Balança comercial vista pelo Observador
9-2-2015: Défice comercial agrava-se, três anos depois
O resultado foi este: o saldo da balança comercial piorou 925,8 milhões de euros, registando um défice de 10,6 mil milhões de euros no ano passado.
23-2-2015: Saldo da economia portuguesa ainda é positivo mas está a cair
Considerando os serviços, cujo comportamento é positivo, o saldo da balança comercial atingiu os dois mil milhões de euros [positivos].
Nota: 2014 foi o 3º ano consecutivo em que a balança comercial (bens + serviços) foi positiva. Os anos de 2012, 2013 e 2014 foram os únicos de balança comercial positiva desde os anos 40. A 1ª notícia do Observador diz-nos que há défice comercial. A 2ª diz-nos que afinal há superavit, mas que isso não interessa, o que interessa é que o superavit está a descer. E o Observador é possivelmente o jornal mais à direita em Portugal.

Lamento estragar a demagogia:
http://www.zerohedge.com/news/2015-02-23/biggest-problem-facing-world-today-9-countries-have-debt-gdp-over-300
4º lugar e maior que o da Grécia?!
Parabéns às primas!
🙂
GostarGostar
Acabas de descobrir a roda. Sabemos onde estamos queremos é sair do buraco. Já agora diz lá o que propões para um crescimento sustentado, respeitando o tratado orçamental e ir pagando a dívida. Não venhas com insultos e ajuda lá a resolver o trilema.
GostarGostar
Sempre fui contra a entrada nesta construção política a que chamam “pomposamente”, Moeda Única.
É nestas alturas que tenho saudades dos media dos EUA e do Reino Unido.
Os ÚNICOS com juízo.
GostarGostar
“Acabas de descobrir a roda”
Não sabia que era do conhecimento GERAL que Portugal DEVE MAis do que a …. Grécia.
Mas sempre poderemos falar em hipocrisia, por exemplo…..
GostarGostar
Onde está a dívida?
Parece que 75% da dívida privada está em cimento.
A construção civil matou o país.
Já havia famílias de classe média a comprar a terceira habitação, com crédito.
Há muito que defendo a morte do monstro. E tal passa pela taxação a 100% das mais valias imobiliárias e pela centralização do Ordenamento.
GostarGostar
O monstro começou com Marcelo Caetano. Antes Portugal tinha leis de Ordenamento mais «europeias».
GostarGostar
Importamos muitos carros e muito combustível, em parte, porque não há Ordenamento nem centralização.
No Estado Novo sabia-se que tínhamos um problemas de distribuição da população, excessivamente dispersa. Levar água, esgotos, electricidade a tudo o que é monte, aldeola e sítio é caro. Não pode haver uma sociedade eficiente, com crescimento, quando mais de 70% da população era rural.
Passámos da população rural para um misto de população rural e suburbana.
O problema agravou-se.
GostarGostar
O Luís e o Simão estão bem um para o outro. Cada um quer o Totalitarismo à sua maneira.
GostarGostar
Caro lucklucky,
como resolveria o problema do desordenamento?
A tendência natural das populações, se pagassem o custo real do desordenamento do seu bolso, seria a centralização.
Mas por cá houve rendas congeladas desde a Primeira República.
E promoção da compra de primeira habitação por parte da classe política.
Agora explique como resolve o problema. Aceitam-se alternativas.
E quem escreve isto é um Liberal. Não sou totalitário como diz. Mas o próprio Hayek escreveu que por vezes é necessária a intervenção do Estado.
GostarGostar
A Grécia beneficiou de um perdão de 100 000 milhões há dois anos, senão rebentava com a escala. Mas provavelmente sem saber de que é que está a falar, o Simão meteu o dedo na ferida: as empresas e as famílias portuguesas, têm uma divida maior do que o estado. Mas isso é o resultado de anos a fio a pensar estado+famílias+empresas, que o céu era o limite.
GostarGostar
“provavelmente sem saber de que é que está a falar”
Sei muito bem do que falo e, por isso, introduzi isto.
é que já cansa, também, só se falar da dívida pública.
Resumindo: há 10 anos andava TUDO a pensar que éramos muito ricos…agora…..azar.
Com a manutenção no Escudo este endividamento seria IMPOSSÍVEL!
GostarGostar
“que o céu era o limite.”
Assim era o discurso de TODOS os partidos do chamado “Arco da Governação”.
Não devemos ter a memória curta.
GostarGostar
“Com a manutenção no Escudo este endividamento seria IMPOSSÍVEL!”
Porquê? tinha as impressoras nas mãos de socialistas de esquerda e direita.
Ainda não percebeu que o nosso endividamento no Euro foi à impressão de dinheiro que o regime fazia no Escudo?
A diferença é que no Euro é difícil repetir. Não há a hipótese de criar inflação para o povo tuga burro delirar com aumentos de ordenado de 15% com os preços a subirem 25%.
GostarGostar
Alez D´Évora
Olha aqui mais um indicador de que a crise está a passar e que os restaurantes estão a abarrotar…
O crédito malparado das famílias e das empresas aumentou em 2014 face a 2013, representando 4,4% e 14,4% do total dos empréstimos concedidos pela banca, respetivamente, segundo números divulgados hoje pelo Banco de Portugal (BdP).
GostarGostar
Um racio de YoY maior nao implica que a divida total ou mesmo relativa seja maior , mas como tu es burro que nem uma pedra e um monte de merda com olhos nem isso consegues perceber do que esta no grafico.
GostarGostar
és tão previsível, ó tóino.
vai p’ra escola e GET A LIFE!
GostarGostar
O atrasao mental que citou o Zero Edge ( um site so ao nivel dos das conspiracoes do 9/11) sem sequer perceber o que o grafico representa foste tu, aproveita que o semestre acabou de comecar e ali a Catolica tem bons cursos de financas , se fosse a ti mantinha-me afastado do ISCTE ou ainda ficas mais afectado,
GostarGostar
Mas será que serei eu o único aqui com os olhos abertos? Temos um elefante no meio da loja de porcelanas e os caros camaradas de debate falam do cocózinho que está no chão:
http://www.publico.pt/economia/noticia/subida-do-defice-comercial-tem-forte-contributo-alemao-1685589
GostarGostar
Entre os países que estão a beneficiar do aumento consumo privado, que suporta o crescimento da economia portuguesa, está a Alemanha, país produtor de muitos dos novos carros que circulam nas estradas portuguesas. No ano passado, aquele que é segundo maior parceiro comercial de Portugal depois de Espanha vendeu mais 12,4% face a 2013, atingindo os 7269 milhões de euros. Estas compras à Alemanha, só por si, poderiam ser menos negativas, caso as exportações também tivessem crescido a dois dígitos, ou mais. Só que a subida foi bastante mais ténue, de 2,2%, para 5624 milhões.
Assim, graças a uma maior compra de produtos vindo da Alemanha, como bens duradouros (onde se destacam os automóveis), a balança comercial entre os dois países agravou-se substancialmente para o lado português: se o défice era de 962 milhões de euros em 2013, no ano passado esse valor disparou 71% para 1645 milhões de euros.
GostarGostar
Caro João, tem toda a razão.
Mas ninguém fala disto.
Só corrige o problema com reformas profundas do Ordenamento.
Com esta dispersão da população os transportes públicos não são viáveis.
Há mais de um século que a dispersão morreu no Reino Unido. Por cá continua. Espanha, aqui ao lado, tem um modelo de Ordenamento totalmente distinto.
A posse da propriedade também tem de mudar. É necessário aumentar o tamanho da propriedade em boa parte do país.
Só com décadas de Reformas corrigiremos estes problemas.
E será necessário investimento público para trazer de novo os serviços que estão nas periferias para os centros urbanos.
GostarGostar
Já cá faltava. O Joãozinho anda desatento e desactualizado, essa aldrabice que publico publicou já foi aqui desmentida.
GostarGostar
JPF, esse artigo e outros do género, foram das coisas mais imbecis que a nossa imprensa publicou.
GostarGostar
Que raio de arrogância leva pessoas JPF e Luís – os jornalistas do Publico não me surpreendem são Marxistas- a criticarem os produtos que os outros escolhem?
O Luís até quer mover populações tipo Estaline ou Pol Pot.
Mas ainda pior são. Não sabem que as exportações Portuguesas para a Alemanha são muito mais importantes para nós que a exportações Alemãs para Portugal.
GostarGostar
Caro lucklucky,
eu não quero mover populações.
Interpretou mal os meus comentários.
Eu quero é que haja mercado de arrendamento dinâmico e centralização de serviços públicos nos centros urbanos. E que acabe este modelo de urbanismo.
Haja justo que alguém decida quando é que um terreno passa de rural a urbano? Quem enriquece subitamente?
Não está a compreender onde quero chegar mas basicamente é isto: se mudar a legislação sobre o Ordenamento, ao longo das próximas décadas as populações espontaneamente, por livre e espontânea vontade, e é isso que defendo, voltarão aos centros urbanos.
Repito, sou Liberal. E como Liberal não posso defender o actual modelo de Ordenamento.
GostarGostar
Caros
desconhecia se a notícia do Público era verdadeira ou falsa, mas não é disso que se trata, nem muito menos a análise trimestral é o mais importante. Obviamente que cada um é livre de comprar o que quer a quem tem produtos legalmente à venda e longe de mim demonizar os alemães, se eles são competitivos e conseguem vender os seus produtos.
A questão fulcral, que não podem escapar, é que desde 2000 que carros mais combustíveis representam cerca de 20% do total das nossas importações, valores muito perto do défice da balança comercial. A deificação cultural e fiscal que existe em Portugal para um “bem duradouro”, que não produzimos em número de relevo e cujo fuel para locomoção importamos na totalidade, tem trazido graves problemas ao crescimento, e tal relação não acontece apenas em Portugal.
cumprimentos
GostarGostar
Malandros dos alemães, como é que se atrevem a construir BMWs, Mercedes, Audis e VWs???
Deviam era fazer Fiats e Citroens…
GostarGostar
Caro Simão, na década 2000-2010 o país importou 106 mm€ em carros mais combustíveis, cerca de 60% do PIB, grande maioria para dívida. A outra grande fatia foi para imobiliário.
GostarGostar
So what? Neste momento temos a balança comercial excedentária.
GostarGostar
quase, veja o gráfico que publiquei mais abaixo
GostarGostar
Tal como é dito na posta, desde 2012 que a nossa balança comercial é excedentária. Veja os dados do INE para as mercadorias e do Banco de Portugal para os serviços.
GostarGostar
devem-se ver gregos lá no observador para noticiarem a economia, não ?
GostarGostar
O observatório dto de direita é mais do mesmo que os outros da esquerda, tentam arranjar mais os textos, romancear quase, mas a essência é falta de informação sem deixar de descair para sensacionalismo opinativo. Já no futebol é igualmente a mesma merda.
Next.
GostarGostar
Simão: tudo bem, até posso concordar contigo. Mas, agora estamos no euro, e as soluções devem ser encontradas neste contexto, os portugueses não querem sair do euro. Mesmo a saída do euro envolverá um plano e um pacote financeiro não despiciente e além disso, gente com capacidade técnica e política para o fazer. Por último, já ando por aqui há uns anos e não me parece que a maior parte dos comentadores estejam condicionados e geralmente não nos insultamos.
GostarGostar
Parece-me que uma saída do euro deveria ser preparada com um plano a 10 ou 20 anos que implicasse uma reforma do Estado e uma redução da dívida do sector privado. De outra forma sair do euro pode ser o caminho para o desastre, tendo em conta as elites partidárias que temos.
GostarGostar
De acordo.
GostarGostar
manuel , tem toda a razao, raramente o nivel degenera. Mas quando temos “xicos espertos” que tiraram a semana de ferias para inundar os comentarios com lixo, muito desse do qual nada entendem… paciencia tem limite.
Quanto ao euro tem toda a razao , ja nos temos do ECU se sabia ao que iamos , tambem se sabia ao que iamos quando se entrou a entrada na CEE em 1986, mas nao foi isso que os impediu de cantar os amanhas e tripa forra xuxa. Ja na altura existiam varias vozes do contra que foram deitadas abaixo por todos os lados. Agora e tarde, compromissos foram assumidos e nao ha retrocesso possivel.
GostarGostar
Ninguém matou o sistema que fez a dívida.
Nem Passos.
A qualquer momento o monstro vai voltar a engordar.
GostarGostar
Finalmente que alguém toca na verdadeira ferida da economia do país, todavia sem apontar a verdadeira causa.
GostarGostar
Não muda isso sem mudar radicalmente o Ordenamento. E demoraremos décadas a corrigir os erros acumulados desde o final da década de 60.
Para já, nada foi feito.
Seria necessário:
– taxar a 100% as mais valias imobiliárias;
– centralizar o Planeamento;
– reduzir para metade o número de municípios e criar zonas urbanas com distritos urbanos nas principais cidades;
– reduzir os impostos sobre o arrendamento;
– punir novas licenças urbanas do ponto de vista fiscal, para matar a expansão urbana e promover a renovação;
– investimento público para deslocalizar serviços das periferias para os centros urbanos.
GostarGostar
Claro Luís, mas a classe política(cds,psd,ps,be,pcp) está instalada e mais depressa sai do euro que faz as reformas necessárias, as quais deviam começar por: reduzir o nº de deputados ao mínimo legal, um corte de subvenções aos partidos e passarem a pagar IMI, sim, alguns partidos são quase fundos imobiliários fechados.
GostarGostar
A corja rendeira já queria uma terceira coroa urbana em redor de Lisboa. Daí a pressão para o aeroporto na Ota ou em Alcochete. É o sonho de muitos construtores, autarcas das periferias e proprietários de terras dos arredores da capital. O país, ficaria obviamente muito mais pobre. O dinheiro necessário para a modernização do sector exportador seria desviado para mais cimento num país atolado com casas vazias.
GostarGostar
Nao esquecer que aqueles indicadores feitos para o ano de 2014 sao muito mas muito inferiores devido ao custo dos combustiveis ( o total de veiculos aumentou apenas marginalmente )
GostarGostar
Caro Luís, concordo consigo, o espalhamento urbano é um problema grave que nos torna extremamente dependentes de energia, afetando a economia
http://en.wikipedia.org/wiki/Urban_sprawl
Mas há coisas imediatas que podem ser feitas: impostos. Custa a muitos mas é inevitável, e se forem enquadrados num regime de neutralidade fiscal, para baixar o enormíssimo IRS por exemplo, ainda melhor. A Sonae e a EDO têm sede fiscal na Holanda, mas ter carro na Holanda é mesmo muito caro.
GostarGostar
Ter carro ate pode ser mais caro ( o imposto equivalente e apenas marginalmente mais caro ) , ja adquirir o dito veiculo e mais barato , e que disso nao existam duvidas , uma Volvo V40 que por ca se encontra em promocao por la custa 3k euros a menos em qualquer motrizacao a gasolina e menos 1k em Diesel ( ja para nao falar em acabamentos etc ). Deixe de invencoes, de vez em quando ate pode dar de caras com outros que passem por la uma semana por mes e saibam bem que o sistema de transportes nao e assim tao bom ( nem barato ) como o pinta.
GostarGostar
Pessoas Opressivas, Arrogantes, Puritanas que odeiam a Liberdade dos outros.
GostarGostar
Mais impostos?! Um trabalhador por conta de outrem paga 33% de impostos sobre o rendimento bruto, e por conta da sua produtividade o patrão paga mais 22%. Junta-se a isto IVA de 23% sobre o líquido, o IMI o IC, ISP, os esgotos, mais uma miríade de impostos, taxas e taxinhas (quando não há multas e coimas) a que se juntaram agora as taxas sobre cópia privada e a fiscalidade verde… Desculpe lá: mas porra ainda não chega de socialismo? Quer quantificar a fronteira entre direita e esquerda? Aqui fica a proposta: mais de 50% de impostos sobre rendimentos do trabalho só pode ser esquerda! e acima de 75% é roubo disfarçado de proteção mafiosa!
Quanto aos pópós alemães os políticos que tratem de dar o exemplo. Olhe comecemos pela Câmara de Lisboa, por ser a maior do país. Quais é que são os carros de serviço? Ainda me lembro do tempo em que a frota era de umas boas centenas de Lexus, e eu passava diariamente à porta da Câmara e nem dava para acreditar no que se via…
GostarGostar
@JM
Neutralidade fiscal não é mais impostos, é tirar de um lado para baixar no outro. O que é gritante, que poucos mencionam, é que Portugal tem neste momento os impostos sobre o trabalho dos mais altos que deve existir no mundo, mas imposto sobre combustíveis, automóveis ou derivados estão perfeitamente enquadrados na média da UE. Veja por exemplo que a portagem da ponte 25 de Abril paga (acho que ainda não mudou) 6% de IVA, o mesmo que o pão. Claro que todos queremos menos impostos, e eu também o quero, mas o Estado precisa de dinheiro (todos o sabemos), e o que um bom governante faz, em função da economia e recursos do país, é ajustar os variados impostos de forma a promover o crescimento, tal como um técnico de som que mexe num equalizador. Por isso não deturpe as minhas palavras, pois nunca defendi maior carga fiscal, defendi sim, reorientação fiscal.
@holonist
Não é totalmente verdade. E posso dar-lhe imensos exemplos, pois habito aqui há quase dois anos. Um morador de Amesterdão paga 500€ à autarquia para estacionar o seu carro na rua à porta de casa, em Lisboa paga 12€. Por aqui o IUC é ao peso e um simples Golf TDI por exemplo paga 1100€ por ano de IUC. Todos estes rácios são bem superiores aos rácios do poder de compra.
Mas as empresas têm um regime fiscal favorável e previsível a longo prazo e os trabalhadores pagam bem menos, em percentagem, que em Portugal. Até 1500€ por mês, um trabalhador na Holanda paga 2,3% de IRS, por exemplo. Na parcela entre 1500€ e 2600€ por mês paga cerca de 10% (valores 2010)
http://en.wikipedia.org/wiki/Income_tax_in_the_Netherlands
Os Holandeses souberam reorientar a sua carga fiscal, para baixar impostos sobre rendimentos pessoais, como trabalho, mas taxando (de forma indireta, pois ao abrigo da OMC não se podem bloquear certas importações) severamente automóveis. O próprio Medina Carreira, referiu há pouco tempo que uma das técnicas que usava enquanto ministro das Finanças, na altura em que Portugal controlava alfândegas, era limitar a importação mensal de veículos, colocando um teto máximo mensal.
@lucklucky
Adoro a Liberdade, é minha Magna Catedral, mas todavia parece-me que vai pela sua cabeça muita confusão sobre o que é liberdade, principalmente em economia de mercado-livre. Terei a liberdade de estacionar os meus quatro camiões TIR à sua porta, mesmo que o caro lucklucky habite na freguesia Castelo. Taxar o tabaco, é ir contra a liberdade dos fumadores? Os Holandeses são do povo mais liberal que conheço, até têm dois partidos com assento parlamentar que são explicitamente liberais, mas é o povo que anda mais de bicicleta e que mais taxa veículos. E tiveram de o fazer pois estão mesmo ao lado da Alemanha, e não têm indústria automóvel própria nem recursos petrolíferos endógenos.
GostarGostar
Caro João a expressão «reorientação fiscal» terá musicalidade e poesia, mas de substância económica tem zero.
Para manter isto no plano das ideias seria interessante que começasse por fazer uma coisa simples como eu fiz: marquei a fronteira entre direita e esquerda em 50% de carga fiscal sobre o rendimento do trabalho. Onde é que está a sua para saber se defende um aumento ou uma diminuição dos impostos?
GostarGostar
Caro JM, não leu o que escrevi. Na Holanda onde habito quem ganha até 1500€ por mês paga 2,3% de IRS, e até 2600€ paga-se 10%. Apesar de a carga fiscal total poder ter um certo valor definido em % do PIB (na Holanda não difere muito de Portugal), um estadista pode regular as diversas fiscalidades autónomas para um certo objetivo estratégico. Cumprimentos
GostarGostar
E não disseram que a dívida pública aumentou? Esse vai ser o indicador agitado pelas esquerdas e “engolida” pela maior parte da comunicação social.
GostarGostar
Saiu no boletim do banco de Portugal a dizer que em 2014 face a 2013, desceu a dívida das pessoas e das empresas e aumentou a do estado. Brilhante reforma do estado!
GostarGostar
Porra, nem me meto aqui, são só craques da economia.
Com tanta conversa…Só uma duvida: o valor do PIB aumentou ou desceu???
GostarGostar
Aumentou em 2014 qualquer coisa e já é superior a zero, exatamente não sabemos.
GostarGostar
manuel,
Se depois de acabarem com o SNS, o ensino publico ter desaparecido, a fome ter aumentado, o emprego ser um achado e o sarampo ter voltado, a despesa continua a subir, o que será preciso fazer para que a depesa baixe??? Continuar com esta politica parece-me que não.
GostarGostar
Aumentou
GostarGostar
Se aumentou e também acho que sim, porque teve o JoãoMiranda a necessidade de vir explicar o porque aumentou???
GostarGostar
O JM veio falar da balança comercial, que não é a mesma coisa que o PIB, apenas uma das suas componentes.
GostarGostar
Então afinal as contas de merceeiro do PIB já valem Bolota? Então as pessoas?
as pessoas… como sabe que não estão todas muito melhor?
GostarGostar
Vale pois, então não vale???Vale tudo até tirar olhos. Se as pessoas estão melhor??? Estão uma maravilha, tanto que até o Pires de Lima na falta de assunto se agarrou as taxas e taxinhas do Costa.
GostarGostar
Caro João Miranda, apenas para referir ainda que não foi a dupla Passos/Portas que nos trouxe o excedente comercial, foi tão-somente o facto de a venda de automóveis ter estado em mínimos históricos.
Não atribua factos notáveis (mesmo de forma subentendida) a quem não contribuiu em nada para os mesmos. Quem contribuiu para o bom comportamento da nossa balança comercial foram os consumidores.
GostarGostar
Porra , haja paciencia , primeiro a Ministra era uma sopeira seguidora de os “nazis” depois ja mandava no nazi chefe , agora a economia melhora porque as pessoas andam de bicicleta e abracaram a religiao verde ( ahaha…. ) e amanha quando algum indicador piorar ja a culpa e do Passos e do Portas … coerencia , nao existe?
GostarGostar
Se o doente se salva é “graças a Deus”, se morre é culpa do “f da p do médico !” 🙂
GostarGostar
Eu acho que o caro holonist confunde factos económicos com ideologia, e encara as coisas de forma tão apaixonada que não lê o que eu escrevo. Eu não falei do “melhoramento da economia”, limitei-me à epígrafe do tópico, ou seja, a balança comercial.
GostarGostar
O João desvaloriza a importancia do ajustamento na balança comercial e ignora a relação entre as politicas publicas e os ajustamentos nos comportamentos dos agentes economicos.
GostarGostar
Foram naturalmente os consumidores que consumiram menos bens importados. Não apenas automoveis.
Mas foram também, e em boa medida, os exportadores. As exportações veem aumentado desde ha ja varios anos.
E foram ainda outros empresarios que produziram internamente bens e serviços que substituiram importações.
Mas nada disto aconteceu ou acontece por acaso. As politicas publicas são déterminantes.
Do mesmo modo que no passado o despesismo publico favoreceu o desenvolvimento dos sectores de bens e serviços não transaccionaveis e virados para o mercado interno, descurando e agravando ao mesmo tempo as condições dos sectores transaccionaveis, exportadores e em concorrencia com importações, provocando e agravando deste modo os nossos déficits externos, também agora a politica de austeridade tem tido o efeito inverso.
GostarGostar
não tenho paciência para procurar os números mas o estado cortou fundamentalmente no investimento, no resto limitou-se a cortar em salários e pensões e aumentar impostos, para isto não é preciso governo, basta pôr em S. Bento um computador e imagine o que se poupava em viaturas, boys e estudos aos gabinetes dos advogados amigos. Nada foi feito para mudar a estrutura da economia e então de reforma de estado, nem sei que lhe diga, mas o cds/pp quer colocar esse assunto no próximo programa eleitoral! Só pode ser gozo.
GostarGostar
manuel,
Cortar no investimento publico, cortar vencimentos e pensões, aumentar impostos ?… Acha pouco ??!… Tendo nomeadamente em conta a Constituição e o TC que temos ?…
Não, não bastava “um computador” para fazer o que foi feito !…
Foi preciso aplicar um programa de assistencia em concertação e com a concordancia dos credores externos.
Foi preciso coragem politica para fazer uma politica de austeridade que é forçosamente impopular.
Foi preciso fazer o contrario do que fizeram os governos anteriores e do que desejavam todas as oposições e interesses corporativos estabelecidos.
A estrutura da economia não se muda por decreto administrativo. São os agentes economicos, as familias, as empresas, o proprio Estado, que ajustam os respectivos comportamentos e tomam decisões. E fazem-no em boa medida em resposta à situação existente, incluindo as politicas publicas da altura.
A verdade é que a estrutura da economia se alterou. Hoje as familias utilizam os seus rendimentos e consomem de modo diferente. As empresas ajustaram as suas estruturas e estratégias. Hoje há mais empresas a exportar mais e a contar menos com o mercado interno. Hoje o financiamento é mais dificil e, por isso, os agentes economicos recorrem ao crédito de modo mais criterioso. Numa primeira fase houve desinvestimento em certos sectores, o desemprego aumentou. Hoje o investimento retoma mas de modo diferente, o desemprego diminui.
Claro que a estrutura da economia poderia ter ajustado ainda mais. Se a austeridade tivesse sido ainda maior e mais duradoura no tempo, em particular aplicada com mais determinação ao Estado, como alguns defenderam e ainda defendem, a economia ter-se-ia restruturado ainda mais rapidamente e profundamente. Falta ainda muito. Mas a direcção é boa e alguma coisa foi feita. Parar ou voltar para tras seria um enorme erro !
GostarGostar
Caro Fernando, concordo com o que diz; mas em 2012 importaram-se aproximadamente menos 300 mil carros que em 2000. Contas por alto se o Estado recolher em média 40% do valor do carro, cerca de 60% é para o exterior. Se considerar o carro médio que custe 30 mil euros, feitas as contas é uma diferença anual de 54 mm€, cerca de 1/3 do PIB.
Obviamente que se cortaram salários e pensões, as pessoas pensam duas vezes antes de se endividar para comprar um “bem duradouro” que ao fim de 5 anos já vale metade do valor inicial. Nesse aspeto, as políticas de austeridade contribuíram, positivamente no meu entender, para refriar alguns ânimos consumistas.
GostarGostar
Caro João, não o pretendo ofender mas os seus comentários revelam, e vou ser um bom cristão, uma enorme imaturidade… Eu gostava muito de ir de bicicleta para o emprego mas ainda não arranjei um à porta de casa, ou dinheiro para uma casa à porta do emprego. E tenho a suspeita que as pessoas que têm um carro com anos a mais para circularem Lisboa, só não têm um igual ao do António Costa, porque não é o erário público que lhes vai pagar…
GostarGostar
Caro José, mas quem falou de bicicleta? Que raio, a insistência nessa dicotomia carro/bicicleta! Eu sempre que vou a Portugal nunca ando de bicicleta. Há dezenas de meios de transporte entre dois pontos A e B no território nacional. Até 1km, por exemplo, o ideal é mesmo a pé. Essa forma unicéfala de analisar os meios de transporte é reflexo cultural das sociedades centradas no automóvel. Sobre essas medidas do Costa já escrevi em sede própria: http://forum.mubi.pt/t/lisboa-para-respirar-carros-novos/473
GostarGostar
pimentel isso é mesmo conversa de menino de cidade que nunca viveu fora das zonas urbanas e nunca teve responsabilidades familiares .
A sua ignorância só tem paralelo com o tamanho da sua arrogância. E assim se deteta todos os individuos com tiques totalitaristas .
GostarGostar
@MG
tipo o meu amigo Marcelino, católico super devoto, seis filhos, pagador de impostos e que só anda…. de bicicleta
http://p3.publico.pt/vicios/em-transito/10968/sexta-de-bicicleta-de-joao-marcelino
porque todos os outros só podem mesmo ser anarcas bloquistas
GostarGostar
Caro João, pelo que percebi deve estar a confundir a mobilidade em Portugal com a mobilidade na Holanda. Imagine que mora em Barcarena, concelho de Oeiras, distrito de Lisboa. Se se der ao trabalho de ir ao google para perceber como é que pode chegar a Barcarena a partir de outro ponto em Lisboa, vai verificar que terá de perder umas horitas em transportes por dia para chegar e para sair de casa. E quem diz Barcarena diz dezenas de outros locais em Lisboa e concelhos limítrofes… Agora imagine que tem crianças com idades diferentes, e não ganha para ter um mordomo ou uma empregada interna , e tem mesmo de ser o João e a sua mulher a tratarem dos assuntos todos lá em casa. Esqueça os carros, não tem razão nenhuma, é quase uma questão de sobrevivência para esta família! Sugiro-lhe que em vez disso pergunte porque raio de carga de água um país de 10.000.000 de habitantes precisa de 60.000 políticos no activo! Aproveite e compare com a Holanda, e ainda não entrei no número de funcionários camarários por 100.000 habitantes… ou por que motivo não há uma administração comum para todos os transportes públicos da região de Lisboa, ou por que carga de água os carros dos autarcas não têm uma limitação de velocidade a 120 km/h (até poupavam combustível), e neste último exemplo informe-se e veja lá o que aconteceu à Ministra da Administração Interna que alterou os limites de velocidade aí na Holanda… Repare ainda que relativamente ao consumo de combustíveis o grande beneficiado com isso é o Estado Português através do ISP e do IVA e se tem dúvidas verifique o mapa dos OEs.
GostarGostar
Eu percebo o que diz José, e neste ponto evoca-se o que o Luís já tem referido várias vezes, ou seja, o espalhamento urbano e o ordenamento do território. Como digo, cada um é totalmente livre de escolher os seus meios de transporte em função das suas livres ecolhas e necessidades, mas o Estado deve taxar em conformidade, consoante as externalidades e os impactos na economia. É isso que faz um Estadista. Tudo o resto, é debate pessoalizado, que sem querer ofender, não nos ajuda a compreender a imagem geral. É como quando os economistas altertavam há anos que “o país andava a viver acima das possbilidades”, na medida que tinhamos défice externo, e todavia havia sempre gente a viver na extrema pobreza.
De lhe referir ainda que o saldo financeiro entre o automobilista contribuinte e o Estado, é favorável ao automobilista em cerca de 13€ por mês. Todas as contas aqui: http://www.veraveritas.eu/2014/02/saldo-automobilista-estado.html
Cumprimentos
GostarGostar
Olá João, prometo olhar ainda mais atentamente, mas logo nos primeiros 35€ tem um problema. Desafio-o a indicar-me como é que posso fazer a experiência de colocar ar numa caixa e numa outra – exactamente igual – ao lado, por ar mais uns ppm’s de CO2. Ponha uma luz ao meio das duas, marque as condições: (a) iniciais e (b) de fronteira iguais, e diga lá quanto tempo é que vamos ter de esperar para ver a temperatura no interior da segunda caixa ficar superior à do interior da primeira. Mostre lá o esquema que tenho de montar no laboratório para demonstrar isto. É que nestas coisas eu sou como o cirurgião que afirmava que acreditava na alma no dia em que a visse na ponta do bisturi. Plantar números arbitrariamente numa demonstração só serve em demonstrações de Fé, não serve em demonstrações de ciência, onde se situam a transmissão de calor, a termodinâmica e a mecânica de fluidos. E a Fé é a que cada um quiser ter.
Saudações
GostarGostar
As minhas noções de Química estão esquecidas mas CO2 está já no ar numa proporção de ~0.039%. Os números estão aí e confesso que não vejo onde se encontra a fé, na tabela apresentada. Mas sim é verdade, a Ciência não é neutra; mas assenta em factos e critérios objetivos, que não vejo onde falharam na referida tabela. Usar metáforas físico-químicas para atacar o método analítico usado, sem especificar onde se encontra o erro analítico, não me parece ser uma crítica construtiva.
GostarGostar
A Fé refere-se ao efeito de estufa. O que eu lhe referi em cima é uma maneira extremamente simples de provar que tal coisa existe mesmo. O que o João fez foi arbitrariamente atribuir um valor a algo que só tem sentido por razões de Fé, e nessa base até podia atribuir à parcela não um valor de 35€/veículo, mas 350€/veículo, ou até 3.500€/veículo…
Mas o pior no seu raciocínio até nem está aqui. A tabela ignora por completo os benefícios para o Estado que advêm de uma economia que só pode existir porque há transportes, ou o bem estar que a sociedade disfruta por existirem carros. Deixo-lhe só esta pergunta, até para não abusar do espaço no blog: se ponderou nas suas contas essa coisa esotérica do aquecimento global, quanto é que vale em receitas para o Estado a distribuição de alimentos e medicamentos? Zero?…
GostarGostar
Caro José, congratulo-o por ter respondido com matéria substantiva. Esse valor a que se refere, não diz respeito a CO2, mas a todas as externalidades negativas do setor dos transportes alocadas ao automóvel, e não sou eu que o refiro, é a universidade de Delft, que é a grande referência na Europa nos transportes e cujo relatório, aponta para os valores das externalidades que menciono no artigo. Peço-lhe encarecidamente que leia o artigo na totalidade, pois parece que não o fez. Ter “benefícios” não implica “externalidades positivas”; pagar impostos traz benefícios à sociedade mas não externalidades positivas, pois todas as atividades económicas legais em princípio pagam impostos. O automóvel não tem externalidades positivas e tem aqui uma excelente explicação porquê, do economista Miguel Carvalho, especialista em transportes. Mais uma correção, transportes é diferente de automóvel, sendo que o segundo é um subconjunto do primeiro. Essa confusão recorrente é um reflexo de sociedades altamente dependentes e centradas no automóvel.
Cumprimentos
GostarGostar
Diagnóstico: auto compulsivo
GostarGostar
Claro que foram os consumidores, (des)incentivados pela política do Gaspar que restringiu – e bem – a procura interna e reforçou os sectores transacionáveis que tiveram de se virar para o exterior.
GostarGostar
A cada comentador descobre-se um Totalitário que quer mover população de suas casas, impedi-los de comprar coisas alemãs, controlar onde gastam o seu dinheiro.
O Delírio do Burocrata que desenha o País para si próprio.
GostarGostar
Eu não quero mover ninguém. Expliquei-me mal e não compreendeu as minhas ideias.
O que defendo é outro modelo urbano que mate o actual modelo, esse sim totalitário.
GostarGostar
Com outro modelo as populações mover-se-iam espontaneamente ao longo das próximas décadas.
GostarGostar
Nem mais.
GostarGostar
A minha “nem mais” é para o lucklucky, concordo a 100% com a opinião dele
GostarGostar
Porque é que quer impedir as pessoas de viverem onde querem?
Você não sabe, nem tem maneira de saber a tecnologia das próximas décadas. Isso são tudo castelos políticos construídos no ar.
Quem previu o fracking/shale oil e que o petróleo descesse para 60$ o barril? ninguém. Quem sabe como o mundo será daqui a 20 anos? ninguém.
Pelo contrário todos os jornalistas nos mostraram sem reservas a sua ideologia contra o petróleo.
Por isso os jornais mais uma vez estiveram errados. Como estão quase sempre.
Por isso cada vez menos as pessoas os compram.
GostarGostar
Não se trata de impedir cada um de construir a sua casa onde bem entender.
Defendo isso e até o fim do IMI.
Trata-se sim de mudar o modelo urbano. Quem decide onde se urbaniza. Como se urbaniza. É aqui que está parte da dívida, e boa parte da corrupção ou do tráfico de influências.
GostarGostar
Sem IMI as câmaras tinham de fechar portas. Como substituías esta receita?
GostarGostar
Há um número excessivo de câmaras.
Há um excesso de funcionários públicos no poder local.
Há gastos desnecessários à vista de todos.
Por outras palavras, há muito por onde poupar.
O IMI é um imposto imoral.
GostarGostar
Caro Manuel,
há uns anos havia uma grande discrepância entre o número de funcionários públicos do poder local no Sul por mil hab. e o número de FPs do poder local por mil hab. no Norte.
Isto diz muita coisa…
GostarGostar
Sendo esse número superior no Sul do país.
GostarGostar
Claro que sim Luís, a câmara do Porto por exemplo tem 4 vezes menos funcionários por habitante que a congénere de Lisboa. É verdade que Lisboa é a capital, mas a diferença é injustificável. As cidades precisam de ficar mais compactas, é preciso reocupar os centros urbanos, muitos ao abandono.
GostarGostar
Caro lucklucky, cada um deve ter a liberdade de fazer o que quiser e de escolher que meios de transporte adotar e de habitar onde quiser, aliás é um direito constitucional cosagrado que prezo muito. O Estado todavia taxa em conformidade. Se eu tiver um café e vender cerveja, o caro lucklucky também tem a liberdade enquanto cliente de comprar toda a cerveja que eu tiver em stock, ou mesmo quem sabe todo o café; só espero que não espere que as coisas lhe sejam dadas, para que a sua liberdade não seja posta em causa.
GostarGostar
Luís: eu sei da discrepância entre as câmaras do sul e norte, mas esse pseudoemprego funciona como amortecedor social. Eu sou a favor de reformas com as pessoas, devemos começar pelas estruturas e ir acomodando as pessoas e tendo um plano a uns 10 anos, por isso, ou os partidos têm de entender. Mas como? Se eles estão instalados na mamadeira!
GostarGostar
Essas pessoas que estão nas autarquias deveriam estar num sector privado que para já não existe, mas existiu, e desapareceu com o PREC e as políticas das últimas décadas. Terá de ser, como diz, um plano a 10 ou 20 anos.
A nível local há muitos produtos que poderíamos dar a conhecer ao mundo e exportar.
Poderia estar um dia a dar ideias.
GostarGostar
Devem lá ter muitos contabilistas daqueles que fazem engenharias financeiras para tapar os olhos ao ZÉ POVINHO|||
GostarGostar
E para concluir, fala-se que o crescimento será a salvação do país, então vamos a isso:
http://www.veraveritas.eu/2015/02/economic-growth-and-automobile-in-europe.html
GostarGostar