Só faltava mesmo mais uma idiotice…
18 Dezembro, 2014
Requisição civil? Esta gente é parva ou faz-se.
Estamos porventura em situação de Estado de Sítio ou Estado de emergência?
Não? É que não conheço outras situações em que os direitos civis dos cidadãos possam ser legitimamente restringidos. Então querem obrigar as pessoas a trabalhar negando o direito à greve? Lamento informar, mas tal «resolução do conselho de ministros » é treta e letra morta.
Pode a greve ser uma chatice, e pode-se discordar das suas razões, mas isso não dá direito ao governo de tentar alinhar na idiotice vigente e ser mais estúpido do que o habitual.
40 comentários
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Concordo consigo. Eu penso que a TAP deveria ser atirada para a falência.
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O autor do post parece desconhecer a lei da requisição civil, que não exige qualquer estado de sítio ou de emergência. A requisição civil surge com “a necessidade de assegurar o regular funcionamento de certas actividades fundamentais, cuja PARALISAÇÃO MOMENTÂNEA ou contínua acarretaria perturbações graves da vida social, económica e até política em parte do território num sector da vida nacional ou numa fracção da população;”
DECRETO-LEI N.° 637/74, DE 20 DE NOVEMBRO
Ora, segundo é dito, sem desmentido, dezenas de milhares de pessoas (“uma fracção da população”) seriam perturbadas e prejudicadas nas suas vidas, numa altura do ano de particular significado e de encontro das familias.
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Gabriel Silva ,
Estes moço pequenos que nos Governam ainda arranjam aqui um trinta e um, que depois para sair do imbróglio vai ser pior a ementa que o soneto.
A mim parece-me que eles estão a apostar num confronto musculado para depois se queixarem que…
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desobediência civil é a solução…
(e lá no fundo é o que o passos quer).
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O direito à greve é uma treta.
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É óbvio que estou em desacordo com o autor do post. Não está declarada, mas a situação de muita de gente é de emergência(desemprego, fome e desespero de viver com aproximadamente 10 euros por dia e são centenas de milhares) não me consta que tenha faltado o ordenado aos trabalhadores da TAP e que eu saiba, não votei nos trabalhadores da TAP para governar o país. Estou em profundo desacordo com a governação desta maioria, mas, neste caso concreto, é conveniente mostrar um apoio declarado.
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Será que o autor deste post é “funcionário” da TAP?É que eu não estou disposto a pagar as diatribes destes senhores, pagos a peso de ouro!Nem os da RTP!O autor do post devia envergonhar-se do que escreveu!
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Ah! Afinal é você o responsável pela greve…
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Concordo totalmente com A. Lopes
A que propósito me obrigam a ser accionista da TAP enquanto cidadão que paga impostos ao estado,para serem sorvidos por esta elite de funcionários públicos?
O Senhor Gabriel autor do artigo de opinião, ou é funcionário da TAP logo meu empregado,ou então é membro de um dos Sindicatos que, sempre utilizaram o lema de o quanto pior melhor, de preferência a terra queimada.
Que pena o Sr Gabriel não precisar da TAP nesta altura! A esmagadora maioria dos portugueses está contra esta pulhice dos 12 Sindicatos da TAP e garanto-lhe que não preciso de nenhuma sondagem .
Se os 12 Sindicatos querem ser donos da TAP, façam um CARTEL entre eles para concorrerem à sua privatização chegando a barriguinha à frente e assim ganharem a privatização com a certeza que jamais haverá dinheiros públicos a circular dentro da empresa….Ficarão todos felizes e ainda levam os meninos e as meninas dos funcionários ao Circo!
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Como dizia uma amigo, sem a cristandade e o Natal os sindicatos comunistas não são nada.
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Neste caso o governo tem razão, principalmente porque escolheram uma péssima altura para fazer greve. Todo o pais sofre mas há trabalhadores intocáveis que sendo dos mais beneficiados estão dia sim dia não de greve.
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O Gabriel Silva não comunga do espírito natalício do governo. É pena esse espírito e a preocupação com os portugueses não durar o ano todo.
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Direitos? Quando começamos a falar em DEVERES?! Já tarda!
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A sua revolta também não lhe dá o direito de escrever “á greve”. Contudo…
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LOL
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O Governo tomou a atitude correta ao decretar a requisição civil. Não vejo outra forma, dentro dos limites da Constituição Socialista, de reagir à chantagem sindical. Seja como for, o Governo compra tempo mas a solução não pode tardar sob pena de nunca existir e essa solução inclui duas medidas possíveis: a privatização da TAP ou o seu encerramento com despedimento coletivo. Nesta altura, os bandalhos já degradaram tanto a empresa, que, provavelmente, só a segunda medida é possível. O mesmo cenário coloca-se para a RTP. Encerramento da empresa com despedimento coletivo.
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Trata-se de um post recheado de ironia. Só pode.
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Neste caso, requisição civil significa deixar de alimentar o regabofe. Para uma greve de cariz político, uma decisão política (mas com cobertura legal). Qual é o problema?
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Mas aquilo era alguma greve? Aquilo era meramente uma repugnante operação de chantagem, com tomada de reféns. No caso, os muitos milhares de portugueses que nesta época têm de viajar para se encontrarem com familiares, ou que obtêm da actividade turística o seu ganha pão.
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Então, a TAP é necessária?
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Num país de parvos espertos, só pode ser governado pelos pares. Requisições civis e greves num Estado falido, são marcas desta gente que povoa Portugal neste momento. Quando rebentar, rebentou, e depois recolhe-se os estilhaços. É o fado portuga, que até já património universal. Como canta Lopes-Graça, acordai povo desta pátria!
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Lopes-Graça era comunista. Ele queria o povo acordado mas escravizado.
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Para o PiErre – Ele era comunista, mas eu não sou. De dentro duma má toca, pode sair um bom coelho. Desejo-lhe um BOM NATAL.
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É falar com o Marocas, ele mais do que uma vez decretou a requisição civil na TAP e por menos do que isto (so to speak)
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Total desacordo, a TA tem que cumprir com a sua função, eu não sou prisioneiro da TAP
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Não interessa ler o palavreado da requisição civil.
O que interessa é saber:
Esta greve pode atirar a TAP para a falência?
Sim, talvez.
Neste caso é preciso tomar uma atitude radical.
A requisição civil vai ser cumprida?
Talvez, não.
Neste caso pode avançar-se para um despedimento colectivo e resolver de vez o problema.
O Governo tem cojones para o fazer?
Não.
Porquê?
Porque não os teve para resolver nenhum problema estrutural do País e o pouco que fez foi empurrado pelos estrangeiros da troika.
Portanto depois deste acto teatral vai ficar tudo na mesma.
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Somos ou não somos um protetorado como dizia o irrevogável? Em breve virão ordens concretas de Bruxelas para estas empresas públicas falidas, tal como veio a ordem para a resolução do BES. Acredita que foi o governo que tomou a decisão relativa ao BES? Eu, não.
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> Porque não os teve para resolver nenhum problema estrutural do País
Triste verdade.
Que, aliás, leva à conclusão que os partidos (todos) são o problema estrutural do País.
(Quanto ao tema original, o Gabriel tem razão teóricamente, mas o pessoal está tão farto que não quer saber. Já começa a ficar em modo de “lynch mob”. Percebe-se.)
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O problema estrutural do país é a puta da democracia, que muitos ainda não perceberam que não passa de um embuste. Por isso os políticos gostam tanto de democracia. Pudera, não passam de uns trafulhas!…
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“A requisição civil vai ser cumprida?
Talvez, não.”
Valha-nos Deus !…
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que se saiba, há anos que a TAP está em estado de sítio ou de emergência. Tal como as restante empresas de transportes públicos. Porque será ?
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Os sindicatos têm que dar uma prendinha ao governo, em troca do favor que lhes fez. A forma aparvalhada como foi decretada a requisição civil foi um brinde que os sindicatos certamente não esperavam.
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A figura jurídica da requisição civil está na lei. Cabe ao governo decidir do seu recurso como cabe aos sindicatos exercerem os seus direitos..
Aos que querem a falência da tap e o despedimento coletivo dos empregados: bom, devem no mínimo ser apoiantes secretos mas ferrenhos do bloco de esquerda. O governo ir para eleições com um rombo desses no lombo, os dois juntos não tinham trinta por cento.
O caminho que parece estar a ser seguido é simples: com o pessoal de olho na privatização, desconfiado de algum negócio à moda da nossa terra, para mais com o estaleiro em Lisboa, à vista de toda a gente e com muita gente diretamente afectada, com o Natal à porta, impossibilitado de facto de seguir os bons conselhos do pessoal do bloco de esquerda que anda por aqui, resta a requisição civil. É o que há. É a vida, diria o Guterres.
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Não me diga que é preciso ser do Bloco de Esquerda para conhecer as leis do país. É que o modo como o processo foi conduzido pelo governo, é um disparate completo e uma prenda aos sindicatos. Será que o governo é um apoiante secreto do BE?
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Não passa da “canção do cisne”…
A “força” da CGTP ( leia-se comunas do cara****) advém das empresas públicas. Ora, uma vez desfeita a (s) fonte (s), pergunto: – onde irá buscar munições para “grevar” politicamente?
Responda quem souber!
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. Alterar a lei da greve que deveria obrigar os sindicatos a publicar em cada greve :
1- Razões passiveis para deliberar uma greve – em que casos
2- Nº de sindicalizados em cada sindicato que pretenda fazer a greve
3 – Orçamentos e contas ( incluindo a CGTP e A UGT- nada se sabe dessas contas se é que são de interesse publico ) aprovados anualmente e publicadas
4- Informar a população das razões para a greve de forma explicita ( nem tudo servirá para fazer greve)
5 – Publicar a votação obtida em assembleia pelos associados do sindicato para decisão de greve
Há falta de ética, de lei e de verdade em tudo isto das greves . Não Conheço qualquer estudo sobre o custo/ beneficio das greves – são hoje principalmente ou unicamente contra o estado
O poder dos sindicatos ou seja PCP é enorme, para mim até desafiava o PCP a paralisar o pais de norte a Sul três dias – transportes, saúde, educação ,portos ,fabricas , funcionários públicos, EDP, camaras municipais , bancos etc., se corresse bem então o poder é deles e tomava o pais e acabava com as greves para nosso sossego
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“Tadinhos” dos emigrantes e dos turistas: a TAP é a única companhia aérea da Europa e do resto do mundo que voa para Portugal.
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Concordo com o post. Se existe a pretenção da privatização esta deve existir dentro da concorrência e da realidade laboral contemporânea e não do tempo da revolução industrial. Tem que existir sentido de responsabilidade dentro da oportunidade do momento da parte dos grevistas, que estão a usufruir de um direito. O que mais faltava era andarmos com paternalismos da parte do Estado Português num assunto que lhe deve alheio. Se a TAP não é competitiva paciência…
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Almeida, eu não disse isso. Onde eu queria chegar era apenas a isto: imagine que o governo seguia os conselhos dos loucos que defendem a falência da TAP. Pumba, tudo para o desemprego, tipo sabena. O impacto económico era fundo, como foi lá, mas pior nas nossas circunstâncias. Um processo destes levava meses. Meses de protestos, meses de impacto económico e de conflito social; a nove meses das eleições. Por isso digo que quem defende uma tal opção está pela certa desejoso de se ver livre do actual governo pelas costas. Por isso lhes chamei bloquistas. Não são; são apenas tolos, aguns com cartilha ideológica outros com humores de taxista.
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De taxista e de tachista 🙂
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