Merco besta corrida por meio saldo de mula manca
A arrastar o estribo albarda caída de cilha folgada
Ossada bicuda a furar a pele traseira toda empenada
Cabresto aos nós corda roída que os abanos desanca
Moscas no lombo prontas ao ninho atrás das orelhas
Aos solavancos soltando sonoros imundos a cada patada
Cascos moídos feitos em farelo sem cangalha amarrada
Lá vai ruminando a palha curtida de gastas golpelhas.
Pelo sumido ensebado basta ajeitar-lhe os sarilhos
Rebarbar-lhe os cascos para lhe calçar uns meotes
Que de crinas assoveladas ensaia logo uns pinotes
No arrasto do chocalho o estafermo foge aos trilhos
Dente arreganhado cor de feno cata-vento no roncar
O fedor podre que expele de tanta névoa nem cheirá-lo
Não nos contam os arreios se é burro mula ou cavalo
Mas tem qualquer ferradura pronto coice para dar
António Costa disse que o “reforço da democracia passa por aumentar o poder do cidadão”, bem como “reforçar a confiança do cidadão no exercício da atividade politica”. É a “proximidade que reforça a transparência, a qualidade da democracia”, concluiu.
A Regionalização é mais uma medida cheia de boas intenções que, no longo prazo, se revelará uma desilusão, e na pior das hipóteses, um desastre despesista.
Regionalizar não terá qualquer efeito prático notável na vida quotidiana dos cidadãos e das empresas. Mas criará de Norte a Sul novos cargos públicos, e novos organismos públicos.
Se Costa quiser fazer uma boa Reforma Administrativa, tem como alternativa a criação de um novo mapa do poder local, que reduza o número de concelhos para metade. O actual mapa está desajustado da realidade demográfica e estrutural do país, e concelhos com mais de 1000 km2 convivem com concelhos minúsculos e despovoados.
Depois de uma redução brutal do número de concelhos, Costa poderia convidar alguns concelhos a agruparem-se para uma gestão mais eficiente dos serviços públicos locais.
Já agora, onde pára Mário Soares, que em 2005 estava contra?
Vão mexer, vão… mas so lá para Setembro. Agora mexem na Grécia. Mas registo o seu interesse…, talvez o Costa se lembre de si para fazer comentários, obviamente.
Para reforçar a democracia, enquanto não tem poderes mais abrangentes, António Costa cria cria mais taxas em Lisboa e proíbe que carros devidamente licenciados, com selo em dia e aprovados na inspecção, se forem anteriores a 1996 ou 2000, não entrem em certas zonas de Lisboa. O actual Governo despreza os velhos e deixa-os morrer nas urgências hospitalares. O pretendente ao futuro Governo, não tendo ainda poder para tomar medidas contra a 3.ª idade, avança contra os chaços motorizados para provar que tem ideias e normas para endireitar este país. É a vidinha portuga. Nós os criámos e agora temos de os alimentar. O que vale é que o nosso FADO se tornou património imaterial da humanidade. Ao menos valha-nos isso!
Merco besta corrida por meio saldo de mula manca
A arrastar o estribo albarda caída de cilha folgada
Ossada bicuda a furar a pele traseira toda empenada
Cabresto aos nós corda roída que os abanos desanca
Moscas no lombo prontas ao ninho atrás das orelhas
Aos solavancos soltando sonoros imundos a cada patada
Cascos moídos feitos em farelo sem cangalha amarrada
Lá vai ruminando a palha curtida de gastas golpelhas.
Pelo sumido ensebado basta ajeitar-lhe os sarilhos
Rebarbar-lhe os cascos para lhe calçar uns meotes
Que de crinas assoveladas ensaia logo uns pinotes
No arrasto do chocalho o estafermo foge aos trilhos
Dente arreganhado cor de feno cata-vento no roncar
O fedor podre que expele de tanta névoa nem cheirá-lo
Não nos contam os arreios se é burro mula ou cavalo
Mas tem qualquer ferradura pronto coice para dar
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António Costa disse que o “reforço da democracia passa por aumentar o poder do cidadão”, bem como “reforçar a confiança do cidadão no exercício da atividade politica”. É a “proximidade que reforça a transparência, a qualidade da democracia”, concluiu.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/antonio-costa-defende-regionalizacao-do-pais=f906881#ixzz3PhlzVUUz
A Regionalização é mais uma medida cheia de boas intenções que, no longo prazo, se revelará uma desilusão, e na pior das hipóteses, um desastre despesista.
Regionalizar não terá qualquer efeito prático notável na vida quotidiana dos cidadãos e das empresas. Mas criará de Norte a Sul novos cargos públicos, e novos organismos públicos.
Se Costa quiser fazer uma boa Reforma Administrativa, tem como alternativa a criação de um novo mapa do poder local, que reduza o número de concelhos para metade. O actual mapa está desajustado da realidade demográfica e estrutural do país, e concelhos com mais de 1000 km2 convivem com concelhos minúsculos e despovoados.
Depois de uma redução brutal do número de concelhos, Costa poderia convidar alguns concelhos a agruparem-se para uma gestão mais eficiente dos serviços públicos locais.
Já agora, onde pára Mário Soares, que em 2005 estava contra?
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o ps pariu um rato
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Mexer? Mudar para tudo ficar na mesma!
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Vão mexer, vão… mas so lá para Setembro. Agora mexem na Grécia. Mas registo o seu interesse…, talvez o Costa se lembre de si para fazer comentários, obviamente.
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A coisa só mexe após douta e sagaz assessoria do Prof.Doutor Artur Baptista da Silva..
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Para reforçar a democracia, enquanto não tem poderes mais abrangentes, António Costa cria cria mais taxas em Lisboa e proíbe que carros devidamente licenciados, com selo em dia e aprovados na inspecção, se forem anteriores a 1996 ou 2000, não entrem em certas zonas de Lisboa. O actual Governo despreza os velhos e deixa-os morrer nas urgências hospitalares. O pretendente ao futuro Governo, não tendo ainda poder para tomar medidas contra a 3.ª idade, avança contra os chaços motorizados para provar que tem ideias e normas para endireitar este país. É a vidinha portuga. Nós os criámos e agora temos de os alimentar. O que vale é que o nosso FADO se tornou património imaterial da humanidade. Ao menos valha-nos isso!
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