Bem pode o presidente do Egipto vir pedir uma revolução do islão e da interpretação literal feita pelos muçulmanos, qdo o mundo mesmo o não muçulmano prefere a acomodação e o cumprimento das regras impostas pelos muçulmanos. Ainda agora vejo na TV uma jornalista portuguesa na mesquita de lisboa com um véu na cabeça a fazer o prestar-se ao papel de ser inferior, toda contentinha.
Ora aí está.
Vamos pela rua e vemos as senhoras todas encafuadas e de cabelos bem tapados uns passos atrás do macho dominante..
Estas mulheres vivem no Ocidente e não se percebe como é que não sentem a necessidade de serem mais livres.
Se sentem e não lutam por isso, temos pena.
Se não sentem e se consideram assim felizes, pois amanhem-se.
De uma maneira ou outro não tenho a mínima pena pelo que lhes acontece.
Também estou de acordo que andamos a assumir uma permissividade injustificável, na linha, aliás, do muito que neste blogue tem sido denunciado.
Não vi a reportagem que refere.
Porém, o véu na cabeça DENTRO DE UM TEMPLO (qualquer que ele seja) traduz sinal de respeito. Nada mais. O templo é de cada religião e cada religião tem o direito de impor regras dentro dos seus templos. Rituais religiosos, cada qual tem os seus, dentro da sua casa. Quem não quer cumprir as regras ou rituais não vai ao templo. Ninguém tem o direito de entrar num templo de outra religião e modificar as regras. Há coisas que são parvas aos nossos olhos, mas são mesmo assim. Liberdade religiosa é isso.
Coisa diferente seria o mesmo véu a ser usado pela jornalista fora das instalações do templo. Nesse caso o seu comentário acerta em cheio.
Há 25 anos atrás, com 46 graus em Sevilha não me deixaram entrar na catedral porque eu estava de calções pelo joelho. E eu sou católico. Nem refilei. Mas nunca mais voltei a Sevilha. Não conto gastar lá um único euro do meu dinheiro. Mas transformei a questão religiosa em turistica.
Acontece que a jornalista que está agora nos States, um dia foi entrevistar um fulano qualquer e lá teve que colocar o “turbante” para não ofender o entrevistado.
Ela achou naturalíssimo.
Exactamente, a estúpida da Márcia Rodrigues e o gajo qualquer era o embaixador do irão em LIsboa e a gaja sujeitou-se a isso, na rtp. E não foi a liberdade dela que ela pôs em causa foi a de todos nós.
Essa gaja só fazia mais entrevistas de narizinho vermelho e cabeleira de palhaço e a direcção da rtp devia ter sido responsabilizada.
Meu caro: o problemático não é esta ou aquela peça de roupa, mas o que ela simboliza. Não acha?
No islão significa diminuição ontológica e religiosa e, sobretudo, a ideia de que as mulheres podem ser objectos espoletadores de uma lascívia incontrolável por parte dos homens.
No Cristianismo significa que todas as mulheres aceitam que, pelo menos nas cerimónias religiosas, não se distinguem dos homens pelo seu cabelo maior celebrando o que está dito de que em Cristo não há homens nem mulheres.
Deve ser complivado para os ateus militantes, dizerem que a religião deve ser uma coisa privada, se o disserem em Israel, como andam a querer impor na Europa
Quanto a véus, seria melhor estudarem e saberem de onde vêm e qual o povo que primeiro os usou.
Dizer isso é a maior prova de facciosismo e ignorância.
Nunca deve ter ido mais longe que Bdajoz aos caramelos.
Porque usos e tradições de muçulmanos variam em toda a parte, independentemente até das correntes do islão que podem seguir.
Bastava andar no metro Londrino. Ou conhecer muçulmanas que trabalham na Goldman Sachs.
V.s nem se lembram como as vossas avós andavam todas vestidas de negro e de lenço amarrado à cabeça.
Nenhum mulher entrava numa igreja de cabeça a descoberto. E usava-se a mantilha. Os homens não entravam de chapéu na cabeça.
Claro que o mundo macdonalds que começa sempre no dia em que se nasce dá isto- ignorância besta e reacções a toque de caixa mediática
Explicação cada tradição tem a sua. Entre os Assirios era uma questão de estatuto social. Para outros poderá ser modestia, moda ou para proteger do mau olhado.
Irrita-me solenemente tanto a proibição com a imposição de ritos, sejam eles religiosos ou não.
Alguns piercings são giros.
expatriado, mas eles também estavam expatriados!
Agora a sério, deixem correr as enormidades, eles vão ter a sua recompensa.
Não vai haver virgens que cheguem.
Eu ainda sou do tempo em que as mulheres entravam na igreja de véu e os homens com o Zé Tolas à mostra (dentro das calças claro).
Por falar nisso, onde é que está exposto o Santo Prepúcio, gostava de o ver.
Mau gosto?
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no 1º do caixote do lixo
não há caixote disposto a aceitar tamanha porcaria
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Helena, a imagem é demaseado pequena, não se consegue ver
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se o problema fossem as imagens !. O problema são os mandamentos que estão escritos no Corão e que obrigam todo o bom muçulmano.
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Bem pode o presidente do Egipto vir pedir uma revolução do islão e da interpretação literal feita pelos muçulmanos, qdo o mundo mesmo o não muçulmano prefere a acomodação e o cumprimento das regras impostas pelos muçulmanos. Ainda agora vejo na TV uma jornalista portuguesa na mesquita de lisboa com um véu na cabeça a fazer o prestar-se ao papel de ser inferior, toda contentinha.
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Ora aí está.
Vamos pela rua e vemos as senhoras todas encafuadas e de cabelos bem tapados uns passos atrás do macho dominante..
Estas mulheres vivem no Ocidente e não se percebe como é que não sentem a necessidade de serem mais livres.
Se sentem e não lutam por isso, temos pena.
Se não sentem e se consideram assim felizes, pois amanhem-se.
De uma maneira ou outro não tenho a mínima pena pelo que lhes acontece.
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Também estou de acordo que andamos a assumir uma permissividade injustificável, na linha, aliás, do muito que neste blogue tem sido denunciado.
Não vi a reportagem que refere.
Porém, o véu na cabeça DENTRO DE UM TEMPLO (qualquer que ele seja) traduz sinal de respeito. Nada mais. O templo é de cada religião e cada religião tem o direito de impor regras dentro dos seus templos. Rituais religiosos, cada qual tem os seus, dentro da sua casa. Quem não quer cumprir as regras ou rituais não vai ao templo. Ninguém tem o direito de entrar num templo de outra religião e modificar as regras. Há coisas que são parvas aos nossos olhos, mas são mesmo assim. Liberdade religiosa é isso.
Coisa diferente seria o mesmo véu a ser usado pela jornalista fora das instalações do templo. Nesse caso o seu comentário acerta em cheio.
Há 25 anos atrás, com 46 graus em Sevilha não me deixaram entrar na catedral porque eu estava de calções pelo joelho. E eu sou católico. Nem refilei. Mas nunca mais voltei a Sevilha. Não conto gastar lá um único euro do meu dinheiro. Mas transformei a questão religiosa em turistica.
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Va la so te proibiram de entrar … merecias umas 100 chicotadas no lombo
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Acontece que a jornalista que está agora nos States, um dia foi entrevistar um fulano qualquer e lá teve que colocar o “turbante” para não ofender o entrevistado.
Ela achou naturalíssimo.
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Exactamente, a estúpida da Márcia Rodrigues e o gajo qualquer era o embaixador do irão em LIsboa e a gaja sujeitou-se a isso, na rtp. E não foi a liberdade dela que ela pôs em causa foi a de todos nós.
Essa gaja só fazia mais entrevistas de narizinho vermelho e cabeleira de palhaço e a direcção da rtp devia ter sido responsabilizada.
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JC, qual é o seu problema com os veus?

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Meu caro: o problemático não é esta ou aquela peça de roupa, mas o que ela simboliza. Não acha?
No islão significa diminuição ontológica e religiosa e, sobretudo, a ideia de que as mulheres podem ser objectos espoletadores de uma lascívia incontrolável por parte dos homens.
No Cristianismo significa que todas as mulheres aceitam que, pelo menos nas cerimónias religiosas, não se distinguem dos homens pelo seu cabelo maior celebrando o que está dito de que em Cristo não há homens nem mulheres.
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Essa submissão é nojenta. Nojenta. Será que um muçulmano faz a vénia ao altar quando entra numa igreja cristã?
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Coloquei o comentário anterior no local errado.
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Eu também acho que os kosher são mais moderno.
Mas as associações de defesa dos direitos dos animais é que andam frouxas
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Véus e tampinhas também os há para todos os gostos.
Até o JMF57 os usa, quando é preciso reunião na sinagoga
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Deve ser complivado para os ateus militantes, dizerem que a religião deve ser uma coisa privada, se o disserem em Israel, como andam a querer impor na Europa
Quanto a véus, seria melhor estudarem e saberem de onde vêm e qual o povo que primeiro os usou.
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Sim, mas em Israel sabe-se quem são os ortodoxos, quem são os outros e até quem são os ateus. Cada um no seu lugar.
No islamismo são todos iguais.
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Dizer isso é a maior prova de facciosismo e ignorância.
Nunca deve ter ido mais longe que Bdajoz aos caramelos.
Porque usos e tradições de muçulmanos variam em toda a parte, independentemente até das correntes do islão que podem seguir.
Bastava andar no metro Londrino. Ou conhecer muçulmanas que trabalham na Goldman Sachs.
V.s nem se lembram como as vossas avós andavam todas vestidas de negro e de lenço amarrado à cabeça.
Nenhum mulher entrava numa igreja de cabeça a descoberto. E usava-se a mantilha. Os homens não entravam de chapéu na cabeça.
Claro que o mundo macdonalds que começa sempre no dia em que se nasce dá isto- ignorância besta e reacções a toque de caixa mediática
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O registo mais antigo do uso de veus foi na Assiria.
Não estou a ver onde é que isto pode levantar polemica.
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Qual era a explicação para o uso dos véus?
Quais são os povos que ainda os usam?
Qual o problema dos ritos religiosos quando anda meio mundo furado com piercings e outras merdas mais primitivas.
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Quakl é o problmea da jornalista ter tapado a cabeça na mesquita se até o Jmf 57 enfia kipah na cabeça quando se reúne com a judiaria.
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Se fosse com a maçonaria tinha que ir mais bem ataviado.
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Para que é que jornalistas se reúnem com judeus por cá, é outra coisa mas nem vou fazer a pergunta indiscreta.
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Explicação cada tradição tem a sua. Entre os Assirios era uma questão de estatuto social. Para outros poderá ser modestia, moda ou para proteger do mau olhado.
Irrita-me solenemente tanto a proibição com a imposição de ritos, sejam eles religiosos ou não.
Alguns piercings são giros.
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São giros porque giram?
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Rapida viagem p’ro inferno!
http://www.noticiasaominuto.com/pais/337927/estado-islamico-divulga-morte-de-jihadista-portugues
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Afinal não era só o véu (já não me lembrava).
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expatriado, mas eles também estavam expatriados!
Agora a sério, deixem correr as enormidades, eles vão ter a sua recompensa.
Não vai haver virgens que cheguem.
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Eu ainda sou do tempo em que as mulheres entravam na igreja de véu e os homens com o Zé Tolas à mostra (dentro das calças claro).
Por falar nisso, onde é que está exposto o Santo Prepúcio, gostava de o ver.
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