Prática versus teoria
11 Junho, 2015
Não há referência, no programa eleitoral do PS, à revisão da prisão preventiva para investigar.
Preocupações sobre o tema esgotam-se num certo caso particular.
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Não há referência, no programa eleitoral do PS, à revisão da prisão preventiva para investigar.
Preocupações sobre o tema esgotam-se num certo caso particular.
Nem tão pouco as razões por que é que não foi atribuída a Comenda da Coltura a Carrilho
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Ou:- Peço desculpa. Candidatei-me a um lugar estranho. Nem sabia que :- não ter maneiras à mesa, comer de boca cheia, rir desbragadamente de bacalhau na mão, apertar e “oscular” uma mão de princesa com sofreguidão ….fosse uma deselegância e um sintoma de atavismo ! É que eu sou da província, sei fazer umas contitas e também sei alguma coisa de “gasolina” e acções em bancos de duvidosa gestão !!!
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Primeiro era assim:
«Um Estado forte, inteligente e moderno»
«Melhorar a qualidade da democracia»
«o PS defende designadamente o seguinte: A garantia de proteção e defesa do titular de cargos políticos ou públicos contra a utilização abusiva de meios judiciais e de mecanismos de responsabilização como forma de pressão ou condicionamento»
Depois desta aberração, saiu isto:
«Costa quer “despoluir” debate político de casos de justiça, como o de Sócrates. Elogiando independência das magistraturas, diz que compete à defesa do socialista presentar “versão da história”.»
Mas em Março era assim:
«António Costa diz que há “fortes indícios criminais” no caso das listas VIP»
E antes era assim:
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Nem tinha nada que haver.
Os programas eleitorais fizeram-se apenas para dar algum trabalho às tipografias.
Não são para ler, e muito menos para cumprir.
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Mais uma vez e nunca será demais recordar: “Para nós tudo ! Para os inimigos nada ! Para os outros cumpra-se a lei !” — Almeida Santos.
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Há um excelente comentário de Manuel Branco num post mais abaixo, de que cito uma parte com a qual me identifico:
“E repugna-me não por este em particular mas por todos nós. É que no plano do absurdo um meritíssimo pode engavetá-lo a si ou a mim, por exemplo, por fabrico de moeda falsa (ou outra coisa qualquer), onze meses depois mandam-nos para casa … e passados dois anos fazem qualquer coisa, talvez o arquivamento à espera de produção de melhor prova. E nós podemos recomeçar as nossas vidas…arruinadas.”
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O que ocasionalmente tem acontecido a alguns cidadãos no caso, serve de desculpa e de exemplo para apoiantes de JS tentarem ilibá-lo na net. Mas claro, têm esse direito.
JS quando sair da prisão (qualquer que seja o momento) não sairá “arruinado”. Também essa a diferença.
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O meu comentário centra-se no que pode acontecer “a si ou mim”, detidos sem culpa formada. Se a detenção do antigo PM, contribuir para a alteração da legislação que tal permite, é já de si positivo, independentemente da eventual condenação ou não do referido personagem.
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Piscoiso,
percebi muito bem que “pode acontecer a qualquer cidadão”. Nisso, de acordo.
Mas também tenho percebido e de que modo, que não devia ter acontecido, nunca !, com JSócrates. Uma “afronta” !… “E diga a esse juíz que tenha cuidado !”
Uns são mais cidadãos do que outros.
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Perdão, perdão!
_________A qualquer cidadão que se meta nessas “aventuras”.
Se a denúncia não tem “pés para andar”: logo morre ali.
AQUI ESTÀ TODA A DIFFERENÇA . . .
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