Bom, que não saibam francês é provável, sobretudo se forem novos.
Parece-me que amalgama dois temas separados ainda que com alguma conexão.
No primeiro caso, o do véu, é bom que se tenha em conta a legislação francesa, que, quanto sei, não é permissiva. Os presépios remete para a lei de separação de 1905. Recentemente li que por conta do véu e doutras coisas que tais a igreja estaria a pagar por atacado, com uma interpretação mais estrita da lei de 1905. Alguns membros do clero têm aliás defendido uma leitura mais aberta relativamente ao islão, precisamente para apanharem a boleia da revisão daquela lei.
A segunda questão, dos carros, remete para os subúrbios e da integração – só que aqui não necessariamente islâmica. Um os problemas parece vir das famílias poligâmicas vindas do Níger e vizinhança.
Para esclarecimento das mentes e escarmento das almas, não seria totalmente inútil dar uma vista de olhos pelos anos 30 ( sec.XX, claro) da França , que se tornaria a França da Frente Popular, desembocada direitinha em Setembro de 39.
Então, as ideologias , que alguns consideravam religião ; hoje as religiôes, tratadas por outros como ideologia.
Para estes “fait-divers”, a receita de sempre : manifs.
O resultado tem sido sempre o mesmo, o de “alguém de fora” a fazer passeio militar nos Campos Elíseos.
O futuro dirá…
É boa. A URSS atacou Hitler
Hiroshima e Nagasaky lançaram a bomba atómica sobre a américa
a Jugoslávia atacou a Nato terrorista
o Iraque e a Líbia atacaram os EUA
Donbass atacou Kiev, os neonazis
A Europa fornece gás à Rússia através da Ukraina
e o hebdo charlie não é islamofóbico
Claro que não. A URSS e Hitler, sob o pacto Roibentrop-Molotov, é que atacaram a Polónia, dividindo-a ao meio, o segundo a 1 de Setembro e a primeira duas semanas depois.
E ao abrigo do mesmo pacto, os comunistas na França ocupada serviam de bufos á Gestapo para indicar judeus e patriotas não-comunistas que seguissem para os campos de concentração.
Só a partir da operação barbarossa é que os comunistas unidos de todo o mundo passaram a achar os nazis uma coisa má. Afirmação retórica que ainda hoje subsiste com intensidade directamente proporcional à falta de vergonha na cara.
Só a partir deste momento é que o seu comentário sarcástico, neste parcial, faz sentido.
Quer-se dizer, faz sentido se Vc não sentir vergonha histórica por aquela natural amizade entre irmãos de pensamento e de acção.
Bem metida! Os comunas só lêem o Avante. Nunca ouviram falar da invasão da Hungria, Checoslováquia, Afeganistão, Paises Bálticos, Finlândia, etc : por isso são muito amados por lá. Os ucranianos é que deram o corpo ao manifesto para salvar a revolução
os donatela seria daqueles que daria os parabéns a Hitler quando este depois de ter conquistado Paris a visitou (como Stalin).
os donatela mandariam matar cerca de 7.000 oficiais polacos para o Hitler poder avançar sobre a Polónia
os donatela e em particular este donatela seria um dos magarefes que iria levar “sopa” aos soldados nazis na ocupação da Polónia, “Sopa” aliás trazida dos ucranianos que ficaram a morrer de fome por falta dela.
os donatelas apenas não iriam invadir a Finlândia como no acordo entre alemães e russos porque levaram porrada e morrerem umas centenas de milhar de russos.
os donatelas são acima de tudo uns sobreviventes que saltam sobre as coisas incómodas da história e criam a realidade que lhes apetece e convém
Os comunas portugueses só lêem o Avante. Fazem-me lembrar aqueles animais a quem o dono põe umas palas. Só vêem o caminho que o dono lhes indica. Se não fossem criaturas indignas diria:
“pobres diabos”
Infelizmente são estes pobres diabos: Hipócritas. Carrascos. Assassinos de pessoas e valores
O relacionamento entre os povos e as suas culturas merece ser mais aprofundado. Nós, civilização ocidental, entendemos ser mais perfeitos que os outros povos. Diz-se, dizem pessoas bem colocadas nas nossas estruturas sociais, que devemos ser mais condescendentes com os povos que têm outras culturas, porque sentimos (ainda que forma não transparente) a nossa superioridade. A cultura islâmica que atravessa uma fase de inconformismo, manifestada nas mais diversas formas, desde a subserviência à barbaridade, está na rua num estado de loucura fanática, manifestada em diversos actos de relevância e espectacularidade, como os ataques às Torres Gémeas e aos recentíssimos assassínios dos jornalistas e dos clientes da mercearia judia. Isto merece mais cuidado e aprofundamento das suas consequências e das causas, porque ninguém é dono do mundo. Esta tragédia sanguinária tem raízes, e não pode ser tratada na sua superfície, conforme o faz a maioria dos “entendidos”, que a abordam com a costumada superficialidade com que temperam as suas receitas .
Ai coitados dos ismâmicos, devem estar na adolescência. E já agora, os donos do mundo somos nós, os Ocidentais. Os maluquinhos que se esqueceram disso devem estar a pedir Pato à Hiroshima…
Um dos grandes problemas da humanidade é o egoísmo e o superego. Muitos pensam que são seres supremos e os outros são umas bestas que não foram bafejados pela sapiência. Assim, nós, os deuses, devemos desprezá-los. É uma forma de estar no mundo, como tantas outras. O homem perfeito ainda não há, ou, já não há.
Os “jornalistas” cá do burgo, não falam destes pequenos incidentes, porque os patrões, os do partido ou os do sindicato, não deixam. Não é censura, é não incomodar as pessoas, com coisas sem importância.
Liberdade de expressão, tem destas coisas, só se escreve o que deixam.
Eu vou ser como a toupeira.
Agora eu vou pegar toda a gente pelo nome, dizer-lhe a filha da puta que é, “tu és um filho da puta”, de livre expressão, e vai trabalhar, pentear macacos, olha, vai dar banho ao cão, a ver se gosta e, civilizado, grande ocidental, não fugir dali logo. Que me alembra o eixo, poroshenko e o netanyau, mais o soares, maçães dos passos, sampayo e um de ferro .
A maior parte dos jornalistas portugueses estão formatados desde as escolas onde aprendem a arte de fazer política esquerdista pela sombra, de publicar sondagens oportunas que raramente condizem com a realidade, de fazer saltitar os corações condoídos com a miséria dos outros para se sentirem aliviados por não estarem assim tão mal, por caluniar quem os editores tomam de ponta e por repetirem as notícias bafientas quantas vezes for preciso para intoxicar os imbecis que depois se ouvem em entrevistas ridiculamente tendenciosas. São jornalistas que adoram Goebbels mesmo sem o conhecerem, os mesmos que se prestariam para ir ao aeroporto do figo maduro para fazerem uma reportagem do esqueleto do stalin, do chavez ou kadhafi no caso de nos respetivos países já não terem dinheiro para lhes tratar das campas, o que seri deveras perturbador..
Imagine por momentos que é um mentor do terrorismo islâmico, apoiante dos grupos fanáticos que odeiam a sociedade ocidental ou outra qualquer que não se submeta à sua lei. Imagine que, como tal, o seu objetivo maior é destruir essas sociedades instalando nelas o medo, semeando a discórdia e incentivando a descrença nos seus próprios valores. Creio que neste momento estaria muito satisfeito.
Se tem dúvidas disso, olhe agora (já não precisa imaginar) para o que se passou nos últimos dias:
Dois (dois!) indivíduos militantemente exemplares mas manifestamente incompetentes, a tal ponto que inicialmente se enganaram na entrada do jornal e deixaram o BI de um deles no carro que usaram para a fuga, levaram a cabo, com a maior das facilidades, um massacre em Paris. Foi um atentado como muitos outros que este tipo de gente leva a cabo em todo o mundo (nesse mesmo dia 30 pessoas morreram na Somália), só que desta vez as vítimas foram europeus, mais ainda franceses, e, ainda para mais, jornalistas. Para muitos de nós, sobretudo para os igualitaristas, foi diferente.
O repugnante acto foi falado, difundido, propalado 24 sobre 24 horas em todo o mundo, o horror e medo das pessoas foi abundantemente exibido, fez-se a maior manifestação de que há memória em Paris a favor da Unidade e da Liberdade de expressão e da diversidade de ideias que, no entanto, se rotulou unilateralmente de “republicana” e em que foi expressamente referido pelos organizadores o desejo de que um movimento político que representa cerca de 20% do eleitorado não estivesse presente.
Mas mais do que isso, de imediato surgiram as vozes do costume, se não a desculpabilizar o massacre, pelo menos a compreendê-lo e a apontar como responsáveis os princípios, as mentalidades, os valores e as vontades das sociedades ocidentais. O grande perigo, para esses mediatizados pensadores, é que se instale uma mentalidade mais securitária, que haja movimentos políticos que capitalizem o descontentamento da insegurança, que os valores ocidentais se sobreponham aos multiculturalismos, que não se abram mais as portas à compreensão dos terroristas e não se invista mais na sua integração.
Alguns, não tão poucos como isso, num repulsivo ímpeto de tirar dividendos políticos, chegaram ao trágico ridículo de apontar as politicas de austeridade, o capitalismo, e os outros papões do costume como as causas diretas do modo de pensar dos extremistas. A acreditar nessas teorias, e tendo em conta o grau de integração exemplar dos muçulmanos e quase inexistência de terrorismo em Portugal, Grécia e Irlanda, concluiríamos, curiosamente, que austeridade foi coisa que nunca por aqui passou…
Como todos vimos, não faltaram em Portugal e por esse mundo fora as Anas Gomes, Raqueis Varela, , Bacelares Vasconcelos, e outros Boaventuras Sousa Santos do costume, a propalar este catecismo. Se algum aspeto se pretende rever no combate ao terrorismo, creio que seria precisamente passar a confrontar publicamente estes agentes, alguns até eventualmente involuntários, pelo papel central que têm no êxito dos objetivos dos extremistas.
Estaline, um especialista na matéria, chamava a este tipo de indivíduos “idiotas úteis”. Não creio que eles sejam genuinamente idiotas. Mas são com certeza úteis, e acham que somos todos idiotas.
Enquanto cidadão francês vivendo nos arredores de Paris, sinto repulsão pelos ataques que foram feitos aqui contra o meu País.
Como já explicou e muito bem aqui Manuel Branco, a Lei de 1905 não permite que num espaço público fechado ou aberto se apresentem símbolos religiosos.
Foram todavia por decisão do Tribunal Administrativo de Melun o presépio foi autorizado ao título da tradição.
Também não cabe aqui na cabeça dum cliente de supermercado, ir a uma caixa onde está uma senhora com a cara completamente tapada.
Quanto ao caso do jardim de infância Baby Loup de Chanteloup-les-Vignes, a Cour de Cassation (Supremo Tribunal) confirmou o despedimento da senhora de rosto tapado.
Dizer que isto acontece todas as semanas é um disparate !
Quanto aos incêndios de automóveis quando da passagem de ano, o leitor pode pensar que é só acto de vandalismo.
O autonews afirma :
“L’explosion du nombre d’incendies de voitures le 31 décembre au cours de la dernière décennie constitue une aubaine pour les fraudeurs à l’assurance, qui y voient une occasion facile de se débarrasser ni vu ni connu d’un véhicule et d’empocher des indemnités.”
Os controlos por peritos têm sido nos últimos anos mais apertados.
O autonews fala ainda em 20% dos casos.
É verdade também que está a isto associado o uso de fogo de artifício por populares que deve ser creio, mais corrente em França que em Portugal. Os acidentes pessoais e particularmente as mãos também.
Expatriado, já deu para perceber, com sorte tem um curso da lusófona. E se os tem use as palavras em português. Se os tiver… se forem como a mioleira, é uma espécie de bse lá em baixo
“A França é o país onde todas as semanas aparece o problema de uma funcionária de supermercado ou escola que pretende trabalhar de rosto completamente tapado….” e o que dizer de ver-se em PORTUGAL, gente a conduzir de rosto tapado?
Bem visto. O politicamente correcto é uma tragédia. O mundo real impõe-se sempre ao mundo utópico.
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a França e o rectângulo têm uma informação onde vigora
o politicamente correcto
morto o polícia, a bófia vingou-se
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Bom, que não saibam francês é provável, sobretudo se forem novos.
Parece-me que amalgama dois temas separados ainda que com alguma conexão.
No primeiro caso, o do véu, é bom que se tenha em conta a legislação francesa, que, quanto sei, não é permissiva. Os presépios remete para a lei de separação de 1905. Recentemente li que por conta do véu e doutras coisas que tais a igreja estaria a pagar por atacado, com uma interpretação mais estrita da lei de 1905. Alguns membros do clero têm aliás defendido uma leitura mais aberta relativamente ao islão, precisamente para apanharem a boleia da revisão daquela lei.
A segunda questão, dos carros, remete para os subúrbios e da integração – só que aqui não necessariamente islâmica. Um os problemas parece vir das famílias poligâmicas vindas do Níger e vizinhança.
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Talvez isto lhe faça activar o unico neuronio que, talvez, possua. Se nem isso tiver, tough luck…..
http://video.foxnews.com/v/3981449734001/why-france-hasnt-learned-from-its-own-history/?playlist_id=trending#sp=show-clips
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“A segunda questão, dos carros, remete para os subúrbios e da integração.”
Pois, os Tugas em França vindos da terra Salazarista, muitos analfabetos, fartavam-se de queimar carros.
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Nem os portugueses, nem os espanhóis, gregos ou italianos.
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Liberdade?
Liberdade num país jacobino onde é proibido usar-se símbolos religiosos no corpo, é Liberdade?
Liberdade de insulto dirigido a uma religião, isso sim.
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mais tabaco zazie , ponha mais tabaco…
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Esteve bem, dona Helena, esteve bem.
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Para esclarecimento das mentes e escarmento das almas, não seria totalmente inútil dar uma vista de olhos pelos anos 30 ( sec.XX, claro) da França , que se tornaria a França da Frente Popular, desembocada direitinha em Setembro de 39.
Então, as ideologias , que alguns consideravam religião ; hoje as religiôes, tratadas por outros como ideologia.
Para estes “fait-divers”, a receita de sempre : manifs.
O resultado tem sido sempre o mesmo, o de “alguém de fora” a fazer passeio militar nos Campos Elíseos.
O futuro dirá…
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É bem certo .
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Tinham que ser pró-russos. Deve ser uma espécie de reflexo.
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É boa. A URSS atacou Hitler
Hiroshima e Nagasaky lançaram a bomba atómica sobre a américa
a Jugoslávia atacou a Nato terrorista
o Iraque e a Líbia atacaram os EUA
Donbass atacou Kiev, os neonazis
A Europa fornece gás à Rússia através da Ukraina
e o hebdo charlie não é islamofóbico
Yatsenyuk, palhaço pencudo
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“É boa. A URSS atacou Hitler”
Claro que não. A URSS e Hitler, sob o pacto Roibentrop-Molotov, é que atacaram a Polónia, dividindo-a ao meio, o segundo a 1 de Setembro e a primeira duas semanas depois.
E ao abrigo do mesmo pacto, os comunistas na França ocupada serviam de bufos á Gestapo para indicar judeus e patriotas não-comunistas que seguissem para os campos de concentração.
Só a partir da operação barbarossa é que os comunistas unidos de todo o mundo passaram a achar os nazis uma coisa má. Afirmação retórica que ainda hoje subsiste com intensidade directamente proporcional à falta de vergonha na cara.
Só a partir deste momento é que o seu comentário sarcástico, neste parcial, faz sentido.
Quer-se dizer, faz sentido se Vc não sentir vergonha histórica por aquela natural amizade entre irmãos de pensamento e de acção.
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Bem metida! Os comunas só lêem o Avante. Nunca ouviram falar da invasão da Hungria, Checoslováquia, Afeganistão, Paises Bálticos, Finlândia, etc : por isso são muito amados por lá. Os ucranianos é que deram o corpo ao manifesto para salvar a revolução
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os donatela seria daqueles que daria os parabéns a Hitler quando este depois de ter conquistado Paris a visitou (como Stalin).
os donatela mandariam matar cerca de 7.000 oficiais polacos para o Hitler poder avançar sobre a Polónia
os donatela e em particular este donatela seria um dos magarefes que iria levar “sopa” aos soldados nazis na ocupação da Polónia, “Sopa” aliás trazida dos ucranianos que ficaram a morrer de fome por falta dela.
os donatelas apenas não iriam invadir a Finlândia como no acordo entre alemães e russos porque levaram porrada e morrerem umas centenas de milhar de russos.
os donatelas são acima de tudo uns sobreviventes que saltam sobre as coisas incómodas da história e criam a realidade que lhes apetece e convém
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Os comunas portugueses só lêem o Avante. Fazem-me lembrar aqueles animais a quem o dono põe umas palas. Só vêem o caminho que o dono lhes indica. Se não fossem criaturas indignas diria:
“pobres diabos”
Infelizmente são estes pobres diabos: Hipócritas. Carrascos. Assassinos de pessoas e valores
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A URSS não só atacou a Polónia e a partiu com os Nazis.
Atacou também a Estónia, Lituânia e Letónia.
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O Komunismo é uma doença mental, em alguns casos, de difícil cura .
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O relacionamento entre os povos e as suas culturas merece ser mais aprofundado. Nós, civilização ocidental, entendemos ser mais perfeitos que os outros povos. Diz-se, dizem pessoas bem colocadas nas nossas estruturas sociais, que devemos ser mais condescendentes com os povos que têm outras culturas, porque sentimos (ainda que forma não transparente) a nossa superioridade. A cultura islâmica que atravessa uma fase de inconformismo, manifestada nas mais diversas formas, desde a subserviência à barbaridade, está na rua num estado de loucura fanática, manifestada em diversos actos de relevância e espectacularidade, como os ataques às Torres Gémeas e aos recentíssimos assassínios dos jornalistas e dos clientes da mercearia judia. Isto merece mais cuidado e aprofundamento das suas consequências e das causas, porque ninguém é dono do mundo. Esta tragédia sanguinária tem raízes, e não pode ser tratada na sua superfície, conforme o faz a maioria dos “entendidos”, que a abordam com a costumada superficialidade com que temperam as suas receitas .
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Que tal ir rever a historia deles desde o Sec VII ate’ hoje?
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Pior. Os Comunas em França sabotavam a produção de armamento para o Exército Francês combater os Nazis.
Diziam eles que combater o Nazismo era ajudar o Imperialismo Britânico.
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Ai coitados dos ismâmicos, devem estar na adolescência. E já agora, os donos do mundo somos nós, os Ocidentais. Os maluquinhos que se esqueceram disso devem estar a pedir Pato à Hiroshima…
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Um dos grandes problemas da humanidade é o egoísmo e o superego. Muitos pensam que são seres supremos e os outros são umas bestas que não foram bafejados pela sapiência. Assim, nós, os deuses, devemos desprezá-los. É uma forma de estar no mundo, como tantas outras. O homem perfeito ainda não há, ou, já não há.
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Humm… Cheira-me a partidário do Rousseau 😛
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Os “jornalistas” cá do burgo, não falam destes pequenos incidentes, porque os patrões, os do partido ou os do sindicato, não deixam. Não é censura, é não incomodar as pessoas, com coisas sem importância.
Liberdade de expressão, tem destas coisas, só se escreve o que deixam.
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Expatriado, o que é que sabe da história de França? Algum programa de meia hora da Fox news?
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Falei na historia da França? Penso que o assunto e’ o islamismo radical e por ai’ me fico com algum conhecimento. E voce?
Ja’ que fala na Fox News, aqui ficam algumas palavras de uma mulher com cojones para o entreter.
http://video.foxnews.com/v/3982602485001/judge-jeanine-we-need-to-kill-those-hell-bent-on-killing-us/?playlist_id=937116552001#sp=show-clips
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Eu vou ser como a toupeira.
Agora eu vou pegar toda a gente pelo nome, dizer-lhe a filha da puta que é, “tu és um filho da puta”, de livre expressão, e vai trabalhar, pentear macacos, olha, vai dar banho ao cão, a ver se gosta e, civilizado, grande ocidental, não fugir dali logo. Que me alembra o eixo, poroshenko e o netanyau, mais o soares, maçães dos passos, sampayo e um de ferro .
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A maior parte dos jornalistas portugueses estão formatados desde as escolas onde aprendem a arte de fazer política esquerdista pela sombra, de publicar sondagens oportunas que raramente condizem com a realidade, de fazer saltitar os corações condoídos com a miséria dos outros para se sentirem aliviados por não estarem assim tão mal, por caluniar quem os editores tomam de ponta e por repetirem as notícias bafientas quantas vezes for preciso para intoxicar os imbecis que depois se ouvem em entrevistas ridiculamente tendenciosas. São jornalistas que adoram Goebbels mesmo sem o conhecerem, os mesmos que se prestariam para ir ao aeroporto do figo maduro para fazerem uma reportagem do esqueleto do stalin, do chavez ou kadhafi no caso de nos respetivos países já não terem dinheiro para lhes tratar das campas, o que seri deveras perturbador..
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Bingo!
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JE SUIS pas Ana Gomes
Imagine por momentos que é um mentor do terrorismo islâmico, apoiante dos grupos fanáticos que odeiam a sociedade ocidental ou outra qualquer que não se submeta à sua lei. Imagine que, como tal, o seu objetivo maior é destruir essas sociedades instalando nelas o medo, semeando a discórdia e incentivando a descrença nos seus próprios valores. Creio que neste momento estaria muito satisfeito.
Se tem dúvidas disso, olhe agora (já não precisa imaginar) para o que se passou nos últimos dias:
Dois (dois!) indivíduos militantemente exemplares mas manifestamente incompetentes, a tal ponto que inicialmente se enganaram na entrada do jornal e deixaram o BI de um deles no carro que usaram para a fuga, levaram a cabo, com a maior das facilidades, um massacre em Paris. Foi um atentado como muitos outros que este tipo de gente leva a cabo em todo o mundo (nesse mesmo dia 30 pessoas morreram na Somália), só que desta vez as vítimas foram europeus, mais ainda franceses, e, ainda para mais, jornalistas. Para muitos de nós, sobretudo para os igualitaristas, foi diferente.
O repugnante acto foi falado, difundido, propalado 24 sobre 24 horas em todo o mundo, o horror e medo das pessoas foi abundantemente exibido, fez-se a maior manifestação de que há memória em Paris a favor da Unidade e da Liberdade de expressão e da diversidade de ideias que, no entanto, se rotulou unilateralmente de “republicana” e em que foi expressamente referido pelos organizadores o desejo de que um movimento político que representa cerca de 20% do eleitorado não estivesse presente.
Mas mais do que isso, de imediato surgiram as vozes do costume, se não a desculpabilizar o massacre, pelo menos a compreendê-lo e a apontar como responsáveis os princípios, as mentalidades, os valores e as vontades das sociedades ocidentais. O grande perigo, para esses mediatizados pensadores, é que se instale uma mentalidade mais securitária, que haja movimentos políticos que capitalizem o descontentamento da insegurança, que os valores ocidentais se sobreponham aos multiculturalismos, que não se abram mais as portas à compreensão dos terroristas e não se invista mais na sua integração.
Alguns, não tão poucos como isso, num repulsivo ímpeto de tirar dividendos políticos, chegaram ao trágico ridículo de apontar as politicas de austeridade, o capitalismo, e os outros papões do costume como as causas diretas do modo de pensar dos extremistas. A acreditar nessas teorias, e tendo em conta o grau de integração exemplar dos muçulmanos e quase inexistência de terrorismo em Portugal, Grécia e Irlanda, concluiríamos, curiosamente, que austeridade foi coisa que nunca por aqui passou…
Como todos vimos, não faltaram em Portugal e por esse mundo fora as Anas Gomes, Raqueis Varela, , Bacelares Vasconcelos, e outros Boaventuras Sousa Santos do costume, a propalar este catecismo. Se algum aspeto se pretende rever no combate ao terrorismo, creio que seria precisamente passar a confrontar publicamente estes agentes, alguns até eventualmente involuntários, pelo papel central que têm no êxito dos objetivos dos extremistas.
Estaline, um especialista na matéria, chamava a este tipo de indivíduos “idiotas úteis”. Não creio que eles sejam genuinamente idiotas. Mas são com certeza úteis, e acham que somos todos idiotas.
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Enquanto cidadão francês vivendo nos arredores de Paris, sinto repulsão pelos ataques que foram feitos aqui contra o meu País.
Como já explicou e muito bem aqui Manuel Branco, a Lei de 1905 não permite que num espaço público fechado ou aberto se apresentem símbolos religiosos.
Foram todavia por decisão do Tribunal Administrativo de Melun o presépio foi autorizado ao título da tradição.
Também não cabe aqui na cabeça dum cliente de supermercado, ir a uma caixa onde está uma senhora com a cara completamente tapada.
Quanto ao caso do jardim de infância Baby Loup de Chanteloup-les-Vignes, a Cour de Cassation (Supremo Tribunal) confirmou o despedimento da senhora de rosto tapado.
Dizer que isto acontece todas as semanas é um disparate !
Quanto aos incêndios de automóveis quando da passagem de ano, o leitor pode pensar que é só acto de vandalismo.
O autonews afirma :
“L’explosion du nombre d’incendies de voitures le 31 décembre au cours de la dernière décennie constitue une aubaine pour les fraudeurs à l’assurance, qui y voient une occasion facile de se débarrasser ni vu ni connu d’un véhicule et d’empocher des indemnités.”
Os controlos por peritos têm sido nos últimos anos mais apertados.
O autonews fala ainda em 20% dos casos.
É verdade também que está a isto associado o uso de fogo de artifício por populares que deve ser creio, mais corrente em França que em Portugal. Os acidentes pessoais e particularmente as mãos também.
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Expatriado, já deu para perceber, com sorte tem um curso da lusófona. E se os tem use as palavras em português. Se os tiver… se forem como a mioleira, é uma espécie de bse lá em baixo
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Obviamente voce continua na sua. E o burro sou eu?
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“A França é o país onde todas as semanas aparece o problema de uma funcionária de supermercado ou escola que pretende trabalhar de rosto completamente tapado….” e o que dizer de ver-se em PORTUGAL, gente a conduzir de rosto tapado?
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“em PORTUGAL, gente a conduzir de rosto tapado?”
Com o frio que tem estado e de mota….
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A partir de hoje voltámos ao:
JS – LIVRE
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