syriza
25 Janeiro, 2015
Já que o Syrtza vai ganhar as eleições na Grécia, que as ganhe com maioria absoluta. Para que não tenha desculpas.
20 comentários
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Já que o Syrtza vai ganhar as eleições na Grécia, que as ganhe com maioria absoluta. Para que não tenha desculpas.
rui.a,
Melhor que isso, que corra tudo dentro das mais elementares regras da democracia. O resto, os interesses instalados, tratarão do assunto. Mas já agora que o Syrtza ganhe as eleições na Grécia, que as ganhe com maioria absoluta, não para não ter desculpas mas para tentar endireitar as Grécia da míseria em que o sistema a condenou.
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Julgo que é esse, de facto, um grande mérito da democracia: para o bem ou para o mal, os eleitores recebem as consequências das suas livres escolhas.
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Amanhã, pode ser Mari Le Pen a ganhar em França, espero bem que não, mas temos de aceitar da mesma forma como temos de aceitar os resultados da Grécia. Isto tem um nome…Democracia.
Serem as megas Instituições financeiras e multinacionais que não são eleitas a impor as regras é que não faz sentido nenhum.
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Então se o Estado fizer um acordo consigo, e depois não cumprir e você protestar, eu posso dizer:
O Bolota não eleito impor as regras!? nem pensar.
Não é Democrático cumprir o acordo que o Estado Democrático assinou.
Ah! a nudez mental do esquerdista às nove da noite…
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Há males que vêm por bem.
Syriza ganhar com maioria absoluta?
Melhor não podia a contecer
É só esperar um bocadinho.
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«No fundo, o grego ignora a realidade. Vive duas vezes acima dos sues meios financeiros. Promete três vezes mais do que pode cumprir. Afirma conhecer quatro vezes mais coisas do que realmente sabe. Ressente-se (e compadece-se) cinco vezes mais do que é capaz de se ressentir».
Nikos Dimou
http://domedioorienteeafins.blogspot.pt/2012/05/os-gregos-vao-ser-novamente-chamados-as.html
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As sociedades ortodoxas têm um atraso cultural em relação às sociedades católicas e protestantes da Europa Ocidental.
Talvez o caminho seja mesmo o da cisão.
Com eles, e com parte da Europa de Leste.
Os polacos e os checos podem ficar.
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Mas, afinal comos e chama o grupelho de coveiros? Sirtza ou syriza?
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É Soruba
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Rui, vê-se logo que você não é grego…
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OK, Grécia.
Adeus
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Descubra as diferenças:
Hollande.
Tsipras.
Costa.
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Os gregos vao pedir ajuda aos turcos e estes, em troca, so’ vao querer a metade que lhes falta de….. Chipre.
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Vai ser bom ou vai ser mau? Ninguem sabe porque ninguem tem o poder de advinhar o que ira acontecer no futuro. O importante nao e o nome ou de esquerda/direita.
Uma coisa e ja certa. O povo grego disse claramente que a austeridade nao e a solucao e quer ser livre. Nao quer ser escravo para todo o sempre.
O nosso povo que pense bem e retire as devidas conclusoes. Com a divida que temos as costas e com recursos cada vez mais exiguos, qual e o futuro que se pretende para os filhos e netos? Escravidao ou emigracao? Dizem os politicos que estamos no caminho certo e estamos, finalmente, a sair da crise. Ate prometem a cereja no topo do bolo!
Cautela que eles sao TODOS mentirosos e so nao ve quem nao quer. Tem que se criar um sistema de governo patriotico, directamente eleito pelo povo e que seja responsabilizado pelo que faz. Todo o governante que pisar a linha devera ser levado a tribunal e condenado de acordo.
Outra alternativa e encomendar meia duzia de Salazares.
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“sistema de governo patriotico…”
Directamente saído do manual actualizado do PCP.
E como Marxista a desonestidade fica como marca da ideologia, onde tudo é oportunismo e nada é valor ao passar a usar a palavra Pátria 40 anos depois de a ter, sem vergonha, transformado numa palavra “Fascista” e de “Fascistas”, por isso proibida.
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“Directamente saído do manual actualizado do PCP.”
A actualizaçao do manual do PCP resume-se a tirar-lhe o po’ acumulado na estante desde 1921…..
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Não, eles agora já podem usar a palavra Pátria nos cartazes.
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“O povo grego disse claramente que a austeridade nao e a solucao e quer ser livre.”
O que muitos se recusam a aceitar é que essa não é uma opção que se concretize nas urnas ou por decreto. A austeridade só é opção se se tiver dinheiro para a recusar. Não o tendo (e Grécia, como Portugal, não o tem), a austeridade não é opção.
A Grécia pode recusar a austeridade imposta pelos credores mas não pode recusar as consequências dessa decisão. É que todas as propostas do Syriza implicam que sejam outros a pagar a conta. Nenhuma delas é no sentido de garantir que a Grécia possa vir a pagar as suas próprias despesas.
A União Europeia pode ir cedendo um pouco de forma a tentar ganhar tempo, à espera que algo aconteça que salve o barco de se afundar. Mas não pode ceder ao ponto de afundar o barco.
As exigências do Syriza são de molde a afundar o barco de vez e a União Europeia pode muito bem decidir lançar a Grécia borda fora para salvar o barco. O resultado para a Grécia será muito pior do que a austeridade.
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mais giro do que tudo isso é o discurso de derrota do tipo da “nova democracia”…
copiou a treta que o pcc vomita todos os dias…
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era ppc , sorry
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