«Soy el negro del negro»
27 Março, 2015
O episódio do dia pode servir para que se investigue mais a figura fascinante do ghost writer. Muita gente recorreu a eles e é livre de o fazer (outra coisa é apresentar como sua uma tese que não escreveu) O escritor fantasma, o negro… são eles mesmos figuras literárias. Há anos num artigo sobre Camilo José Cela encontrei esta história que hoje finalmente tenho um pretexto para contar: A Alejandro Dumas se le murió el negro, y estaba desesperado. Pero llegó a su casa un sujeto desconocido con el siguiente capítulo del folletón. «¿Y usted, quién es?», preguntó Dumas. «Soy el negro del negro».
12 comentários
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e quem terão sido os negros do dr. soares que publicou inúmeros livros…
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O “querido líder” do PS parece ser já e sem dúvidas um caso patológico da psiquiatria, tanto para o próprio como para a manada que o segue. Possivelmente, à luz da inúmeras notícias que têm sido publicadas, podemos estar perante o maior e mais descarado vigarista de todos os tempos. Mas muito pior, é o comportamento do PS.
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> Mas muito pior, é o comportamento do PS.
Entre este destrambelhado, eleito chefe com 98% dos votos, e o outro que foi recebido em ombros na AR, não sei como é que a tasca não está fechada pela polícia.
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se ele é um presumível inocente também pode ser um presumível escritor…
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Merece um filme.
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Harold Robbins que muitos dizem ser o escritor que mais livros vendeu no século XX, tinha tanta procura que teve de arranjar quem lhe escrevesse os livros, porque ele já não dava vazão, e a vida de play-boy em Monte-Carlo ocupava-lhe o tempo quase todo. Um desses “negros”, Junuis Podrug, deu mesmo a cara e publicou vários livros “de Harold Robbins” depois de ele ter morrido em 1997.
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eu acho que o negro literário foi o anterior PGR Pinto Monteiro. Assim já todos percebemos o encontro para falar de livros….
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http://www.worldcat.org/title/perdre-la-confiance-dans-le-monde-discussion-sur-la-torture-en-democratie/oclc/863134345
Autor: José Carvalho Pinto de Sousa Sócrates; Astrid von Busekist; Institut d’études politiques (Paris).
Ao que se presta a Ciência em Pó.
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Deixo aqui o meu maior repúdio a esta notícia e, claro está, ao aproveitamento que o blog fez dela.
Daqui a bocadinho até começam a dizer que o filósofo Sócrates não é engenheiro.
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A ser verdade impressiona-me, não que ele o tenha feito, pois sem entrar no lodaçal digamos que não me parece que a congregação para a causa dos Santos se lembre dele, mesmo em dia de bodo aos pobres.
Também é verdade que há ghost writers, Soares talvez, ppc é sabido com o Mudar. É uma prática.
O que me espanta e repugna aqui é que um professor catedrático se tenha vendido, abdicado da sua autoria numa obra com pretensões académicas. É vender um pouco de si. A ser verdade é bom que se saiba o nome da pessoa e que ela se explique porque é cair muito baixo. Se não for verdade ficam outras perguntas em aberto igualmente graves. Digam por favor quem é que aceitou tal encomenda até porque a ser o caso a respetiva universidade deveria ter uma conversa com ele ou ela, eventualmente para entrega duma cartinha de agradecimento e despedida..
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Livros de soares e sócrates, eram como as flatulências – davam-nos porque ninguém os comprava..
São úteis para calçar móveis mancos.
E pipas.
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E já agora: isto dos blogs tem a vantagem de ser só saltar e dar com outro. Pois bem, no blog de vital Moreira fica-se com a impressão de que poderia ser ele o tal ghost writer. Se é assim percebo porque é que ele está a dar pulos de indignação; pura e simplesmente não acredito que se tenha prestado a semelhante indignidade. E já agora, se o nome do visado vier a lume, se a coisa não tiver sustentação, dependendo do que está escrito no acórdão que bem que gostaria de ver online para não ficar refém de segundas leituras, é caso para pensar se não há matéria para uma queixa por ofensa ao bom nome.
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