A propósito destes gregos recordo o dia em que Vitor Gaspar pediu uma revisão da meta acordada (meta essa acordada pelo próprio PS).
João Galamba (PS) considerou que tal seria apenas alongar o martírio.
Os gregos agora conseguiram mais 4 meses no alongamento do financiamento, O PS que peça agora explicações ao Galamba.
Só para recordar ir por aqui http://www.ionline.pt/artigos/portugal/revisao-da-meta-defice-so-ira-alongar-martirio-diz-ps
Andavam a babar raiva e ranheta por supostamente Portugal andar e reboque da Alemanha e agora babam ranheta e raiva por supostamente Portugal dar ordens à Alemanha. Vá-se lá entender a esquizofrenia da esquerda.
simplesmente bacoco para não lhe chamar outra coisa, esta é a postura da típica figurinha…
Maria Luís Albuquerque pediu a Schäuble para não ceder
Segundo o “Die Welt”, a atual ministra das Finanças de Portugal, Maria Luís Albuquerque, pediu “pessoalmente” ao ministro das Finanças da Alemanha, Wolfgang Schäuble, para não ceder à Grécia.
De acordo com as últimas notícias, os gregos vão enviar hoje à troika as medidas para serem avaliadas. Maria Luís foi ir ao encontro das lamúrias do Juncker, e exigiu que a avaliação da troika fosse validada pelos membros do Eurogrupo, ou seja pelos ministros das finanças, tudo gente com legitimidade democrática. Porque é que isto incomoda tanto o cérebro atormentado do Galamba?
Deus nos livre se algum dia esta gente de esquerda tem uma ponta de poder. Acho-a ( pelo menos esta esquerda que aparece na SIC , TVI e nos jornais) um pouco fascista. É muito pouco ouvinte e muito ditatorial, é só certezas mete medo.
O José Seguro foi parco naquele debate desagradável. A nova liderança é muito mais do que apenas oportunista. Mas é como o Governo da Grécia: foi isto que escolheram. Agora aguentem.
“….Na opinião pública infiltra-se lentamente uma ideia perigosa: o patriotismo grego é coisa boa; o patriotismo português é coisa má; negociar com o governo alemão é subserviência se o ministro for português, mas é resistência se for grego…..”
Fico com a ideia de que Manolis Glezos queria que o Syriza nao cedesse nada a’ realidade e continuasse com a fantasia (tipo BE e restante comunada ca’ do burgo).
Mas que e’ um facto que as fissuras naquele ajuntamento se vao alargar, la’ isso vao.
o varofakis, como não conseguiu bater no paralitico, virou-se prá mulher… valentão. e a chibar-se á socapa… “aquela menina é mais amiga do coxo que eu….”…
Mais vale estar com alinhado com o país mais rico da Europa do que com Venezuelas, Cubas ou Coreias do Norte, como alguns partidos que por aí andam. Sempre nos pode ajudar mais. A não ser que o interesse seja ajudar partidos irmãos, em vez de defender os interesses de Portugal.
A propósito destes gregos recordo o dia em que Vitor Gaspar pediu uma revisão da meta acordada (meta essa acordada pelo próprio PS).
João Galamba (PS) considerou que tal seria apenas alongar o martírio.
Os gregos agora conseguiram mais 4 meses no alongamento do financiamento, O PS que peça agora explicações ao Galamba.
Só para recordar ir por aqui
http://www.ionline.pt/artigos/portugal/revisao-da-meta-defice-so-ira-alongar-martirio-diz-ps
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Andavam a babar raiva e ranheta por supostamente Portugal andar e reboque da Alemanha e agora babam ranheta e raiva por supostamente Portugal dar ordens à Alemanha. Vá-se lá entender a esquizofrenia da esquerda.
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Maria Luís está a tratar da vidinha dela, tal como Gaspar fez. Os povos são uns ingratos!
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A traduçao, em Portugues corrente, para asnos entenderem…..
http://economico.sapo.pt/noticias/o-acordo-do-eurogrupo-explicado-paragrafo-a-paragrafo_212452.html
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Eles preferem a narrativa que o Tsipras bolsou em Atenas na 6ª feira à noite. A estupidez da esquerda não tem limites.
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Manuel,
simplesmente bacoco para não lhe chamar outra coisa, esta é a postura da típica figurinha…
Maria Luís Albuquerque pediu a Schäuble para não ceder
Segundo o “Die Welt”, a atual ministra das Finanças de Portugal, Maria Luís Albuquerque, pediu “pessoalmente” ao ministro das Finanças da Alemanha, Wolfgang Schäuble, para não ceder à Grécia.
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De acordo com as últimas notícias, os gregos vão enviar hoje à troika as medidas para serem avaliadas. Maria Luís foi ir ao encontro das lamúrias do Juncker, e exigiu que a avaliação da troika fosse validada pelos membros do Eurogrupo, ou seja pelos ministros das finanças, tudo gente com legitimidade democrática. Porque é que isto incomoda tanto o cérebro atormentado do Galamba?
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Deus nos livre se algum dia esta gente de esquerda tem uma ponta de poder. Acho-a ( pelo menos esta esquerda que aparece na SIC , TVI e nos jornais) um pouco fascista. É muito pouco ouvinte e muito ditatorial, é só certezas mete medo.
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O Galamva quer explicações porque é burro.
Só isso.
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O José Seguro foi parco naquele debate desagradável. A nova liderança é muito mais do que apenas oportunista. Mas é como o Governo da Grécia: foi isto que escolheram. Agora aguentem.
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“….Na opinião pública infiltra-se lentamente uma ideia perigosa: o patriotismo grego é coisa boa; o patriotismo português é coisa má; negociar com o governo alemão é subserviência se o ministro for português, mas é resistência se for grego…..”
http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/anatomia-de-um-afogamento-7149014
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Já que está a citar o Delito de Opinião, acrescento isto, com a devida vénia ao Rui Rocha:
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Fico com a ideia de que Manolis Glezos queria que o Syriza nao cedesse nada a’ realidade e continuasse com a fantasia (tipo BE e restante comunada ca’ do burgo).
Mas que e’ um facto que as fissuras naquele ajuntamento se vao alargar, la’ isso vao.
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Coincidências. Amanhã Zeka Sókats Évorak vai ver-se grego.
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o varofakis, como não conseguiu bater no paralitico, virou-se prá mulher… valentão. e a chibar-se á socapa… “aquela menina é mais amiga do coxo que eu….”…
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Se a Maria interveio para tornar mais rigoroso este “acordo” com os trambiqueiros, só fez o que devia ter feito. Parabéns, Maria!
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Mais vale estar com alinhado com o país mais rico da Europa do que com Venezuelas, Cubas ou Coreias do Norte, como alguns partidos que por aí andam. Sempre nos pode ajudar mais. A não ser que o interesse seja ajudar partidos irmãos, em vez de defender os interesses de Portugal.
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