Gostei de lembrar dessa página de jornal.
Aí já tínhamos perdido a cabeça.
Até que hoje chegamos à Merkel e deixamos de ser africanistas e passámos a ser europeistas.
Já ouvi que só sobrou a TAP, os Retornados e Caborabassa.
Não está em causa a política cega do botas em relação ao ultramar.
Por me ter sempre manifestado contra optei por sair do país.
Oxalá não tivesse regressado iludido com a primavera marcelista.
descolonização é o assunto que se segue. O bandido rosa coutinho, altamente complexado, fez parte integrante de um grupo organizado na urss que preparou o crime da alta traição, designado como descolonização exemplar.
Não evoluímos qualquer coisinha. Evoluímos para a gatunice desenfreada e para uma camarilha de políticos que ainda vão dar que falar.
Penso que não evoluímos praticamente nada.
Perdemos quase tudo depois do assassinato de um dos raros portugueses capazes de virar a nossa história para patamares civilizados.
Não evoluímos mesmo, até hoje não fomos capazes de apurar os responsáveis pelo crime hediondo de Camarate, não obstante haver informações claras, assinadas pelos próprios, mais do que suficientes para desencadear o processo.
O protetorado está assim desde há anos no seio de uma tempestade perfeita da qual não sobreviverá. Falo nos eixos usa-ue, convergente com o radicalismo anarcosindicalista. À volta desses dois eixos poderosos pululam vorazes predadores (China, Angola, Brasil, França, Alemanha) que tratam de adquirir por dez reis de mel coado as nossas empresas chave.
Quando os nossos filhos e netos começarem a trabalhar para eles (já começaram com efeito), perguntarão como é que lhes preparámos tal sorte.
Nas tumbas já grassa vergonha e arrependimento. Tarde demais.
Os trabalhadores da SN entram hoje no quarto dia consecutivo de controlo completo de toda a produção fabril sem qualquer apoio técnico por parte dos engenheiros da empresa
Ora aqui está uma boa ideia para a TAP.
Ponham os bagageiros a gerir a empresa e os fulanos da limpeza a pilotarem os Airbus e está tudo resolvido.
Andas a cagar posta de pescada, a falar do que manifestamente não sabes, invocas razão de ciência que manifestamente não tens, cargos que nunca exerceste e quando és revelado com as calças na mão, a coisa passa a ser “ironia”.
Não, minha besta.
Tu és apenas o exemplo acabado da demagogia que usa um meio nobre de partilha de opinião apenas para exercícios menores de personalidade e para largares banalidades à taxista.
Mas dás-te ao luxo de interpelares os outros, começando por lhes chamar “palermas”.
Há minutos respondi-lhe no post “Privatiações Irónicas” à sua provocação: “MJRB=Piscoiso”.
Está absolutamente equivocado, tem de aprender a analisar, discernir e concluir.
Vc. não criva o que pensa e o que escreve !?
Sim senhor, se remontarmos a esse ano, passos coelho acabado de chegar de Angola estava no processo de inscrição no PCP e das festas do avante, João Carlos espada, Henrique Monteiro, José Manuel Fernandes andavam na voz do povo da UDP, durão Barroso partia cadeiras pelo MRPP na faculdade de direito, era uma festa. É verdade, houve gente que evoluiu muito. Oh se evoluiu. Até Paulo portas escrevia num jornaleco da JSD, rumo só socialismo.
26 de Abril, o dia em que os políticos portugueses ficaram com merda na cabeça.
E o regime de Salazar desapareceu e não houve mais inspiração para novos grandes cantores, cantautores, poetas, e até a revista à portuguesa desapareceu.
26 de Abril, o dia em que os políticos acreditaram que eramos os maiores, já nem precisavamos dos emigrantes, do peixinho, da corticinha da vinhinha, do comboiozinho, das estradinhas, nem da cazinha portuguesa nem do fadinho, do futebol e de Fátima.
Esse marujo filho-da-puta esteve prestes a levar um tiro na cabeça durante uma manifestação de camionistas em Luanda nos finais de 1974, que invadiu o palácio e o encurralou numa sala; lavado em ranho e lágrimas implorou que lhe poupassem a vida, prometendo tudo e mais alguma coisa. Há quem pense que nesse dia se teria resolvido a descolonização de Angola, se o tivessem liquidado.
Não percebo isto
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Gostei de lembrar dessa página de jornal.
Aí já tínhamos perdido a cabeça.
Até que hoje chegamos à Merkel e deixamos de ser africanistas e passámos a ser europeistas.
Já ouvi que só sobrou a TAP, os Retornados e Caborabassa.
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Não está em causa a política cega do botas em relação ao ultramar.
Por me ter sempre manifestado contra optei por sair do país.
Oxalá não tivesse regressado iludido com a primavera marcelista.
descolonização é o assunto que se segue. O bandido rosa coutinho, altamente complexado, fez parte integrante de um grupo organizado na urss que preparou o crime da alta traição, designado como descolonização exemplar.
Não evoluímos qualquer coisinha. Evoluímos para a gatunice desenfreada e para uma camarilha de políticos que ainda vão dar que falar.
Penso que não evoluímos praticamente nada.
Perdemos quase tudo depois do assassinato de um dos raros portugueses capazes de virar a nossa história para patamares civilizados.
Não evoluímos mesmo, até hoje não fomos capazes de apurar os responsáveis pelo crime hediondo de Camarate, não obstante haver informações claras, assinadas pelos próprios, mais do que suficientes para desencadear o processo.
O protetorado está assim desde há anos no seio de uma tempestade perfeita da qual não sobreviverá. Falo nos eixos usa-ue, convergente com o radicalismo anarcosindicalista. À volta desses dois eixos poderosos pululam vorazes predadores (China, Angola, Brasil, França, Alemanha) que tratam de adquirir por dez reis de mel coado as nossas empresas chave.
Quando os nossos filhos e netos começarem a trabalhar para eles (já começaram com efeito), perguntarão como é que lhes preparámos tal sorte.
Nas tumbas já grassa vergonha e arrependimento. Tarde demais.
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Os trabalhadores da SN entram hoje no quarto dia consecutivo de controlo completo de toda a produção fabril sem qualquer apoio técnico por parte dos engenheiros da empresa
Ora aqui está uma boa ideia para a TAP.
Ponham os bagageiros a gerir a empresa e os fulanos da limpeza a pilotarem os Airbus e está tudo resolvido.
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“Ponham os bagageiros a gerir a empresa e os fulanos da limpeza a pilotarem os Airbus”
O tipo que larga estas banalidades infantis permite-se interpelar outros comentadores chamando-lhes “palermas”.
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Melhoraste, agora és burro ao cubo.
Continuas sem perceber uma ironia.
Estás mesmo no blog certo?
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Ah, bom… agora é ironia.
Andas a cagar posta de pescada, a falar do que manifestamente não sabes, invocas razão de ciência que manifestamente não tens, cargos que nunca exerceste e quando és revelado com as calças na mão, a coisa passa a ser “ironia”.
Não, minha besta.
Tu és apenas o exemplo acabado da demagogia que usa um meio nobre de partilha de opinião apenas para exercícios menores de personalidade e para largares banalidades à taxista.
Mas dás-te ao luxo de interpelares os outros, começando por lhes chamar “palermas”.
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Fulanos da limpeza? Cuidado, eles agora são “agentes técnicos de serviços de higiene”.
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Atenção que podem ter curso superior, ai serão “agentes superiores de serviços de higiene, limpeza e salubridade”.
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Ora nem mais.
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LOL(ada).
Lá, na Siderurgia Nacional também pensavam que bastava um fato macaco azul e o cartão do partido para passarem ” a gerir”.
Viu-se.
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E continuam a fazer o seu serviço?????
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PiErre,
Há minutos respondi-lhe no post “Privatiações Irónicas” à sua provocação: “MJRB=Piscoiso”.
Está absolutamente equivocado, tem de aprender a analisar, discernir e concluir.
Vc. não criva o que pensa e o que escreve !?
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a capa de hoje do “dn” não mostra uma evolução por aí além…
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Sim senhor, se remontarmos a esse ano, passos coelho acabado de chegar de Angola estava no processo de inscrição no PCP e das festas do avante, João Carlos espada, Henrique Monteiro, José Manuel Fernandes andavam na voz do povo da UDP, durão Barroso partia cadeiras pelo MRPP na faculdade de direito, era uma festa. É verdade, houve gente que evoluiu muito. Oh se evoluiu. Até Paulo portas escrevia num jornaleco da JSD, rumo só socialismo.
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. . . e Basílio Horta, agora Socialista, ajudava a criar o CDS ?
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Um histórico do CDS e aquele avozinho, o Ribeiro e Castro, era o chefe da jc.
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26 de Abril, o dia em que os políticos portugueses ficaram com merda na cabeça.
E o regime de Salazar desapareceu e não houve mais inspiração para novos grandes cantores, cantautores, poetas, e até a revista à portuguesa desapareceu.
26 de Abril, o dia em que os políticos acreditaram que eramos os maiores, já nem precisavamos dos emigrantes, do peixinho, da corticinha da vinhinha, do comboiozinho, das estradinhas, nem da cazinha portuguesa nem do fadinho, do futebol e de Fátima.
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Esse marujo filho-da-puta esteve prestes a levar um tiro na cabeça durante uma manifestação de camionistas em Luanda nos finais de 1974, que invadiu o palácio e o encurralou numa sala; lavado em ranho e lágrimas implorou que lhe poupassem a vida, prometendo tudo e mais alguma coisa. Há quem pense que nesse dia se teria resolvido a descolonização de Angola, se o tivessem liquidado.
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