A CGTP já mandou um delegado ao além?
18 Junho, 2015
José Saramago mantém depois de morto o ritmo de trabalho que o caracterizou até ao fim da vida. Hoje há mais um inédito.
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José Saramago mantém depois de morto o ritmo de trabalho que o caracterizou até ao fim da vida. Hoje há mais um inédito.
A espanhola não dorme em serviço.
O morto tem que produzir, e vai produzir muitos mais inéditos.
Chegaremos aos bilhetinhos com a lista das compras na mercearia.
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Trapaceiros!
Mais aldabrões e peseteros do que Jorge Jesus.
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O profissionalismo, nada interessado, de uma executora testamentária…
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Ainda vamos ouvir que o saramago nunca existiu – afinal quem escrevia era a Pilar………
Fica explicado o português macarrónico…
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se a inveja matasse este blog fechava
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Olha sabes vai …pra outra banda !
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Ó Miguel, então o zelador da moral,
nem pio a esta descarada exploração do público.
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“4 de Fevereiro de 2003 – Na noite de 30 para 31 de janeiro acordei às 3 horas com o pensamento súbito de que o assunto para um novo romance, de que mais ou menos conscientemente andava à procura, afinal já o tinha. Era aquela “revolução branca” de que falei em Madrid e Barcelona na apresentação do Homem Duplicado, o voto em branco como única forma eficaz de protesto contra o abençoado sistema “democrático” que nos governa. Como se isto não fosse já suficiente, tive também a repentina, a instantânea certeza de que tal livro, no caso de vir a existir, teria de levar o título de Ensaio sobre a Lucidez (…)”.
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Este sistema “democrático” é, de facto bem diferente daquele
por que J. Saramago pugnou. Temos flagrantemente a sua acção
quando no Diário de Notícias ditou o saneamento dos jornalistas
que não “encaixavam suficientemente bem ” no recem
implantado paradigma sovietóide.
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A única forma eficaz de protesto nas eleições é o voto NULO.
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