Temos de falar sobre o Kevin
Eu devia falar do Sócrates, que até montou uma conferência de imprensa muito bonita para o efeito, esperando que dissesse mal, bem, ou fosse o que fosse, desde que falasse. Devia porque, não o fazendo, alguém pode esquecer o homem, a obra, o legado, a bancarrota, o homoerotismo pinga-amor saloio e a arrogância que regista como determinação nas moças de companhia do regime em Louboutins incapazes de ofuscar pronunciados joanetes, o menor dos defeitos.
Devia, mas já não interessa. Como qualquer desgraçada pendurada que jura não mais depender da bondade de homens casados, a velha carcaça socialista confunde abusado e abusador, diluindo-os em exigência de estupidez que permita engolir a má-fé que apregoa como forma de redenção.
Que o PS não tenha sido remetido para a obsolescência eleitoral, apesar da mais que notória inquietude pela possibilidade, é um fenómeno que só poderá ser explicado se conseguirmos continuar a fingir que a eventual corrupção de Sócrates é o maior embaraço na existência da patética figura na história portuguesa do século XXI. Não é. O maior embaraço dos portugueses é o constante enfatuamento por pastiches das ébrias recordações fabricadas dos anos 70, como Sampaio da Nóvoa não conseguirá deixar de demonstrar ao fazer aparecer o aquilino nariz num genérico muzak de celebração do 25 de Abril.

Não há saída para o país por duas razões: a esquerda é maioritária e a chamada direita nunca foi capaz de fazer a rotura com o ideário socialista.Estamos entalados entre uma esquerda moderada profundamente corrupta e criminosa, o PS, e uma esquerda comunista profundamente comprometida com a “venezuelização” do país. Mais de metade dos portugueses dependem do Estado Socialista e este exige cada vez maior saque fiscal. O país está entalado. Quem não se quiser sujeitar ao progressivo empobrecimento, foge. É isso que os jovens fazem e fazem bem.
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Análise fria e correcta.
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na mouche!
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Eleutério Viegas
Só que enquanto a analises por aqui são correctissimas , ao lado…
[disco pedido removido]
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no 25.iv teremos os capitães lateiros
a lembrar que são os donos da republiqueta
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Óptimo post
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Caneco, deve ter sonhos íntimos, húmidos, com o palrador marcelo.
Vai dai, escolhe um olarilolela para garantir que o pantomineiro-mor ganha.
Sabe que o ganhador tem muita letra, mas quando chega aos finalmentes, fantasia tanto “filmes” e balanços custo-benefício – que deixa correr o marfim.
Sempre disposto a empatar batalhas, para ganhar a guerra.
Sempre no espírito de tocaia…
Entretanto, perde aos pontos – evitando perder a “face”. E por KO.
Caneco e pantomineiro-mor – 2 tacticistas “mulas” – à unha…
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Teria de ser assim. O salazarismo tinha que rebentar fosse lá porque fosse.
Depois de décadas de apodrecimento tanto social e político chegou a solução
africana por uma triste guerra absolutamente condenada ao fracasso. Teria quie
se fazer qualquer coisa para travá-la e fez-se pela queda do regime.
Até aqui, tudo bem.
Depois enveredámos pelo figurino liberal umas vezes, social-democrata quase
sempre. Fatalmente.
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A “triste guerra condenada ao fracasso” estava ganha em duas frentes, perdida numa e não havia mais frente nenhuma, embora depois da “descolonização exemplar” apareceu uma que encheu de orgulho os lusos fez vender muitas velinhas e conseguiu transformar todas as colónias justamente libertas num poço de corrupção e fome ocupando os últimos lugares da tabela mundial.
Parabéns, está à porta mais um aniversário.
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Ainda com a SNI na cabeça , Fado.
Em que duas frentes estava a guerra ganha? Moçambique e Angola?
Tenha juizo.
Quaique que fossem as vicissitudes do conflito, quem acredita
que o povo sustentaria a situação de colónias, para mais incentivado
pela quase total situação de esados soberanos por toda a Africa.
E aina a ajuda não só em estratégia, Cubanos. armamento da Europa Leste . . .
Agora as consequencias pos-independencia, sejam quais forem,
não nos dizem minimamente respeito,
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Por culpa de Salazar, de Caetano, dos generais tugas e dos colonos influentes, já em 1973-74 Portugal não tinha “mão” nos destinos das ex-“colónias”.
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Senhor (a) Licas.
Por norma vou começar a não dar troco a quem recorre ao insulto.
Isto não é nenhuma taberna e não faz o meu género.
Bye.
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Pacheco Pereira (http://www.publico.pt/politica/noticia/propaganda-e-queda-das-oligarquias-1692019), chama-lhe “sale boulot”.
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Lembro-me de JPPereira lamentar(!) até certo momento da governação P”SD”-C”DS”, que o executivo não sabia comunicar.
Noutra fase, teve razão em muitas das suas opiniões.
Depois, o pouco do que o governo fazia bem, arranjava sempre uma pedra para colocar na engrenagem — e assim tem continuado.
A seguir, foi de quando em quando um despudorado apoiante do ACosta.
Agora (a cinco meses das legislativas) não quer que o governo comunique, que convoque a comunicação social para apresentar iniciativas e resultados…
Ainda vamos ter muito JPP incontrolado, ansioso e… inesperado.
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…Provavelmente JPP ainda opinará que JSócrates tinha razão ao receber numerário em notinhas porque não confiava nos bancos…
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Pacheco Pereira é um despeitado que se julgava imprescindível dentro do PSD.
Não lhe ligaram nenhum e perdeu as esperanças de uma boa sinecura.
Tudo o que escreve sobre o partido que o levou a deputado europeu deve ser observado com pinças e luvas cirúrgicas.
Fede.
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fado alexandrino PERMALINK
11 Abril, 2015 19:33
Fado, volte a ler o que escrevi. Não o ofendi.
Agora se usa desse subterfúgio porque não tem
argumentação válida, bem, prossiga na sua negação da realidade.
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Obrigado senhor(a).
Quando me mandam ter juízo com a minha idade e atendendo à sua que deve ser muito inferior à minha, não gosto.
Também mão gosto quando me comparam em termos intelectuais ao SNI.
E ainda menos gosto quando não rebatem um único dos argumentos apresentados, mas apresentam estados de alma.
Aproveito entretanto, passe a publicidade, para lhe recomendar que leia o artigo de Helena Matos seguindo link que a mesma apresenta.
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O que és é analfabeto: Lê sob o nome de Licas o que diz
a Mitologia Grega . . .
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