Elite reprodutiva
15 Abril, 2015
Gostava de perceber o que leva o Partido Socialista a propor as 35 horas na função pública como medida de promoção da natalidade.
Será um elogio às características genéticas dos nossos funcionários públicos?
Um tentativa de criar uma elite reprodutiva de ociosos?
Será que os trabalhadores do sector privado devem abdicar de ter filhos para que os funcionários públicos os possam ter?
“Peço desculpa, a repartição fecha às 16h30, impreterivelmente”
Isto é fascinante.
22 comentários
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Poderá supor-se que é para terem mais tempo para f…, mas suponho que é para os pais terem mais tempo para cuidarem dos filhos, que também pode ser aproveitado para irem ao cabeleireiro.
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Mas tantas greves já não deviamos ter problemas de natalidade…
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Os critérios de admissão da classe reprodutora ao funcionalismo publico têm que ser alterados, para escolhermos os melhores especimens de pureza racial lusitana. Qual CRESAP qual quê?
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” – Chefe, posso sair mais cedo, que a minha mulher vai ter um filho ?”
“- Claro, pá, estás dispensado hoje à tarde.”
No outro dia:
” – Então, foi menino ou menina ?” – pergunta o Chefe
” – Não sei, Chefe. Só daqui a 9 meses é que vai dar para ver.”
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Como toda a gente sabe, a baixa natalidade em Portugal é fruto da falta de tempo dos socialistas que trabalham para o Estado e do baixo número de camas em regime de internamento nos hospitais psiquiátricos.
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Peiésse é sempre peiésse. Não sei onde está a surpresa…
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… as famílias são maiores nos países escandinavos, onde a infraestrutura de cuidados infantis é mais bem desenvolvida…
e a isto pode acrescentar-se horários – e condições – de trabalho (muito) mais reduzidos e ainda tempos de desçocação de e para o local de trabalho muitíssimo inferiores aos desta terrinha.
o resto é treta…
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Hoje, repetem-se as greves dos “trabalhadores” mais ociosos e irresponsáveis do país: o pessoal das empresas de transportes públicos. A culpa é dos sucessivos governos e administrações que se deixaram chantagear por estes canalhas sem vergonha. Daqui a semanas, são os canalhas da TAP a fazê-lo, provando mais uma vez que há dois países: os portugueses que trabalham no privado e os outros. Os primeiros são as vítimas do saque fiscal em proveito da conservação dos privilégios dos ociosos. O atual Governo não merece o voto dos portugueses que produzem porque teve quatro anos para inverter a situação e nada fez. Ao invés, aumentou o saque fiscal e criou um monstro fascista que dá pelo nome de Autoridade Tributária. Portugal está bloqueado, sem saída, e os portugueses reféns do social fascismo, a verdadeira natureza do atual regime, com um Estado muito mais repressivo do que o Estado Novo, onde aliás a esmagadora maioria dos portugueses viviam sem ser incomodados pelo Estado ou pelas polícias.
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è deixar falir essas empresas de empregados parasitas.
Como os Estaleiros de Viana. Onde quem quer trabalhar voltou a ter trabalho e os únicos que ficaram de fora foi a dúzia de comunistas que faziam de comissão de trabalhadores.
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Hoje a global desistiu da compra da TAP relevando aquilo que nós sabemos: dívida muito elevada e um quadro de privatização(acordo com sindicatos) que deixam a empresa sem margem para gerir. A TAP vai ficar para o próximo governo e eu quero ver como descalçam a bota. Concordo com o que escreveu, o governo é muito culpado já devia ter concessionado a custo simbólico a TAP, Metros, Carris ,STCP, etc. No site da IGF está outra informação limitada, onde se refere que em 2013 o estado deu subvenções de 4000 e tal milhões de euros a entidades diversas(fundações, IPSS, associações, etc.) , um verdadeiro estado paralelo! Ainda há gente que quer ir para presidente desta inviabilidade económica que se chama Portugal?
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Isso mesmo, se não se armassem em galarotes, ninguém chateava.
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” O atual Governo não merece o voto dos portugueses que produzem porque teve quatro anos para inverter a situação e nada fez.”
Isso, deixem o PS ganhar e vão então perceber o que é a “reinverção” da situação !!…
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esta é a solução do psd para a mortalidade
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/reportagem/reporter-tvi-na-integra-caos-nas-urgencias-mesmo-depois-da-gripe
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Os que acreditam que aquilo é a regra nos hospitais portugueses do SNS deviam ser obrigados a viver num país onde os hospitais funcionam assim. É preciso ser estúpido para engolir coisas daquelas.
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Como queira
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/camas-hospitais/condicoes-indignas-nas-urgencias-dos-hospitais-publicos
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Um hospital é um local de sofrimento, onde estão pessoas que em principio precisam de assistência médica. Se andar de urgência em urgência de hospital à pesca com uma camara de tv como fez a TVI, de certeza que encontra situações que parecem e até podem ser menos próprias. Mas isso não é a regra nos hospitais portugueses.
Mas isto vai acabar. Quando a partir de setembro o ministério da saude passar a ser governado por uma qualquer Ana Jorge, estas coisas desaparecem da TVI. Nessa altura vão existir médicos, enfermeiros, e camas de sobra nos hospitais portugueses. Vai ser uma festa!
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A propósito deste tema, ouvi hoje uma “reportagem” tsf e não consegui deixar de esboçar um sorriso trocista perante o tratamento do tema pela brilhante “jornalista”. Então, entrevistam um casal com 5 filhos. Os dois, pelo que é dado a entender, tinham empregos estáveis (professor e farmacêutica) mas abdicaram disso (ele tornou-se um construtor de violinos e ela optou por ficar em casa) para poder estar com os filhos mais tempo.
Conclusão da jornalista: no casal, ambos concordam com a apresentação de diversas medidas de promoção da natalidade, sendo as mais importantes, a ESTABILIDADE LABORAL E SALARIAL! Brilhante! 🙂
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Chega a epoca das eleições e ainda ficam mais parvos.
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q lindo , ter filhos para alimentar o sistema 😃
um objectivo e peras . leviata a engolir contribuintezinhos , fixolas.
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Eu sou funcionário público, e se tiver mais tempo livre posso ter mais um ou dois filhos (talvez da vizinha que é professora e tem umas tardes).
Por outro lado se ficar muitas horas no trabalho deixo de ver a minha mulher enquanto ainda me resta alguma energia mas posso dar umas voltas com a colega do economato.
Estou dividido, mas é sempre bom ver que uns fazem umas propostas meio parvas e outros fazem comentários idiotas a todo o tipo de sugestões.
Parece que há um problema e todos concordam, mas jamais se chegará a soluções porque todos discordam.
Talvez seja chegada a hora de eleger adultos conscientes em vez de gaiatos(as) que mandam bocas giras para a merda dos jornalistas repetirem como se fossem brilhantes deduções!
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http://ponteirosparados.blogspot.pt/2015/04/a-ovelha.html?spref=fb
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mééééé
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