Já deu para perceber que de liberal o autor do post tem zero. Pode falar de liberalismo, mesmo com o qualificativo clássico, que ê como quem diz, direita conservadora, como pode falar de Marx e do revisionismo de dubcek. A sua escola é outra: maurras, o do integralismo, o denunciado por pio xi, o expulso do instituto de feança. Cada coisa tem o seu nome.
Já tinha lido o texto de Huerta de Sotto, e tinha apreciado o tom provocatório, quase Anarco-Capitalista.
Compreendo a abordagem Anarco-Capitalista, e gosto de a utilizar em conversas sobre política. É uma base de início de negociação, que assusta as contrapartes (principalmente as de esquerda) e as obriga a cederem um pouco mais no início para manter diálogo.
Mas não deixa de ser uma Utopia.
Mas se apresentarmos propostas Liberais clássicas, após negociação e cedências, estamos em Social-Democracia estatista.
Já deu para perceber que de liberal o autor do post tem zero. Pode falar de liberalismo, mesmo com o qualificativo clássico, que ê como quem diz, direita conservadora, como pode falar de Marx e do revisionismo de dubcek. A sua escola é outra: maurras, o do integralismo, o denunciado por pio xi, o expulso do instituto de feança. Cada coisa tem o seu nome.
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Gostei do texto.
Já tinha lido o texto de Huerta de Sotto, e tinha apreciado o tom provocatório, quase Anarco-Capitalista.
Compreendo a abordagem Anarco-Capitalista, e gosto de a utilizar em conversas sobre política. É uma base de início de negociação, que assusta as contrapartes (principalmente as de esquerda) e as obriga a cederem um pouco mais no início para manter diálogo.
Mas não deixa de ser uma Utopia.
Mas se apresentarmos propostas Liberais clássicas, após negociação e cedências, estamos em Social-Democracia estatista.
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