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E pai nenhum?

21 Janeiro, 2015

Eles têm duas mães, mas a lei portuguesa só reconhece uma.

43 comentários leave one →
  1. balde-de-cal's avatar
    balde-de-cal permalink
    21 Janeiro, 2015 11:02

    o poeta disse
    ‘não sou filho da minha mãe’

    hoje há filhos de 2 paneleiros

    não foram paridos foram cagados

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  2. Eleutério Viegas's avatar
    Eleutério Viegas permalink
    21 Janeiro, 2015 11:04

    A pobreza de espírito desta gente, com todos os seus caprichos e bizarrias algum dia vai ter que voltar ao lugar…

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  3. daabissinia's avatar
    21 Janeiro, 2015 11:11

    é. existem imensas crianças criadas por mulheres. quantos de vós não o foram, pela mãe e pela avó, por exemplo. o pai normalmente é uma besta ausente. aparece para encher a boca e dizer-se pai de alguém mas no fundo não fez nada pela criatura. qual é o problema? é as senhoras em privado foderem uma com a outra. desde quando é que casai heterossexuais fodem em frente aos filhos?
    e se existem homens dispostos a educarem os seus filhos, ou os do seu companheiro, parabéns!
    a maternidade e paternidade torna as pessoas melhores
    as crianças precisam de adultos responsáveis, não de gente que se encaixe no perfil criado no séc.XIX
    se não gostam o islão está a recrutar

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    • anónimo's avatar
      anónimo permalink
      21 Janeiro, 2015 11:15

      este comentário bem revela o perigo de entregar crianças a gente desta.

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    • Luís's avatar
      Luís permalink
      21 Janeiro, 2015 14:26

      Poder-lhe-ia tentar explicar qual é o problema. Mas acho que não iria compreender.

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      • daabissinia's avatar
        21 Janeiro, 2015 14:41

        parte do princípio que eu não percebo porquê? faltam-lhe argumentos? acha que a minha opinião não interessa? existem opiniões que interessam e outras não?

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    • Filipe's avatar
      Filipe permalink
      21 Janeiro, 2015 15:19

      A sua opinião é válida, a minha é diferente, disutir era a melhor solução, mas o Sr(a) parece-me mais radical que o ISIS.

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      • daabissinia's avatar
        21 Janeiro, 2015 15:55

        sou tudo menos radical…talvez um pouco irritada, mas não particularmente consigo ou com a sua opinião
        qual é exactamente a sua opinião?

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      • Filipe's avatar
        Filipe permalink
        21 Janeiro, 2015 20:07

        Sou contra barrigas de aluguer, inseminação artificial e outras aberrações. Não sou contra a co-adopção se um dos progenitores falecer , quer seja a relação actual gay ou não.

        A adopção pura e simples por casais homossexuais, acho cedo para se pensar nisso.

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    • Tiradentes's avatar
      Tiradentes permalink
      21 Janeiro, 2015 19:51

      É verdade o dito “perfil” do século XIX teria talvez uns 4 milhões de anos que a publicação de um tratado veio mudar…talvez o da dialéctica-materialista? pelo menos dá para todos os “perfis”.

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    • Euro2cent's avatar
      Euro2cent permalink
      21 Janeiro, 2015 20:08

      > se não gostam o islão está a recrutar

      E com sucesso, por falta de comparência de uma civilização ocidental demasiado entretida a cevar os instintos animais para ter responsabilidade e dignidade (coisas ultrapassadas do tempo dos avós, que eram obviamente uns asnos …).

      Durante muitos séculos, a sociedade insistiu que cada criança tivesse, além da óbvia mãe que a pariu, um pai. Não é por acaso que “filho da mãe” é uma expressão depreciativa.

      Mas agora vemos gente entretida a experimentar legalmente privar as crianças de terem pai. É uma experiência tão interessante como a Uniao Soviética, e provavelmente num prazo de setenta anos vê-se que foi má ideia.

      (Quer dizer, se os mullahs não acabarem antes com a coisa.)

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  4. Procópio's avatar
    Procópio permalink
    21 Janeiro, 2015 12:22

    Euleutério, algum dia vai ter que voltar ao lugar…vai sim senhor.

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  5. manuel's avatar
    manuel permalink
    21 Janeiro, 2015 13:36

    Voltam as causas fraturantes! Deve ser para disfarçar algo. Não quero saber disso para nada e , em breve, por mim, até podem casar com animais.

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  6. Carlos Dias's avatar
    Carlos Dias permalink
    21 Janeiro, 2015 14:10

    Pai à só um.

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  7. Luís's avatar
    Luís permalink
    21 Janeiro, 2015 14:23

    A discussão pública está há largos anos enviesada por um vício de pensamento e de linguagem que exalta as minorias e despreza a maioria.

    Não se pode dizer, por exemplo, que «as famílias portuguesas estão excessivamente endividadas». Saltam logo vozes indignadas… «mas eu não tenho dívida nenhuma», «nem eu, onde foi buscar isso?».

    As massas não sabem o que é uma curva de Gauss, que quando nos referimos a uma característica particular que ocorre na maior parte dos membros de um conjunto humano partimos do princípio que o receptor da mensagem sabe que excepções há em todo o lado.

    No Reino Unido há generalizações por todo o lado. Nos artigos de opinião, em livros, nas notícias. Por cá não se pode. Surgem logo os escandalizados. Não vale a pena mostrar números. As excepções têm de ser exaltadas até ao limite. A regra tem de ser abafada.

    Este assunto da adopção por casais do mesmo sexo inscreve-se no vício de exaltação das excepções. Os casamentos entre pessoas do mesmo sexo são cerca de 1% dos casamentos que ocorrem em Portugal. Sim, eu sei, há as uniões de facts e homossexuais que adoptaram enquanto solteiros mas têm companheiro, assim para contornar a lei. Mas estamos a falar, no fim de conta, de uma minoria dentro da minoria.

    Ora deixem-me que introduza um conceito que existe em Medicina. MSM. Men that have sex with Men. Nos EUA constatou-se nos estudos que especialmente os homens hispânicos e negros não se assumiam como homossexuais ou bissexuais, mas tinham esporadicamente relações com outros homens, embora a regra fossem as relações com mulheres. Estima-se que estes MSM poderão ser 7 a 10% a população americana, surpreendemente há quem fale em mais de 40% para o Afeganistão mais de 10% para o Brasil, em Portugal ninguém sabe quantos são.

    Dentro desta classe dos MSM existe um minoria que se assumem como homossexuais exclusivos, e dentro dos homossexuais exclusivos há uma minoria que quer viver com alguém do mesmo sexo e até oficializar a relação. E depois dentro dos que vivem juntos alguns adoptam. Em Portugal, por circunstâncias de ordem cultural, estaremos a falar de uma pequeníssima minoria.

    Então chegamos a isto, uma lei que afecta «meia dúzia» de almas e que deveria, a meu ver, ser referendada (e eu votaria obviamente contra a aprovação), irá preencher a discussão política e pública durante os próximos tempos.

    Portugal é o maior produtor de cortiça do mundo, os sobreiros estão a morrer no Sul do país por falta de medidas de combate à doença do sobreiro. É uma catástrofe ecónomica e ambiental em curso no país. Alguém está preocupado?

    Temos a pior TDT da Europa, alguém no Parlamento está preocupado?

    Temos mais de 300 concelhos, um mapa do século XIX desajustado às novas realidades demográficas do século XXI. Os deputados estão preocupados?

    Esperam-se então discussões inflamadas, polémicas, críticas, páginas e páginas de jornais e revistas ocupadas com o tema. O inevitável provincianismo, se os outros têm casas gay com crianças, nós também temos de ter, porque sim.

    Vão-se todos lixar.

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    • Alexandre Carvalho da Silveira's avatar
      Alexandre Carvalho da Silveira permalink
      21 Janeiro, 2015 14:34

      Subscrevo. O que refere no seu comentário ajuda a explicar porque é que este rectângulozinho à beira-mar não sai da cepa-torta; andam todos a olhar pró balão, como os patêgos.

      Lixados já nós estamos…

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      • BEIRAODOS SETECOSTADOS's avatar
        BEIRAODOS SETECOSTADOS permalink
        21 Janeiro, 2015 15:07

        Concordo. Cada um que “onde” mais gosta mas nada de propaganda e adpcoes. O Governo e a sociedade civil deve encaminhar a discussao e gastos para assuntos de verdadeiro interesse do Pais e, mesmo assim, manter os olhos para nao haver derrapagem.

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    • Euro2cent's avatar
      Euro2cent permalink
      21 Janeiro, 2015 20:16

      Este texto do Luis devia ser impresso em papel aos milhares, e cada cópia enrolada em canudo e enfiada pela narina acima aos proponentes das “questões fracturantes”.

      Para ver se lhes chegava ao cérebro.

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  8. Luís's avatar
    Luís permalink
    21 Janeiro, 2015 14:29

    Quando vejo notícias nos jornais sobre este tema ou peças nos telejornais, estão lá sempre as mesmas caras, à porta do Parlamento, nas ruas de Lisboa ou em defesa da engenharia social.

    É impressionante o poder de meia dúzia de gatos pingados «activistas».

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  9. Luís's avatar
    Luís permalink
    21 Janeiro, 2015 14:36

    Gostaria de ver números, estatísticas, sobre o divórcio e a estabilidade das uniões de pessoas do mesmo sexo em Portugal. Ou sobre a violência doméstica, formação académica média, rendimentos…

    É que lá fora, nos países que a canalha provinciana quer imitar, um tema destes discute-se com números, com estudos, com estatísticas.

    Aqui vai-se aprovar apenas com base num constructo ideológico, numa teia de argumentos amanhados e preparados para justificar a aprovação da adopção pelas uniões homossexuais?

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  10. Romeu Monteiro's avatar
    21 Janeiro, 2015 15:05

    A Helena tem uma argumentação brilhante em muitos assuntos, desde as estupidezes da extrema-esquerda até ao conflito israelo-árabe. Custa-me muito vê-la meter argoladas destas, ao abordar este tópico (e alguns outros) como se fossem uma embirração de estimação. Eu sou gay, muito boa gente (e má gente) é gay e lésbica e, antes de sermos “bandeira” de esquerda, somos pessoas reais, famílias reais, com preocupações reais. Não somos o alvo que a Helena deveria estar disparar quando quer atirar contra a esquerda idiota, ou a esquerda em geral. Que pena, Helena, que pena mesmo.

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    • holonist's avatar
      holonist permalink
      21 Janeiro, 2015 15:20

      Academico , gay , judeu , porra , se fores vegetariano temos aqui os cliches todos!

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      • Romeu Monteiro's avatar
        21 Janeiro, 2015 15:51

        Não sou judeu, nem vegetariano, por acaso sou académico, mas não vejo o que é isso deve interessar para a discussão. Enfim.

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    • helenafmatos's avatar
      helenafmatos permalink
      21 Janeiro, 2015 15:37

      O que está em causa para mim e me interessa neste assunto é o seguinte: as crianças têm um pai e uma mãe. Tenho dúvidas sobre a bondade destas filiações engenhosas que criam a algumas pessas o estatuto administrativo de pais e de mães enquanto o pai ou a mãe biológicos são apagados. E este problema não se restringe aos homossexuais. Veja-se o caso das barrigas de aluguer a que recorrem hetero e homossexuais. Não é de modo algum uma embirração.

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      • Romeu Monteiro's avatar
        21 Janeiro, 2015 17:17

        As crianças têm pai e mãe biológicos, certo. Mas em termos legais os pais não têm de ser os biológicos, e não o são para muitas pessoas. A bondade é simplesmente a atribuição do valor legal às relações que existem na realidade, embora haja um reconhecimento das relações biológicas (simplesmente não têm certo poder legal). Sinceramente, se diz que não é embirração, não vejo porque implica com a “bondade” destas “filiações engenhosas” quando se tratam de casais adotivos homossexuais e não implica quando se tratam de casais adotivos heterossexuais. O argumento de que as crianças têm de ter pais adotivos do mesmo sexo que os pais biológicos é tão lógico como defender que as crianças têm de ter pais adotivos da mesma etnia ou religião que os pais biológicos.

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      • Filipe's avatar
        Filipe permalink
        21 Janeiro, 2015 20:10

        Sr Romeu, comparar étnia e religião a homossexualidade é uma aberração, desculpe lá.

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    • Luís's avatar
      Luís permalink
      21 Janeiro, 2015 15:41

      O caro Romeu é homossexual.

      Defende o interesse ideológico do grupo humano em que se insere. Mas por outro lado há pessoas que, independentemente dos seus gostos sexuais e afectivos inatos, têm outra visão do tema. E acreditam que a adopção por casais do mesmo sexo fere o bem comum da sociedade. Ao que tudo indica, essas pessoas constituem a maioria dos portugueses.

      Eu defendo o bem comum.

      São atitudes e comportamentos diferentes.

      E entramos aqui noutro vício de pensamento, comportamento e linguagem que afecta a sociedade portuguesa. Os interesses do grupo em que cada um se insere são defendidos com intensa paixão. O bem comum não interessa. O interesse da maioria não conta.

      Vejamos como isto é transversal a toda a sociedade.

      O PS no anterior Governo negociou uma TDT que fere gravemente o interesse da maioria dos consumidores. Em Espanha ou na Grécia há dezenas de canais gratuitos. Por cá, tal coisa reduziria o número de assinaturas de TV paga. Para proteger a PT, ou seja, «os seus», pois trata-se de empresa que dá emprego a membros de Governos e respectivos familiarias, ou onde pontificam negociatas com escritórios do clube da elite Governativa, arranjou-se um constructo argumentativo para justificar uma opção que era contrária ao interesse da maioria, e que nem era justificável por fundamentos técnicos.

      Quando os juízes do TC anulam decisões do Governo, estão em parte a proteger os seus interesses. Ali não conta o bem comum. Não interessa que os funcionários públicos tenham regalias que os empregados do privado não gozam. Não interessa que o emprego precário conviva com emprego garantido para empregados inúteis. Vistas bem as coisas, só se fala em desigualdade quando se toca nos interesses corporativos dos funcionários públicos. Os juízes do TC não defendem obviamente o bem comum. Defendem a função pública, defendem-se a si.

      A corrupção, o compadrio, o tráfico de influências, tudo resulta da ajuda, da proteção «aos seus», em detrimento do bem geral da nação, em agressão grave ao bem comum.

      Neste tema, muitos homossexuais portugueses defenderão com emoção, com paixão, a adopção por uniões do mesmo sexo, mesmo que não venham nunca a adoptar. Provavelmente nunca leram um estudo sobre o tema, nem conhecem os argumentos de quem está contra. Provavelmente nunca se preocuparam em perceber o outro lado. O que conta é a defesa acéfala da frase, do lema, do chavão do clube.

      Na discussão, se surgir alguém com argumentos, se surgir alguém disposto a contrariar a pretensão do clube, quando tem elevação intelectual ou não é compreendido. os membros do clube partem para a ridicularização e tentam matar a discussão com troça ou acusações absurdas. Se alguém quer mudar a legislação laboral, é fascista ou quer legalizar a escravatura. Não interessam os estudos internacionais que recomendam alterações, não interessa que haja países mais desenvolvidos com legislação mais liberal. Se alguém é contra a adopção por casais do mesmo sexo, é um terrível homofóbico, é um inquisidor que já quer voltar à Idade Média. Não interessa que em boa verdade, a larga maioria dos portugueses aceite a liberdade sexual e as uniões de pessoas do mesmo sexo. E que em Portugal não tenha ocorrido por parte da Direita e da Igreja a contestação organizada ao casamento entre pessoas do mesmo sexo que ocorreu em Espanha e em França. Quem é contra, é medieval, é inquisidor, é homofóbico, é fascista, e pronto, a discussão morre ali.

      A Helena escreve bons artigos. Quando ataca aquilo em que acredito, já não presta.

      Estamos nisto.

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      • Romeu Monteiro's avatar
        21 Janeiro, 2015 17:22

        Por mais estranho que lhe possa parecer eu defendo o que eu acho que é bom e justo e deve ser defendido. Não sou judeu e defendo os direitos dos judeus porque acho bom e justo. Surpreendente não é? Não é diferente por ser homossexual. Não sou imparcial, como ninguém, mas continuo a defender o que acho bom e justo.

        A Helena presta, e presta muito, faltam-nos muitas Helenas. Por isso é que fico com muita pena de ver como argumenta sobre certos assuntos. Pior do que eu ser tratado como bandeira de esquerda, só mesmo levar pancada da direita por ser visto como bandeira de esquerda. Sou uma pessoa, não sou uma bandeira.

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    • anónimo's avatar
      anónimo permalink
      21 Janeiro, 2015 15:51

      Vc. só é “alvo” da Drª Helena – a vitimização é mesmo uma mariquice – se Vc quiser ser pai adoptante em conjunto com o seu marido. Se estiver fora da querela dos adoptantes pode continuar a levar no cú à vontade que ninguém se incomoda. Isto é a liberdade, que passa pela indiferença em relação a quem quer viver doutra forma. Vc. com outro adulto faça o que quiser, desde que não seja meu vizinho e não soltem muitos gritinhos. Se não for meu vizinho já pode gritar à vontade. Como vê, a sua situação que descreve com tanto orgulho, pelo meu lado só me provoca esse potencial incómodo.
      Mas adoptar uma criança envolve um menor, a quem Vcs presumem que não se importa de ter dois pais paneleiros – sim, é mesmo com estas palavras e outras piores que a criança vai ser tratada na escola pelos outros miúdos.
      Este tipo de adopção, mutatis mutantis, é como a pena de morte. Para a criança é irreversível. Desde tenra idade ela terá que conviver com uma realidade que a vai marcar perante as outras, sem nunca ter tido direito a opinião ou a escolha. E isso aconteceria, não pelos ditames da ventura, mas por força da lei da decisão de um Juiz.
      Contra a natureza não há nada a fazer. É aceitar a sua diversidade, respeitar a diferença e conviver com ela (desde que não soltem muitos gritinhos, claro)
      Agora pela mão deliberada do Homem ir criar problemas a traumas psicológicos a uma criança indefesa só para que dois paneleiros possam dizer que têm um filho…Meu caro amigo, esta, nem que tenha que ser à porrada.
      As crianças têm que ser protegidas.

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      • Romeu Monteiro's avatar
        21 Janeiro, 2015 17:26

        Pela sua linguagem reles e odienta vê-se logo que é daqueles que enche a boca com a proteção das crianças mas depois educa os seus filhos para acharem que podem andar por aí a bater em crianças só porque são efeminadas. Ainda bem que tem a Internet, porque na vida real ninguém deve conseguir aturá-lo.

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      • Filipe's avatar
        Filipe permalink
        21 Janeiro, 2015 20:20

        Discute-se tanto a cena gay, e a poligamia? A população em declinio e promove-se o contrário.

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      • anónimo's avatar
        anónimo permalink
        21 Janeiro, 2015 21:55

        Eu não acho nada disso, meu pobre idiota. A sociedade é que é assim.

        Quanto á linguagem, foi intencional e serviu para provar o meu ponto: é esta linguagem e pior que os miúdos adoptados por homossexuais vão sofrer diariamente na pele.
        Se Vc que é maior e emancipado se perturbou com a linguagem, é fácil perceber o que os miúdos irão sentir.
        Vc sabe lá o que é um ambiente de escola com os miúdos a cairem em cima uns dos outros à mais pequena falha que um apresente.

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      • anónimo's avatar
        anónimo permalink
        22 Janeiro, 2015 09:13

        Vc. deve pensar que os miúdos, entre eles, não usam exclusivamente vernáculo quando a conversa chega à homossexualidade.
        O problema é que Vcs não percebem a sociedade que tanto criticam. Vcs vivem em circulo fechado, concordam uns com os outros, decidem que a vida de toda a gente passa a ser como Vcs a definem e nem se dão ao trabalho de olhar pela janela e ver a vida com a crueldade que a caracteriza.
        E depois decidem arrastar crianças para esse vosso mundo perfeito, abstraindo que as crianças têm que viver, também, no outro Mundo, no real, no curto e grosso, que Vcs fingem não existir.

        E quando estas crianças chegarem aos 12 , 14 e 16 anos e abominarem a vida em contexto homossexual a que Vcs as condenaram ? Ou estas crianças não vão ter direito a ter opinião até aos 18 anos ?

        Pagam-lhe uma indemnização ? A associação Gay paga o psicólogo para o SSPT?

        É que uma coisa é tratar de um bébe na privacidade de uma casa de família, sem interacções sociais. Nesta fase até reconheço que nenhum mal vai à criança. Coisa diferente é obrigar uma criança a partir dos 6 anos a viver em sociedade transportando consigo um contexto que a vai tornar, na menos má das hipóteses, no preferencial alvo de bulling.

        Ou pensam, Vcs., que é por penalizar o bulling que ele deixa de ser exercido sobre um miúdo destes ?

        Mais do que errada, a Vossa posição é egoísta e desconsidera em absoluto a criança como ser autónomo de sentimentos, de pensamento, de sensibilidade e de razão.

        Uma criança destas na Escola em vez de andar ali para aprender como as outras, vai andar em constante guerra de afirmação de uma diferença, a exigir descriminações positivas, por razões que nem sequer são dela, mas apenas respeitantes aos Pais/Mães.

        Vcs são umas besta egoístas que querem usar as crianças para afirmar o Vosso direito à homossexualidade.

        É por isso que a vossa posição é intelectualmente desprezível. Porque instrumentalizam a criança como ela fosse um ser menor ao nível de um animal de companhia sem direito a ter opinião.
        Vcs presumem que a criança não se importa e até quer.

        Curiosamente esta é a opinião de todos os abusadores sexuais. Presumem que a vítima quer e gosta.
        Atenção, não estou a dizer que Vcs querem a adopção para fins de abuso sexual, não é nada disso. Estou apenas a dizer que a estrutura do raciocínio na relação eu-o outro é coincidente.

        Quanto aos meus filhos, tenho 3, Vc deveria ter tido o bem senso de os não ter referido aqui. Porque em abstracto, se eu fosse aquilo que Vc diz que eu sou, eu já lhe tinha ido pedir satisfações pessoais. Vc até se identifica, pá.
        Obviamente que pode estar descansado, porque eu percebo perfeitamente que um homossexual não tenha a sensibilidade de Pai para reagir quando recebe provocações que envolvam os filhos. E desculpo-o, obviamente. Não o posso culpar por não ter uma valência a que a natureza o privou. A culpa não é sua.

        E essa é a principal diferença entre mim e si. Um de nós sabe, e saberá sempre, o que é ser Pai. O outro nem imagina. Larga apenas uns bitaites.

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    • jc's avatar
      21 Janeiro, 2015 20:04

      os meus sentimentos. Agora a sério, se v. e o seu amigo quiserem adoptar uma criança, que por sua vez já tem um pai, pq é que o Estado tem de os declarar pais ? e o outro tb entra na equação ? 1, 2 ou 3 pais ?

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  11. Portela Menos 1's avatar
    Portela Menos 1 permalink
    21 Janeiro, 2015 17:22

    Não se conhecem países com fundamentalismos religiosos que aceitem (estes) direitos das minorias. Não é preciso ir ao Irão para constatar isso, basta ler alguns comentários (a maioria) para se contarem os aliados.

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  12. Expatriado's avatar
    Expatriado permalink
    21 Janeiro, 2015 20:17

    O DN diz que

    “A grande novidade do debate hoje da adoção gay no plenário da Assembleia da República é um volte face na posição do PCP.”

    Estao a sair do armario……

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    • anónimo's avatar
      anónimo permalink
      22 Janeiro, 2015 08:44

      Já lá vão os tempos em que o Ary dos Santos era destinatário de lembretes do Comité Central para não apaneleirar tanto, que o Partido era muito másculo.

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      • manuel's avatar
        manuel permalink
        22 Janeiro, 2015 10:28

        E fizeram a vida negra ao Júlio Fogaça, o revisionismo é tramado.

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  13. Juromenha's avatar
    Juromenha permalink
    21 Janeiro, 2015 20:49

    No tempo do glorioso ( estaline, não o Benfica..) apanhavam , no mínimo, três anos de prisa…

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  14. Eleutério Viegas's avatar
    Eleutério Viegas permalink
    22 Janeiro, 2015 00:25

    Mas uns coitadinhos, os “homos”… Porra, farto de coitadinhos de todas as espécies! Achandrem-se, pá. Nós, os outros não temos que vos admirar por serem “corajosos” em serem homos. E não temos que achar bem brincar às “famílias” esquisitas.

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  15. manuel branco's avatar
    manuel branco permalink
    22 Janeiro, 2015 08:23

    Helena Matos,

    É das coisas que mais me choca e revolta. Se há discriminação é para essas crianças a quem à partida é recusado o direito natural de saberem quem é o seu pai ou mãe.

    O assunto excede a homossexualidade/heterossexualidade. Se quer que lhe diga, penso que em casos deses a criança devia ser retirada ao progenitor.

    Veja o absurdo que é o Ministério Público ter a obrigação – e bem – de investigar a paternidade de uma criança cujo pai se recusa a reconhecê-la, com provas de ADN e ao mesmo tempo há quem queira pôr na lei que se pode recorrer a um touro cobridor ou a uma vaca reprodutora à distância, recusando à criança ter acesso a saber quem é o seu pai ou mãe; um direito natural inalienável, que é delas e não do progenitor.

    Sim, dizem, sobretudo no caso das lésbicas: o assunto fica resolvido, vai-se lá fora, engravida-se, tem-se a criança e declara-se que é filho de pai incógnito. A isto eu respondo: não é por haver crimes que eu vou abolir o código penal.

    Um pouco menos de egoísmo dessa gente far-lhes-ia muito bem. E não: dois pais ou duas mães não são um pai e uma mãe.

    Outra coisa é o direito à adopção por casais homossexuais: aí até sou mais aberto. Agora isto, não.

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