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Extraordinário não é?

6 Março, 2015

Ontem teve lugar uma acção de “solidariedade com a revolução bolivariana da Venezuela num evento que encheu o salão da Casa do Alentejo, em Lisboa”. No discurso que proferiu durante a cerimónia “Ilda Figueiredo, presidente do Conselho Português para a Paz e Cooperação, que organizou o evento juntamente com a CGTP-IN e a Associação de Amizade Portugal-Cuba” perguntou “Porque é que continuam a pôr em causa a escolha do povo venezuelano?”

Ao certo “ pôr em causa a escolha do povo venezuelano?” quer dizer o quê? Mestres em pôr em causa tudo  etodos os comunistas não toleram sequer a manifestação de divergências quando se trata dos seus. Era assim em 1917 e é assim agora.

 

18 comentários leave one →
  1. Castrol's avatar
    Castrol permalink
    6 Março, 2015 09:13

    Ilda Figueiredo e outros que tais não passam de parasitas, que sempre viveram lautamente à custa do Estado, sem nunca darem nada em troca.

    De vez em quando estrebucham, para não caírem no esquecimento e poderem continuar agarrados à teta.

    É a vida…

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  2. balde-de-cal's avatar
    balde-de-cal permalink
    6 Março, 2015 09:56

    ficaram ‘inutilizados’ depois da implosão da urss que lenine haja

    palavreado roto

    o inimigo do rectângulo é o socialismo do ps
    ‘todos no gamanço’

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  3. insider's avatar
    insider permalink
    6 Março, 2015 10:17

    por falar em pôr em causa:
    O ministro alemão das Finanças disse hoje que lamenta que os gregos tenham escolhido um Governo que se comporta de forma irresponsável. É a mais recente provocação da Alemanha à Grécia…

    e não se pode comparar a “audiência” na casa do alentejo com a do alemão.

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  4. ze luis's avatar
    6 Março, 2015 11:15

    Realmente, há gente muito idiota.

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  5. anónimo's avatar
    anónimo permalink
    6 Março, 2015 11:17

    A face do fascismo vermelho na casa do Alentejo.

    Onde está o bolotas para vir agora dar lições de moral sobre a liberdade e a felicidade dos povos ?

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  6. fado alexandrino's avatar
    6 Março, 2015 12:38

    Há aqui dois pormenores, a saber o teatral e a prova de vida.
    Ilda Figueiredo, o Conselho Português para a Paz e Cooperação, a CGTP-IN e a Associação de Amizade Portugal-Cuba, são na realidade derivados do PCP.
    E este é especialista em criar penduricalhos (vejam as comissões de utentes que são às centenas) para demonstrar que está vivo.
    A Casa do Alentejo uma joia patrimonial precisava era que a restaurassem e não que a emporcalhassem.

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  7. Carlos Dias's avatar
    Carlos Dias permalink
    6 Março, 2015 14:39

    Acho que a escolha do povo venezuelano não aquece nem arrefece à população portuguesa (que vive em Portugal).
    Por mim até acho piada, no entanto tenho pena por aqueles que são reprimidos violentamente pela milicia de choque do governo.
    Quanto ao Chavez e Maduro nada a dizer, excepto que eles praticaram a política do Sócrates:
    Cá a aposta foi no betão e nos empréstimos, lá a aposta foi no petróleo – atacaram a indústria e o comércio até a destruir, pensando que a mama do petróleo era suficiente.
    Qualquer dia também dizem que Portugal está a tentar derrubar o maduro.
    Ó Ilda dedica-te à pesca ou vai para a Venezuela ajudar o El Maduro a bater na oposição.

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  8. lucklucky's avatar
    lucklucky permalink
    6 Março, 2015 21:35

    Ilda Figueiredo é uma Marxista típica. Abriu a porta para a opressão, não tolera a diferença.

    “Porque é que continuam a pôr em causa a escolha do povo português no PSD+CDS?”

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  9. Filipe's avatar
    Filipe permalink
    7 Março, 2015 00:33

    Os EUA e a Europa a negociar um tratado, vocês são mais burros que eu, ou o burro sou eu?

    A paridade foi negociada, o volume monetário, idem, quem foi o gajo que aguentou esta treta da UE? Foi o Ministro das Finanças Alemão que sabe mais a dormir que os cerebros dos outros acordados.

    Cambada de otários que discutem o tamanho da pila, e não olham para o que interessa, a vida futura e a globalização.

    Fodass, abram os olhos!

    Ler mais: http://expresso.sapo.pt/prioridades-que-nao-estamos-a-discutir=f913950#ixzz3Teh21EGk

    E sim, postei isso no Espesso.

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  10. ricardo's avatar
    ricardo permalink
    7 Março, 2015 13:51

    Porque é que continuam a pôr em causa a escolha do povo português? – pergunto eu à camarada

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  11. O castendo's avatar
    9 Março, 2015 16:38

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    Cara Helena Matos;

    Creio que a Ilda Figueiredo se referia a isto:

    1. Jimmy Carter classificou o sistema eleitoral venezuelano como o melhor dos 98 que tinha observado por todo o mundo.

    2. Em 14 anos de Revolução realizaram-se 19 atos eleitorais, 18 ganhos pelo movimento bolivariano.

    3. Os factos mostram que nunca como antes ocorreram na Venezuela actos eleitorais que procuraram, permanentemente, legitimar nas urnas as opções seguidas:

    6 de dezembro de 1998 – Hugo Chávez vence as presidenciais.

    25 de Abril de 1999 – Venezuelanos aprovam a convocação de uma nova Assembleia Constituinte.

    15 de Dezembro de 1999 – É aprovada a nova Constituição Bolivariana.

    30 de Julho de 2000 – Hugo Chávez é reeleito para a presidência e os bolivarianos obtêm a maioria dos deputados no parlamento e importantes posições em regiões e municípios.

    3 de Dezembro de 2000 – Consulta popular sobre a renovação dos dirigentes sindicais nas estruturas representativas dos trabalhadores.

    15 de Agosto de 2004 – Hugo Chávez vence referendo revogatório do seu mandato, convocado por iniciativa da oposição que havia falhado em destituí-lo através de um golpe de Estado, em 2002, e através de uma paralisação patronal, em 2003.

    31 de Outubro 2004 – Bolivarianos vencem regionais em 20 estados.

    7 de Agosto de 2005 – Bolivarianos vencem autárquicas no país.

    4 de Dezembro de 2005 – Bolivarianos triunfam nas legislativas, às quais a oposição não compareceu.

    3 de Dezembro de 2006 – Hugo Chávez é reconduzido na presidência por larga maioria.

    2 de Dezembro de 2007 – Reformas constitucionais propostas pelos bolivarianos são rejeitadas nas urnas.

    23 de Novembro de 2008 – PSUV elege 18 governadores e vence 80 por cento dos municípios.

    15 de Fevereiro de 2009 – Venezuelanos aprovam em referendo o fim da limitação dos mandatos de representação popular, proposto pelos bolivarianos.

    26 de Fevereiro de 2010 – Aliança PSUV-PCV obtém maioria dos deputados no parlamento.

    7 de Outubro de 2012 – Hugo Chavez vence as presidenciais com 54,44% dos votos.(em 1998 obteve aproximadamente três milhões e 700 mil votos; em 2012 o total de votos que lhe foram confiados superou os oito milhões.)

    14 de Abril de 2013 – Nicolás Maduro vence as presidenciais.

    Dezembro de 2013 – Eleições municipais os bolivarianos venceram em mais de 250 municípios, contra 74 ganhos pela opositora Mesa de Unidade Nacional (MUD)

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  12. castendo's avatar
    castendo permalink
    9 Março, 2015 16:40

    Cara Helena Matos;

    Creio que a Ilda Figueiredo se referia a isto:

    1. Jimmy Carter classificou o sistema eleitoral venezuelano como o melhor dos 98 que tinha observado por todo o mundo.

    2. Em 14 anos de Revolução realizaram-se 19 atos eleitorais, 18 ganhos pelo movimento bolivariano.

    3. Os factos mostram que nunca como antes ocorreram na Venezuela actos eleitorais que procuraram, permanentemente, legitimar nas urnas as opções seguidas:

    6 de dezembro de 1998 – Hugo Chávez vence as presidenciais.

    25 de Abril de 1999 – Venezuelanos aprovam a convocação de uma nova Assembleia Constituinte.

    15 de Dezembro de 1999 – É aprovada a nova Constituição Bolivariana.

    30 de Julho de 2000 – Hugo Chávez é reeleito para a presidência e os bolivarianos obtêm a maioria dos deputados no parlamento e importantes posições em regiões e municípios.

    3 de Dezembro de 2000 – Consulta popular sobre a renovação dos dirigentes sindicais nas estruturas representativas dos trabalhadores.

    15 de Agosto de 2004 – Hugo Chávez vence referendo revogatório do seu mandato, convocado por iniciativa da oposição que havia falhado em destituí-lo através de um golpe de Estado, em 2002, e através de uma paralisação patronal, em 2003.

    31 de Outubro 2004 – Bolivarianos vencem regionais em 20 estados.

    7 de Agosto de 2005 – Bolivarianos vencem autárquicas no país.

    4 de Dezembro de 2005 – Bolivarianos triunfam nas legislativas, às quais a oposição não compareceu.

    3 de Dezembro de 2006 – Hugo Chávez é reconduzido na presidência por larga maioria.

    2 de Dezembro de 2007 – Reformas constitucionais propostas pelos bolivarianos são rejeitadas nas urnas.

    23 de Novembro de 2008 – PSUV elege 18 governadores e vence 80 por cento dos municípios.

    15 de Fevereiro de 2009 – Venezuelanos aprovam em referendo o fim da limitação dos mandatos de representação popular, proposto pelos bolivarianos.

    26 de Fevereiro de 2010 – Aliança PSUV-PCV obtém maioria dos deputados no parlamento.

    7 de Outubro de 2012 – Hugo Chavez vence as presidenciais com 54,44% dos votos.(em 1998 obteve aproximadamente três milhões e 700 mil votos; em 2012 o total de votos que lhe foram confiados superou os oito milhões.)

    14 de Abril de 2013 – Nicolás Maduro vence as presidenciais.

    Dezembro de 2013 – Eleições municipais os bolivarianos venceram em mais de 250 municípios, contra 74 ganhos pela opositora Mesa de Unidade Nacional (MUD)

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    • Fontinha's avatar
      Fontinha permalink
      11 Março, 2015 02:33

      Então não se podem queixar. A culpa da Venezuela estar em banca rota, as prateleiras dos supermercados vazias, e nem haver papel higiénico, é mesmo deles.

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  13. Rui C's avatar
    Rui C permalink
    10 Março, 2015 23:10

    A face do fascismo vermelho não, a face do comunismo vermelho queria dizer…

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  14. Rui C's avatar
    Rui C permalink
    10 Março, 2015 23:25

    O plantador de amendoins já viu tantas eleições que ficou baralhado. Nas próximas, se houver, o povo vai a correr votar no médium Maduro. O que os Venezuelanos mais apreciam são as prateleiras vazias dos super mercados, entre outras maravilhas do comunismo, que sustentado pelo petróleo perdeu agora metade das rendas, ou seja faliu de vez.

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