favor dos tugas.
Quantos são os tugas? São muitos, todos os países têm disso mas nós temos tugas demais.
Se recorrermos à ileteracia temos pelo menos 60% da população.
Há estatísticas fiáveis sobre o assunto, senão eram todos a negar a triste realidade.
Os chimpanzés não agridem as fêmeas especificamente, não escarram para o chão, podem roubar uma banana ao vizinho mas não vão além disso, não se alcoolizam, não fumam, não são traficantes, não abandonam facilmente os filhos, não os assassinam, não são javardos e às vezes parecem ter alguma vergonha.
É certo que têm a sorte de não ser governados por políticos da nossa cepa, isso também faz toda a diferença.
O nosso problema é sermos obrigados a viver com os tugas, não há reeducação que lhes valha, não podemos esperar nada de bom do seu lado.
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Tem toda a razão. Apesar de tudo, acho que foi bastante optimista na percentagem de iliteracia.
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“Se recorrermos à ileteracia temos pelo menos 60% da população”
Inclui-se nessa percentagem os sujeitos que acham que iliteracia se escreve “ileteracia”?
“O nosso problema é sermos obrigados a viver com os tugas”
Pode mudar de país. Para um onde haja mais “leteracia”
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Lá está o caro Pinto, como acima, a tomar a nuvem por Juno.
Confunde um erro de ortografia acidental, que todos cometemos, com o universo da incapacidade cultural e intelectual da maioria dos portugueses (isto é de minha lavra pois, infelizmente, o nosso problema transcende a iliteracia).
Fico com dúvidas que tenha percebido o texto. Se eu calçasse o tipo de arrogância que certos comentadores aqui apresentam ― coincidência, ou não, quase todas com uma tendência sinistra ― diria que não ligou as ideias que o texto quer apresentar. Tratar-se-á de elitiraçia essa caça ao erro como forma de atacar o conteúdo?
Qual é o problema de criticar certos (graves) aspectos dos »tugas« vivendo cá?
Eu gosto muito de viver em Portugal e tenho conseguido ― com algum esforço, confesso ― sobreviver à bovinidade (cortesia Blasfémias) que tem alastrado no nosso país.
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Reclamemos Prostitutas, escrever “ileteracia” não se trata de lapsus calami
O meu conceito de arrogância é bem distinto do seu. Para mim arrogância é considerar a população ignorante, iletrada, e sugerir mais educação para os outros. Ao considerarmos a população (de um modo geral) ignorante, estamos a achar-nos acima dessa mesma população. Ao sugerirmos formação cívica aos outros (um cliché repugnante) estamo-nos a considerar superiores. Não encontro nada mais arrogante e asqueroso que isso.
Quando ouço alguém a rotular o povo de pouco civilizado e a recomendar mais educação cívica (frase-feita para a qual não tenho a menor paciência) normalmente pergunto quem seriam os professores da disciplina. As respostas costumam ser azedas, descabeladas, próprio de quem não tem argumentos mas não quer deixar sem resposta.
Quanto ao comentário do Procópio, o que posso dizer é que pessoalmente não tenho paciência nenhuma para esta linha de pensamento (chamemos-lhe assim por cortesia) que acha que a natureza é linda e perfeita mas o homem é que estraga tudo. Gosto de ideias que transmitam inteligência (seja por uma pessoa com a quarta classe, seja por um doutorado) e essa ideia que referi atrás é daquelas vazias de conteúdo. Mas quanto a isso dou de barato. Só comentei pela arrogância.
Qual é o problema de criticar certos (graves) aspectos dos »tugas« vivendo cá? Eu gosto muito de viver em Portugal e tenho conseguido ― com algum esforço, confesso ― sobreviver à bovinidade (cortesia Blasfémias) que tem alastrado no nosso país.
A custo. Confesse lá. Gente superior tem dificuldade em conviver com a ralé. Não misturemos o sr. Reclamemos Prostitutas com os tugas – essa massa ignorante que infesta o território nacional.
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Para quando um estudo sobre violência no feminino nos casos do louva deus , viúva negra e escorpiões cujas fêmeas comem , literalmente , os machos ? 🙂
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