Manipulando a informação
19 Novembro, 2014
É verdade Vítor, o Público tem-nos brindado com uns títulos bem caricatos, mas não têm o exclusivo da falta de noção do ridículo. A imprensa económica, de quem se esperaria um maior rigor em temas da sua suposta especialidade, também dá frequentemente para esse peditório. Veja-se o título abaixo, que pede meças na manipulação insidiosa da notícia:
O texto depois detalha que a decisão não tinha de ser autorizada pelo Governo. O que comprova que não estamos perante ignorância do articulista. É puro jornalismo de causas. Ou de sarjeta, parafraseando um conhecido e assertivo ex-ministro socialista.
27 comentários
leave one →

Alguns jornalistas, seja na imprensa, na rádio, ou na TV, dependem de algum sector político para manter o seu sustento, mesmo que isso implique a perda da dignidade, porque a fome não têm moral. Logo, cada qual orienta a informação conforme lhe der melhor jeito. Em outros sectores da vida social o tempero é o mesmo. Não foi por acaso que chegámos à miséria em que estamos.
GostarGostar
É a fome é …
GostarGostar
Não há Jornalismo sem um projecto político.
Jornalismo é Política.
GostarGostar
Ora ora, fala o crocodilo do hipopótamo
GostarGostar
“Não foi por acaso que chegámos à miséria em que estamos” e vamos continuar graças à bovinidade da maioria e da cobardia de muitos.
GostarGostar
‘- por seres jornalista nunca serás um ser humano’
GostarGostar
.
Sem desprimor do dito, como é que isso tudo se concilia com isto:
.
.
> WARNING Bank Deposits Will Soon No Longer Be Considered Money But Paper Investments
http://www.economicpolicyjournal.com/2014/11/warning-bank-deposits-will-soon-no.html
.
> Russell Napier Declares November 16, 2014 The Day Money Dies
http://www.zerohedge.com/news/2014-11-12/russell-napier-declares-november-16-2014-day-money-dies
.
??
.
Afinal não há poliiitiiiicaziiiinhaaaaa ?!
.
Pois é. Sugere aquelas coisitas, afinal quem deve emitir moeda, a politica ou os bancos ??? os bailouts ou bailins devem ser dados diretamente aos cidadãos ou aos bancos ? qual é o sucesso é a banca estatal na Xina ou a privada ???
.
Enquanto a privada privada andar como anda, ‘aos caídos’, a xinesa é o sucesso em Economia e Criação de Riqueza ‘às toneladas’ e até agora os bailins e bailouts aos bancos em vez de aos cidadãos estão a resultar em mais empobrecimento
.
Pois é, é preciso repensar isto tudo e rapidamente, sem a emissão de moeda pela banca a propria banca sairá de falida a lucros nunca vistos. Vislumbrem. O resto é treta.
O resto são balelas e romances de cordel de governanças mortas, sem futuro, mais do mesmo
.
Venha o contraditório, mesmo bota abaixo, para arrasar o supracitado. Há ou é mais ‘encostado’ não haver ? É preciso resolver, a brincar desde 2008 já lá vão 6 anos de teorias, fantasias e tretas. ZERO em resolver, pôr Portugal (como a Xina) a enriquecer coletivamente porque individualmente nas crises é onde alguns ganham dinheiro como nunca.
.
.
GostarGostar
É preciso, é preciso, é preciso…
Onde é que eu já ouvi esta poesia ? humm…
GostarGostar
.
Tem razão, embora não esclareça o que é isso do ‘é preciso’.
.
“É preciso’ tanto pode significar ‘é preciso mas eu não consigo fazê-lo’ (esta creio na interpretação também logica de MG);
.
como pode significar ‘é preciso e eu consigo fazê-lo’:
.
como também pode significar ‘é preciso mas ainda´’é preciso’ esperar para fazer o que é preciso’:
.
e ainda há ´é precisos’ em mais camadas.
.
por conseguinte “É preciso, é preciso, é preciso…
Onde é que eu já ouvi esta poesia ? humm…” só no humm…. se poderia presupor qualquer coisa mas apenas esclarece à letra que morre num humm… por se ficar por ai em tom de parece que desabafo donde se assim for, emocional contrariando a Razão que é o que se compram as sopas e os melões para a mesa.
.
Não leve a mal. Só desafio intelectualmente embora destes “inteletualmente” não surjam quaisquer soluções porque são ondas que morrem na praia dum bom passatempo de exercicios mentais. Também necessários no viver.
.
.
GostarGostar
Há verdadeiros seres humanos entre os jornalistas, há sim senhor. Poucos.
http://apodrecetuga.blogspot.pt/2013/08/os-partidos-existem-para-servir-lobies.html#.VG0XtTSsWYw
http://www.ionline.pt/artigos/portugal/henrique-neto-maconaria-corrompe-ps-democracia-aliancas-secretas/pag/-1
GostarGostar
Mais um jornalista com coluna vertebral
Fernando Madrinha – Jornal Expresso de 1/9/2007:
[…] “Não obstante, os bancos continuarão a engordar escandalosamente porque, afinal, todo o país, pessoas e empresas, trabalham para eles. […] os poderes do Estado cedem cada vez mais espaço a poderes ocultos ou, em qualquer caso, não sujeitos ao escrutínio eleitoral. E dizem-nos que o poder do dinheiro concentrado nas mãos de uns poucos é cada vez mais absoluto e opressor. A ponto de os próprios partidos políticos e os governos que deles emergem se tornarem suspeitos de agir, não em obediência ao interesse comum, mas a soldo de quem lhes paga as campanhas eleitorais.” […]
GostarGostar
Não me diga que fica convencido por populismo de generalidades patetas.
Ainda por cima vindo do Expresso, o jornal do regime.
GostarGostar
Mais outra:
http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_10_14/A-democracia-dos-invis-veis-7580/
GostarGostar
Ontem na TVI –
A garotinha bonitona ( para a TVs a cara é que interessa) que lê o telejornal da manhã:
Lendo a títulos dos periódicos:
Este era o titulo do Jornal Negócios
–” Isabel dos Santos, mais próximo da PT” ( bem claro ecrã)
A bonitona acrescentou de sua lavra : – Isabel dos Santos,a filha do presidente de Angola—“
GostarGostar
Então e a narrativa? Onde está a narrativa “de la sargete”? 🙂
GostarGostar
A esquerda tem um enorme pavor que este assunto BES corra bem, pelo menos se comparado com o BPN nacionalizado pelos socialistas, e que já custou vários milhares de milhões de euros a todos nós, os que pagamos impostos.
Por isso vale tudo: os media a portarem-se desta maneira indecorosa, o PCP a defender abertamente a nacionalização da banca, e o PS a defender como fez hoje no Parlamento a solução que seria inevitávelmente mais onerosa para os contribuintes. Pode ser que esta também tenha os seus custos, mas é de todas a que dá mais garantias que os contribuintes não serão chamados a pagar mais esta pouca vergonha.
Há uma situação de que ninguém fala e que deveria ser implementada mas não é, porque os bancos envolvidos no Fundo de resolução acham que é contra os seus interesses, e refiro-me à cotação do Novo Banco em bolsa.
O banco tem activos importantes, tem ainda um importante volume de depositos, talvez só ultrapassado pela CGD, e tem o negócio que depois de ter estagnado parece querer recuperar; e tem como é óbvio os seus passivos, mas os mais importantes estão provisionados. O Novo Banco tem concerteza um valor, e seria muito melhor para todos se esse valor fosse defenido pelo mercado.
GostarGostar
É como aquele título nu-tícia de que a campanha do senhor de Boliqueime terá comprado fora de prazo 110 relógios por 25 mil euros para oferecer aos seus colaboradores.
Nela própria, as irregularidades, dentro dos prazos, nomeadamente do “a mim ninguém me cala” de 200 mil euros de empréstimo bancário ilegal no início da campanha não merce relevo nenhum.
Estes licenciados a mais da Merkl, a propósito de relógios por exemplo nunca descobriram que a Câmara de Almada por ajuste directo gastou 70 mil euros para 98 relógios.
A diferença, para eles deve estar no número de relógios.
GostarGostar
O condicionamento que o jornalismo introduz no “jogo” político e democrático, é dos maiores problemas que o país enfrenta. Para além da questão ética – pessoalmente considero esta censura pior que a do lápis azul (apesar de tudo, quem consumia informação nessa altura sabia o que estava a “consumir”, em vez desta “informação isenta” que muitos portugueses engolem…) – seria interessante discutir o que está a montante, designadamente, que razões determinam que uma tão significativa maioria de jornalistas e redações, sejam de esquerda?
Uma hipótese: será que o nosso sistema de ensino é ideologicamente neutro? Se não é, não deveria sê-lo?…
http://jornalismoassim.blogspot.pt/2014/11/a-ultima-indignacao-contra-merkel-e-o.html
GostarGostar
Murphy, você está a tocar numa questão fundamental.
A maioria das pessoas desconhecem a “obra” de um filósofo que está a ser seguida com eficácia, com grande apoio nos media. O ME é o paradigma desse movimento desde 1975.
É dos maiores sucessos da esquerda ladina, reconheça-se.Os neoliberais fazem o jogo por caminhos diferentes mas complementares.
Estamos a referir-nos ao dinamitar estruturas básicas, ao lançamento das condições necessárias, ainda não suficientes, para a derrocada final que se aproxima.
Esse filósofo chamava-se Gramci, e pela calada, obtém mais resultados de que a treta marxista-leninista em que só os mais fanáticos acreditam.
Enumeremos alguns princípios e comparemos com a nossa triste realidade.
1. Corromper a juventude e dar-lhe aquilo que se convencionou chamar liberdade sexual que mais não é que libertinagem. Familiarizar a juventude com o movimento gay, condescender com estilos de dependência de todos os tipos de drogas a começãr pelo álcool, incentivar programas televisivos que contaminam a maioria das nossas crianças. Curiosamente a maior parte desses programas vêm dos eua.
2. Infiltrar e depois controlar todos os veículos de comunicação de massa
3. Dividir a população em grupos antagónicos fazendo da política um duela futebolístico
4. Destruir a confiança do povo nos seus líderes; banalizar a roubalheira dos políticos
5. Falar sempre sobre Democracia e em Estado de Direito sem vergonha na cara
6. Colaborar no esbanjamento do dinheiro público; provocar o pânico e o desassossego na população
7. Promover greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do País, energia, comunicações.
8. Promover distúrbios e influenciar as autoridades de modo a impedi-las de os contrariar
9. Contribuir para a derrocada da lisura, dos valores morais e da honestidade. Ridiculartizar e apoucar quem os defende, desrespeitar as opiniões contrárias criando um ambiente inapropriado para a discussão construtiva exigível no verdadeiro ambiente democrático.
10. Arvorar-se em dono de todos os princípios morais a nível político, sem medo do ridículo
Revisão breve do gramcismo
http://clubecetico.org/forum/index.php?topic=25075.0
GostarGostar
O que o Procópio descreve poderia ser titulado assim:
“Manual para a degradação e colapso da civilização ocidental”.
Cumprimentos.
GostarGostar
A pivot principal da SICN… cada vez que um politico, politólogo ou simples comentador arrasa o governo… tem um orgasmo…
GostarGostar
A verdade é que toda a intervenção da ministra foi no sentido de se desresponsabilizar (ela e o governo) de toda e qualquer decisão sobre o BES, atirando tudo para cima do desgraçado do Carlos Costa. Daí o ficarmos a saber quanto ao grau de responsabilidade desta gentinha que (des)governa o país e que não tem qualquer pejo em pôr-se de fora de uma situação em que os contribuintes vão ter que assumir alguns milhares de milhões de euros.
GostarGostar
“gentinha , (des)governo …”
humm, essa cassete não tem o lado B ?
GostarGostar
Tem lado “b” : canalha, irresponsáveis.
GostarGostar
e a cassete continua …
De onde trouxe essa música toda, isso é distribuido pela editora discográfica do comité do PCP ?
GostarGostar
Muitos títulos dos jornais são verdadeiras sacanices informativas. São tantas que não é possível apresentá-las todas, mas fazem-se todos os dias, sem que ninguém seja responsabilizado. É uma vergonha!
GostarGostar
Toda a gente sabe que há jornais escritos em papel laranja, papel rosa, papel vermelho, papel azul, papel da cor do burro quando foge.
Alguns até têm uma folha de cada cor, para aumentar a venda.
GostarGostar