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A CGTP já mandou um delegado ao além?

18 Junho, 2015

José Saramago mantém depois de morto o ritmo de trabalho que o caracterizou até ao fim da vida. Hoje há mais um inédito.

9 comentários leave one →
  1. fado alexandrino's avatar
    18 Junho, 2015 09:33

    A espanhola não dorme em serviço.
    O morto tem que produzir, e vai produzir muitos mais inéditos.
    Chegaremos aos bilhetinhos com a lista das compras na mercearia.

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  2. Castrol's avatar
    Castrol permalink
    18 Junho, 2015 10:09

    Trapaceiros!

    Mais aldabrões e peseteros do que Jorge Jesus.

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  3. Juromenha's avatar
    Juromenha permalink
    18 Junho, 2015 10:15

    O profissionalismo, nada interessado, de uma executora testamentária…

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  4. ricardo's avatar
    ricardo permalink
    18 Junho, 2015 14:54

    Ainda vamos ouvir que o saramago nunca existiu – afinal quem escrevia era a Pilar………
    Fica explicado o português macarrónico…

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  5. Miguel's avatar
    Miguel permalink
    18 Junho, 2015 17:38

    se a inveja matasse este blog fechava

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  6. licas's avatar
    licas permalink
    18 Junho, 2015 23:45

    Ó Miguel, então o zelador da moral,
    nem pio a esta descarada exploração do público.

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  7. licas's avatar
    licas permalink
    19 Junho, 2015 00:05

    “4 de Fevereiro de 2003 – Na noite de 30 para 31 de janeiro acordei às 3 horas com o pensamento súbito de que o assunto para um novo romance, de que mais ou menos conscientemente andava à procura, afinal já o tinha. Era aquela “revolução branca” de que falei em Madrid e Barcelona na apresentação do Homem Duplicado, o voto em branco como única forma eficaz de protesto contra o abençoado sistema “democrático” que nos governa. Como se isto não fosse já suficiente, tive também a repentina, a instantânea certeza de que tal livro, no caso de vir a existir, teria de levar o título de Ensaio sobre a Lucidez (…)”.
    ___________

    Este sistema “democrático” é, de facto bem diferente daquele
    por que J. Saramago pugnou. Temos flagrantemente a sua acção
    quando no Diário de Notícias ditou o saneamento dos jornalistas
    que não “encaixavam suficientemente bem ” no recem
    implantado paradigma sovietóide.

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