Teroria da relatividade
17 Março, 2015
Insultar um jornalista do Correio da Manhã não é o mesmo que insultar um jornalista do Expresso.
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Insultar um jornalista do Correio da Manhã não é o mesmo que insultar um jornalista do Expresso.
Não gostei de ver o advogado Araújo mandar a jornalista tomar banho porque na opinião dele cheirava mal. Mas pela nula reacção que a classe dos jornalistas teve em relação ao resto das declarações do causídico em causa, estou quase tentado a dar-lhe razão nos epítetos que ele lançou aos jornalistas em geral: “gajada que mete nojo” e “cãozuada”.
Uma classe que se põe assim de cócoras perante um tipo como o licenciado em direito João Araújo, não merece melhor.
Um bom exemplo disso, foi a entrevista que o Carvalho da TVI fez ontem ao Araújo: enquanto este com o seu típico ar seboso repetia o que tinha dito à Laranjo, o Zé Alberto ria-se. Uma tristeza…
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Pela mesma razão que insultar um ladrão não é a mesma coisa que insultar o presidente da répública
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Vamos comparar dois jornais, o Cm e o Espesso.
Comentário avulso.
“Vi a capa do Correio da Manhã. Se, há uns tempos, ainda entrava no site dessa merda de jornal, ultimamente é raro passar da capa. Porque me enoja. Uns dias mais do que outros. Ainda assim, ainda esperando sempre o pior desse vómito de pasquim, hoje não pude deixar de ficar em choque. Nem do esgoto que é aquele aspirante a tablóide eu esperava tanto… Olhando para a capa daquela regurgitação em papel senti tanta raiva, tanto ódio, que me apeteceu entrar naquela redacção e rebentar com aquela merda toda. Só se perdiam as que caíssem ao chão… Adorava fazer um boicote, mas não tenho como. Não compro aquilo, já quase não lhes visito o site e salto o canal que este esterco tem na televisão. Mas gostava, gostava muito, que as pessoas deixassem de comprar aquilo”.
O meu comentário sobre o espesso:
Os jornalistas do espesso são exemplo da lealdade à profissão elegida, contribuindo para o seu prestígio e boa fama; exibem preparação adequada para o desempenho do ofício e mostram competência e honestidade tendo presente em todos os casos a dignidade humana; a realização das suas prestações são invariavelmente em favor do bem comum e ao serviço da sociedade; mostram constante aperfeiçoamento do próprio saber, têm em conta que a lealdade é um princípio razoável da sua própria consciência, apesar de possíveis circunstâncias contrárias ou contraditórias.
O seu esforço constante por servir os demais, conservando plenamente, ao mesmo tempo, a sua liberdade pessoal é notório e muito apreciado em bilderberg.
Parece haver um partido em dificuldade para escolher um candidato à pr.
Depois desta humilda apreciação dum jornal tão influente e merecedor de encómios peço para não se lembrarem de mim. Não sou assim tão sacana e nunca fiz mal a ninguém.
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Do CM, só gosto daquele pequenino anuncio:
“Procópio, gosta de “insulto”… ao natural”….
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Bom exercício de ironia…
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A jornalista do CM permitindo-se fazer perguntas sobre um animal (político) que sempre tratou com polidez quem quer que seja (que lhe lamba os pés), está a desprestigiar essa ilustríssima classe de jornalistas que sempre se dedicaram a viajar (literalmente e figurativamente) com o poder.
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Quando o 44 mandava, os bancos apalpavam-se, os sacanas curvavam-se, os jornalistas incómodos lixavam-se e os jornais incómodos encolhiam-se. Ai que saudades!
Já não há homens como o 44, dizem de salto alto, lá para as bandas da tvi
Não consta que as direcções de informação, colegas, Sindicato de Jornalistas, ERC – Entidade Reguladora para a Comunicação Social, Ordem dos Advogados reagissem ao bruto comportamento de um mal licenciado em resposta à profissional que o interrogava.
Aceitarem calados como normalidade o despautério e a selvajaria hoje, é caminhar para a barbárie de amanhã.
Depois não se queixem.
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Bem visto dona Helena, na perspectiva de espaço e tempo.
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Falando no tema, aqui vai o fado:
“O tempo com que conto e não dispenso,
não limita o espaço do que sou,
daí o aparente contrassenso,
de continuar a onde estou!”
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De facto, o CM é um “pasquim” já desde o tempo do bandalho socas… O espesso é um órgao de cu-municação axuxalhado, mas não assumido. Arma-se em isento. Faz lembrar aqueles maricas que casam porque parece bem. E lá fazem um “sacrifício” de vez em quando… No espesso é quando, por exemplo, o pretinho se descai com alguma bacorada que alguns começam a divulgar e o espesso também tem que noticiar…
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Não interessa para o caso, mas pode representar qualquer coisa.
Ambos são lideres incontestados no seu segmento.
Portanto são muitos aqueles que querem aqueles produtos.
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Tempestade num copo de àgua: é advoguês de barra de tribunal de legislês. Se há vestais indignadas apemas ingénuos que nunca ouviram uma sla de audiencias. Uma por eemplo, a ré minhota que inciaiva sempre o depoimento com ‘caralha, caralha, caralha”. Há um advogado lá dos lado de Caminha que pode confirmar. É a vida. Mas tanta virgem …. é ‘desmasiado’. Nos essenciais quem tem duvidas começou a acreditar que de facto o que se passa com Socrates é um caso sério, está entalado até aos ossos …. Refleos partidários em eleições para outros … pois.
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Mas por falar em ‘É a Lei’, advoguês e legislalês, um copy and past traduzido duns malucos que ‘andem por aí’ (apenas transcrevo, não opino, deio para as òlites):
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“Numa sociedade estatizada, as leis são uma coleção de opiniões escritas por fantasistas que ou querem ganhar popularidade ou assassinar os seus adversários ou inventar novidades nos costumes. A implicação da frase ‘É a Lei’ é que é necessária e apropriada em vez de ilogica e imoral. Também implica que é uma coisa qualquer sacrossanta e imutavel o que é claramente falso +orque os fantasistas alteram frequentementre as suas proprias leis. Rotineiramente são os os primeiros ou unicos a não cumprir as leis que criam para os outros que com violencia obrigam a cumprir”
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É só ver o que segundo dizem os e as ‘entendidas’ se passa com socrates, gatos, coelhos e demais zoologia quiçá até num imenso jardim zoologico a que chamam país como os outros tantos países.
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Mas essa de mandar bocas sobre o habitual de barra de tribunal criminal dura não lembra ao diabo. É o linguajar normal como o proprio jornalês também tem um proprio para dar embalar o bébé.
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Nada contra nem a favor, a rapaziada anda assanhada e muita infetada, não vale a pena aturá-los, deiai-os poisar, eles amançam com o tempo. O normal.
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Agora que o Spocrates está bem entalado, bem ou mal, lá isso é verdade. O ironico é que está preso nos tribunais e prisões que inaugurou, com as leis que aprovou etc etc. É azar …… ou im ganda nabo convencido. Não sei,, é lá com eles e com os gajos a quem aumentou vencimentos,contratos etc etc que criou odios e invejas noutros etc. Amanhem-se uns com os outros, a populaçã está-se nas tintas, farta de operas, ballets, acobracias, malabirismos e coisa e tal e tal e coisa.
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Que as proximas eleições e as logo a seguir vão ser um funeral com direito a imensas choradoras profissionais lá isso vai. Quem ganha ´o enigma, está caladissimo. É mau. Mas é o que é, o que estão a parir.
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Jornalismo da Impresa, é assim como o de hoje no Jornal da Noite da SIC, a notícia do Tribunal da Relação que mantém o 44 em prisão preventiva, apareceu aos 20 e tal minutos e grande parte do tempo que lhe foi dedicado, pouco deve ter passado de um minuto, ainda foi a divulgar um site de apoio ao 44 de Évora.
O Teixeirinha por vontade dele até a escondia, para a SIC os fortes indícios dos crimes praticados ainda devem ser só uma invenção do Juiz Carlos Alexandre. A direcção de informação da SIC deve estar desolada, o 44 não vai sair tão depressa como eles queriam.
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http://observador.pt/2015/03/17/hino-de-apoio-a-socrates-faz-furor-no-youtube/
Para consolo do teixeirinha.
É a altura de ir à festa.
Évora é sempre bom de visitar.
Levem o marocas às costas.
Agora um pormenor.
O teixeirinha tem um dono, o tio balsas.
O tio balsas foi o primeiro a saber do destino do 44.
Pelos vistos não disse nada ao teixeirinha, ou disse, e ele manhoso pensa que ainda tem mais uma audiênciasinhas até à Páscoa.
Em 2014 no Marriot Hotel de COPENHAGEN o destino foi traçado.
No Interalpen-Hotel no Tyrol, em Junho, já ninguém vai falar mais nisso. Tudo passa.
Gozou, atrapalhou-se, deu pipas de massa a ganhar.
A merkel era toda abraços, o sarkozy, hi, hi. Quem diria!
Em suma, foi usado, usou-nos, usaram-nos. Quase nos liquidaram.
Na europa rançosa dos grandes poderes, nem no verbo usar cabe tamanha ignomínia.
E por enquanto só um está lá dentro.
É caso para dizer que está inocente.
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Não leio um nem outro jornal. O correio da manhã só mesmo no café. O expresso de vez em quando, aquele monte de papel dá muito jeito para por no sítio onde o meu cão alivia a bexiga.
Dito isto, a maioria que escreve é jornalista? O cm são histórias de facadas, mais uma página ou duas de política ao modo deles. E o expresso? Aquele corpo de bailado de avençados que todas as semanas dá opinião? E as notícias sem fonte? Retirem dos jornais o que vem da Lusa e vejam quanto fica.
Aquela mulher de roda do advogado foi só mais um caso. Só se livra deles quem tem guarda-costas. Quer outro exemplo? A TVI com as mortes das suas estrelas de telenovelas.
E são tao decentes os nossos profissionais da comunicação que é vê-los como abutres à espera das desgraças. Quer exemplos? A morte de Diana, o tsunami na Ásia, essa coisa boa que são os incêndios, isso sim, mostrar a aflição das pessoas. Estes são os magalas, o pessoal de baixo a esgadanhar-se por um naco de notícia e de pão. E os outros? Os intriguista da coluna diária ou semanal ou do programa num canal qualquer? Estes não andam a correr atrás de advogados. Mas são melhores?
Se quer que lhe diga, a prudência convida a afastar essa gente toda da nossa proximidade. Nunca se sabe se não se leva uma facada – nem que seja na secção local. A alternativa é ter dinheiro para lhes pagar almoços, sobretudo com muito vinho, ou viagens aqui e ali. Fica caro e nem todos podem. Mas lá que amansam amansam. Resumindo: longe deles!
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Por que é que no título do post está TERORIA e não TEORIA?
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Os putos da Casa Pia
Tiveram ferro espetado,
A vida é uma alegria
Quando se está escudado,
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…pela mesma razão que um comentário de um jornalista do CM não tem o mesmo valor que um comentário do Miguel Sousa Tavares. É que este tem opiniões definitivas sobre todos os assuntos. Um verdadeiro especialista-generalista! Por isso toda a gente acredita que o Ricardo Salgado é o melhor banqueiro português!
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Já sabíamos que havia jornalistas parciais, ao serviço de certos partidos políticos.
Ficamos agora a saber que há jornalistas de 1ª e de 2ª, sendo os vermelhos e rosa os de primeira, como não podia deixar de ser…
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Um jornalista do correio da manha nunca se deixa insultar; ele próprio trata disso quando se levanta todos os dias para ir vender trabalho nessa esterqueira.
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